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]]>Os dados apresentados pela consultoria AAWZ reforçam nossa tese da continuidade da migração de recursos dos grandes bancos para as corretoras. Consideramos isto um processo irreversível e em linha com o observado em mercados mais maduros, como os Estados Unidos. Nesses casos, investidores optam por essas plataformas em função do maior nível de serviço, dos menores custos e do irrestrito acesso a diversas oportunidades de investimento não disponíveis nas corretoras de grandes bancos.
O serviço de corretagem vem ganhando destaque nos últimos anos, o crescimento expressivo da XP, BTG e outras empresas menores vem cada vez mais chamando a atenção dos bancos que por sua vez tentam correr atrás do prejuízo adquirindo corretoras menores ou tentando explorar esse mercado com os próprios recursos.
Enquanto os bancos correm atrás para aumentar os serviços de corretagem, a XP já anunciou que pretende possuir um banco em sua estrutura, com a criação de um portfólio de produtos bancários já no primeiro semestre de 2021. Apesar de estar entrando cada vez mais em competição direta com os bancos tradicionais, o CEO e fundador da XP, Guilherme Benchimol, afirma que a companhia não é um banco, mas sim uma empresa de tecnologia e que possui mais cientistas de dados do que banqueiros como empregados.
Diante desse movimento, esperamos reações dessas instituições tradicionais, que exigirão investimentos, reformulação de modelos de negócios e, possivelmente, aquisições, de modo a facilitar essa reorientação estratégica. Mesmo que sejam bem sucedidas nesse processo, as experiências internacionais sugerem que a perda de participação de mercado para as plataformas independentes seja inevitável, ameaçando os resultados dos grandes bancos nos segmentos voltados à gestão de recursos de pessoas físicas.
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]]>O post Medo de sair da poupança? Conheça Alternativas apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>Existem vários fatores para isso, que passam tanto pelo fato de ser uma aplicação tradicional e simples quanto pela falta de conhecimento da população em relação a outras opções mais rentáveis e, por vezes, tão seguras quanto a poupança.
Neste artigo, veremos por que você deve perder o medo de sair da poupança. Para isso, vamos entender primeiro como é calculado seu rendimento e, em seguida, mostrar algumas alternativas mais interessantes. Confira!
A poupança rende o equivalente a 70% da Selic, que é a taxa básica de juros do país, mais a variação da TR (Taxa Referencial). A TR está zerada há vários anos, de forma que, na prática, a rentabilidade da poupança equivale mesmo aos 70% da Selic.
O Banco Central vem reduzindo essa taxa desde outubro de 2016. Em setembro daquele ano, a Selic estava em 14,25%. Enquanto escrevemos este texto, em fevereiro de 2020, porém, ela está em 4,25%. Isso significa que a poupança deve render apenas 2,975% ao ano.
Além de ser um rendimento muito baixo por si mesmo, o maior problema é que, muito provavelmente, a velha caderneta vai perder da inflação. De acordo com as projeções do mercado divulgadas semanalmente no Boletim Focus, do Banco Central, a expectativa para o IPCA (índice oficial de inflação) em 2020 é de 3,4%.
Agora, se você aplicar R$ 1.000 na poupança e a taxa de juros permanecer em 4,25%, daqui a um ano você terá R$ 1.029,75. Mas, para ter o mesmo poder de compra que esses R$ 1.000 têm hoje, você precisaria de R$ 1.034, supondo que esses 3,4% da inflação valham para 12 meses. Assim, na prática, aplicar na poupança, com a taxa de juros nesses níveis, é perder dinheiro.
Muitas pessoas se sentem mais confortáveis ao deixar seu dinheiro na poupança por acreditar que é uma aplicação segura, sem grandes oscilações, diferentemente do que ocorre no mercado de ações, por exemplo.
No entanto, precisamos fazer algumas ponderações. Em primeiro lugar, o fato de você ver seu dinheiro “crescer” não significa que você está tendo lucro. Como vimos no tópico anterior, mesmo que nominalmente o valor seja maior, na prática, há redução no poder de compra, ou seja, você vai ter menos dinheiro do que tinha quando fez a aplicação.
Além disso, é preciso deixar claro que existem várias opções de aplicação de baixo risco que rendem mais do que a poupança. Ou seja, você não precisa sair da poupança direto para o mercado de ações. É perfeitamente possível ter uma rentabilidade melhor mantendo-se em investimentos conservadores.
