fato relevante – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Mon, 23 Aug 2021 14:10:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png fato relevante – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Armac (ARML3): Aquisição da RCB https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/armac-arml3-aquisicao-da-rcb https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/armac-arml3-aquisicao-da-rcb#respond Mon, 23 Aug 2021 14:10:47 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30191 A Armac Locação e Logística divulgou, através de Fato Relevante, na sexta-feira (20), que o Conselho de Administração da companhia aprovou a aquisição de 100% da RCB (Rental Company do Brasil). O valor da aquisição foi de R$ 25,6 milhões, dos quais 22,6 milhões foram pagos no dia do comunicado, com o saldo sendo quitado… Read More »Armac (ARML3): Aquisição da RCB

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A Armac Locação e Logística divulgou, através de Fato Relevante, na sexta-feira (20), que o Conselho de Administração da companhia aprovou a aquisição de 100% da RCB (Rental Company do Brasil).

O valor da aquisição foi de R$ 25,6 milhões, dos quais 22,6 milhões foram pagos no dia do comunicado, com o saldo sendo quitado em 24 meses.

A aquisição envolve, ainda, a assunção de R$ 17,3 milhões de dívida líquida pela Armac.

A RCB é uma empresa de locação de plataformas elevatórias, cujas locações são realizadas por meio de contratos recorrentes para clientes do setor de varejo, logística, companhias aéreas, entre outros. A empresa possui uma frota de 354 máquinas com idade média de 4 anos.

A RCB apresentou uma receita bruta anualizada de R$ 19 milhões em julho de 2021, ante R$ 15,4 milhões no ano fechado de 2020.

O racional estratégico com a aquisição é diversificar risco de demanda, visto que a RCB está inserida em clientes e setores com demanda resiliente e crescente, complementares aos atendidos pela Armac.

E eu com isso?

Essa foi a primeira aquisição da Armac desde seu IPO, realizado no mês de julho deste ano, onde levantou R$ 1,6 bilhão.

No prospecto a Armac já havia informado que utilizaria 100% dos recursos captados na oferta primária para a compra de máquinas e equipamentos, visando expandir seus negócios.

Visto que a aquisição ocorreu em linha com a estratégia da companhia, esperamos impacto positivo nas ações da Armac (ARML3).

Apesar de ser líder no setor, a Armac possui menos de 0,5% de participação de mercado, portanto sua principal estratégia de crescimento é continuar investindo na aquisição de máquinas e expandir seus negócios para novas regiões com alta exposição à produção agrícola, mineração e logística de commodities, atuando também com outras categorias de máquinas que se beneficiem da expertise atual da empresa.

Através dessa aquisição, a Armac conquista uma escala mínima em plataformas elevatórias, com uma frota de 512 unidades após o investimento.

Essa escala irá proporcionar maior competitividade na categoria, viabilizando uma oferta one-stop-shop.

Além disso, com a captura de sinergias, a RCB irá se beneficiar das economias de escala da Armac e das eficiências de sua estrutura de manutenção interna, assim como de suas estruturas administrativa, comercial e logística. 

No comunicado, a Armac ainda reforçou que o crescimento orgânico em equipamentos pesados continua sendo o foco principal da Administração e o cerne da estratégia da companhia.

A aquisição da RCB consiste em uma oportunidade de alocar capital com excesso de retorno, além do crescimento e as potenciais sinergias, tornando o negócio mais resiliente.

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Leia também: Privatização da Sabesp.

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Ambipar vai fazer spin-off da Environmental ESG https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ambipar-vai-fazer-spin-off-da-environmental-esg https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ambipar-vai-fazer-spin-off-da-environmental-esg#respond Thu, 19 Aug 2021 14:47:01 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30063 A Ambipar anunciou, em Fato Relevante, nesta quarta-feira (18), após o fechamento do mercado, que irá realizar um spin-off da Environmental ESG, controlada da companhia que consolida as atividades do segmento de Environment que contempla soluções ambientais relacionadas à gestão e à valorização de resíduos e a gestão de gases do efeito estufa, bem como… Read More »Ambipar vai fazer spin-off da Environmental ESG

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A Ambipar anunciou, em Fato Relevante, nesta quarta-feira (18), após o fechamento do mercado, que irá realizar um spin-off da Environmental ESG, controlada da companhia que consolida as atividades do segmento de Environment que contempla soluções ambientais relacionadas à gestão e à valorização de resíduos e a gestão de gases do efeito estufa, bem como a originação de créditos de carbono.

A oferta foi aprovada em Assembleia Geral da ESG, e, segundo o comunicado, a oferta de distribuição será primária.

