manifestações 7 de setembro – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Fri, 10 Sep 2021 21:29:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png manifestações 7 de setembro – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 A arte da paz | Política sem Aspas https://levanteideias.com.br/politica-sem-aspas/a-arte-da-paz https://levanteideias.com.br/politica-sem-aspas/a-arte-da-paz#respond Fri, 10 Sep 2021 23:00:00 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30838 Importante livro na história do pensamento militar, “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu – um general do estado de Wu, na China, que nasceu e viveu por volta do século V Antes de Cristo –, é muitas vezes utilizado como referência para construir estratégias em diversos processos de tomada de decisão. Nos seis primeiros… Read More »A arte da paz | Política sem Aspas

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Importante livro na história do pensamento militar, “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu – um general do estado de Wu, na China, que nasceu e viveu por volta do século V Antes de Cristo –, é muitas vezes utilizado como referência para construir estratégias em diversos processos de tomada de decisão.

Nos seis primeiros capítulos do livro, por exemplo, Sun Tzu aborda aspectos desta natureza – desde o estabelecimento de planos, passando por disposições táticas e o uso da energia, até o mapeamento de pontos fortes e fracos. Afinal, um campo de batalha é também um grande tabuleiro de xadrez. E a política, assim como a guerra (e o xadrez), é um jogo de estratégia.

É comum, nesse sentido, parte dos atores políticos nortearem suas estratégias de atuação com base em ensinamentos militares. Por exemplo, da mesma forma em que ocorrem recuos em batalhas campais, com o intuito de preservar força de combate e evitar uma derrota completa, no mundo político existem recuos estratégicos, visando objetivos maiores dentro de um quadro mais amplo.

Nesta conturbada semana, vimos, em Brasília, o presidente Bolsonaro “esticar a corda” mais uma vez e, apenas dois dias depois, recuar de sua decisão. Nesse caso, o que não é comum, entretanto, é que a decisão de pacificar os ânimos foi tomada por um terceiro – o ex-presidente Michel Temer –, demonstrando que: ou o atual presidente cometeu um erro estratégico grosseiro, ou ele sequer tem capacidade de leitura sobre as batalhas que se desenrolam em Brasília.

Se as manifestações do dia da Independência saíram completamente conforme o nosso roteiro indicava, ao mesmo tempo, os efeitos imediatamente posteriores foram de forte reação do Legislativo e Judiciário. Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, criticaram as falas de Bolsonaro no 7 de setembro – o segundo, inclusive, em uma das mais duras notas que um magistrado do Supremo já escreveu. Arthur Lira, presidente da Câmara, contemporizou, mas sem deixar de mencionar que a desarmonia entre Poderes é prejudicial a todos.

Fato é que o resultado do feriado foi o aprofundamento da crise político-institucional entre o Supremo Tribunal Federal e o Executivo e, na prática, total paralisação da agenda governamental no Congresso. Os primeiros efeitos repercutiram muito negativamente no mercado financeiro, em meio às notícias de que todas as pautas reformistas estariam virtualmente enterradas e a questão dos precatórios não avançaria por meio de acordo entre os três Poderes.

Houve alertas feitos pelos principais articuladores políticos do Planalto sobre os riscos da má-relação entre Poderes e também avisos de líderes partidários de que, dada a conjuntura, ficaria mais difícil conter a pressão pelo avanço de pedidos de impeachment do presidente.

Nesse contexto, apenas dois dias após as manifestações, Bolsonaro recuou dos seus ataques ao Judiciário e divulgou nota sugerindo o apaziguamento entre Poderes. Intitulado de “Declaração à Nação”, o documento afirmou que o Presidente da República nunca teve a intenção de agredir quaisquer dos Poderes, que as pessoas que exercem o poder não têm o direito de “esticar a corda” e que suas palavras recentes foram proferidas no calor do momento. Ainda, Bolsonaro reiterou o respeito pelas instituições da República e disse estar disposto a manter diálogo permanente com elas “pela manutenção da harmonia e independência entre os Poderes”.