Como dissemos, é perfeitamente possível ganhar um pouco mais com aplicações de baixo risco. Veja algumas opções.
O Tesouro Selic é um título público no qual você pode aplicar pelo Tesouro Direto, que é um programa do governo voltado para os investidores pessoa física. São oferecidos três tipos de títulos públicos — Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+ —, sendo que o Tesouro Selic é o mais comparável à poupança.
Isso porque sua rentabilidade está indexada à Selic, ou seja, o investidor recebe 100% da taxa. No entanto, existe um ponto de atenção. Os títulos públicos sofrem incidência de Imposto de Renda, o que não acontece com a poupança. A alíquota diminui conforme o prazo da aplicação. Veja abaixo:
Assim, para render mais do que a poupança, o dinheiro deve ficar investido por, pelo menos, seis meses. Vamos fazer as contas para comparar. O Tesouro Selic renderá 100% da Selic. Nos patamares de fevereiro de 2020, isso significa 4,25% ao ano. No entanto, é preciso descontar o IR e a taxa de custódia cobrada pela bolsa, que é de 0,25% ao ano.
Se a sua corretora de valores cobrar alguma tarifa, ela também precisa ser descontada. Vamos considerar que não haja custos da corretora. Simulamos um investimento de R$ 1.000 no Tesouro Selic por cinco meses usando a calculadora do Tesouro. Com isso, chegaríamos ao fim desse prazo com R$ 1.011,95, já descontados IR e taxa de custódia.
Para a poupança, pagando 2,975% ao ano (ou 0,2445% ao mês), teríamos, nesse mesmo período, R$ 1.012,28, segundo a calculadora do cidadão do Banco Central.
Agora, quando elevamos o prazo para um ano, já pegamos uma alíquota mais baixa no Tesouro Direto. Nesse caso, já teríamos R$ 1.032,42 para o título público e R$ 1.029,74 para a poupança. Se o dinheiro permanecer aplicado por dois anos ou mais, essa conta fica ainda mais vantajosa para o Tesouro.
Além da rentabilidade maior, os títulos públicos federais são uma aplicação ainda mais segura do que a poupança, uma vez que o risco é o de o governo não pagar os credores, o que é considerado baixíssimo. Outro ponto em favor do Tesouro Selic é que ele tem rentabilidade diária, diferentemente do que ocorre com a poupança, que paga o rendimento apenas uma vez ao mês.
Os fundos de investimento DI têm sua carteira composta por títulos públicos ou títulos privados com risco semelhante aos dos títulos públicos, ou seja, são aplicações de baixo risco. Seu rendimento acompanha o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que, por sua vez, é muito próximo da Selic.
Assim como o Tesouro Selic, tem rendimento e liquidez diários, o que significa que o investidor pode resgatar seus recursos quando quiser. A tributação também é a mesma dos títulos públicos.
Aqui o principal ponto de atenção diz respeito à taxa de administração. Para não corroer demais o rendimento, a taxa não pode ser superior a 0,2% ou 0,3%. A maioria dos grandes bancos só oferece essas taxas para quem aplica quantias altas, mas já existem no mercado inclusive fundos DI com taxa zero.
Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) são títulos de renda fixa emitidos por bancos. Os mais comparáveis à poupança são os pós-fixados, indexados ao CDI. A regra para tributação também é a mesma dos títulos públicos.
Os bancos pequenos e médios costumam oferecer CDBs com rendimentos maiores do que os dos grandes bancos. Em relação ao risco, quanto mais sólido for o banco emissor, mais segura é a aplicação (por isso os bancos pequenos pagam mais), mas os CDBs contam também com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
Esse mecanismo garante o reembolso ao investidor de até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira em caso de falência do banco. Isso não elimina, completamente o risco, mas o reduz bastante.
Outro ponto importante é que nem todos os CDBs têm liquidez diária. Em alguns casos, o dinheiro deve permanecer investido até o vencimento do título ou por um período específico.
Agora você conhece boas opções e já pode perder o medo de sair da poupança para buscar alternativas mais rentáveis. É sempre importante conhecer os custos, os riscos e comparar as oportunidades que o mercado financeiro oferece.
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]]>O post Como o Score de Crédito influencia no seu financiamento? apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>*Texto escrito pela Equipe CrediGO, responsável pelo aplicativo de gerenciamento de contas e cartões de crédito. A proposta do app é ajudar os brasileiros a ter o controle das finanças em uma única tela. Para fazer o download do aplicativo, clique no link e comece a usar agora!
