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Investir em ações: saiba como fazer isso e entenda tudo sobre esse tipo de investimento

Atualmente, saber como investir em ações é essencial. Além de ser, há muito, um dos tipos de investimentos mais rentáveis na Bolsa de Valores (B3), as ações têm ganhado cada vez mais espaço no universo dos investimentos no Brasil. Basta vermos a importância do Índice Bovespa (Ibovespa), atualmente, para investidores e, até mesmo, para a economia como um todo. 

Assim, antes de realmente investir o seu dinheiro nesses papéis, é recomendável que você saiba tudo sobre eles.

A fim de ampliar o seu conhecimentos sobre esse assunto, então, trazemos a você este artigo. Aqui, trataremos de diversas questões importantes sobre o tema, desde como investir em ações até o processo de negociação delas em Bolsa.

Este artigo passará pelos seguintes tópicos, respondendo a perguntas recorrentes e extremamente importantes sobre tema em questão:

  • O que é a Bolsa de Valores?
  • O que são ações?
  • Quais as classificações das ações?
  • Quais os tipos de empresas e ações?
  • Quais as filosofias de investimento principais?
  • Como empresas vendem ações na Bolsa?
  • Quais os tipos de negociações na Bolsa?
  • Como escolher ações?
  • Há riscos no investimento em ações?
  • Como investir em ações?
  • Conclusão

 

Para saber mais ainda sobre ações e tornar-se um grande investidor na Bolsa de Valores, baixe agora o nosso e-book gratuito sobre o tema.

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O que é a Bolsa de Valores? 

Aplicativo da B3 em foco; ao fundo, gráficos de negociações.

Para saber como investir em ações, é importante compreender antes o que é a Bolsa de Valores brasileira.

Em suma, a Bolsa de Valores consiste em um mercado onde empresas e pessoas – físicas ou jurídicas – negociam ações e afins, comprando-as ou as vendendo.

Atualmente, no Brasil, essa instituição é a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão). Em suma, sua principal função é ser um ambiente seguro para negociações. Portanto, ela garante a segurança e o recebimento do dinheiro de compra e venda de papéis (ações, cotas de Fundos, contratos futuros etc.). Para saber mais sobre a Bolsa, bastar clicar aqui.

Na Bolsa, há diversos tipos de papéis sendo negociados, tais como cotas de Fundos de Investimento em Ações (FIAs), contratos futuros etc.

O que são ações?

Lupa destacando trecho de gráfico.

Basicamente, as ações constituem “pequenas parcelas de uma companhia”. Tais “parcelas” são negociadas em Bolsa por empresas de capital aberto.

Assim, ao investir em ações de uma empresa, você está comprando partes do capital social dela. 

Além disso, é importante ressaltar que, no geral, quando se investe em Renda Variável, correm-se os riscos envolvidos no processo.

Mais necessário ainda é pontuar que, até mesmo, os investimentos de Renda Fixa têm risco envolvido. Ou seja, ao começar a investir no mercado financeiro, você deve sempre buscar balancear esses riscos por meio da diversificação de sua carteira.

Quando você comprar ações da empresa X, por exemplo, você não será um funcionário dela, mas sim um acionista. Assim, você estaria exposto às possíveis variações da cotação.

Há também um detalhe importante na hora de investir, de fato, em ações: saber como encontrá-las. Em suma, elas são compradas, vendidas e encontradas por meio de seus “tickers”. Basicamente, um ticker consiste em um código seguido por uma numeração.

Por exemplo, se pegarmos a empresa Vale, importante mineradora atuante no Brasil, seu ticker é VALE3. No tocante a essa empresa, é com ele que você fará todos os processos envolvidos nas negociações da Bolsa – e é assim que funcionará com os outros papéis disponíveis.

Quais as classificações das ações?

Há dois tipos de ações disponíveis na Bolsa de Valores: as Ordinárias (ON) e as Preferenciais (PN). As ON possuem o código “3” no fim do ticker, como em VALE3; as PN, por sua vez, possuem o código “4”, como em PETR4.

