tim – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Tue, 04 Nov 2025 12:26:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png tim – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Sobre o recorde do Ibovespa e a realização posterior https://levanteideias.com.br/artigos/sobre-o-recorde-do-ibovespa-e-a-realizacao-posterior https://levanteideias.com.br/artigos/sobre-o-recorde-do-ibovespa-e-a-realizacao-posterior#respond Tue, 04 Nov 2025 12:26:34 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52396 O post <strong>Sobre o recorde do Ibovespa e a realização posterior</strong> apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Na segunda-feira (03) o Ibovespa fechou pela primeira vez acima de 150 mil pontos. Qual a importância desse fato? Como ocorre com a maioria das questões subjetivas, a resposta é um desconfortável meio termo. É um fato que níveis “psicológicos” têm importância na formação de expectativas. Na prática, um dólar a 4,99 reais não é muito diferente de um dólar a 5,00 reais. No entanto, a mera mudança de 4 para 5 é capaz de alterar a percepção dos investidores. Da mesma forma, um Ibovespa a 149.900 pontos está apenas 0,07 por cento abaixo de um índice a 150 mil pontos. Mas essa pequena diferença é capaz de alterar as projeções e as estimativas.

Dito isso, o desempenho do mercado tem sido bastante positivo. Em reais, a valorização acumulada do Ibovespa em 12 meses até o recorde da segunda-feira foi de 15,28 por cento. Em dólares a alta foi ainda mais expressiva, 24,74 por cento, devido à depreciação da moeda americana em relação ao real. Porém, o Ibovespa está muito mais “caro” do que estava 12 meses atrás?

Para responder a essa pergunta vamos fazer duas comparações entre as relações Preço x Lucro (P/L). É um indicador bastante simples: mostra em quanto tempo (em anos) o lucro por ação de uma determinada empresa iria “devolver” ao investidor o valor pago pela ação. Assim, um P/L de 10 quer dizer que, mantidos o preço do dia da compra e o lucro por ação do exercício imediatamente anterior, o investidor teria seu dinheiro de volta em 10 anos.

Não é o mais perfeito dos indicadores, mas é um dos mais usados porque permite comparar empresas de setores diferentes e de mercado diferentes, sendo independente de moedas. Permite, por exemplo, comparar a Petrobras (PETR4) com uma petrolífera mexicana, americana ou europeia.

O P/L médio das 15 ações de maior participação do Ibovespa era de 13,6 na segunda-feira (3). O mesmo resultado 12 meses antes, no dia 4 de novembro de 2024 (o dia 3 foi um domingo) era de 12,4. Nesse período, essas ações brilharam no pregão. Apesar das quedas de Petrobras, a valorização média foi de 27,4 por cento, quase o dobro da alta do Ibovespa. No entanto, o P/L subiu 9,45 por cento, cerca de um terço da alta das ações.

Assim, apesar de as cotações terem avançado bastante, as empresas não estão tão mais caras. Como os lucros aumentaram, o avanço dos preços foi parcialmente compensado.

Isso permite prever novas altas? Fazer projeções sobre o comportamento futuro de ativos financeiros é um exercício excelente para o desenvolvimento da humildade. Nada garante que essa trajetória de valorização continue. Inclusive, os papéis brasileiros estão em queda no pré-mercado em Wall Street. Porém, enquanto as empresas brasileiras apresentarem bons resultados, há justificativas para que os investidores coloquem dinheiro me suas ações.


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O pregão desta terça-feira (4) começa com quedas de cerca de 1 por cento nos contratos futuros dos principais índices americanos e nas cotas do Exchange Traded Fund (ETF) EWZ iShares MSCI Brazil negociadas em Nova York no pré-mercado. Há duas razões para isso. A primeira é a perda de entusiasmo em torno das ações de inteligência artificial diante de resultados não muito positivos referentes ao terceiro trimestre. A segunda é a fraqueza dos dados econômicos dos Estados Unidos, além da divergência de opiniões entre os diretores do Federal Reserve (FED), o banco central americano, quanto à trajetória para os juros nos próximos meses.



BB Seguridade (BBSE3) lucra 2,6 bilhões de reais no 3T25, alta de 13,1 por cento


Na noite da segunda-feira (03), a BB Seguridade (BBSE3) divulgou seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025, reportando lucro líquido de 2,56 bilhões de reais, um crescimento de 13,1 por cento em relação ao mesmo período de 2024. O desempenho reflete o cenário de juros ainda elevados, que favorece parte das subsidiárias do grupo.

A Brasilprev apresentou lucro de 532,4 milhões de reais, avanço de 14,8 por cento frente ao 3T24. O resultado foi impulsionado pela valorização das carteiras de investimento, beneficiadas pela marcação positiva ao mercado.

Já a Brasilseg lucrou 949 milhões de reais, 7,2 por cento acima do mesmo período do ano anterior, diante do crescimento dos prêmios ganhos e redução da sinistralidade, e aumento do resultado financeiro.

A Brasilcap também teve evolução, com lucro de 61,3 milhões de reais, alta de 31,7 por cento em comparação ao mesmo período do ano anterior. A melhora decorre da maior rentabilidade das aplicações financeiras, em linha com o comportamento das taxas de juros, além do fortalecimento da eficiência operacional.