Em busca de um financiamento para o carro ou a casa própria? Milhares de brasileiros diariamente se veem nesta situação, mas nem sempre conseguem entender como o Score de Crédito influencia na busca por melhores condições de pagamento e menores taxas de juros.
E como o próprio nome já explica, o Score de Crédito é uma pontuação que as instituições financeiras utilizam para avaliar o nível de pontualidade dos pagamentos. A intenção é medir qual é a chance de a pessoa dar um calote. Isso significa que antes de te emprestar dinheiro, as empresas vão avaliar o quão confiável você é na hora de pagar as contas em dia.
Dessa forma, as empresas conseguem ter uma visão geral sobre os hábitos de cada pessoa e se é possível dar ou não crédito para quem está em busca de financiamentos.
Ok que a explicação por si só é simples, mas, é preciso fazer um alerta: saber apenas a definição dos termos não é o suficiente. É preciso que você entenda bem como essas três palavras podem mudar sua vida – para o bem ou para o mal.
Essa pontuação de crédito é calculada pelos birôs de acordo com algumas informações do histórico financeiro do consumidor, como compras realizadas, parcelamentos, valores, datas de pagamento e atrasos.
O Score de Crédito varia de zero a 1.000, sendo que quanto menor for a sua pontuação, maior é a chance de você não pagar as suas contas em dia. E o inverso também é verdadeiro: quanto maior a sua nota, mais você costuma pagar as contas sem atrasos.
Para realizar o cálculo, são analisados alguns itens, como:
– idade;
– renda;
– estado civil;
– registros no SPC e Serasa;
E a pontuação do score tem três diferentes níveis:
Vale ressaltar que cada birô tem sua própria metodologia de análise de risco. Assim, é comum que existam pequenas variações nas notas que cada empresa calcula.
Assim como nas demais modalidades de crédito, como cartões e empréstimos, no caso dos financiamentos de veículos e casas, o Score de Crédito é apenas um dos elementos analisados.
Mas é preciso fazer uma ressalva:
Atrasar pagamentos e ter dívidas no CPF é um sinal ruim para quem precisa financiar algum bem. Por isso, são hábitos que devem ser combatidos a todo custo.
Acompanhar e sempre melhorar o seu Score de Crédito é fundamental para que você consiga se beneficiar das facilidades da liberação de crédito bom e rápido.
Mas isso não significa que se você tem um Score baixo, necessariamente vai ter o financiamento negado. Como já falamos, cada instituição financeira consulta diversos tipos de informação a seu respeito. Somente depois disso, ela vai decidir por conceder ou não o crédito. Portanto, não é impossível conseguir financiamentos se sua nota é baixa.
Depois dessas informações todas, você deve estar curioso sobre qual é o seu Score. Então, chegou a hora de saber se você vai poder fazer aquele financiamento que tanto deseja para o seu carro ou casa própria.
Para fazer a consulta do Score, o primeiro passo é baixar o app da CrediGO neste link. Depois disso, é preciso preencher alguns dados importantes. Nada demais. Serão necessários Nome Completo, CPF, nome da mãe (como consta no RG), data de nascimento e outros.
Após preencher as informações solicitadas, a CrediGO e a ProScore (o nosso birô parceiro) fazem a análise dos dados e em alguns minutos você já fica sabendo qual é o seu Score de Crédito.O que você está esperando para conhecer a sua nota na CrediGO? Depois que você já conheceu sua nota e leu este texto sobre como o Score de Crédito influencia nos seus financiamentos, ficou mais fácil de entender o porquê das condições de pagamentos e juros que foram apresentadas para você.
Dicas práticas de como economizar dinheiro
Cartão de crédito sem anuidade é a melhor opção?
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]]>O post Top 10 livros para investidores curiosos apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>Esses dias recebemos aqui na Levante uma turma boa de estudantes da Universidade Federal de Uberlândia (MG). Na ocasião, recebi várias perguntas sobre quais publicações eu recomendo para quem está interessado no mercado financeiro.
Atendendo ao pedido dos estudantes, preparei uma lista top 10 de livros essenciais no mundo dos investimentos.
O primeiro livro do famoso autor de Cisne Negro, bem mais legal por não ser tão repetitivo. Os principais assuntos são: acaso, probabilidade, erro humano, risco e processo de tomada de decisão num mundo cheio de incertezas.