Basicamente, uma postura 100% antagônica com o Bolsonaro que esteve presente em Brasília e em São Paulo e fez, especialmente na segunda capital, um discurso bastante inflamado. Há quem argumente que a assinatura da Declaração à Nação foi uma mera formalidade e que não há compromisso algum com o tom apregoado nos breves parágrafos. De fato, é possível imaginar o presidente vivendo um gigantesco dilema interno: conversar com suas bases e alimentar desejos autoritários – algo que sempre presente em toda sua trajetória política – ou jogar o jogo como ele deve ser jogado, sob pretexto de não se isolar nestes 15 meses restantes.

Por curiosidade, a carta veio a público após almoço com o ex-presidente Michel Temer e horas de conversas com ministros palacianos. Bolsonaro enviou um avião para São Paulo com o intuito de buscar o ex-presidente para a conversa – e foi Temer que redigiu um rascunho e sugeriu a publicação da declaração. O presidente sempre manteve conversas com o emedebista, mas o gesto recente é um “mea culpa” atestando sua incapacidade política.

O recuo repercutiu positivamente no ministério da Economia, que tem uma série de propostas em tramitação no Congresso, entre os presidentes das Casas Legislativas e no mercado financeiro, mas é sempre bom lembrar que Temer já gastou seu capital político nesta investida. Caso a tensão volte a subir por conta de Bolsonaro, nem mesmo o ex-presidente fará esforços, ainda que seja iluminado pelo melhor do espírito público, para contornar novamente a situação.

Não se sabe se o presidente leu ou não leu os ensinamentos de Sun Tzu. Por outro lado, ele, como ex-militar, tem a mania de enxergar conflitos como guerras e adversários como inimigos. Todo o imaginário em torno de sua figura perpassa o militarismo e demonstrações bélicas – da arminha feita com suas mãos aos discursos invocando fantasmas e pintando-os como os verdadeiros inimigos da nação. Recuar, para os bolsonaristas, foi visto como um gesto de fraqueza e covardia.

A Arte da Guerra é um excelente livro para absorver algumas reflexões sobre relações interpessoais, estratégias e objetivos. No entanto, está sob um contexto de conflito armado e por isso não se aplica a toda e qualquer situação cotidiana. Os maiores políticos da história são conhecidos pelos seus dons conciliadores e a dose precisa de pragmatismo e  Bolsonaro já não deve entrar para esse seleto rol. Diferentemente de uma situação de guerra, onde a vitória de um significa a derrota (ou até a destruição) de outro, desta vez se o recuo for definitivo todos sairão ganhando.

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Leia a minha última coluna para ficar por dentro do que movimenta Brasília: Um novo sete de setembro | Política sem Aspas.

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Pacificação https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/pacificacao https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/pacificacao#respond Fri, 10 Sep 2021 14:34:19 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30826 Apenas dois dias após as manifestações de 7 de setembro, que marcaram o aprofundamento da crise político-institucional entre o Supremo Tribunal Federal e o Executivo, Bolsonaro recuou dos seus ataques ao Judiciário e divulgou nota sugerindo o apaziguamento entre Poderes. Intitulado de “Declaração à Nação”, o documento afirma que o Presidente da República nunca teve… Read More »Pacificação

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Apenas dois dias após as manifestações de 7 de setembro, que marcaram o aprofundamento da crise político-institucional entre o Supremo Tribunal Federal e o Executivo, Bolsonaro recuou dos seus ataques ao Judiciário e divulgou nota sugerindo o apaziguamento entre Poderes.

Intitulado de “Declaração à Nação”, o documento afirma que o Presidente da República nunca teve a intenção de agredir quaisquer dos Poderes, que as pessoas que exercem o poder não têm o direito de “esticar a corda” e que suas palavras recentes foram proferidas no calor do momento.

Ainda, Bolsonaro reitera o respeito pelas instituições da República e diz estar disposto a manter diálogo permanente com elas “pela manutenção da harmonia e independência entre os Poderes”.

A carta veio a público após almoço do presidente com o ex-presidente Michel Temer e horas de conversas com ministros palacianos.

Bolsonaro enviou um avião para São Paulo com o intuito de buscar o ex-presidente para a conversa – e foi Temer quem redigiu um rascunho e sugeriu a publicação da carta.

