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Planejamento financeiro pessoal: saiba como fazer agora mesmo

Você anota todas as suas despesas diárias? Sabe exatamente quanto ganha e gasta? Faz uma projeção de contas futuras e comprometimento da receita pessoal? Identifica o total gasto com coisas supérfluas? Todas esses hábitos fazem parte do planejamento financeiro pessoal.

Apesar de ser indispensável, é bem provável que você tenha respondido ‘não’ a uma ou mais das perguntas acima. Sabe por que é possível afirmar isso? A resposta é simples.Uma pesquisa mostrou que 58% dos brasileiros nunca se dedicam a suas finanças pessoais — ou fazem isso somente muito raramente.

Mais: 17% das pessoas usam sempre ou de forma frequente o limite do cartão de crédito e o cheque especial ou pedem empréstimos para pagar as contas — é aquela velha história de sobrar mês para o final do dinheiro.

Achou alguma dessas situações comum para você? Então, está na hora de entender de vez o que é o planejamento financeiro e como aplicá-lo na sua rotina. É o que vamos mostrar neste post. Acompanhe e veja o que fazer.


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1. O que é o planejamento financeiro pessoal?

O planejamento financeiro pessoal consiste em uma estratégia para tomar decisões de consumo conscientes e inteligentes. Para chegar a esse patamar, são utilizadas ferramentas de controle que denunciam como está o seu orçamento e qual está sendo o caminho seguido para atingir seus objetivos. A partir desse diagnóstico, você sabe o que fazer para melhorar.

A ideia é anotar todos os ganhos e gastos, a fim de alcançar um equilíbrio maior nas despesas e evitar o endividamento. Por mais que essa atitude pareça desnecessária, ela é recomendada por qualquer especialista em finanças.

É indispensável. O alto índice de endividamento dos brasileiros prova que esse cuidado é raro. De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias com débitos em aberto chegou a 62,7% em abril de 2019.

Esse resultado é 0,3 ponto percentual maior que o registrado em março. Em comparação com abril de 2018, a alta é de 2,5 pontos percentuais. Mais que isso, 9,5% das famílias informaram não terem condições de pagar as contas e dívidas em atraso.

O que todos esses dados indicam? A necessidade urgente de planejamento financeiro. Você já está dando o primeiro passo ao pesquisar sobre o assunto. No entanto, é preciso fazer mais, como veremos ao longo deste artigo.

2. Qual é sua importância?

Saber exatamente qual é a sua situação financeira traz mais equilíbrio e tranquilidade nas decisões diárias. Ao começar o planejamento, é normal perceber em que você gasta mais. Lazer? Supermercado? Roupas?

Essa visão clara só é conquistada com a ajuda de ferramentas e, principalmente, disciplina. Ao agir dessa forma por um mês, você perceberá a diferença. Sabe por quê? A resposta é simples! Ao começar a cuidar do seu orçamento, você inicia uma jornada rumo à educação financeira, que ajudará a entender melhor suas finanças e o que fazer com o seu dinheiro.

Apesar de ainda ser ensinado em poucas escolas, esse é um conhecimento fundamental para ter uma vida financeira estável — por isso, é importante ensinar para os seus filhos. No começo, você aprende apenas a entender quais são as melhores ações para ter uma vida financeira mais tranquila, como pagar as dívidas e sair do vermelho.

Isso já é o suficiente para aproveitar os benefícios de ser um bom pagador. Um deles é o cadastro positivo, iniciativa do governo federal que divulga o escore das pessoas com bom histórico de crédito. Com isso, é possível ganhar descontos e reduzir a taxa de juros cobrada na hora de fazer parcelamentos, empréstimos ou financiamentos.

Com o tempo, você começa a entender como o mercado financeiro funciona. Assim, perde o medo de investir, porque compreende as siglas que fazem parte desse mundo e sabe quais opções são as melhores para formar um patrimônio sólido com o passar do tempo.