A publicação apresenta o perfil dos milionários americanos, baseado numa extensa pesquisa que mostras informações sobre os seus hábitos e padrões de consumo.
Para minha surpresa, o carro típico do milionário americano médio é um Ford Explorer usado e não um carro esportivo caro (ex: Porsche 911 GT2, recomendação do meu sócio Felipe Bevilacqua).
O livro apresenta uma fórmula mágica para saber quanto cada pessoa deveria ter de patrimônio considerando o seu salário e a sua idade (idade x renda anual líquida de impostos/10).
Uma aula magna sobre a oitava maravilha do mundo: o poder dos juros compostos ao longo do tempo! Não se preocupe que o livro não tem fórmulas matemáticas complicadas. O autor procura responder porque alguns homens conseguem acumular riqueza ao longo das suas vidas e outros não.
A espetacular história de Jesse Livermore, um dos mais famosos especuladores financeiros dos EUA. Ele acumulou fortuna de US$ 100 milhões após a crise da bolsa de Nova Iorque em 1929. O livro foi escrito há muito tempo, mas ainda é extremamente atual no mercado financeiro.
Sem tradução para o português. O autor é um dos fundadores da corretora americana Charles Schwab, empresa que inspirou o modelo de negócios da XP Investimentos. A publicação traz exemplos práticos sobre investimentos, com linguagem simples de maneira. Assim, o objetivo é fazer um pé de meia para a aposentadoria com perfil de risco e retorno adequado para cada investidor. O exemplo do livro que mais gosto é o modelo de três bolsos para investimentos: reserva de curto prazo (emergência), aposentadoria e negociações de maior risco (trading) com prazo variáveis. Eu utilizo muito esse modelo de bolsos (caixas) para fazer a alocação de uma carteira de investimentos por classe de ativos.
O mais agradável e leve da lista. Apesar do nome complicado, enumera alguns princípios básicos que devem ser seguidos no mundo dos investimentos, como por exemplo: “Realize o lucro sempre cedo demais”.
Esse é o livro de cabeceira de nada menos que Warren Buffet e o pilar para a escola de investimento em valor com base em análise fundamentalista de ações/empresas.
O livro narra a ascensão e a queda da gestora de recursos americana Long Term Capital Management (LTCM). A gigante LTCM chegou a ter US$ 100 bilhões sob gestão e combinava a elite dos traders de Wall Street (o famoso John Meriwether, por exemplo) com a nata da academia das universidades americanas (dois prêmios Nobel de economia). A quebra da gigante abalou a segurança do mercado financeiro e a LTCM precisou ser resgatada pelo Tesouro dos EUA.
Talvez esse seja um dos livros mais famosos da lista, que conta inclusive com a sua versão cinematográfica: A Grande Aposta.
A Jogada do Século é melhor livro para entender a crise financeira de 2008, com o colapso do setor imobiliário nos EUA e todos os seus personagens.
O autor, Michael Lewis, escreveu diversos outros livros excelentes sobre o mercado financeiro (O Mentiroso do Pôquer e Moneyball, que virou um grande filme sobre beisebol).
Mistura história com ciência para explicar como o ser humano passou a lidar com o risco. O conceito matemático de probabilidade surgiu apenas no século 13, então a administração de riscos é uma ciência bastante recente. Afinal, risco mesmo é não saber o que você está fazendo, certo?
Eu te dei 10 opções muito boas para você começar a investir na sua educação financeira, com uma seleção eclética de livros que tem uma visão nem sempre convencional do mundo dos investimentos e do mercado financeiro.
Quarenta e cinco minutos de leitura por dia farão com que você vá para a cama dormir um pouco mais esperto do que no dia anterior.
Educação financeira é o caminho para o real aprendizado no mercado financeiro. É um processo longo, constante e com visão de longo prazo. É preciso muita paciência, disciplina e trabalho árduo.
Como acreditamos que as palavras precisam estar acompanhadas de atitudes, a Levante disponibiliza um material exclusivo para nossos assinantes.
O curso Primeiro Passos do Grande Investidor tem mais de 40 vídeos, organizados em 5 módulos.
Mais uma vez: leitor do Domingo de Valor sempre tem desconto.
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]]>O post Porque não investir em P2P apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>Caso não tenha ouvido, vou te explicar. A proposta do P2P lending é unir pontos e também pessoas. Em uma ponta, estão empresários que precisam de um empréstimo e, na outra, investidores em busca de bons retornos. Como você já deve supor, o nosso enfoque aqui será pelo lado do investidor, buscando responder se esse tipo de investimento vale a pena ou não.