Nesse contexto, o movimento de pacificação ocorreu após apelos dos principais articuladores políticos do Planalto – que entendiam a escalada da crise como um enorme passo para a paralisação política no Congresso – e avisos de líderes partidários de que, dada a conjuntura, ficaria mais difícil conter a pressão pelo avanço de pedidos de impeachment do presidente.

O recuo de Bolsonaro repercutiu positivamente no ministério da Economia, que tem uma série de propostas em tramitação no Congresso, e entre os presidentes das Casas Legislativas.

No Supremo Tribunal Federal, a nota também foi vista como um avanço nas relações com o presidente, mas ainda há desconfiança sobre o recuo de Bolsonaro.

E Eu Com Isso?

Os fortes ruídos políticos colocavam em risco a continuidade da agenda de reformas para o restante deste mandato e – mais grave ainda – praticamente inviabilizavam a solução construída entre os Poderes para os precatórios, colocando em xeque, também, o cumprimento do teto de gastos para 2022.

Com o gesto de pacificação, Bolsonaro contradiz sua postura de apenas dois dias atrás e frustra sua base mais fiel em prol de um ambiente político minimamente funcional. É por isso que a bolsa brasileira acabou repercutindo de maneira muito positiva a divulgação da nota.

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Leia também: Clima político piora perspectivas para a economia.

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Entenda a volatilidade https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/entenda-a-volatilidade https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/entenda-a-volatilidade#respond Thu, 09 Sep 2021 14:20:54 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30771 O que é volatilidade? Fórmulas matemáticas à parte, a melhor definição é: volatilidade é incerteza ou ausência de consenso sobre as perspectivas para um determinado ativo. Por exemplo, quando uma ampla maioria dos investidores acredita que a oferta de petróleo, ouro ou café vai aumentar, os preços caem. Quando não há essa certeza, os preços… Read More »Entenda a volatilidade

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O que é volatilidade? Fórmulas matemáticas à parte, a melhor definição é: volatilidade é incerteza ou ausência de consenso sobre as perspectivas para um determinado ativo.

Por exemplo, quando uma ampla maioria dos investidores acredita que a oferta de petróleo, ouro ou café vai aumentar, os preços caem.

Quando não há essa certeza, os preços costumam oscilar de maneira mais ampla, até que se forme um consenso ou que os agentes de mercado montem ou desmontem suas posições.

Nesse aspecto, o Ibovespa tem oscilado de maneira significativa nos últimos dias. A causa desse aumento na volatilidade da Bolsa brasileira é um aumento da percepção de risco por parte dos investidores.

Aparentemente, essa elevação do risco deve-se ao noticiário complicado, que inclui paralisações de caminhoneiros e declarações ásperas de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) comentando ações do Executivo.

Essa volatilidade é justificável?

Momentos como esse representam uma das tarefas mais desafiadoras para profissionais de mercado como nós, da Levante Ideias de Investimentos.

Nosso trabalho é observar os fatos e filtrá-los, de modo a oferecer a você uma avaliação clara da situação.

Ou, dito de outra forma, diferenciar o que é informação e o que é ruído.

Distinguir os movimentos baseados em fundamentos daqueles causados pela ausência de certezas.

Vamos buscar, então, separar fatos de opiniões.

Os pronunciamentos de parlamentares de oposição e de ministros do STF devem ser considerados com uma taxa de desconto em relação a seu valor de face.

Por isso, quando a imprensa dedicada à política afirma que há “conversas” sobre um eventual impeachment do Presidente da República, isso está mais para ruído do que para fato.

Em política há “conversas” todos os dias, o dia todo. Em sua quase totalidade são apenas conversas, com pouca materialidade.

Onde está, então, o risco?

Em que essas conversas, mesmo sem substância, distraiam os parlamentares de seu trabalho, que é avaliar as propostas de reforma econômica e analisar o Orçamento, principal peça gerencial de qualquer governo.

A principal ameaça à economia brasileira atualmente é o risco de descontrole fiscal.

O melhor exemplo é a questão dos precatórios, dívidas judiciais que têm de ser pagas pelo Executivo. Discussões orçamentárias tão travadas em uma linguagem pouco compreensível, mas dá para traduzir.