A Ambipar pode ser dividida em dois segmentos, o Environmental e o Response.

No primeiro segmento, que representou cerca de 47% da receita da companhia no 2T21, a empresa atua na gestão e tratamento de resíduos, dando o destino correto para resíduos normais e perigosos de seus clientes.

Já o segmento Response atua na prevenção e no atendimento emergencial de acidentes com produtos químicos, poluentes e incêndios.

A companhia atuou no desastre da Vale em Brumadinho. 

Quem irá comandar a nova empresa será Leon Tondowski, diretor de desenvolvimento estratégico da Ambipar desde agosto do ano passado com vasta experiência no setor, ex-executivo do grupo Veolia, empresa líder mundial em gestão de resíduos, água e energia.

A Ambipar vem seguindo uma estratégia acelerada de aquisições desde seu IPO em julho de 2020, tendo realizado quase 20 aquisições no período, após levantar R$ 1,08 bilhão. A empresa vem crescendo e ganhando maior destaque na Bolsa.

No IPO, as ações foram vendidas a R$ 24,75 e, hoje, um ano depois, já valem mais que o dobro, R$ 52,50, considerando o último fechamento.

E Eu Com Isso?

Com o spin-off de sua divisão de gestão de resíduos, a companhia pretende levantar mais de R$ 1 bilhão, capital suficiente para continuar sua acelerada expansão por meio de aquisições.

Recentemente, a companhia adquiriu a Disal Ambiental, empresa de transformação de resíduos que opera no Chile, Peru e Paraguai, na maior aquisição de sua história, que fez essa divisão de negócios dobrar de faturamento e custou R$ 800 milhões.

Além da Disal, a Ambipar adquiriu na mesma linha de negócios a Boomera, a Metal Ar, a Ecológica Nordeste e a Centro Oeste.

Mesmo com a grande alta das ações no período, a empresa incorporou o resultado de suas adquiridas e apresentou um crescimento de 126% na receita líquida e 108% no Ebitda no 2T21 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ademais, sua alavancagem aumentou para 3,4 vezes no trimestre, devido à emissão de debêntures de longo prazo.

A notícia é positiva para as ações da empresa, que vem apresentando um bom track record em suas aquisições.

A Ambipar vem consolidando um mercado ainda incipiente e que possui altas margens, e os recursos captados devem acelerar ainda mais esse processo.

Apesar do momento para a realização de um IPO não ser dos melhores, visto o conturbado cenário local e internacional, o que pode afetar a demanda pelos papéis da nova empresa, a empresa pode ser classificada como um player ESG, algo muito bem visto pelos investidores, principalmente estrangeiros.

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Leia também: Ambipar duplica com aquisição.

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Acordo entre BRF e AES Brasil https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/acordo-entre-brf-e-aes-brasil https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/acordo-entre-brf-e-aes-brasil#respond Wed, 18 Aug 2021 14:07:18 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30011 Na terça-feira (17), a AES Brasil anunciou, através de Fato Relevante, a assinatura de um acordo de investimento com a companhia de alimentos BRF para a construção de um novo parque eólico no Nordeste. O empreendimento será realizado através de uma joint venture entre as companhias e consiste no desenvolvimento do complexo eólico Cajuína, no… Read More »Acordo entre BRF e AES Brasil

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Na terça-feira (17), a AES Brasil anunciou, através de Fato Relevante, a assinatura de um acordo de investimento com a companhia de alimentos BRF para a construção de um novo parque eólico no Nordeste.

O empreendimento será realizado através de uma joint venture entre as companhias e consiste no desenvolvimento do complexo eólico Cajuína, no Rio Grande do Norte, com 1.200 megawatts (MW) de capacidade instalada total.

O parque visa o fornecimento de energia para as metalúrgicas Ferbasa e Minasligas, segmentos de demanda energética mais acentuada, além da própria BRF.

Em declaração, a companhia de alimentos afirma que o fornecimento está em consonância com sua política de sustentabilidade, que mostra-se comprometida em reduzir emissões de gases de efeito estufa em suas operações e cadeias produtivas.

O início das obras deve ocorrer ainda em 2021 e o capex do empreendimento está avaliado em R$ 5,2 milhões por MW instalado.

O contrato terá prazo de 15 anos, com início de vigência em 2024.

Com o anúncio da parceria, a AES Brasil também comunicou no Fato Relevante a atualização de suas projeções referentes à previsão de investimentos para o período de 2021 a 2025, no qual planeja investir um montante de aproximadamente R$ 3,5 bilhões.