Tudo isso acontece sem a necessidade de um intermediador, possibilitando mais benefícios aos envolvidos.
Quer mais exemplos de P2P? Já pediu um carro pelo Uber e percebeu que o aplicativo foi apenas um intermediário entre você e o motorista? Já reservou uma casa via Airbnb, como um acesso ao proprietário?
Então, você já fez uso do P2P. No nosso caso, do P2P lending, trata-se de um empréstimo coletivo.
Até aí o cenário enche os olhos, especialmente por um motivo: é possível reduzir os custos envolvidos, fazendo com que o empréstimo tenha uma taxa de juros menor ao tomador e mais ganho a quem emprestará o valor.
As plataformas são 100% online, não têm custo com agências, são startups mais enxutas…
Outra vantagem amplamente disseminada é que essas empresas são mais ágeis e eficientes. E neste ponto eu já não concordo.
Primeiro porque cada vez mais as pessoas estão percebendo que as startups talvez não sejam tão eficientes e lucrativas assim – vide o polêmico IPO da Uber. Startups são empresas assim como quaisquer outras, e não é porque carregam esse nome que necessariamente são disruptivas e estão realizando um ótimo trabalho. Precisam de tempo para maturação e entendimento do novo negócio que estão desenvolvendo, adaptações ao longo da trajetória…Um exemplo: como a startup de P2P pode ter certeza que o método utilizado para identificar a capacidade de pagamento da empresa é o mais eficiente? Não há dúvidas de que esse processo demanda tempo. É uma curva de aprendizado até que todos os processos estejam redondos e funcionando da melhor forma.
Feito este adendo, vamos voltar a questão do P2P lending.
Outro grande problema é que estamos no Brasil. A maior parte das pequenas e médias empresas que optam por captar recursos via P2P estão em seus primeiros anos de vida. E você já viu que no Brasil, nos últimos três anos, têm mais fechado do que aberto novas empresas? E que uma a cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos no mercado?
Então, esse fator é essencial. Isso porque a sua chance de não receber o dinheiro emprestado a uma dessas empresas que poderá fechar as suas portas daqui alguns dias é muito grande.
O cenário atual compreende que a nossa economia ainda está patinando para crescer. Por mais que estejamos otimistas com o que acontecerá daqui para frente, ainda temos um longo caminho para voltar a ter a força suficiente para que empresários, consumidores e famílias gozem de maior estabilidade. Demanda tempo para inversão do ciclo.
Portanto, isso faz com que o nível de inadimplência visto até agora de empresas que pegam recursos emprestados via P2P seja muito alto.
Essa realidade é diferente em outros países, como a Inglaterra, de onde algumas startups buscaram a sua inspiração de modelo.
Diversificação? Neste momento, você pode argumentar que essas startups de P2P costumam formar um portfólio com diversas empresas. Assim com a diversificação, você minimiza os riscos.
Contudo, ainda assim, não é diversificação o suficiente para que você entre neste negócio. Se você investir em um pool com cinco empresas diferentes e uma delas não cumprir com a sua dívida, ou seja, 20% da estratégia, você estaria satisfeito? Eu não.
Com isso, a minha batida de martelo é a seguinte: este ainda não é o momento de investir o seu dinheiro em startups de P2P lending.
Os riscos envolvidos no processo são muito maiores do que os ganhos. A assimetria não vale a pena.
Além do que, a proposta é que seja um investimento em renda fixa. Isso mesmo, você pode perder todo o seu dinheiro em uma aplicação que supostamente seria segura. As startups de P2P contam com instituições financeiras parceiras responsáveis por originar as operações, que são lastreadas por títulos que representam a dívida. São eles o CCB (Cédula de Crédito Bancário) e o RDB (Recibo de Depósito Bancário). Ou seja, são títulos que tem como lastro projetos de diversas pequenas empresas.
BAIXE AGORA O RELATÓRIO “AS MELHORES AÇÕES DO IBOVESPA
Em minha opinião, se é para correr risco, que seja da melhor maneira. Compensa mais investir em renda variável, ações ou fundos de investimentos do que almejar os mais de 1% ao mês proposto pelas empresas de P2P. Você terá oscilações pelo meio do caminho, mas se você tiver fundamento na hora de escolher, terá rendimentos.