Em resumo, é por meio do planejamento financeiro pessoal que você se livra das dívidas, começa a pagar suas compras à vista — e obter descontos — e forma seu patrimônio, tanto para a conquista de objetivos quanto para garantir uma aposentadoria tranquila e estável.

Com essa estratégia, você também identifica quais são suas prioridades e como chegar ao patamar de qualidade de vida esperado. O resultado é a preservação do seu dinheiro e, principalmente, o consumo consciente com aquilo que realmente vale a pena.

3. Quais são os vilões do planejamento financeiro pessoal?

O endividamento das famílias brasileiras denuncia que há alguns vilões para o orçamento financeiro pessoal. Em tempos de crise econômica, salários em baixa e desempregos em alta, é necessário ter um cuidado extra, porque há uma chance maior de imprevistos — e isso é o que os dados apontam.

A situação é pior entre pessoas que estão na faixa etária de 25 a 29 anos. De acordo com o levantamento, o percentual de endividados chega a 46%. No caso dos jovens entre 18 e 24 anos, o índice é de 19%. Quando somados, esses resultados representam 12,5 milhões de brasileiros.

Entre os idosos, a porcentagem de endividamento também é alta. O resultado é de 3 em cada 10 na situação de inadimplência. Entre os motivos para esses efeitos está a taxa de juros média, que cresceu em 2019 por conta do cenário econômico do País, segundo pesquisa do Banco Central (Bacen).

Esse cenário vai ficar mais claro a partir de agora. Apresentamos abaixo os principais vilões do planejamento financeiro pessoal, com suas respectivas taxas de juros, embasadas no levantamento do Bacen. Vamos lá?

3.1. Cheque especial

O cheque especial é um dos principais problemas das famílias brasileiras. Sua taxa de juros atingiu 315,6% ao ano. Por mês, isso representa 12,6%. Em outras palavras, essa opção só deve ser utilizada em caso de emergência. Tenha em mente que, quando você fica negativo no banco, a cobrança é feita de forma proporcional aos dias de uso do limite de crédito.

Portanto, o ideal é cobrir o saldo negativo o quanto antes para evitar os juros. Para ficar mais claro, fizemos uma simulação de dívida. Assim, você sabe quanto teria que desembolsar a mais para quitar o débito. Imagine que o valor contratado seja de R$5 mil por 1 ano. Nessas condições, o resultado é de R$15.769,72 de juros, com um total de R$20.769,72.

3.2. Juros bancários

As taxas de juros médias dos bancos também subiram. Em janeiro de 2019, o resultado foi de 37,7% ao ano. Em dezembro, era de 35,6%. As transações com pessoas físicas alcançaram 51,4% ao ano, enquanto o índice cobrado para as empresas alcançou 20,2% ao ano.

Se fizermos o mesmo cálculo anterior e nas mesmas condições, temos um resultado de R$1.885,00 de juros, o que significa um acumulado de R$6.885,00. Nesse caso, a taxa é de 37,7% ao ano. Por sua vez, se utilizarmos o índice das pessoas físicas, de 51,4% ao ano, temos um resultado de juros equivalente a R$2.570,00, isto é, um acumulado de R$7.570,00.

3.3. Cartão de crédito

O cartão de crédito é outro vilão do orçamento — e um dos principais. Com o comprometimento do limite, fica muito fácil entrar no vermelho e nem perceber que isso está acontecendo. O problema é que a taxa de juros do rotativo é muito alta.

Para você ter uma ideia, o rotativo do cartão de crédito chegou a 286,9% ao ano, em média, em janeiro de 2019. Se fizermos a mesma simulação já realizada antes, os juros do cartão de crédito chegam a R$14.345,00, o que gera um acumulado de R$19.345,00 no período.

O que acha de gastar em torno de R$15 mil sem adquirir nada em troca? Realmente é inviável, certo?

Além desses vilões, existem outros que precisam ser observados. O parcelamento de compras exige muito cuidado, porque se torna fácil perder o controle. Em alguns deles também incidem juros. Por isso, opte por essa alternativa somente se a aquisição for de um bem mais caro e não existir cobrança de juros.