No Orçamento de 2021, atualmente em execução, havia a previsão de que o Executivo teria de pagar cerca de R$ 40 bilhões em precatórios.

Essas dívidas são relativamente imprevisíveis, pois dependem das decisões do Judiciário. Por isso, são tratadas à parte no Orçamento.

Para 2022, a conta dos precatórios subiu para quase R$ 90 bilhões, o que deixaria o Executivo sem espaço de manobra no Orçamento, especialmente para o Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família.

Como a solução no Congresso estava difícil, o Executivo tentou uma negociação no Judiciário. As tratativas vinham correndo bem, até que os ânimos se azedaram devido às declarações dos últimos dias.

Ou seja, há riscos concretos de que os precatórios desequilibrem o Orçamento em 2022.

Mais do que duelos retóricos, essa fria realidade dos números representa um aumento do risco, que está sendo precificado na queda de quase 4% do Ibovespa na quarta-feira (08).

É difícil dizer se esse processo vai continuar ou se vai se dissipar naturalmente. Qualquer que seja o cenário, conte sempre com os analistas da Levante Ideias de Investimentos para ajudar você a diferenciar o que é fato e o que é ruído.

Indicadores

A inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 0,87% em agosto, a maior para o mês desde o ano 2000.

Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (8,99%).

Em agosto do ano passado, a variação mensal foi de 0,24%, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

E Eu Com Isso?

Os contratos futuros de Ibovespa iniciam o dia com uma leve alta, reagindo à forte desvalorização da véspera.

No entanto, os contratos futuros do índice americano S&P 500 começam a quinta-feira com uma leve baixa.

Isso e a indefinição política deverão amplificar a volatilidade das ações.

As notícias são positivas para a Bolsa em um cenário de volatilidade.

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Leia também: Discursos no feriado.

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Greve ou paralisação https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/greve-ou-paralisacao https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/greve-ou-paralisacao#respond Thu, 09 Sep 2021 14:08:49 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30766 Para além da crise política instaurada em Brasília – especialmente após as manifestações do 7 de setembro, que trouxeram como efeito prático a suspensão da agenda legislativa no Congresso – o mercado também adiciona, no radar, o risco de mais uma greve generalizada dos caminhoneiros ao redor das estradas brasileiras. Na noite desta quarta-feira (8),… Read More »Greve ou paralisação

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Para além da crise política instaurada em Brasília – especialmente após as manifestações do 7 de setembro, que trouxeram como efeito prático a suspensão da agenda legislativa no Congresso – o mercado também adiciona, no radar, o risco de mais uma greve generalizada dos caminhoneiros ao redor das estradas brasileiras.

Na noite desta quarta-feira (8), foram registradas paralisações da categoria em ao menos 15 estados do País, em um movimento considerado heterogêneo e que não se limitou às demandas da classe.

Nenhum dos líderes de movimentos dos caminhoneiros se manifestou como autor da paralisação, mas alguns nomes de destaque da categoria clamam pela destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal para cessar com os protestos.

Ainda ontem, o presidente Bolsonaro encaminhou um áudio para seus apoiadores, pedindo para que os caminhoneiros desmobilizassem os bloqueios em rodovias, sob pretexto de evitar mais uma crise de desabastecimento e, consequentemente, sobre os preços dos combustíveis.

Segundo o presidente, a categoria é aliada, mas as paralisações acabam atrapalhando a economia – em especial, os mais pobres.

Um dos nomes mais relevantes da greve ocorrida em 2018, o presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim (também conhecido como Chorão), veio a público repudiar as atuais paralisações e afirmar que os caminhoneiros estariam sendo usado como massa de manobra.

Segundo Chorão, o movimento não reflete as pautas da categoria dos transportadores autônomos e tem cunho político, com participação de empresários de transporte e seus funcionários celetistas.

E Eu Com Isso?

Dada a conjuntura e as motivações que levaram às atuais paralisações, não se espera uma greve generalizada da categoria e problemas maiores de desorganização da cadeia produtiva.

Com o apelo do presidente Bolsonaro, a tendência é que os bloqueios sejam desmontados até o fim desta semana e o fluxo das rodovias volte à normalidade.