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]]>O post Boas Novas – 12/02 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>O volume de aplicações financeiras das pessoas físicas cresceu 9 por cento em 2018 e chegou a 2,79 trilhões de reais. Contudo, a maior parte dos investimentos segue na poupança, representando 40 por cento de todo o montante. Na sequência, estão os fundos de investimentos com 32,5 por cento das participações e os títulos e valor mobiliários responderam por 27,6 por cento das aplicações.
A divisão do portfólio de investimentos dos brasileiros ainda está longe do que considero o ideal. Afinal, não dá para deixar a maior parte dos recursos apenas com o rendimento da poupança. Por isso, pensando em auxiliar quem tem interesse em formar uma carteira de investimentos completa, estruturamos a Carteira Levante.
Renda fixa, ações, fundos imobiliários, multimercados, moedas e opções são combinados e otimizados para trazer o melhor retorno possível ao investidor. E sem correr riscos desnecessários. Para saber mais deste produto ultra exclusivo da Levante, envie um e-mail para [email protected].
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]]>O post Tem que acompanhar isso aí – 24/01 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>O número de pessoas que faz algum tipo de acompanhamento e análise de seus ganhos e gastos por meio de um orçamento aumento. Passou de 55 por cento em 2017 para 63 por cento em 2018, segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Mas, apesar da alta, ao menos 36 por cento dos brasileiros não acompanha as suas finanças pessoais.
Eu sei que fazer o acompanhamento não é uma das atividades mais divertidas, anotar em caderno ou montar um Excel, demanda trabalho e paciência.
Contudo, atualmente, diversos aplicativos fazem essa tarefa para você, como o Guiabolso. Fui lá na sede deles e conversei com o fundador, o Thiago Alvarez, neste vídeo aqui. Além da minha conversa com ele, também temos um passo a passo em como navegar pelas telas do app.
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]]>O post 5 motivos para investir em previdência privada apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>Ok! Sei que isso não é fácil (afinal, se fosse, todos fariam). Por isso, é muito importante se valer de atalhos para facilitar a adoção destes hábitos. Estes são os famosos nudges, ou empurrõezinhos, conceito que rendeu um Nobel de economia a Richard Thaller e que diz que é possível influenciar algum aspecto da arquitetura de escolhas dos indivíduos para alterar seus comportamentos sem que seja por meio de proibição, ordem ou algum incentivo econômico diferenciado.
Mas o que isso tem a ver com os motivos para se contratar um plano de previdência privada?
Em minha opinião, tudo! Um dos principais benefícios de se fazer um plano de previdência privada é o fato de você conseguir cadastrá-lo em débito em conta. Você cadastra o débito e, da noite para o dia, passa a pagar a si mesmo primeiro, como manda o homem mais rico da babilônia ou o Pai Rico. Isso é muito poderoso!
Sendo assim, vamos aos cinco motivos para se contratar um plano de previdência privada:
Gostou do conteúdo? Além do artigo sobre os motivos para investir em previdência privada, a Levante está preparando novos conteúdos sobre o tema, que em breve estarão no ar. Fique de olho e não deixe de seguir nossas redes sociais!
*Artigo escrito por Ivens Gasparotto Filho, que atua há mais de 10 anos no mercado financeiro, trabalhando diretamente com investidores pessoa física e planejamento financeiro pessoal na Guide Investimentos.
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]]>O post E Eu Com Isso? – 10/01/19 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>Se tem um assunto que não podemos fugir é o que diz respeito aos maiores países do mundo (EUA e China), que geram grandes impactos para os negócios brasileiros. Hoje (10), foi a vez de termos uma leve decepção com a inflação chinesa, que desacelerou muito mais do que o previsto em dezembro. O risco de uma inflação negativa (deflação) evidencia os sinais de perda de força da economia chinesa.
Ao menos os sinais dos EUA foram mais tranquilizadores. A ata do Fed (Banco Central norte-americano) veio em um tom mais ameno de que as próximas altas da taxa de juros seguirão um ritmo mais lento.
Já por aqui, a agenda econômica segue sem grandes novidades. Por outro lado, a política segue a todo vapor com a decisão do STF em determinar eleições secretas para Senado e para a Câmara dos Deputados, o que não é tão bom para o Planalto, pois favorece a eleição de Renan Calheiros para o Senado. O cenário acaba se assemelhando ao filme do serviço de streaming Netflix, Bird Box, que mostra pessoas vendadas tentando fugir de um grande mal.
