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Como se proteger da alta do dólar? Entenda

Você está acompanhando a cotação da moeda americana, mas não sabe como se proteger da alta do dólar? Saiba que o mercado financeiro oferece diversos mecanismos para isso. Dessa forma você reduz os riscos que são diretamente ligados ao Brasil, ao mesmo tempo em que mantém o valor do seu patrimônio em moeda estrangeira.

Em primeiro lugar, é preciso entender como os diversos fatores afetam a cotação do câmbio e depois conhecer quais são as possibilidades de reduzir sua exposição à variação da moeda e as características de cada um desses instrumentos.

Neste artigo, explicamos todos esses conceitos detalhadamente, de forma que você tenha subsídios para decidir qual é a melhor forma de se proteger da valorização do dólar diante do real. Acompanhe!

1. O que é a alta do dólar e como acontece?

O Brasil adota um sistema de câmbio que é chamado flutuante, ou seja, a cotação do real em relação a outras moedas, incluindo o dólar, varia de acordo com a lei da oferta e demanda. Em princípio é assim, mas também é verdade que o Banco Central monitora a variação da moeda e tem mecanismos para intervir e tentar conter grandes oscilações quando julga necessário.

Os motivos para essas variações podem ser diversos e nem sempre são os mesmos. Veja a seguir os principais.

1.1. Busca de proteção

Quando há um pessimismo com a economia do Brasil ou temores em relação a uma possível instabilidade política, por exemplo, os investidores não querem deixar seus recursos em real e ocorre o chamado “voo para a qualidade”, ou seja, procuram ativos considerados seguros, como o dólar.

No entanto, nem sempre a questão é localizada apenas no Brasil. Uma crise global ou nos países emergentes também pode desencadear um movimento de busca de proteção no dólar. Nesses casos, a moeda norte-americana tende a se valorizar em relação a quase todas as outras.

Assim, os investidores veem o dólar como um hedge, ou seja, uma proteção contra instabilidades, inclusive para questões ligadas aos próprios Estados Unidos. Estamos vivendo uma guerra comercial entre os EUA e a China e a trajetória da taxa de juros no país sinaliza uma recessão. Em outubro de 2019, o Fed (Federal Reserve, o banco central do país) reduziu os juros pela terceira vez no ano, citando a fraqueza da economia global.

Mais perto de nós, vemos a crise na Argentina e em outros países da América Latina. Tudo isso sinaliza turbulências para os investidores, que se refugiam na proteção do dólar. Além disso, o Brasil não vive um momento muito atrativo para investidores estrangeiros, mesmo com a bolsa de valores quebrando recordes históricos. Isso porque eles lucram especialmente em dois cenários:

  • quando a economia cresce e eles podem investir em negócios e empresas e participar desse crescimento;
  • quando a taxa básica de juros está alta e é possível conseguir boa rentabilidade com um nível de risco relativamente baixo.

Com a taxa básica de juros em 4,5% ao ano, o menor patamar da história nesse sistema, a rentabilidade dos investimentos de renda fixa no Brasil ficou muito baixa para que os investidores estrangeiros considerem aceitar o risco Brasil.

1.2. Fim do carry trade

O carry trade é uma operação muito comum no mercado financeiro e funciona da seguinte forma: o investidor toma um empréstimo com uma taxa de juros muito baixa e investe o valor em um ativo que ofereça um retorno bem maior.

Os investidores estrangeiros usaram essa estratégia no Brasil durante muitos anos, porque nossa taxa básica de juros sempre foi alta em relação aos países desenvolvidos. Pensando no dólar e no real, o empréstimo era tomado em dólar, com juros baixos, depois o valor era convertido para reais e alocado em alguma aplicação financeira que tivesse retorno mais alto.

Agora, com a Selic em níveis tão baixos, o carry trade deixou de ser vantajoso. Isso quer dizer também que há menos procura pela moeda brasileira, já que todo esse investimento praticamente deixou de existir.

1.3. Refinanciamento de dívidas

Por fim, as empresas também têm um papel na alta do dólar. Os juros baixos aqui estimulam as empresas a trocar suas dívidas no exterior por emissões em moeda local. Além disso, as incertezas no mercado externo também tornaram menos interessante a manutenção da dívida em dólar.