Vejamos, agora, as diferenças entre elas:

Ações Ordinárias (ON)

Em suma, as ações do tipo ON dão direito a voto nas assembleias da empresa em que se está investido. Entretanto, vale ressaltar que isso não significa que você terá, no caso de investir em papéis ON, poder de veto.

Para aqueles que desejam ser sócios ativos de uma empresa, o recomendado é que comprem o maior número de ações ON possível.

Aos pequenos investidores, porém, esse tipo de ação não oferece muitas vantagens, posto que só se terá alto poder de escolha caso se tenha muitos papéis.

Ações Preferenciais (PN) 

As ações do tipo PN oferecem preferência na distribuição de dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP).

Além disso, a preferência estende-se também ao reembolso do capital – no caso de a empresa ser vendida.

Units

As units consistem em um “pacote” com diversos tipos de ações. Ou seja, podem conter ações ON, PN e até BRDs (Brazilian Depositary Receipts). Comprando uma unit, o investidor compra tudo aquilo que ela abarca.

Elas são identificadas pelo número 11 no fim do ticker de uma ação (exemplo: SANB11). Além disso, são compradas/vendidas como uma unidade.

Quais os tipos de empresas e ações? 

Setores para investimento em destaque.

Este tópico é muito importante àqueles que pretendem investir em ações, pois entender os tipos de empresas e ações é essencial para a definição de estratégia do investidor.

Falaremos particularmente sobre os tipos de empresas e suas respectivas ações.

É importante ressaltar que os tipos de empresas listados na Bolsa podem ser caracterizados conformes os seguintes aspectos: valor de mercado, liquidez e volume de negociação.

Partamos às classificações principais.

Blue chips

As ações que pertencem a empresas grandes e consolidadas no mercado e, principalmente, em seus setores de atuação são chamadas de blue chips.

Os tipos de empresas que abarcam as blue chips são empresas que, geralmente, já têm bons históricos de negociação e consistência na Bolsa de Valores. Assim, esses papéis têm alto nível e alta liquidez (facilidade de compra e venda). E, é claro, são muito procuradas por aqueles que pretendem investir em ações estrategicamente.

Ademais, tais empresas têm como características principais os seguintes pontos:

  • Boa relação com seus acionistas;
  • Valor de mercado alto;
  • Volume de negociação constante e elevado;
  • Liquidez alta;
  • Lucros distribuídos constantemente – e em grande quantidade.

Os três últimos pontos estão diretamente ligados aos benefícios de blue chips.

Vale lembrar, por fim, que essa classificação não é oficial, ou seja, a B3 não a usa para listar tais empresas.

Exemplos de blue chips: Vale (VALE3), Petrobras (PETR3, PETR4) etc.

Small Caps

Quando se pensa em investir em ações hoje em dia, é inevitável que não se pense nas small caps.

Isso se deve, pois, no geral, por conta da baixa capitalização e da baixa liquidez que possuem, essas empresas não são muito bem precificadas pelo mercado. Assim, ao investir em ações desse tipo, o preço que se paga por elas, geralmente, é bem menor do que o preço justo que elas exprimem em uma análise fundamentada.

Para facilitarmos o processo de caracterização das small caps, iremos utilizar como base os critérios usados pelo Índice SMLL, da B3, para definir uma empresa como uma small cap (mais informações no site oficial da Bolsa). Basicamente, para estar dentro desse grupo, a empresa precisa:

  • Estar fora da lista dos ativos que representam 85% do valor de mercado de todas as empresas listadas na Bolsa;
  • Estar dentro dos padrões de negócios estabelecidos pela Bovespa;
  • Não ter suas ações valendo menos que 1 R$;
  • Ter estado presente em 95% dos últimos pregões da Bolsa.

Devido à grande capacidade que as empresas que possuem small caps têm de crescer, busca-se, ao investir em ações desse tipo de companhia, alto retorno.

Exemplos de small caps: Santos Brasil (STBP3) e Banco Inter (BIDI4) – entre outras.

Quais as filosofias de investimento principais? 

Neste tópico, trataremos exclusivamente de duas “filosofias de investimentos” e suas ações.

Value Investing 

A filosofia do Value Investing preza por investimento em ações de ótimas empresas que estejam sendo avaliadas com valor depreciado.