A BB Corretora lucrou 943,8 milhões de reais, crescimento de 9,4 por cento na base anual. O resultado reflete o aumento das receitas de corretagem, impulsionado pela retomada da demanda por produtos de seguros e previdência e pela aceleração da digitalização dos canais de venda.

O resultado financeiro da holding atingiu 63,6 milhões de reais, avanço expressivo de 36,5 por cento em relação ao 3T24. Esse desempenho está associado ao patamar ainda elevado da taxa Selic e à gestão eficiente das carteiras pós-fixadas, que continuam sendo uma importante fonte de rentabilidade para o conglomerado.

As despesas gerais e administrativas somaram 64,6 milhões de reais, representando uma queda de 6,2 por cento frente ao mesmo trimestre de 2024, reforçando o compromisso da companhia com o controle de custos e a eficiência operacional.

No acumulado dos doze primeiros meses de 2025, o lucro líquido gerencial totalizou 10 bilhões de reais, crescimento de 16 por cento em relação ao ano anterior. Nesse contexto, a BB Seguridade negocia atualmente a um P/L de 7,4 vezes e mantém um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em níveis elevados, próximos a 85 por cento.

A forte geração de caixa, aliada a margens consistentes, sustenta a política de elevada distribuição de proventos, resultando em um dividend yield de 12,9 por cento — um dos mais atrativos do setor financeiro.


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Entre os destaques qualitativos, a companhia ressaltou a continuidade do processo de digitalização e a ampliação da oferta de produtos integrados ao Banco do Brasil, instituição que, por sua vez, enfrenta um contexto desafiador em termos de provisões e da carteira de crédito, especialmente no segmento de agronegócios.

Este resultado do terceiro trimestre de 2025 foi marcado por aumento do lucro e um sólido desempenho operacional da BB Seguridade, sustentado por ganhos financeiros e aumento de eficiência.

O atual cenário de juros elevados continua sendo favorável para a companhia, contribuindo para margens expressivas e forte geração de resultados. No entanto, a empresa já se prepara para um ambiente de redução gradual da Selic a partir de 2026, o que deve demandar maior disciplina operacional, gestão ativa de portfólio e diversificação de produtos para preservar os altos níveis de rentabilidade no próximo exercício.



TIM (TIMS3) entrega lucro robusto e evolução estrutural em serviços de maior valor no 3T25

A TIM (TIMS3) reportou um 3T25 bastante sólido, combinando expansão relevante de rentabilidade e crescimento saudável de receita de serviços. O lucro líquido atingiu 1,2 bilhão de reais, avanço expressivo de 50 por cento a/a, refletindo ganhos de eficiência, maturidade operacional e foco no mix de clientes mais rentáveis. O trimestre também foi marcado por margens recordes, evolução contínua no pós-pago e fortalecimento do B2B — uma vertical estratégica que vem ganhando escala e ampliando a relevância no portfólio da operadora. Apesar de um cenário competitivo acirrado, a companhia segue demonstrando disciplina, execução assertiva e capacidade de capturar valor em segmentos de maior retorno, consolidando um ciclo positivo de resultados.

A receita líquida da TIM totalizou 6,7 bilhões de reais no trimestre, crescimento de 4,5 por cento a/a, sustentado principalmente pela expansão de 5,2 por cento na receita de serviços móveis, que alcançou 6,2 bilhões de reais. O pós-pago se manteve como principal motor de crescimento, com aumento de 10,9 por cento na receita e ARPU atingindo 44,10 reais, enquanto no segmento corporativo esse indicador chegou a 55,50 reais — reforçando o foco da empresa em clientes de maior valor e produtos de maior monetização. A base total de usuários permaneceu estável em 62,6 milhões, mas a migração gradual de pré-pago para pós-pago (32,3 milhões de linhas pós-pagas, +9 por cento a/a) reforça a consolidação do mix premium e sustenta a expansão de margens no médio prazo.

A rentabilidade foi o grande destaque do período. O EBITDA cresceu 7,2 por cento a/a, alcançando 3,47 bilhões de reais, enquanto a margem EBITDA atingiu 51,7 por cento, novo recorde histórico para um terceiro trimestre. Essa performance decorre de maior produtividade e controle rigoroso de despesas comerciais e administrativas, refletindo efetividade nas iniciativas de eficiência operacional e integração sistêmica. A operação de banda larga fixa, ainda que menor no contexto da companhia, apresentou recuperação gradual, contribuindo para expansão da rentabilidade mesmo em um ambiente de competição acirrada entre operadoras. A estratégia da TIM de privilegiar eficiência e qualidade em vez de expansão acelerada de footprint em fibra se mostrou acertada diante do racional econômico atual.

Do lado estratégico, a TIM reforçou sua posição como protagonista na implementação do 5G no país, alcançando cobertura em mil cidades — a maior expansão entre as operadoras e primeira a cumprir integralmente as metas regulatórias da Anatel. A companhia também destacou sua crescente relevância no mercado corporativo, com destaque para a parceria com a Vale para implantação de 5G em operações industriais. Esse movimento fortalece a presença da TIM em soluções B2B, setor no qual a empresa saiu de receita contratada praticamente nula há quatro anos para próxima de 1 bilhão de reais atualmente, demonstrando que sua estratégia de monetização de redes e serviços avançados está ganhando tração e construindo uma avenida sustentável de crescimento.