Mais que isso, evite o endividamento ao máximo. Quando encontrar algo que deseja, nunca faça a compra por impulso. Antes, pergunte-se:

  • Quero?
  • Preciso?
  • É caro?

Se respondeu “sim” à primeira pergunta, mas “não” à segunda, é melhor repensar. Caso passe pelo crivo das duas iniciais, a terceira pode trazer um freio. Afinal, se for muito caro, é melhor deixar de lado, encontrar alternativas ou, por que não, fazer um planejamento para comprar à vista.


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4. Como fazer um planejamento financeiro? Confira o passo a passo!

A elaboração do planejamento financeiro pessoal depende de uma série de variáveis. Pode ser difícil traçar todas elas no começo. Porém, todas as etapas são imprescindíveis para acumular patrimônio e conquistar seus objetivos.

Então, quais fases precisam ser colocadas em prática? Listamos as principais em seguida. Confira!

4.1. Organize suas contas pessoais

O primeiro passo para executar um bom planejamento pessoal é entender como suas finanças funcionam. Não existe fórmula pronta, porque cada indivíduo tem suas prioridades e hábitos de consumo. Por isso, vale a pena considerar qual é a sua realidade.

Identifique se você tem propensão a poupar ou se é mais suscetível ao impulso do consumismo. Veja também se já tem alguma reserva de emergência, se gasta mais do que ganha, se existem dívidas e assim por diante.

Perceba que o propósito nesse momento é reconhecer a necessidade de mudança. Para isso, é preciso saber quais são seus hábitos financeiros, entender quais deles são negativos e identificar suas crenças limitantes em relação ao dinheiro. Por exemplo, achar que é impossível guardar dinheiro porque ganha R$1,5 mil é errado, já que muitos conseguem fazer isso.

Ao ter essa visão mais clara e perceber que é possível mudar, você começa a organizar suas contas pessoais. Para isso, anote todos os valores que paga em energia elétrica, água, aluguel, financiamentos/empréstimos, condomínio, internet, TV a cabo, plano de saúde e o que mais você tiver. Essa medida já trará uma clareza maior das ações necessárias.

4.2. Aprenda a lidar com o dinheiro

O consumo consciente passa por valorizar o dinheiro e respeitar o planejamento financeiro pessoal. Várias estratégias podem ser adotadas nesse momento. Uma delas é a comparação de preços de produtos e serviços. Ao verificar os valores em três ou quatro estabelecimentos, você tem uma chance maior de adquirir o que deseja sem gastar muito.

Aproveite para usar comparadores, como o Buscapé e o Zoom. Além de trazerem os valores mais baixos em diferentes lojas virtuais, apresentam um índice que mostra a variação do preço do produto no decorrer dos meses. Desse modo, é possível optar por esperar um pouco mais e até configurar um alerta para ser avisado quando o valor chegar àquele patamar que você deseja.

Outra medida indispensável é aprender a usar o cartão de crédito de maneira estratégica. Como o limite permite adquirir várias coisas e nem sempre você presta atenção ao valor total da fatura do próximo mês, é fácil se endividar. Por isso, é fundamental fazer um controle próximo.

4.3. Faça uma planilha de acompanhamento de gastos

A planilha é o instrumento essencial para o planejamento financeiro pessoal. Você pode criar a sua ou baixar um modelo pronto da internet, elaborado em Excel. Ainda existem os aplicativos especializados, que são boas alternativas.

Ao ter a sua planilha, anote todos os ganhos e gastos. Comece pelos valores fixos, ou seja, aqueles que você precisa desembolsar todos os meses, como aluguel, luz, água, internet etc. Em seguida, registre as despesas variáveis, por exemplo, supermercado, lazer, passeios, jantares e mais.