Isto é, dentre as principais filosofias de investimento, o Value Investing foca investir em ações de longo prazo, de empresas boas (e consolidadas no mercado), mas que estejam avaliadas de modo errôneo. Isso faz com que o preço de suas ações seja menor do que o preço justo delas.

Assim, considera-se o valor “potencial” de uma empresa – e não o precificado pelo mercado. Ganha-se, em suma, com a valorização de suas ações – até que elas cheguem, no futuro, ao valor justo estipulado.

As empresas que entram no hall do Value Investing possuem o que podemos chamar de value stocks.

As value stocks passam pelo mesmo processo das empresas avaliadas (e enquadradas) pelo método do Value Investing. Tecnicamente, “ações de valor” (tradução literal para o português) são aquelas que estão com os múltiplos baixos quando comparamos o preço de mercado com o VPA (Valor Patrimonial por Ação).

Resumindo: são papéis que representam boas oportunidades de investimento. Pois seu valor estaria, em relação ao seu resultado real, subvalorizado pelo mercado. Assim, ao considerar investir em ações, vale também considerar as value stocks.

Growth Investing 

A estratégia do investimento em empresas que se enquadram na filosofia do Growth Investing tem como objetivo o lucro com o aumento dos preços das ações.

As empresas do Growth Investing são aquelas que, futuramente, por conta da gestão interna e do planejamento, crescerão suas receitas e seus lucros de maneira consistente. Desse modo, elas tendem a se tornar maiores que seus concorrentes e que a indústria geral.

Ou seja: o lugar de destaque no mercado e a relevância no segmento são “destinos” – ou objetivos – das empresas dessa categoria.

Nessa metodologia, compram-se as ações de uma empresa que se enquadre nela, mesmo que seu Valuation e suas métricas, como P/L (Preço/Lucro), pareçam elevados. Isso se deve pela crença de que seus papéis terão uma valorização tamanha que, o que hoje é considerado caro, será barato futuramente.

E quais são as ações da filosofia do Growth Investing? São as chamadas growth stocks. Como as empresas dessa metodologia sempre mantêm seus lucros e suas receitas acima da média do mercado, as growth stocks tendem a ter valorizações constantes.

Vale lembrar que growth stocks geralmente não pagam dividendos. Isso pois, como o objetivo é o crescimento, elas tendem a reinvestir os lucros obtidos.

Por fim, antes de continuarmos, vale dizer que há também um tipo de ação bastante em alta hoje em dia: as ações de tecnologia. Temos um artigo que fala justamente sobre o assunto. Para acessá-lo, clique aqui.

Como empresas vendem ações na Bolsa? 

Botão IPO em destaque.

Mais à frente, falaremos sobre como o investidor pessoa física pode investir em ações na prática. Todo o processo é online e acontece por meio de corretoras. Tais corretoras cumprem o papel de “intermédio” entre o investidor e os papéis ofertados na B3.

Porém, uma pergunta que pode já lhe ter surgido é a seguinte: “Como empresas vendem ações na Bolsa?” Mais ainda: “Como tais papéis são disponibilizados, em quais quantidades e valores?”

Entender esses pontos é essencial para quem deseja começar a investir em ações. Assim, vale falar um pouco sobre isso.

Oferta Pública Inicial (Initial Public Offering – IPO)

Quando uma companhia realiza uma Oferta Pública Inicial de ações, ela está abrindo seu capital em Bolsa, tornando-se, assim, uma empresa de “capital aberto” e podendo receber investidores diversos.

O objetivo central de uma empresa, ao ofertar ações na Bolsa, é arrecadar dinheiro para financiar seus projetos. Mas, em suma, isso varia de caso a caso. A questão do “status” que ter capital aberto concede a uma companhia pode estar dentre os motivos que a levem a realizar um IPO, por exemplo.

 Ademais, a abertura de capital é complexa e envolve diversos processos. A empresa precisar ser uma S/A juridicamente e respeitar às diversas exigências fiscais e corporativas. No geral, há seis “processos” até a devida abertura de capital da companhia: 1. Planejamento e auditagem; 2. Roadshows; 3. Registro; 4. Prospecto; 5. Reserva e bookbuilding; e 5. Estreia definitiva em Bolsa.