Do total, R$ 2 bilhões serão alocados na expansão do complexo Cajuína (RN), R$ 918 milhões no complexo eólico Tucano (BA) e R$ 469 milhões em modernização e manutenção de suas plantas.

Há, ainda, um total de R$ 17,9 milhões em gastos com juros de capitalização considerados na atualização da projeção.

E Eu Com Isso?

Enxergamos a notícia como positiva para a AES, podendo se refletir em um impacto positivo no preço das ações da companhia (AESB3) para o curto prazo.

A AES vem seguindo sua estratégia de crescimento e diversificação de portfólio, movimento exacerbado pelo maior interesse de empresas pela modalidade de autoprodução.

A demanda também foi impulsionada pela atual crise hídrica, que elevou o preço spot no mercado de energia diante o maior custo do despacho térmico. 

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Leia também: BRF avança no mercado pet.

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Avança a produtividade das petroleiras independentes https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/avanca-a-produtividade-das-petroleiras-independentes https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/avanca-a-produtividade-das-petroleiras-independentes#respond Thu, 15 Jul 2021 14:51:46 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27912 Na noite desta quarta-feira (14), tivemos a divulgação de dois fatos relevantes de duas das principais companhias brasileiras independentes no setor de petróleo: Petrorio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3). A Petrorio anunciou a conclusão da interligação (tieback) entre os campos de Polvo e Tubarão Martelo, ambos pertencentes aos campos maduros localizados na Bacia de Campos… Read More »Avança a produtividade das petroleiras independentes

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Na noite desta quarta-feira (14), tivemos a divulgação de dois fatos relevantes de duas das principais companhias brasileiras independentes no setor de petróleo: Petrorio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3).

A Petrorio anunciou a conclusão da interligação (tieback) entre os campos de Polvo e Tubarão Martelo, ambos pertencentes aos campos maduros localizados na Bacia de Campos em alto-mar, sendo estes dois dos seus principais ativos operacionais.

O projeto teve duração de cerca de 11 meses e foi executado em ritmo acelerado nos últimos dois meses, com apenas 60% das obras concluídas no período da divulgação dos resultados do 1T21, em maio, e foi despendido cerca de US$ 45 milhões (R$ 230 milhões aproximadamente), porém possibilitará a redução dos custos operacionais na ordem de US% 50 milhões por ano na operação do novo cluster (Bloco de produção).

Já a 3R anunciou a conclusão de mais uma aquisição de um ativo terrestre (Polo Rio Ventura), objeto de desinvestimento da Petrobras, agora localizado no Recôncavo Baiano, marcando a entrada mais forte da companhia na região.

O valor total da transação é de US$ 94,2 milhões ou cerca de R$ 500 milhões considerando o último fechamento do câmbio, a serem liquidados pela 3R em 4 parcelas, sendo a primeira já paga em agosto de 2020 (US$ 3,8 milhões a título de depósito antecipado).

A produção do primeiro trimestre do Polo foi de cerca de 780 barris de óleo por dia (bpd) e 41 mil metros cúbicos de gás natural por dia e, segundo certificação de reservas de óleo emitidas por consultoria especializada, o campo ainda possui reserva provável de cerca de 24,9 milhões de barris de óleo equivalente (boe), correspondente a mais de 60 anos de produção ininterrupta no ritmo atual.

E Eu Com Isso?

No caso da Petrorio, a conclusão do projeto era bastante aguardada pelo mercado, com período longo e riscos altos da implementação, dada a dificuldade em projetos localizados em alto-mar, porém a expertise da companhia e a tecnologia já existente ajudaram na conclusão sem grandes problemas.

Esperamos um impacto positivo nas ações da companhia (PRIO3) no curto prazo, dado que a economia de custos operacionais anuais é bastante significativa – US$ 50 milhões porque os custos são reduzidos de US$ 120 milhões para US$ 70 milhões aproximadamente, além da integração permitir uma maior produtividade de ambos os campos, gerando um duplo benefício de custos e aumento de receita.

No caso da 3R Petroleum, a conclusão da aquisição deve ter impacto positivo nas ações (RRRP3) no curto prazo, mostrando que as projeções apresentadas ao mercado de escalada efetiva da produção e ampliação de sua base de receita vem caminhando bem.

No início da semana, a companhia também completou a aquisição do campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, um ativo localizado em alto-mar, em águas profundas, marcando o início das operações marítimas da companhia.

A transação também marca a entrada da 3R na Bahia e permitirá à companhia replicar a mesma estrutura implementada no Polo Potiguar (RN), com integração de campos, formando blocos de ativos interligados, aumentando a eficiência da produção e a taxa de recuperação dos campos.