Aproveite para categorizar todos os gastos. Evite nomear alguns como “outros” ou “diversos”, porque a planilha precisa ser bem detalhada para funcionar de verdade. Caso esteja com dívidas, anote-as também e já faça a previsão de pagamentos para os próximos meses.

Por fim, lembre-se de que o cartão de crédito é um pagamento, mas não um grupo de gastos. Isso significa que, se você o utiliza para pagar supermercado e outras despesas rotineiras, esses valores precisam ser alocados nas suas categorias específicas, como “alimentação”.

4.4. Defina metas e objetivos

A melhor forma de manter a disciplina no planejamento financeiro pessoal é definir metas e objetivos. Assim, sempre que quiser ultrapassar os limites, lembra-se de que existe um propósito maior.

Você pode estabelecer diferentes objetivos, tanto de curto quanto de longo prazo. Alguns deles são:

  • sair do endividamento;
  • comprar uma casa ou carro próprio;
  • melhorar o padrão de vida;
  • fazer um investimento;
  • realizar uma viagem internacional etc.

O ideal é dividi-los em períodos. Os de curto prazo são aqueles passíveis de alcance em até um ano. Os de médio prazo são alcançáveis entre três e cinco anos. Por sua vez, quando o propósito é o longo prazo, os objetivos são aqueles atingidos em mais de 5 anos.

Seja o mais realista possível nesse momento. Por exemplo, é inviável determinar a economia de R$100 mil em 12 meses se a sua renda é de R$3 mil. Para ter menos ansiedade e visualizar melhor os objetivos, vale a pena dividi-los em metas.

Por exemplo, se pretende investir e construir um patrimônio sólido para a aposentadoria, você sabe que o alcance é de curto prazo. Então, é possível determinar metas mais rápidas, como:

  • quitar as dívidas;
  • formar uma reserva de emergência;
  • poupar 15% da renda;
  • reunir R$15 mil em um ano e por aí vai.

Tenha em mente que esses objetivos servem para definir qual caminho deve ser seguido. É assim que você atinge a disciplina e o foco necessários para executar o planejamento financeiro pessoal.

4.5. Aprenda a poupar e investir

O segredo de todo sucesso financeiro é aprender a poupar e investir. O primeiro se refere à capacidade de guardar dinheiro. Portanto, tem relação direta com o potencial de redução de gastos. Para isso, é impensável ter os chamados gastos ocultos, que são aqueles que você nem percebe, como o cafezinho após o almoço.

Depois de alcançar esse nível, você começa a investir, isto é, faz o seu dinheiro trabalhar por você. Nesse estágio vale a pena contar com um especialista de investimentos, que indicará as melhores soluções para o seu caso, as ações que ajudarão a conquistar seus objetivos e as aplicações financeiras mais adequadas.

Assim, você também terá acesso aos melhores conteúdos e análises de mercado, que ajudarão a tomar decisões inteligentes para aumentar e consolidar seu patrimônio.

5. Quais são as vantagens de fazer um planejamento financeiro pessoal?

Implementar o controle de orçamento no seu dia a dia é uma medida essencial para alcançar o sucesso financeiro. Você já viu a importância dessa estratégia e o que fazer para chegar lá. Agora, vamos apresentar todas as vantagens. Que tal saber quais são elas?

5.1. Alcance de metas e objetivos

Fazer o planejamento financeiro pessoal é indispensável para quem tem um objetivo em mente, seja de curto, seja de longo prazo. O controle do orçamento permite ter uma visão clara das ações a serem realizadas e do que é preciso fazer para chegar lá.

Por exemplo: se o seu objetivo é comprar um carro novo, defina o modelo para saber quanto ele custa. A partir disso, é possível determinar em quanto tempo pretende reunir esse montante e calcular quanto de sua renda será guardado para essa finalidade. A mesma atitude deve ser tomada para o pagamento de dívidas, a aquisição de outros bens e a realização de investimentos.

5.2. Redução das dívidas

Pagar juros é a mesma coisa que rasgar dinheiro. Achou exagero? Não é! Quando você precisa gastar com essa finalidade, deixa de fazer coisa melhor com o seu dinheiro, como investir. Por isso, é importante evitar essa situação.