Em relação à alocação de capital e estrutura financeira, a TIM manteve postura prudente, com alavancagem medida por dívida líquida/EBITDA em 0,79x, refletindo solidez patrimonial e flexibilidade financeira para sustentar investimentos. O capex somou 974 milhões de reais no trimestre, concentrado em expansão de infraestrutura de rede e digitalização de processos — pilares essenciais para manter a diferenciação tecnológica e eficiência operacional. A modernização da estrutura de São Paulo foi concluída no período, reforçando ganhos de produtividade e experiência do cliente.

 
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A TIM também reforçou sua visão estratégica para o portfólio de clientes e monetização futura: com o pré-pago ainda representando 48,3 por cento da base, há espaço relevante para continuar migrando clientes para ofertas pós-pagas e híbridas, o que deve sustentar ARPU mais elevado e consolidar eficiência comercial. A companhia reiterou que não tem pressa em movimentos como aquisição de fatia adicional da rede neutra I-Systems, priorizando o uso racional do capital e a geração de valor de longo prazo. Esse posicionamento contrasta com a abordagem mais agressiva de concorrentes em M&A, e reforça a disciplina estratégica da TIM em permanecer focada em mobilidade, digitalização e B2B como vetores principais.

O 3T25 reforça, portanto, a solidez da TIM como uma tese de valor e eficiência, com crescimento consistente em serviços, avanço em segmentos de maior ticket, margens recordes e execução alinhada ao ciclo tecnológico do setor. O foco em clientes de maior valor, a monetização progressiva do 5G, o avanço relevante no B2B e a disciplina de capital formam uma combinação que fortalece o perfil de longo prazo da companhia. Com valuation atrativo, boa geração de caixa e estrutura financeira confortável, a TIM segue bem-posicionada para entregar resultados robustos e capturar oportunidades em digitalização, serviços corporativos e redes móveis de alta performance.



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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Anatel aprova venda dos ativos móveis da Oi https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/anatel-aprova-venda-dos-ativos-moveis-da-oi https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/anatel-aprova-venda-dos-ativos-moveis-da-oi#respond Tue, 01 Feb 2022 12:51:09 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36153 O conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou na tarde da última segunda-feira (31) a venda da operação de telefonia móvel da Oi para a aliança formada entre as suas principais concorrentes, a Telefônica (VIVT3), a Tim (TIMS3) e a Claro. Ficaram estabelecidos alguns remédios para a transação, como o atendimento ao PGMU… Read More »Anatel aprova venda dos ativos móveis da Oi

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O conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou na tarde da última segunda-feira (31) a venda da operação de telefonia móvel da Oi para a aliança formada entre as suas principais concorrentes, a Telefônica (VIVT3), a Tim (TIMS3) e a Claro. Ficaram estabelecidos alguns remédios para a transação, como o atendimento ao PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização), além de acabar em 18 meses com sobreposição de frequência.

Vale ressaltar que o ativo foi vendido pelo valor de R$ 16,5 bilhões, valor que representava o piso da faixa estimada pelo mercado, que chegava até os R$ 21 bilhões. O julgamento do caso começou na última sexta-feira (28), com a leitura do relator do caso, o Conselheiro Emmanoel Campelo, mas a votação nem chegou a começar, uma vez que Vicente Aquino, outro membro do conselho, pediu vistas do processo.

Os próximos meses ainda serão movimentados para a Oi, visto que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) pode analisar o processo até o dia 15 de fevereiro, além da recuperação judicial ter seu prazo terminando em março para a sétima vara empresarial e em maio pelos credores.

Na reunião de ontem, o voto-vista de Aquino apresentou alguns acréscimos aos remédios previamente propostos, como a alteração à garantia de cumprimento do PGMU IV, que se refere à universalização de antenas 4G pelo Brasil. Além disso, Aquino recomendou que a manutenção das ofertas de produtos de atacado, por meio de acordo de roaming nacional, seja submetida pelas três concorrentes da Oi.

E Eu Com Isso?

A venda da Oi Móvel praticamente conclui um extenso programa de desinvestimento da companhia, faltando só a aprovação da venda da participação da V.Tal (ex-InfraCo). Desde 2019, a companhia já se desfez da participação da angolana Unitel, das suas torres móveis, dos Data Centers, da sua unidade de telefonia móvel e tem uma proposta para a venda de quase 60% na V.Tal.

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Leia também: Ações OIBR3 ━ O Que Você Precisa Saber Sobre Elas?