O investidor pode investir em um IPO, também. Porém, deve-se ficar atento a algumas questões, como à falta de histórico da companhia e ao processo de flipagem.

Oferta subsequente de ações (follow-on

O processo de follow-on é muito similar ao processo de IPO. Em suma, a principal diferença é que, no caso da emissão das ações de um follow-on, a empresa já terá realizado o seu IPO. Ou seja: já é uma companhia de capital aberto. Assim, ela realiza uma oferta subsequente emitindo mais ações no mercado.

No geral, uma empresa realiza um follow-on para aumentar a liquidez de suas ações e conseguir mais recursos.

Esse processo pode ser público, em que todos os investidores podem investir em ações do processo, ou restrito, em que apenas investidores institucionais podem participar.

Por fim, as ofertas subsequentes podem ser primárias ou secundárias. No primeiro caso, a própria empresa é a vendedora de novas ações; assim, todo o recurso vai diretamente ao seu caixa. No segundo caso, um ou diversos acionistas disponibilizam suas ações para a venda. Então, não há alteração no capital social da companhia e todo o recurso vai aos acionistas vendedores.

“E quando esses eventos não acontecem? Não se pode investir em ações (ou vendê-las)?” De modo algum: em ocasiões diferentes das listadas, temos o Mercado Secundário. Nele, basicamente, a compra e a venda dos papéis são feitas de investidor para investidor, com o dinheiro indo direto à conta daquele que vendeu as ações, e não para a empresa.

Quais os tipos de negociações na Bolsa? 

Agora, falaremos sobre um ponto importante quando se trata de investir em ações: os tipos de negociações na Bolsa. Em suma, quando se compra e vende ações de empresas na Bolsa, deve-se sempre ter em mente o período que se deseja ficar com elas, quando vendê-las etc.

Ou seja: para além de simplesmente negociar ações, é importante saber como manejá-las, e isso, claro, a partir de seus objetivos, de sua tolerância ao risco e de sua filosofia de investimentos.

Aqui, falaremos apenas de dois tipos de negociações na Bolsa. Há muitos outros; mas, hoje em dia, os que mostraremos a seguir são os mais propagados.

Investir em ações como Day trade

Dentre as modalidades de trade, a mais famosa atualmente é o day trade.

Nessa modalidade de negociação, o negociador compra e vende seus papéis em períodos curtíssimos de tempo. As operações são abertas e fechadas no mesmo dia, raramente se estendendo mais que isso.

Em suma, o objetivo central deste tipo de negociação é o ganho rápido, não importando (falando-se em termos de fundamento e valuation) em qual ativo ou empresa se esteja investindo.

Grande disponibilidade de tempo e enorme paciência são requisitos importante àqueles que praticam o day trade, pois, ao investir em ações por meio desse método, é necessário estar sempre atento às oscilações do mercado.

O day trade é um tipo de investimento que carrega muito risco, visto que é de curto prazo e está exposto a diversas variações inesperadas do mercado.

 Investir em ações por meio de Buy and hold 

Esse tipo de negociação visa ao longo prazo, com os investimentos podendo ficar alocados durante anos, até décadas.

Aqui, o foco, ao investir em ações, não é o ganho rápido e imediato, mas sim a construção de uma carteira de ativos (falaremos dela à frente) composta por empresas e alocações de qualidade – algumas com mais risco e outras, com menos.

Aqui, o preço das ações, fator essencial para o day trade, não é o foco; o valor das empresas, o que elas podem retribuir em termos de dividendos, a valorização futura das cotas, o valor justo das ações, tudo isso entra na análise da modalidade buy and hold.

Além disso, a Análise Fundamentalista é uma das bases desse tipo de investimento; ou seja, os fundamentos da empresa, os índices, seus resultados, aquilo que ela comunica, todos esses fatores são analisados minuciosa e comparativamente, com até mesmo o setor da empresa tendo importância ao investidor.

Como escolher ações?

A escolha de cada papel deve ser pensada e condizente com os seus objetivos.