Os resultados do 2T21 ainda devem registrar apenas os resultados do Polo de Macau, atualmente a única efetivamente produtiva, porém a partir do 3T21 devem ser registrados as receitas dos demais ativos adquiridos para dentro do balanço, dando maior visibilidade do crescimento da companhia, o que pode precificar para cima as ações da companhia gradualmente.

Análise Complementar: a Opep+ e os preços do petróleo

A Organização dos Países Produtores de Petróleo mais a Rússia, conhecida como Opep+, reúne os maiores exportadores de petróleo do mundo e parece ter chegado a um acordo sobre as metas de produção pelos países do cartel daqui em diante.

A decisão da última reunião havia sido adiada devido a um impasse em relação à Arábia Saudita (uma das líderes do cartel) e os Emirados Árabes Unidos (EAU), esta última alegando que a produção base para cálculo das metas para o país deveria aumentar, dado que a capacidade de produção do país aumentou de 3,5 milhões para 4 milhões de barris por dia.

A Arábia Saudita parece ter concordado com a questão e o cartel deve rever o aumento de produção total gradual para os países participantes, visando equilibrar a relação oferta/demanda no mercado de petróleo, acompanhando a rápida recuperação econômica dos principais países desenvolvidos com a retomada das atividades pós vacinação.

Especialistas alegam que o ritmo pretendido pelo cartel, um incremento mensal em torno de 400 mil barris por dia adicionado de um incremento adicional vindo dos EAU, ainda é lento em comparação à forte recuperação da demanda pela commodity, de modo que, ainda assim, pode gerar um desequilíbrio, ampliando a alta dos preços de referência do petróleo, hoje já na casa dos US$ 77 por barril.

Uma alta mais forte dos preços pode atrapalhar a recuperação econômica, de modo que a commodity ainda tem papel fundamental no desenvolvimento econômico mundial.

Somente o impasse e o atraso na decisão, já fez os preços da commodity subirem nos últimos dias.

Um preço muito acima dos US$ 65 a US$ 70, estimula outros tipos de produção pouco eficientes, como a produção via Xisto Betuminoso (Shale Oil / Shale Gas), nos EUA, fonte indesejada pela Opep+.

Esse patamar de preços internacionais favorece amplamente os principais produtores brasileiros, até mesmo os menores como a 3R e Petrorio, dado que estas empresas desenvolveram uma estrutura bastante eficiente e competitiva em custo.

Em nossa visão, é possível que no curto prazo, de fato, possa haver mais uma onda de alta nos preços do petróleo no mercado, porém a tese principal é que os membros da Opep+ possuem uma capacidade ociosa grande, dado que em 2020 a produção total do grupo foi cortada em cerca de 10 milhões de barris por dia, além de uma retomada de produção ser muito rápida, pela estrutura operacional principalmente dos países do Oriente Médio, podendo reequilibrar rapidamente esse balanço no mercado internacional.

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Leia também: Resultado da Petrorio (PRIO3) do 1T21.

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Ânima cancela venda de ativos https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/anima-cancela-venda-de-ativos https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/anima-cancela-venda-de-ativos#respond Tue, 06 Jul 2021 14:20:59 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27646 Nesta segunda-feira (05), a Ânima Educação (ANIM3) comunicou ao mercado, em Fato Relevante, que foi celebrado um distrato com a Ser Educacional (SEER3) a respeito da venda de cinco ativos que haviam sido adquiridos do Grupo Laureate pela Anima em 2020. A negociação estava avaliada em R$ 180 milhões e, segundo a Anima, a anulação… Read More »Ânima cancela venda de ativos

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Nesta segunda-feira (05), a Ânima Educação (ANIM3) comunicou ao mercado, em Fato Relevante, que foi celebrado um distrato com a Ser Educacional (SEER3) a respeito da venda de cinco ativos que haviam sido adquiridos do Grupo Laureate pela Anima em 2020.

A negociação estava avaliada em R$ 180 milhões e, segundo a Anima, a anulação da venda para a Ser foi acordada de forma amigável.

No Comunicado, a Anima afirmou que permanece como detentora de 100% dos ativos do Grupo Laureate.

A Anima e a Ser Educacional vinham travando uma disputa pelos ativos da Laureate desde 2020, que havia sido encerrada no final do ano passado quando a Anima vendeu cinco ativos do Grupo Laureate para a Ser.

E Eu Com Isso?