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Chega ao fim prazo de recuperação judicial da Oi https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/chega-ao-fim-prazo-de-recuperacao-judicial-da-oi https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/chega-ao-fim-prazo-de-recuperacao-judicial-da-oi#respond Fri, 28 Jan 2022 13:00:48 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36086 O processo de recuperação judicial da Oi (OIBR3), que já dura seis anos, parece estar chegando próximo a seu fim. Nesta sexta-feira (28), o conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deve analisar o pedido de anuência prévia para venda da unidade de telefonia móvel da Oi, para a aliança formada pela Telefônica, Tim… Read More »Chega ao fim prazo de recuperação judicial da Oi

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O processo de recuperação judicial da Oi (OIBR3), que já dura seis anos, parece estar chegando próximo a seu fim. Nesta sexta-feira (28), o conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deve analisar o pedido de anuência prévia para venda da unidade de telefonia móvel da Oi, para a aliança formada pela Telefônica, Tim e a Claro. Além disso, está marcado para o próximo dia 9 a análise da transação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Como o setor de telefonia móvel no Brasil já é muito concentrado, nos últimos meses cresceu o lobby de opositores à venda e interessados em participar do negócio. Para evitar a concentração tão elevada em apenas 3 empresas, é muito provável que o Cade só aprove o negócio com medidas condicionantes – ou “remédios” concorrenciais – uma vez que a Superintendência-Geral já recomendou tal iniciativa.

O novo prazo da saída da recuperação judicial marcado pelo juiz da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Fernando Cesar Ferreira Viana, é 30 de março. No entanto, o juiz trabalha com uma margem de segurança, pois a data final aprovada em assembleia geral de credores (AGC) da Oi é 30 de maio.

E Eu Com Isso?

Se analisarmos o último resultado divulgado pela Oi, vemos que a companhia tem uma dívida líquida de quase R$ 30 bilhões, uma alta de 40% em relação ao 3T20. A Oi tem vendido seus ativos nos últimos anos, como as torres, os data centers, a participação na Unitel (ativo na Angola), e mesmo assim a queima de caixa continua: só nos últimos dois anos foram quase R$ 10 bilhões de caixa queimados. Portanto, é quase que consenso que a companhia precisa vender a unidade móvel.

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Leia também: Cade faz declaração quanto a venda da Oi Móvel.

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KKR faz oferta por controladora da TIM https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/kkr-faz-oferta-por-controladora-da-tim https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/kkr-faz-oferta-por-controladora-da-tim#respond Mon, 22 Nov 2021 12:47:22 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=33367 A Telecom Italia, controladora da TIM Brasil (TIMS3), recebeu uma oferta da KKR, gigante americana de private equity, de US$ 12,2 bilhões para aquisição da companhia. A Telecom Italia divulgou através de comunicado que a oferta da KKR é de € 0,505 centavos por ação da Telecom Italia, o que corresponde a um prêmio de… Read More »KKR faz oferta por controladora da TIM

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A Telecom Italia, controladora da TIM Brasil (TIMS3), recebeu uma oferta da KKR, gigante americana de private equity, de US$ 12,2 bilhões para aquisição da companhia.

A Telecom Italia divulgou através de comunicado que a oferta da KKR é de € 0,505 centavos por ação da Telecom Italia, o que corresponde a um prêmio de 45% em relação ao preço de fechamento do ativo na sexta-feira.

A KKR é um dos fundos que mais investe em ativos de telecomunicações da Europa. No ano passado, o fundo americano participou de um consórcio de grupos de private equity que adquiriu a operadora de telecomunicações da Espanha Mas Movil por € 5 bilhões.

Ademais, a Telecom Italia já chegou a ser disputada pelo grupo Vivendi e pelo fundo ativista americano Elliott Management, seguida por tentativas de aquisição do negócio pela Telefónica e pela americana AT&T, visto que a companhia se enfraqueceu nos últimos trimestres.

Além disso, outros fundos rivais também parecem estar interessados na companhia de telefonia italiana, como as gestoras CVC Capital Partners e a Advent.

E Eu Com Isso?

A oferta demonstra o crescente interesse do setor de private equity no mercado de telecomunicações, visto que os fundos têm por estratégia o desmembramento dos negócios das companhias para aumentar seu valor e melhorar o desempenho.

A estimativa do valuation implícito com a operação é de 6x EV/EBITDA 2022, em comparação, a TIM Brasil negocia a 3,9x.

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Leia também: Resultados da TIM (TIMS3) do 3T21.

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Operadoras menores contestam venda da Oi https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/operadoras-menores-contestam-venda-da-oi https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/operadoras-menores-contestam-venda-da-oi#respond Mon, 06 Sep 2021 12:39:49 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30697 Operadoras de menor porte estão reivindicando contrapartidas à venda da Oi Móvel pela Oi (OIBR3) para a aliança entre a Vivo (VIVT3), Tim (TIMS3) e Claro. O que as centenas de operadoras e provedores estão reivindicando são condições mais favoráveis para uma competição equilibrada no mercado de telefonia móvel, tanto em relação à negociação de… Read More »Operadoras menores contestam venda da Oi

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Operadoras de menor porte estão reivindicando contrapartidas à venda da Oi Móvel pela Oi (OIBR3) para a aliança entre a Vivo (VIVT3), Tim (TIMS3) e Claro.

O que as centenas de operadoras e provedores estão reivindicando são condições mais favoráveis para uma competição equilibrada no mercado de telefonia móvel, tanto em relação à negociação de preços quanto na obrigatoriedade de acordos de roaming nacional (compartilhamento de infraestrutura).

As companhias de menor porte do setor, buscam, inicialmente, o cancelamento da aquisição do ativo pelas rivais Vivo, Tim e Claro, que se juntaram para adquirir a quarta operadora móvel do setor.