Depois de um rali no começo de ano nos mercados internacionais, hoje o dia será mais negativo e de ajustes. Por aqui, vamos seguir a tendência dos mercados mundiais, e depois de muitas altas no ano de 2019, vamos ter um dia de realizações. Com isso, no dia 10 de janeiro partiremos para a segunda queda da Bolsa por aqui.
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]]>O post 6 dicas para fazer o dinheiro render em 2019 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.
]]>Como sabemos que não é uma tarefa simples ganhar dinheiro, economizar todos os meses, planejar suas finanças e se tornar um investidor assíduo, criamos esse post para ajudá-lo: são 6 dicas especiais que poderão garantir o rendimento do seu dinheiro em níveis superiores, em comparação ao ano passado. Vamos nessa?
Para começar, vamos analisar primeiro como ganhamos o dinheiro.
Ao longo de nossa vida, trabalhamos, recebemos heranças — em alguns casos — e buscamos diferentes formas de receita por meio de rendas extras. Mas o que você talvez não tenha percebido é que acaba colocando cada dinheiro que recebe em uma “caixinha” diferente.
E, mais do que isso, cria suas regras próprias para cada uma delas — repare com atenção e veja se você também utiliza esses critérios:
A partir dessas divisões, acabamos utilizando esses recursos de maneiras muitas vezes incorretas, beirando o absurdo. Quer um exemplo prático? Já solicitou um empréstimo com altas taxas enquanto o seu dinheiro parado na poupança rende muito menos?
Pois é, cair em armadilhas — como a de atribuir valores incorretos ao dinheiro — ocorre com mais frequência do que você imagina. Por isso, é de total importância atribuir valores corretos ao seu dinheiro. Não é porque você “ganhou” que pode gastar de qualquer forma, não é mesmo?
Apenas com este novo ponto de vista, será mais fácil seguir com a sua organização financeira.
O próximo passo consiste em seguir uma regra fundamental na vida de quem pretende melhorar a sua vida financeira ao longo dos seis meses que restam de 2019: juntar, guardar, reservar, esconder… pode ser a palavra que você preferir, desde que se comprometa em guardar uma parcela de seu dinheiro a cada mês.
Para que isso seja possível, você tem que fazer o caminho inverso do que vinha fazendo. Na hora em que o salário cair em sua conta, já reserve uma quantia para não gastar — e não espere que sobre algo ao final de 30 dias.
E não estou falando para guardar metade do que recebeu e passar aperto no restante do mês. O ideal para que o processo se torne natural é, aos poucos, começar com uma fração e aumentar gradualmente. Não tem milagre: é preciso andar os primeiros quilômetros para depois correr uma maratona. Um passo de cada vez, com consistência, e você chega ao seu destino.
Feito isso e mantendo a disciplina ao longo de sua jornada, por fim, você pode acrescentar alguns atalhos.
Para que fique mais fácil não deixar esse dinheiro que você guardará mensalmente parado — aqui me refiro a deixar na poupança, por exemplo — você pode já destinar as aplicações automáticas. É só programar em seu banco onde deseja aplicar e para já facilitar boa parte do que seria o seu trabalho em escolher onde investir. Mas, e se você não sabe onde investir?
O seu primeiro investimento deve ser a formação de uma boa reserva para eventuais emergências. Para qualquer imprevisto, você precisa contar com um dinheiro que seja fácil para ser resgatado e que ainda tenha um rendimento interessante. Calcule algo em torno de quatro a dez vezes os seus gastos mensais e aplique no Tesouro Selic, por exemplo. Após essa etapa, vá para a diversificação e aumento de risco de sua carteira.
O hábito de poupar torna-se mais natural quando você identifica o seu perfil de investidor. Se você já fez pelo menos uma aplicação financeira que não seja a Caderneta de Poupança, sabe do que estou falando.
Como fazer o dinheiro render é algo que não acontece da noite para o dia, é importante alinhar as suas expectativas com as possibilidades à mão, concorda? Por isso, se ainda não fez, aproveite para começar já a se reconhecer em um dos três perfis mais conhecidos e, assim, fazer aplicações de acordo com o seu perfil.
Investidores conservadores preferem aplicações financeiras do tipo renda fixa prefixada ou pós-fixada. De acordo com o Banco Itaú, o investidor conservador é:
“Avesso a riscos, prioriza segurança em seus investimentos. Objetiva proteção do seu patrimônio.”