A Laureate Brasil possui um portfólio robusto, formado por 12 instituições, incluindo instituições como a FMU, as universidades Anhembi Morumbi, entre outras.

O Grupo no Brasil conta ainda com mais de 50 campi espalhados por sete estados, além dos polos EAD.

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Leia também: Ânima Educação anuncia follow-on.

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JSL propõe aquisição à Tegma https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/jsl-propoe-aquisicao-a-tegma https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/jsl-propoe-aquisicao-a-tegma#respond Fri, 02 Jul 2021 12:43:07 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27343 Em primeiro de julho, a JSL (JSLG3), companhia do grupo Simpar e líder em logística rodoviária no País, comunicou via Fato Relevante o envio da proposta de combinação de negócios ao Conselho de Administração da Tegma (TGMA3), segunda maior do setor. Segundo os termos da proposta, esta contemplaria o pagamento de uma parcela em dinheiro,… Read More »JSL propõe aquisição à Tegma

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Em primeiro de julho, a JSL (JSLG3), companhia do grupo Simpar e líder em logística rodoviária no País, comunicou via Fato Relevante o envio da proposta de combinação de negócios ao Conselho de Administração da Tegma (TGMA3), segunda maior do setor.

Segundo os termos da proposta, esta contemplaria o pagamento de uma parcela em dinheiro, de R$ 989,1 milhões, e uma parcela em ações, com entrega de 49,4 milhões de novas ações de emissão da JSL.

Desse modo, os acionistas de Tegma seriam, após consumada a operação, detentores de aproximadamente 15% do capital da JSL.

A proposta exibe o racional estratégico da motivação de combinação de negócios, explorando como benefícios as significativas oportunidades de sinergia das companhias, incluindo ganhos de escala, diluição de custos fixos e cross-selling.

Também aponta como pilar estratégico a geração de caixa ainda mais robusta após a combinação, com o Ebitda somado das companhias passando a ser de R$ 827 milhões.

Por fim, a operação ainda está sujeita à aprovação prévia do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para que se dê continuidade ao processo.

No comunicado, a JSL ainda se comprometeu a manter os acionistas e o mercado informados a respeito dos fatos subsequentes.

O prazo para manifestação do conselho é de 15 dias.

E Eu Com Isso?

A proposta de aquisição anunciada pela JSL é positiva e esperamos que suas ações reajam de acordo ao decorrer da sessão do dia.

Também estimamos uma resposta positiva para as ações da Tegma em função do prêmio proposto pela companhia para adquiri-la.

Desde a oferta de ações realizada ano passado, a JSL se enveredou por uma estratégia acelerada de M&As, acumulando cinco aquisições nos últimos meses.

Em conjunto, ampliaram a receita bruta da companhia em aproximadamente 50%, para R$ 4,9 bilhões nos últimos 12 meses findos no 1T21 (cálculo proforma).

A Tegma deve adicionar mais R$ 1,2 bilhão, implicando crescimento de 24%.

Em relação ao modelo de negócio de ambas as empresas, acreditamos que a combinação é sinérgica.

Haverá possibilidade significativa de ganhos de escala, elemento vital para a rentabilidade de qualquer operação logística, diluição de despesas administrativas e cross-selling devido à complementação do serviço das companhias.

Além disso, também haverá ainda expansão de atuação e consequente diversificação, pois, enquanto a JSL é preponderante na prestação de serviços logísticos no transporte rodoviário, a Tegma apresenta posição dominante no transporte automotivo.

Logo, estrategicamente, é acertada a proposta de aquisição para a JSL e julgamos adequada sua visão de consolidação do setor de logística, que ainda é altamente pulverizado.

Em relação ao prêmio proposto, estimamos que a oferta de R$ 1,75 bilhão, cerca de 15% superior ao valor de mercado atual da Tegma, é aceitável e não ameaça o potencial retorno da transação.

Analisando o histórico de preços da ação, a cotação ainda estava depreciada, pois a companhia não havia se recuperado integralmente dos efeitos nocivos da pandemia.

Entretanto, de acordo com o consenso de mercado, o valor justo das ações era consideravelmente superior ao preço de tela, de modo que o prêmio oferecido está condizente com as expectativas de mercado.

Ademais, vale salientar que a JSL ainda capturará sinergias e diluição de custos que justificam o pagamento de prêmio.

Também cabe analisar os impactos sobre a estrutura de capital da JSL. Após a consolidação da Tegma, estimamos que o nível de alavancagem permanecerá em patamares administráveis.

Embora a aquisição implique um desembolso de cerca de R$ 1 bilhão, a Tegma é uma empresa conservadora, com caixa e aplicações financeiras superiores à sua dívida, de acordo com os números divulgados no 1T21.