Caso a primeira tentativa não funcione, a segunda estratégia passa a ser por ganho de força, fatiando o espectro móvel da Oi, ou seja, faixas de radiofrequência sobre as quais as operadoras podem estender suas redes de celulares.

Ainda na lista de reivindicações ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), constam também a divisão da carteira de clientes, além de contratos de aluguel e troca de infraestrutura que compõem o ativo da Oi vendido em leilão.

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp) – que representa 70 empresas associadas de médio porte – o compartilhamento só ocorre entre grandes operadoras, visto que as operadoras menores têm pouco a compartilhar.

A Telcomp propõe que as grandes empresas do setor ofereçam as redes em troca de pagamento.

E Eu Com Isso?

Acreditamos que a notícia evidencia mais conflitos para o fim da venda dos ativos móveis da Oi, o que dificulta a companhia encerrar sua recuperação judicial, por isso esperamos impactos negativos nas ações da companhia (OIBR3) no curto prazo.

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Leia também: Cade faz declaração quanto a venda da Oi Móvel.

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TIM e Cogna fazem parceria no EAD https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/tim-e-cogna-fazem-parceria-no-ead https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/tim-e-cogna-fazem-parceria-no-ead#respond Thu, 08 Jul 2021 12:42:28 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27721 A TIM (TIMS3) e Cogna (COGN3) anunciaram uma parceria para venda de cursos à distância (EAD) através de um aplicativo. A ideia é utilizar o grande portfólio de cursos online da Cogna com a vasta base de clientes, mais de 50 milhões, e presença nacional, com centenas de lojas pelo país, da TIM. A parceria… Read More »TIM e Cogna fazem parceria no EAD

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A TIM (TIMS3) e Cogna (COGN3) anunciaram uma parceria para venda de cursos à distância (EAD) através de um aplicativo.

A ideia é utilizar o grande portfólio de cursos online da Cogna com a vasta base de clientes, mais de 50 milhões, e presença nacional, com centenas de lojas pelo país, da TIM.

A parceria será feita no aplicativo Ampli, desenvolvido pela Cogna para atender os clientes que utilizam o celular para fazer os cursos.

No formato do acordo, a TIM pode ficar com uma participação de 30% na Ampli, dependendo de sua originação de matrículas e metas a serem atingidas, além disso a companhia ganhará comissão por vendas efetuadas.

Segundo o CEO da TIM, Pietro Labriola, a estratégia com as parcerias da TIM não é só obter comissões e sim se tornar um parceiro também no crescimento da companhia, atingindo assim um alinhamento estratégico entre as companhias.

Até aqui o Ampli possui 15 mil alunos, cerca de 2% do total dos alunos de EAD da Cogna.

As companhias têm a expectativa de obter 80 mil novos alunos por ano, representando um aumento de 20% na captação online da Cogna.

E Eu Com Isso?

A notícia é positiva para ambas as companhias.

A Cogna consegue um forte canal de vendas para intensificar seus esforços de digitalização, enquanto a TIM começa a explorar melhor um de seus principais ativos, sua vasta base de clientes.

Esperamos impacto positivo nas ações de ambas as companhias (TIMS3 e COGN3) no curto prazo.

Para a TIM, o acordo representa sua segunda parceria neste modelo, sendo a primeira com o banco digital C6 realizada no ano passado.

O acordo com o banco possibilita que a TIM fique com até 15% do banco digital, desde então, já originou mais de 2,8 milhões de contas.

Em breve a companhia deve anunciar mais uma parceria no setor de saúde.

Novas avenidas de crescimento têm sido o foco da Cogna.

Seu principal negócio, o ensino superior presencial, vem sofrendo desde o encerramento de um programa de financiamento estudantil mais forte por parte do governo em 2018 e também devido à elevada taxa de desemprego.

Com isso, a companhia voltou sua estratégia para uma maior presença no digital, modelo de negócios mais escalável e com custos fixos menores.

Vale ressaltar que apesar de interessante, a estratégia da TIM vem seguindo os passos de sua principal concorrente, a Vivo (VIVT3).

A companhia oferece no setor financeiro, empréstimos com o Vivo Money, cartão de crédito Vivo Itaucard e conta digital com o Vivo Pay.

Além disso, já lançou sua plataforma digital para serviços de saúde, “V de Vida”, e já anunciou que lançará em breve uma parceria no setor de educação.

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Leia também: Resultado da Vivo (VIVT3) do 1T21.

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Onda de M&A na telecom https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/onda-de-ma-na-telecom https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/onda-de-ma-na-telecom#respond Fri, 11 Jun 2021 14:23:16 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25903 Um estudo publicado pela consultoria RGS Partners mostra que o Brasil movimentou mais US$ 92 bilhões em fusões e aquisições em 95 transações entre 2010 e 2020. Só no ano passado, o valor atingiu US$ 4,5 bilhões. Entre janeiro e maio deste ano, o valor de novos acordos fechados foi US$ 4,1 bilhões, próximo da… Read More »Onda de M&A na telecom

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Um estudo publicado pela consultoria RGS Partners mostra que o Brasil movimentou mais US$ 92 bilhões em fusões e aquisições em 95 transações entre 2010 e 2020.