5.3. Aumento da segurança financeira

Gastar de maneira descontrolada tende a causar o endividamento excessivo — e muitas pessoas não percebem que isso acontece. Em vários casos, quem começa a ter mais dificuldade de pagar as contas acha que esse problema é temporário e se resolverá no mês seguinte. Os dados mostram que isso nem sempre ocorre.

O levantamento feito pela Serasa em março de 2019 aponta um recorde histórico de inadimplência. São 63 milhões de negativados, o que representa 40,3% da população adulta do País. Esse resultado é 3,2% maior que o do mesmo mês do ano anterior. O motivo que gerou essa alta? Aumento do desemprego e repique da inflação, o que gera perda de renda e do poder de consumo.

Além disso, os gastos com cartão de crédito, empréstimos e carnês desequilibram a vida financeira, porque, nessa situação, você já tem parte da renda comprometida com os parcelamentos, mas nem sempre se atenta a isso. Dessa forma, acaba tomando decisões financeiras erradas.

5.4. Clareza sobre os gastos — e a possibilidade de reduzi-los

Acontece de algumas pessoas chegarem ao final do mês no vermelho e não entenderem como gastaram o dinheiro. Até parece que ele sumiu — já aconteceu isso com você? Pois saiba que, na verdade, essa sensação é derivada da falta de controle do orçamento.

Quando o planejamento financeiro da pessoa entra em prática, ela anota todos os gastos e os categoriza. Por exemplo: um jantar é classificado como lazer e o supermercado entra no quesito alimentação. Por sua vez, cada conta tem a sua categoria.

Essa atitude pode parecer desnecessária por quem não a pratica, mas ela traz muita clareza sobre os gastos e permite saber quando está na hora de frear o consumo, a fim de evitar o endividamento. Da mesma forma, você identifica quais categorias impactam mais em sua receita e de que maneira é possível diminuir os desembolsos.

Esse é o caso de perceber que a conta com internet e TV a cabo está muito alta. Nesse caso, é melhor ligar para a operadora e verificar a possibilidade de entrar em uma promoção, mesmo que isso implique em fidelidade. Com uma simples troca, você continua tendo o seu luxo, mas gasta menos.

Por outro lado, se perceber que quase não utiliza os canais, pode ficar só com a internet, o que traz uma economia ainda maior. Percebe como tudo faz parte de uma escolha? Portanto, tenha em mente que o controle financeiro pessoal parte do princípio das escolhas inteligentes, de acordo com seu estilo de vida e suas prioridades.


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5.5. Programação para poupar e investir

Controlar as finanças tem o objetivo maior de investir, nem que seja depois de pagar as dívidas. Isso acontece por conta do gasto consciente com o dinheiro e da definição do percentual a ser despendido em cada categoria.

Lembre-se de que, para chegar a esse patamar, é necessário formar uma reserva de emergência. Esse é o primeiro passo antes de começar a investir. O ideal é reunir um montante entre 3 e 12 meses — tudo depende de qual é o seu emprego.

Se for concursado, o que significa ter menor chance de passar por imprevistos financeiros, pode ser uma quantia menor, mas se for autônomo, precisa de uma maior. Em suma, fazer um planejamento financeiro pessoal é essencial para conquistar seus objetivos, reduzir o estresse e viver de maneira mais confortável. No começo, ele pode ser difícil. No entanto, vale a pena.

Resumindo: o planejamento financeiro pessoal é uma prática que precisa fazer parte da sua rotina. É assim que você alcança uma vida mais tranquila, além de hábitos de consumo conscientes que levam a investimentos inteligentes. O resultado é a formação de um patrimônio sólido, que vai contribuir no presente e no futuro.

Gostou de entender mais sobre o controle do orçamento? Então, para ajudar outras pessoas a se educarem financeiramente, compartilhe este post nas suas redes sociais!

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