Portanto, essa condição atenuará o impacto sobre a liquidez da JSL e, assim, reduzirá o risco financeiro da transação.

Por fim, como fatores de risco, é válido mencionar os desafios de execução assumidos pela JSL, visto que, nesses últimos meses, incluindo a possível compra da Tegma, teríamos 6 aquisições concretizadas.

Desse modo, devemos monitorar o andamento do processo de consolidação e acompanhar a capacidade de a empresa entregar as sinergias, diluições de custos e despesas e benefícios de escala anunciados.

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Leia também: O “superpedido”.

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Follow-on do Banco Inter https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/follow-on-do-banco-inter https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/follow-on-do-banco-inter#respond Wed, 16 Jun 2021 12:42:32 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=26031 O Banco Inter (BIDI11) divulgou Fato Relevante antes da abertura do mercado na terça-feira (15), informando que seu Conselho de Administração aprovou uma oferta subsequente de ações (follow-on) com esforços restritos, para captar até R$ 5,5 bilhões. A oferta será composta por 71,50 milhões de ações ordinárias e 71,12 milhões de ações preferenciais. O follow-on… Read More »Follow-on do Banco Inter

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O Banco Inter (BIDI11) divulgou Fato Relevante antes da abertura do mercado na terça-feira (15), informando que seu Conselho de Administração aprovou uma oferta subsequente de ações (follow-on) com esforços restritos, para captar até R$ 5,5 bilhões.

A oferta será composta por 71,50 milhões de ações ordinárias e 71,12 milhões de ações preferenciais.

O follow-on abrirá caminho para investimentos da Stone (SNTE:NASDAQ) na empresa. Segundo o documento divulgado ao mercado, a Stone comprará R$ 2,5 bilhões, ficando assim com até 4,99% da companhia.

Parte do acordo de investimento da Stone no Banco Inter, firmado no mês de maio, foi de que a família Menin (controladora do Inter) renunciasse ao direito de preferência na operação, tendo sua participação total diluída para acomodar a entrada da Stone.

Os investidores que tiverem posição na empresa até o dia 14 de junho poderão participar da oferta, podendo cada acionista subscrever até 0,062289 ação ordinária e 0,062289 ação preferencial.

O período de subscrição se inicia hoje e expira na próxima terça-feira (22). A precificação da oferta ocorrerá no dia 24 e os novos papéis começarão a ser negociados a partir do dia 28 de junho na B3.

O valor de mercado do Banco Inter no fechamento desta segunda-feira (14) era de R$ 49,28 bilhões.

E Eu Com Isso?

No fim de maio, o Inter (BIDI11) já havia anunciado sua intenção de realizar um follow-on, tendo a Stone como investidor âncora, dando início a uma parceria comercial entre as companhias, além de uma reorganização societária para abertura de capital na Nasdaq ainda neste ano.

No dia 24 de maio, após o anúncio, as ações da companhia (BIDI11) tiveram alta de 24,8%, refletindo os ganhos na parceria operacional com a Stone e com a maior visibilidade que uma listagem na bolsa de tecnologia do mundo traria.

E após a queda no pregão desta terça-feira (15), a companhia está com valor de mercado praticamente no mesmo patamar do fechamento do dia 23.

O valor fixado para a unit representa um desconto de 10% em relação aos R$ 64,30 da ação (preço aproximado do papel na terça-feira,15).

Esse desconto explica a queda de 2,73% nas ações do Inter desta terça-feira (15), visto que fica muito mais interessante para o investidor comprar ações do Inter a serem ofertadas no follow-on do que no dia.

Assim, a expectativa é de que as ações da companhia (BIDI11) ainda apresentem uma reação negativa no curto prazo, com queda limitada após recuo apresentado na terça-feira.

No dia 24 de maio, após o anúncio, as ações da companhia (BIDI11) tiveram alta de 24,8%, refletindo os ganhos na parceria operacional com a Stone e com a maior visibilidade que uma listagem na bolsa de tecnologia do mundo.

Apesar de poder ter esperado para realizar a oferta quando já estivesse listado na Nasdaq, este seria um processo bastante moroso, devido às burocracias existentes na listagem, optando por realizar a oferta agora.

Nesse contexto, entendemos como acertada a decisão do Inter, evitando um cenário mais adverso em período eleitoral.

Com o follow-on, o banco pode levantar até R$ 5,5 bilhões, com base no preço fixado de R$ 19,28 por ação, que resulta em R$ 57,84 por unit, visto que cada unit é formada por 3 ações (uma ON e duas PN).