Só no ano passado, o valor atingiu US$ 4,5 bilhões. Entre janeiro e maio deste ano, o valor de novos acordos fechados foi US$ 4,1 bilhões, próximo da cifra do ano passado inteiro.

Neste ano, dos nove acordos já fechados, três são com provedores de fibra ótica e um com empresa de cabo submarino. Vale notar que o acordo para a venda dos ativos de fibra ótica da Oi não entre nesta conta.

Apesar do acordo com o fundo gerido pelo BTG estar fechado, o leilão ainda não ocorreu oficialmente, embora seja improvável que o valor da transação seja diferente dos valores de lance mínimo acordado entre as companhias.

A chegada do 5G no País deve sustentar esse movimento de aquisições. A nova tecnologia requer uma infraestrutura de fibra ótica ampla.

No Brasil, esse mercado é dominado por empresas de menor porte, com caráter regional, também conhecidas como ISPs.

A movimentação do mercado também vem chamando a atenção de fundos de private equity. Eles estão comprando provedores e adquirindo ISPs menores para formar provedores de médio porte, em fusões que muitas vezes nem saem na mídia.

E Eu Com Isso?

O movimento de aquisições vem chamando a atenção das grandes operadoras, especialmente na fibra ótica devido ao 5G.

Acreditamos que o interesse de fundos de private equity esteja ligado a um movimento de consolidação ainda mais intenso por parte das grandes operadoras no futuro.

Para as principais empresas do setor é mais simples comprar e integrar provedores de porte maior do que comprar diversos provedores pequenos e realizar integrações mais complexas.

Assim que concluir seu processo de venda de ativos, a Oi (OIBR4), se tornará uma empresa puramente de infraestrutura, com uma rede de fibra ótica que vende seus serviços para outras empresas comercializarem o sinal.

A estratégia aqui é se consolidar focando quase exclusivamente na expansão da rede, deixando a comercialização para empresas menores e regionais.

A Vivo (VIVT3) vai manter sua rede própria e continuar sua expansão nos mercados que considera mais atrativos.

Porém, ela optou por alienar parte da sua rede para criação de uma rede neutra, fazendo um movimento muito semelhante ao da Oi.

Em parceria com um fundo canadense e a Vivo infra (empresa controlada pela Telefónica Espanha, que também controla a Vivo), a companhia vai focar em praças em que a competição é mais intensa, onde há menos interesse na comercialização.

A Tim (TIMS3) também decidiu montar uma parceria com uma empresa global de infraestrutura de telecomunicações, porém não mostrou a intenção de vender os serviços no atacado.

Sua ideia foi conseguir um parceiro para ajudar no alto montante de investimentos necessários para a expansão de sua rede própria.

A companhia entrou no mercado de internet fixa em um momento posterior, sendo a menor em número de assinantes entre as grandes operadoras.

A Claro (subsidiária da America Movil, maior companhia de capital aberto do México) é a líder de mercado como provedora de internet fixa, porém tem uma presença baixa na utilização de fibra ótica.

Nos próximos anos vai ser a empresa que mais sofrerá com a troca na tecnologia, atualmente, sua rede de cabo axial ainda consegue competir minimamente com a fibra, porém a tendência é que no futuro a diferença aumente.

Além das grandes, provedoras como a Unifique, de Santa Catarina, e a Desktop, do interior de São Paulo, já protocolaram registro com a intenção de realizar um IPO.

Com o crescente interesse do mercado, acreditamos que grandes fusões ou mais IPOs devem ocorrer ao longo de 2021 e 2022.

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Leia também: TCU questiona edital do 5G.

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TCU questiona edital do 5G https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/tcu-questiona-edital-do-5g https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/tcu-questiona-edital-do-5g#respond Wed, 26 May 2021 13:55:38 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=24965 O leilão para a concessão de uso das frequências para a nova geração tecnológica de telefonia móvel, o 5G, tem como data prevista o segundo semestre deste ano, porém o Tribunal de Contas da União (TCU) soltou um parecer indicando problemas com o edital. Os leilões de frequência no setor de telecomunicações funcionam em um… Read More »TCU questiona edital do 5G

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O leilão para a concessão de uso das frequências para a nova geração tecnológica de telefonia móvel, o 5G, tem como data prevista o segundo semestre deste ano, porém o Tribunal de Contas da União (TCU) soltou um parecer indicando problemas com o edital.

Os leilões de frequência no setor de telecomunicações funcionam em um modelo de concessão, onde as empresas adquirem o direito ao uso das frequências em troca de contrapartida de investimentos em valores bilionários, além de dinheiro.

Entre os problemas com o os cálculos observados estão metodologias sem consistência ou com falta de clareza para as receitas provenientes do uso da rede 3,5GHz no atacado. Esta, que é a frequência mais desejada no setor, atualmente é ocupada pelo uso de TVs por satélites, os investimentos para a “limpeza” da frequência para a mudança do uso ainda não estão claros.

E Eu Com Isso?

A notícia eleva a preocupação de um adiamento do leilão para 2022, algo que prejudicaria o desenvolvimento do setor como um todo, uma vez que países mais desenvolvidos já estão operando com a tecnologia.