É importante, ademais, para investir em ações, ter conhecimento sobre o ambiente macroeconômico e suas consequências às empresas e ao mercado financeiro. Além disso, é válido também compreender as análises qualitativas e quantitativas por detrás de uma empresa.

O processo de investir em ações não é simples; mas é para todos. Assim, entender como escolher os papéis é fundamental para que se componha uma carteira sólida e rentável de investimentos.

Além de tudo isso, saber o seu perfil de investidor, seu horizonte de tempo para os investimentos (curto, longo ou médio prazos) e seus objetivos pessoais são questões essenciais e devem ser levadas em conta.

Há riscos no investimento em ações? 

Pilha com moedas em cima representando risco.

Como todos os tipos de investimento, investir em ações também traz riscos. Porém, é possível amenizá-los.

Dentro do universo dos investimentos, classifica-se os riscos em dois.

Riscos sistêmicos 

Esse tipo de risco é o mais problemático para os investidores. Isso se deve ao fato de eles serem difíceis de prever. Além disso, eles afetam a economia como um todo.

Assim, ao investir em ações, deve-se estar ciente de que movimentações como essa podem, vez ou outra, surgir. Geralmente, quando riscos como esses entram em cena, eles o fazem de maneira impactante. Exemplos claros são: a crise dos EUA, em 2008, e a crise ocasionada pela Covid-19.

Além disso, grandes instabilidades no sistema financeiro também podem acarretar esses riscos. Assim, eles geralmente não só afetam a economia de apenas um país, mas sim a de todos aqueles que têm relações financeiras com ele.

Riscos não sistêmicos 

Já no caso dos riscos não sistêmicos, temos algo bem diferente. Esse tipo de risco afeta a empresa ou o setor no qual ela está inserida. Portanto, são mais fáceis de serem previstos, já que suas causas são mais aparentes e fundamentadas.

Apesar de só falarmos de diversificação de carteira mais à frente, vale antecipar um ponto. Tal ponto consiste no seguinte: ao realizar uma boa diversificação de seus investimentos, a probabilidade de você sofrer as consequências dos riscos não sistêmicos é reduzida drasticamente.

Por exemplo: se o setor agrícola passar por uma crise durante um determinado período, caso tenha apenas ações desse setor, você será muito impactado em seus investimento. Agora, caso você tenha diversas ações – de diferentes setores – em paralelo, assim como outros tipos de investimentos (Fundos, títulos públicos etc.), você conseguirá minimizar bastante esse impacto.

Como investir em ações?

Aparelho para investir em ações  em foco.

Agora, falemos um pouco sobre como investir em ações.

Inicialmente, você precisará criar uma conta em uma corretora de investimentos (pela internet) para investir em ações. Algumas informações são necessárias, mas nada muito específico.

Quando você tiver aberto sua conta, precisará transferir a quantia de dinheiro que deseja investir em ações para a sua corretora. Geralmente, as transferências são feitas via TED. Assim, atente-se às taxas cobradas pela instituição bancária.

Ademais, atente-se também às taxas cobradas pela corretora escolhida. Ela pode ou não as cobrar, a depender da instituição financeira. Os impostos também devem ser olhados com cuidado.

É importante destacar que o valor de cada ação varia bastante. É possível investir em um lote de ações, que contém 100 ações e é o padrão de negociação. Ou em ações “fracionárias”, disponíveis no mercado fracionário. Nesse caso, pode-se comprar de 1 a 99 ações.

Conclusão

Como foi possível ver neste artigo, investir em ações é um processo que envolve fatores importantes. Porém, ele é para todos.

A tendência, daqui em diante, é que cada vez mais investidores ingressem no universo dos investimentos. Por consequência, as ações se tornarão mais e mais negociadas. Isso ressalta a importância de se saber minuciosamente como investir em ações. Pois, apenas assim, se pode montar uma carteira sólida e rentável de investimentos.

Por fim, esperamos que este artigo tenha ajudado você a ampliar seus conhecimentos acerca do processo de investir em ações. Caso tenha alguma dúvida, deixe seu comentário. Estaremos sempre atentos para respondê-lo.

 


Leia também: Buy and Hold: saiba como funciona esse estilo de investimento.

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