Esperamos que a parceria entre as companhias possa ser o começo de algo mais duradouro, possibilitando a troca de mais produtos e serviços entre as plataformas.

Ambas as companhias procuram diversificar seus produtos e possuem uma base de clientes complementar, com a Stone focada no público PJ e o Inter no público PF (apesar de a base de clientes empresariais estar crescendo).

Enxergamos agora com principais catalisadores para as ações do Inter (BIDI11):

(i) a conclusão do processo de reestruturação e listagem na Nasdaq;

(ii) Conseguir manter o nível de crescimento da base de clientes vista ao longo de 2020 e 1T21;

(iii) aumentar a penetração de serviços como investimentos e seguros, alavancando a base clientes que já possui para aumentar seus lucros;

(iv) oferta de novos produtos como está fazendo agora com a parceria com a Stone.

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Leia também: Bancos investem em marketplaces.

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O “carro voador” da Embraer https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/o-carro-voador-da-embraer https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/o-carro-voador-da-embraer#respond Fri, 11 Jun 2021 12:35:33 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25881 Na manhã da quinta-feira (10), a Embraer (EMBR3) confirmou a notícia veiculada em primeira mão pela plataforma Bloomberg, de que estaria avaliando uma fusão de sua subsidiária Eve (voltada para a inovação no transporte aéreo urbano) com a Zanite Acquisition, uma companhia de aquisição de propósito específico (SPAC) norte-americana listada em bolsa. Estima-se que o… Read More »O “carro voador” da Embraer

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Na manhã da quinta-feira (10), a Embraer (EMBR3) confirmou a notícia veiculada em primeira mão pela plataforma Bloomberg, de que estaria avaliando uma fusão de sua subsidiária Eve (voltada para a inovação no transporte aéreo urbano) com a Zanite Acquisition, uma companhia de aquisição de propósito específico (SPAC) norte-americana listada em bolsa.

Estima-se que o valor de mercado da Eve combinada com a SPAC gire em torno de US$ 2 bilhões. São cerca de R$ 10 bilhões, ou 2/3 do valor de mercado da Embraer, mesmo considerando-se a valorização de 15% das ações após a divulgação da notícia.

A Embraer, em Fato Relevante, afirmou que não sabe como serão os termos da negociação e se chegará a algum acordo entre ambas as partes.

Porém, se confirmada, a fusão colocará a companhia no mapa das líderes em inovação e disrupção na mobilidade urbana.

A Zanite Acquisition levantou recentemente US$ 230 milhões e é liderada por Kenn Ricci, coproprietário da Directional Aviation Capital, dona da Flexjet (Uber dos jatinhos).

E Eu Com Isso?

Recentemente, a Eve anunciou duas parcerias, com encomendas de 250 eVTOL’s (Veículos elétricos de pouso e decolagem vertical). A primeira entrega está prevista já para 2026.

O interesse de investimento pela SPAC consolida e valida esse modelo de negócio, além de ancorar uma avaliação de mercado sólida para a sua startup. Isso pode impulsionar mais as ações da Embraer no curto prazo.

A Embraer é líder no mercado de jatos comerciais de voos de curta e média distância (voos majoritariamente domésticos), com mais de 20% de participação de mercado, batendo de frente com gigantes como a Airbus e a Boeing. Esta última tentou uma fusão com a Embraer, porém as negociações não prosperaram.

As encomendas e entregas seguem aumentando, com a empresa mantendo um backlog sólido e perene.

A preocupação com o alto endividamento e com o consumo agressivo de caixa pode ter passado, de modo que o mercado agora olha a Embraer como um dos principais players do setor de aviação e, agora, de inovação na mobilidade urbana e transporte aéreo.

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Leia também: Embraer decola enquanto índices andam de lado.

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Itaúsa investe na Aegea https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/itausa-investe-na-aegea https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/itausa-investe-na-aegea#respond Tue, 01 Jun 2021 12:46:45 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25343 Em 31 de maio, a Aegea comunicou, através de Fato Relevante, que os Grupo Equipav, GIC (Fundo Soberano de Singapura) e a Itaúsa realizarão um novo aumento de capital na companhia, no total de 3,21 bilhões de reais. O investimento será através da emissão de ações preferenciais classe D, caracterizados por não terem direito a… Read More »Itaúsa investe na Aegea

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Em 31 de maio, a Aegea comunicou, através de Fato Relevante, que os Grupo Equipav, GIC (Fundo Soberano de Singapura) e a Itaúsa realizarão um novo aumento de capital na companhia, no total de 3,21 bilhões de reais. O investimento será através da emissão de ações preferenciais classe D, caracterizados por não terem direito a voto, podendo ser conversíveis, em determinadas hipóteses, em ações ordinárias.