Com isso, esperamos impactos levemente negativos no setor de telecomunicações como um todo com Oi (OIBR4), Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) como principais empresas do setor.

A chegada do 5G já vem movimentando o mercado brasileiro há alguns anos, principalmente na intensificação da construção de uma infraestrutura em fibra ótica para suportar sua chegada.

No Brasil o mercado de fibra segue extremamente fragmentado, com empresas de menor porte representando a maior parte do mercado.

Enquanto os detalhes sobre o edital precisam ser resolvidos por parte do governo, o plano de expansão de fibra das principais operadoras segue forte.

Além das parcerias formadas pelas 3 principais empresas listadas no Brasil, Oi, VIvo e Tim, o mercado também vem chamando a atenção pela entrada de fundos de Private equity e fusões de empresas de menor porte no setor, como por exemplo a compra da Voegel pela Algar Telecom neste mês.

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Leia também: Resultado da Vivo (VIVT3) do 1T21.

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Exclusividade da TIM (TIMS3)  https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/exclusividade-da-tim-tims3 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/exclusividade-da-tim-tims3#respond Mon, 08 Mar 2021 14:01:44 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=21848 A TIM Brasil (TIMS3) anunciou ao mercado quinta-feira (4) da semana passada, que fechou um contrato de exclusividade para a venda de parcela da FiberCo, empresa de serviços de fibra ótica residencial da companhia. O acordo deve tornar a companhia parceira a majoritária nos negócios de infraestrutura de fibra, isto é, a TIM Brasil deve… Read More »Exclusividade da TIM (TIMS3) 

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A TIM Brasil (TIMS3) anunciou ao mercado quinta-feira (4) da semana passada, que fechou um contrato de exclusividade para a venda de parcela da FiberCo, empresa de serviços de fibra ótica residencial da companhia. O acordo deve tornar a companhia parceira a majoritária nos negócios de infraestrutura de fibra, isto é, a TIM Brasil deve vender mais de 50 por cento do negócio.

O objetivo da companhia com a venda de parte de sua empresa de infraestrutura é conseguir um parceiro para ajudar com os altos investimentos necessários para expansão do serviço no País.

A empresa que obteve a exclusividade foi a IHS, companhia provedora de infraestrutura de telecomunicações com presença na África, Oriente Médio e América Latina, com mais de 28 mil torres de celular em seu portfólio de ativos. O acordo é válido por três semanas e pode ser renovado caso as partes não cheguem a um acordo e for de interesse de ambas continuar a negociação.

A FiberCo, vai herdar a infraestrutura e os clientes de fibra da Tim Brasil, que possui presença em 27 cidades e cerca de 600 mil clientes do TIM Live. A companhia pretende ter 3 milhões de casas com o serviço de fibra acessível até 2023.

Importante destacar que o acordo em andamento tem como objetivo somente o segmento de internet fixa, uma vez que a infraestrutura de fibra ótica também é extremamente importante para conectar as torres de telefonia móvel.

E Eu Com Isso?

O andamento da venda da parcela da FiberCo é positivo para a TIM Brasil (TIMS3), porém a notícia que isso deve custar mais de 50 por cento do controle da companhia deve diminuir um pouco os ânimos do mercado. Esperamos um impacto levemente positivo no preço das ações da companhia (TIMS3) no curto prazo, apesar de a notícia ser negativa, uma vez que acreditamos que novos desenvolvimentos do negócio, como a conclusão do acordo, são mais relevantes para o crescimento da companhia no longo prazo.

Segundo notícias de mercado, o valor da FiberCo da TIM gira entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de reais. Ainda não se sabe qual o tamanho da fatia que a operadora pretende ceder a um potencial investidor, porém uma fatia de mais de 50 por cento implicaria em uma entrada de pelo menos 750 milhões de reais para a expansão da infraestrutura no Brasil.

A separação das operadoras de telecomunicações e suas empresas de fibra ótica não é novidade, a Oi (OIBR4) já possui um acordo, recentemente prorrogado, com um fundo administrado pelo BTG Pactual (BPAC11), o FIP Economia Real, que lhe dá uma série de benefícios para o leilão dos ativos de fibra da companhia. A Vivo (VIVT3) havia anunciado dois dias antes o acordo com o fundo canadense Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ) para a venda de 50 por cento de sua companhia de fibra ótica, a FiBrasil.

Os negócios de fibra têm chamado a atenção do mercado por seus altos valores e múltiplos elevados. O recente acordo com da Vivo (VIVT3) com o fundo canadense teve um múltiplo EV/Ebitda de 16,5 vezes, a média do múltiplo de empresas de telecomunicações no mundo gira em torno de 6 vezes EV/Ebitda, evidenciando um potencial interessante de geração de valor para os acionistas do setor de telecom.

Um ponto curioso sobre o modelo de negócios da TIM Brasil (TIMS3), é que a companhia vai construir uma rede com o único propósito de ser usada por seus clientes, enquanto a Vivo e a Oi pretendem criar uma rede para vender os serviços para outras empresas que queiram fornecer serviços de internet fixa, vender o serviço no mercado de atacado.