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Leia também: Sem clima.

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Queda generalizada no Ibovespa https://levanteideias.com.br/artigos/queda-generalizada-no-ibovespa https://levanteideias.com.br/artigos/queda-generalizada-no-ibovespa#respond Wed, 08 Sep 2021 21:24:15 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30749 Mercado Local → Ibovespa   113.413 pontos   -3,78% O Ibovespa fechou abaixo dos 114 mil pontos em sessão pós-feriado e pós-manifestações, com preocupações de um maior conflito entre os poderes. Mercado Externo → Nasdaq -0,57%→ S&P500 -0,13%→ Dow Jones -0,20% O mercado externo teve um dia levemente negativo. Câmbio →  Dólar R$ 5,33  … Read More »Queda generalizada no Ibovespa

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Mercado Local

→ Ibovespa   113.413 pontos   -3,78%

O Ibovespa fechou abaixo dos 114 mil pontos em sessão pós-feriado e pós-manifestações, com preocupações de um maior conflito entre os poderes.

Mercado Externo

→ Nasdaq -0,57%
→ S&P500 -0,13%
→ Dow Jones -0,20%

O mercado externo teve um dia levemente negativo.

Câmbio

→  Dólar R$ 5,33   2,96%

Commodities

→ Petróleo Brent (Barril)  US$ 72,69     -0,04%

O petróleo se manteve estável no dia de hoje.

Vencedora da enquete do Telegram

As ações da Via fecharam em queda de 9,35%, sendo a segunda maior queda do índice no dia, mesmo com as recentes aquisições ligadas a serviços financeiros.

Maiores Altas (08/09)

→ RENT3    R$59,88    8,0%
→ LCAM3    R$26,70    7,2%
→ SUZB3     R$62,59    1,8%

As maiores altas do dia foram das empresas do setor de locação de veículos, após parecer do Cade favorável a fusão entre as empresas, com remédios menos amargos do que o esperado pelo mercado.

Maiores Baixas (08/09)

→ CASH3    R$31,20    -11,4%
→ VIIA3     R$9,02     -9,3%
→ ELET3     R$34,29    -9,3%
→ AMER3   R$40,11     -9,2%
→ ELET6    R$34,95     -8,9%

Em dia de quedas generalizadas na Bolsa, a maior queda foi da Méliuz, empresa que vem apresentando alta volatilidade recentemente, seguida pelas ações da Via, Eletrobras e Americanas.

Fechamento do mercado

Veja abaixo os principais números do fechamento de hoje:

Ibovespa -3,78% 113.413 pontos
Dólar +2,96% R$ 5,33
Euro +2,38% R$ 6,29
Bitcoin +0,20% R$ 248.740,84
Ação que mais subiu: RENT3 +8,03%
Ação que mais desceu: CASH3 -11,36%

Para saber tudo sobre o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, 08, com as informações acima e mais, veja o último vídeo do nosso canal no Youtube, com o Sócio-Analista Enrico Cozzolino:

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Discursos no feriado https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/discursos-no-feriado https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/discursos-no-feriado#respond Wed, 08 Sep 2021 13:43:13 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30742 Enquanto os mercados permaneciam fechados devido ao feriado do Dia da Independência, o cenário político foi agitado. O presidente Jair Bolsonaro reuniu uma multidão de apoiadores em duas manifestações públicas de grandes proporções, uma delas em Brasília pela manhã e a outra em São Paulo durante a tarde. O grande número de presentes nas manifestações… Read More »Discursos no feriado

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Enquanto os mercados permaneciam fechados devido ao feriado do Dia da Independência, o cenário político foi agitado.

O presidente Jair Bolsonaro reuniu uma multidão de apoiadores em duas manifestações públicas de grandes proporções, uma delas em Brasília pela manhã e a outra em São Paulo durante a tarde.

O grande número de presentes nas manifestações mostra que o governo ainda conta com um expressivo apoio popular, e que uma parcela ampla da população e do eleitorado permanece fiel às teses que foram vitoriosas na eleição de 2018.