A GIC terá 65,12 por cento das ações subscritas e integralizadas (equivalente a 2,1 bilhões de reais), a Itaúsa, 34,57 por cento (1,1 bilhão de reais) e o Grupo Equipav, 0,31 por cento (10 milhões de reais). Após a conclusão do novo aumento de capital, a participação dos acionistas na Aegea será de 34,44 por cento (GIC), 12,95 por cento (Itaúsa) e 52,61 por cento (Grupo Equipav), respectivamente.

O investimento será direcionado para os blocos 1 e 4 da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), a qual foi arrematada em leilão no final de abril.

E Eu Com Isso?

A realização de um aporte pela Aegea garantirá à Cedae os recursos necessários para execução dos investimentos suspensos nos últimos anos em decorrência da fragilidade financeira e da gestão operacional deficiente implementada pelo antigo controlador.

Nesse contexto, a Itaúsa também se vê beneficiada pela perspectiva de melhora no projeto de sua controlada. Assim, a expectativa é de um impacto positivo nos preços das ações de Itaúsa (ITSA4) para o curto prazo.

Além disso, esperamos que também ocorra uma valorização das ações ao decorrer do tempo, à medida que a empresa entregue resultados cada vez mais fortes conforme o turnaround operacional a ser implementado pela Aegea avance.

Para financiar o investimento, o Conselho de Administração da Itaúsa aprovou a emissão de debêntures simples, no total de 2,5 bilhões de reais, não conversíveis em ações. Segundo a ata da reunião do conselho, esta emissão será dividida em duas séries, de 1,2 bilhão cada, com a primeira série tendo prazo de validade de seis anos e a segunda de dez anos.

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Leia também: Dividendos Itaúsa: vale a pena investir na empresa?

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CCR: sem direito de preferência nas ações da AG https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-sem-direito-de-preferencia-nas-acoes-da-ag https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-sem-direito-de-preferencia-nas-acoes-da-ag#respond Thu, 27 May 2021 14:18:56 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25051 Em 26 de maio, a CCR comunicou, através de Fato Relevante (FR), o recebimento de carta de acionistas integrantes do seu bloco de controle, sendo eles a Sucea Participações S.A., Sincro Participações S.A., Soares Penido Concessões S.A. e Soares Penido Obras, Construções e Investimentos S.A. Na carta, reproduzida integralmente no FR, os acionistas declinam o… Read More »CCR: sem direito de preferência nas ações da AG

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Em 26 de maio, a CCR comunicou, através de Fato Relevante (FR), o recebimento de carta de acionistas integrantes do seu bloco de controle, sendo eles a Sucea Participações S.A., Sincro Participações S.A., Soares Penido Concessões S.A. e Soares Penido Obras, Construções e Investimentos S.A. Na carta, reproduzida integralmente no FR, os acionistas declinam o direito de preferência na compra de participação da Andrade Gutierrez (AG).

A CCR anunciou em 7 de maio a intenção de seu acionista controlador, Andrade Gutierrez, em alienar sua participação de 14,86 por cento.

A construtora recebeu uma oferta da empresa de private equity IG4 Capital Investments. Com base no acordo de acionistas da CCR, os outros dois acionistas controladores, Camargo Corrêa e Soares Penido, teriam 30 dias para exercer ou não o seu direito de preferência para adquirir a participação da AG.

E Eu Com Isso?

Entendemos a notícia como positiva para a CCR. A IG4 é um private equity bem renomado, com participação em negociações relevantes. Assim, entendemos que a entrada da IG4 não deve trazer mudanças operacionais e financeiras significativas, porém ela deve trazer uma melhor governança para a empresa, aumentando a reputação da companhia.

Além disso, trata-se de um player capitalizado, que poderia participar de ofertas de ações futuras, caso necessário.

Nesse sentido, esse comunicado é positivo, uma vez que, agora que os demais acionistas declinaram o direito de preferência de compra, não há mais restrições para a AG vender sua participação, o que pode destravar valor para CCR.

Ademais, a AG, ao contrário da IG4, é uma companhia financeiramente debilitada e com governança fraca, trazendo perspectivas positivas com a entrada do private equity. Dessa forma, esperamos um impacto positivo no preço das ações da companhia (CCRO3) para o curto prazo.

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Leia também: Venda de participação da CCR (CCRO3).

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