Acreditamos que as companhias de telecomunicações têm procurado parceiros para dividir o investimento no segmento mais atrativo para o mercado, banda larga fixa, enquanto se preparam para usar seu caixa para investimentos que serão necessários na telefonia móvel. Ainda para esse ano é esperado o leilão das frequências de 5G, o que deve custar caro para as companhias, além de vir acompanhado de uma série de condições para implantação da tecnologia no país, que por sua vez vai requerer mais investimentos por parte das companhias.

 

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Leia mais sobre a empresa: Resultado do 4T20 da TIM Brasil (TIMS3).

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Vivo (VIVT3): Resultado do 4T20 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/vivo-vivt3-resultado-do-4t20 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/vivo-vivt3-resultado-do-4t20#respond Wed, 24 Feb 2021 14:10:55 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=21352 A operadora de telecomunicações Telefônica Brasil, mais conhecida pela sua marca Vivo, divulgou nesta terça-feira (23), após o fechamento do mercado, seu resultado do último trimestre de 2020. O resultado em geral veio em linha com as expectativas do mercado, com destaque positivo para a margem Ebitda da companhia que atingiu nível recorde de 43,6… Read More »Vivo (VIVT3): Resultado do 4T20

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A operadora de telecomunicações Telefônica Brasil, mais conhecida pela sua marca Vivo, divulgou nesta terça-feira (23), após o fechamento do mercado, seu resultado do último trimestre de 2020. O resultado em geral veio em linha com as expectativas do mercado, com destaque positivo para a margem Ebitda da companhia que atingiu nível recorde de 43,6 por cento.

A companhia apresentou um crescimento de 1,6 por cento nas receitas móveis em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, atingindo 7,6 bilhões de reais. O número foi positivamente impactado pelo crescimento 2,1 por cento na receita de serviços no mesmo período, atingindo 6,8 bilhões de reais, que por sua vez compensou a queda de 2,4 por cento na venda de aparelhos.

A receita fixa da companhia apresentou uma queda de 7,7 por cento em relação ao 4T19, resultando em 3,6 bilhões de reais. Assim como visto ao longo dos outros trimestres do ano, a queda de receita foi atribuída ao desligamento de tecnologias mais antigas, um movimento estratégico por parte da companhia que pretende focar seus esforços em clientes com fibra ótica e IPTV.

Com isso, a receita líquida total da companhia caiu 1,6 por cento na comparação com o último trimestre de 2019, atingindo 11,2 bilhões de reais. Já o Ebitda ajustado apresentou um crescimento 0,8 por cento no mesmo período, atingindo 4,9 bilhões de reais e uma margem de 43,6 por cento da receita, 1 por cento superior ao 4T19 e uma das maiores margens já reportadas pela companhia.

O lucro líquido da telefônica atingiu 1,3 bilhões de reais no trimestre, 1,5 por cento maior do que no mesmo período de 2019.  Os investimentos em infraestrutura aumentaram em 3,1 por cento no mesmo período, atingindo 2,4 bilhões de reais no trimestre, representando 21,7 por cento da receita líquida. 

E Eu Com Isso?

A Vivo apresentou um resultado sólido, seguindo as tendências vistas nos últimos trimestres, porém acreditamos que o sólido crescimento de Ebitda e o pagamento de dividendos e juros sob capital próprio anunciado devem trazer impacto positivo no preço das ações (VIVT3) no curto prazo.

A companhia divulgou dois fatos relevantes junto com os resultados, o primeiro referente ao pagamento de dividendos e juros sob capital próprio para os acionistas no valor de 0,94 reais por ação, representando um retorno de 2,1 por cento em relação ao preço da ação, valor em nossa visão bastante atrativo.

O segundo fato relevante diz respeito a criação de uma rede neutra de fibra ótica, que segundo a companhia já está em fase de negociação com um grande investidor internacional. O movimento de separar a parte de fibra do resto da empresa e a negociação com sócios para investir na expansão da rede está sendo realizado não só pela Vivo, mas também pela Oi (OIBR4) e pela TIM Brasil (TIMS3), evidenciando a necessidade de aceleração do processo de “roll-out” de fibra no país.

O resultado móvel na companhia apresentou crescimento também em indicadores importantes, com crescimento no número de acessos pré e pós-pagos e redução na taxa de cancelamentos também em ambos os segmentos.

Apesar de um bom resultado à primeira vista, deixou bastante a desejar quando comparamos com os números da concorrente Claro Brasil, subsidiária da America Movil, maior companhia de capital aberto da bolsa mexicana. Enquanto a receita de serviços apresentou crescimento de 1,6 por cento e a receita de equipamentos teve queda, a Claro conseguiu crescer a receita móvel de serviços em 7,9 por cento e a venda de equipamentos em 10,8 por cento, muito acima da Telefônica Brasil.

Todas as atenções no setor de telecomunicações agora estão voltadas com a expansão da fibra ótica e o próximo leilão de espectro da Anatel para a frequência de 5G. Enquanto o leilão segue ainda com indefinições e ainda não tem um prazo definido, as operadoras vêm acelerando nas negociações com outros investidores para impulsionar o crescimento da infraestrutura de fibra no país, negócio que tem se mostrado bem atraente para o mercado.

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Leia mais sobre a empresa: Números da Vivo.

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