Bolsonaro proferiu dois discursos fortes, com críticas ao Judiciário e, em especial, o STF (Supremo Tribunal Federal). E as declarações do presidente poderão ampliar a tensão nas relações entre os Executivo e Judiciário.

A avaliação é que esse aumento da tensão poderá dificultar o andamento de pautas importantes para a solução da crise fiscal, como a questão dos pagamentos de precatórios. Os precatórios são dívidas do governo decorrentes da perda de processos judiciais.

Em 2021, a estimativa é que a União terá de arcar com cerca de R$ 50 bilhões nesses pagamentos, ao passo que a cifra para 2022 quase dobra. A estimativa é que a conta dos precatórios poderá chegar a R$ 90 bilhões.

Para fazer frente a esses 40 bilhões a mais no Orçamento, o governo vinha negociando parcelar essa parte da dívida.

As conversas se iniciaram no Congresso.

O governo enviou uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nesse sentido, mas que encontrou resistências do presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), e do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que preside o Senado.

Como as principais lideranças políticas resistiram à ideia, o governo passou a conversar diretamente com Luiz Fux, presidente do STF. As declarações presidenciais durante o feriado podem tornar essa conversa mais difícil.

Numa demonstração de desagrado, Pacheco cancelou as votações no Senado agendadas para esta quarta-feira (08) e para a quinta-feira (09), por considerar que não há ambiente político para a realização de votações. A avaliação é de que o clima para os projetos do governo ficou mais complicado.

O parcelamento dos precatórios é essencial para que o governo federa consiga equilibrar suas contas e também pagar o Auxílio Brasil, programa que pretende suceder o Bolsa Família.

Sem ele, ou o Auxílio Brasil ou o teto de gastos serão prejudicados, com consequências potencialmente negativas tanto para o crescimento real da economia quanto para a percepção dos investidores quanto ao risco do mercado brasileiro.

E Eu Com Isso?

Os contratos futuros de Ibovespa iniciaram a quarta-feira pós-feriado com uma forte baixa de quase 1%, com o mercado se ajustando após um dia sem negociações.

A sessão deverá ser marcada por forte volatilidade decorrente do noticiário, especialmente as notícias políticas.

As notícias são negativas para a Bolsa.

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Leia também: Sem clima.

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Sem clima https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/sem-clima https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/sem-clima#respond Wed, 08 Sep 2021 13:23:58 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30739 Na véspera (6) das manifestações, neste mesmo espaço, escrevemos que o clima político desta semana ficaria contaminado pelos desdobramentos dos atos marcados para o dia da Independência do Brasil. Na mesma esteira, alertamos para o risco de mais uma semana, na agenda legislativa, em que a pauta econômica ficaria em segundo plano, uma vez que… Read More »Sem clima

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Na véspera (6) das manifestações, neste mesmo espaço, escrevemos que o clima político desta semana ficaria contaminado pelos desdobramentos dos atos marcados para o dia da Independência do Brasil.

Na mesma esteira, alertamos para o risco de mais uma semana, na agenda legislativa, em que a pauta econômica ficaria em segundo plano, uma vez que os ruídos políticos entre os Poderes tirariam o foco e o clima para qualquer tentativa de avanço por meio de diálogo entre os políticos.

Dito e feito: após os protestos do 7 de setembro, a primeira reação concreta foi o cancelamento de todas as sessões deliberativas e reuniões de comissões previstas para o resto da semana. A decisão foi tomada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

No Judiciário, os ministros do Supremo Tribunal Federal se reuniram na noite desta terça-feira (7) e é esperado um pronunciamento, ainda hoje, do presidente da Corte, Luiz Fux.

Em suma, as atividades legislativas só devem ser retomadas, de fato, na segunda quinzena de setembro.

Vale destacar, também, que esta semana deve contar com posicionamentos mais enfáticos de partidos de centro e centro-direita acerca do atual governo.

E Eu Com Isso?

As manifestações do 7 de setembro reforçam que o presidente não deve buscar um discurso mais moderado nos próximos meses e que a corrida eleitoral é tema prioritário para a cúpula mais próxima de Bolsonaro.

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Leia também: Um novo sete de setembro | Política sem Aspas.

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