Já o investidor do tipo moderado é aquele que procura equilibrar a segurança das aplicações do tipo renda fixa com o risco dos investimentos em ações e fundos imobiliários, por exemplo. O Banco Bradesco dá a seguinte definição para esse perfil:
“Você busca rentabilidade superior à taxa básica de juros sem abrir mão da segurança. Tem certa tolerância ao risco, mas foca na preservação dos seus investimentos
Finalmente, temos o perfil de investidor arrojado. É a pessoa que, com algum conhecimento do mercado e dos riscos, já ousa investir grande porcentagem do seu patrimônio em ativos com maior rentabilidade como as ações, por exemplo. Segundo a definição do Banco do Brasil, esse tipo de investidor:
“Busca possibilidade de maiores ganhos no longo prazo, para isso aceita correr mais riscos. Para proteger seu patrimônio, o indicado é aplicar parte de seus investimentos em produtos de baixo risco.”
Então, conseguiu se “enquadrar” em um dos perfis apresentados? Agora que você sabe, ou, pelo menos, tem uma ideia de como começar, conheça três tipos de investimentos sugeridos para cada tipo de investidor.
Investidores conservadores têm nos títulos públicos uma alternativa segura e relativamente pouco exposta a riscos. Enquadram-se nesse tipo de investimento todos os títulos emitidos e controlados pelo governo, com destaque para o Tesouro Direto.
Você já ouviu falar dos FIIs, os Fundos de Investimentos Imobiliários? São cotas de imóveis, então você pode ser “dono” de um galpão logístico, hospital, shopping center, entre outros. Os FIIs possuem dois segmentos mais conhecidos. Tem os chamados Fundos de Tijolo, nos quais você investe diretamente em imóveis físicos destinados a atividades produtivas, ou seja, não residenciais. Os FIIs também apresentam os Fundos de Papel, os quais investem em recebíveis imobiliários como por exemplo o CRI.
As ações são consideradas para um perfil mais arrojado, uma vez que são empresas, portanto é necessário um estudo grande sobre os governantes da empresa, lucros, prejuízos, cenário macroeconômico, entre outros. As ações por serem “pedaços” de empresas também sofrem maior volatilidade, uma vez que diversas notícias do dia a dia impactam as ações. Por exemplo, se ocorre uma notícia sobre o petróleo, seja ela positiva ou negativa, impactará as ações da Petrobras. Isso porque a empresa está diretamente relacionada ao petróleo.
Porém acreditamos que títulos públicos, fundos imobiliários e ações devem compor a carteira de qualquer tipo de investidor, seja ele conservador, moderado ou arrojado, o que vai importar de fato no final é a porcentagem de alocação de capital em cada ativo. Outro ponto importante é que dentro da renda variável como os FIIs e as Ações é possível determinar quais ativos são mais conservadores, quais são moderados e quais são mais agressivos, por isso é importante a ajuda de um especialista na área.
Outro aspecto fundamental para um investidor, não importa o perfil, é saber das previsões e tendências de mercado para as aplicações em que pretende investir. Sendo assim, posso te dizer que as ações se destacam, já que estão numa curva ascendente de crescimento desde 2016. O Ibovespa saiu de aproximadamente 38 mil pontos em 2016 para mais de 100 mil pontos em 2019.
Já os títulos públicos estão oscilando desde 2018, em função da economia ainda em recuperação. Logo, quem deseja uma rentabilidade mais alta não terá nesse tipo de investimento a melhor opção, pelo menos nesse momento. Por sua vez, as aplicações em Fundos Imobiliários estão relativamente estáveis em 2019. Tendo em vista o crescimento elevados dos seus rendimentos nos dois primeiros meses do ano, formou-se uma expectativa positiva que deve se manter.
Além disso, para entender ainda mais do funcionamento do mercado e o desempenho dos ativos, informar-se com quem realmente entende do assunto é altamente recomendado. Nesse sentido, nossa dica é para que você não perca as atualizações do nosso boletim diário e a coluna “e eu com isso?“, com as últimas notícias e opiniões que impactam seus investimentos.
E aí, as dicas são ou não são úteis para quem quer fazer de 2019 um ano ideal para investir e ganhar mais do que seu próprio salário? Saber como fazer o dinheiro render, além de conhecimento, depende também de disciplina. Tenha nos seus investimentos um porto seguro e não mexa neles, a não ser que eles tenham chegado ao patamar desejado, certo?
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