Quando a empresa faz isso, ela deixa de injetar dólares no mercado, diminuindo a oferta da moeda norte-americana, o que contribui para a sua valorização em relação ao real.

Todo esse cenário colaborou para que o dólar se descolasse da bolsa, lembrando que, tradicionalmente, quando o dólar sobe, a tendência é que a bolsa caia e vice-versa. No entanto, o que vimos em 2019 foi um movimento de alta tanto na moeda americana quanto no mercado de renda variável brasileiro.

2. Quais as vantagens de se proteger da alta do dólar?

Historicamente o dólar é a moeda padrão internacional, o que está relacionado à confiança que se deposita na economia norte-americana e nos Estados Unidos de forma geral. Vale lembrar que o país nunca teve um golpe militar e se mantém uma democracia desde a independência da Inglaterra, conquistada em 1783, após sete anos de guerra.

George Washington foi o primeiro presidente dos Estados Unidos, assumindo em 1789. Desde então seguiram-se outros 44 presidentes, todos democraticamente eleitos. Nessa longa linha do tempo, Richard Nixon foi o único a renunciar e nunca houve um impeachment. Da mesma forma, o país nunca deixou de honrar suas dívidas.

Assim, mantém-se como a maior economia do mundo há várias décadas, um posto consolidado após a Segunda Guerra Mundial, quando as demais potências do planeta estavam empobrecidas em decorrência do longo período de batalhas. Mesmo com problemas, como o crescente endividamento e a igualmente crescente dependência da China, que ameaça sua hegemonia, o dólar continua sendo a referência mundial e um refúgio de proteção.

Tudo isso para dizer que, se você quer preservar o valor do seu patrimônio independentemente do que aconteça no Brasil ou em outros lugares do mundo, é preciso buscar um mecanismo que proteja os recursos da alta do dólar. Isso vale tanto para investidores que se encaixam na modalidade de pessoa física quanto para empresas.

2.1. Investidores pessoa física

No caso dos investidores pessoa física, se você está pensando em fazer uma viagem internacional, em estudar fora, em morar no exterior por um tempo ou mesmo se quer apenas manter o valor do seu patrimônio em moeda estrangeira, é preciso se proteger da alta da moeda americana.

Vamos ver um exemplo: uma pós-graduação em uma faculdade de primeira linha nos Estados Unidos custa em torno de US$ 65 mil por ano. Imagine que você precise de mais US$ 30 mil por ano para viver lá nesse período e vamos colocar mais US$ 5 mil de passagem e uma verba inicial, ou seja, são US$ 100 mil em um ano.

Suponhamos que você tenha começado a juntar dinheiro para isso em 2014, pensando em guardar um valor mensal por 5 anos. A cotação do dólar comercial em 31 de dezembro de 2014 era R$ 2,66. Ou seja, US$ 100 mil equivaliam a R$ 266 mil. Se dividisse isso por 5 anos, seriam R$ 53,2 mil por ano ou R$ 4,43 mil por mês. Isso sem considerar a inflação nem eventuais rendimentos que você teria se deixasse o dinheiro em uma aplicação financeira.

O problema, como dissemos é que o câmbio varia. Em 2015, por exemplo, ele subiu 48% e fechou o ano a R$ 3,94. Ou seja, se guardasse R$ 4,43 mil por mês em 2015, chegaria ao fim do ano com pouco menos de US$ 13,5 mil em vez dos US$20 mil que você precisava ter acumulado para manter o ritmo e chegar ao fim dos 5 anos com o dinheiro programado.

Já em 2016, a moeda norte-americana teve uma desvalorização de 17,7%, fechando o ano cotada em R$ 3,25. Em 2017, ficou quase estável, com uma ligeira alta de 1,99% e encerrou o ano a R$3,31. No ano seguinte, nova alta, dessa vez de 17%, chegando ao fim de 2018 valendo R$3,88. Enquanto escrevemos este texto, no meio de dezembro de 2019, a tendência é mais uma vez de alta para a moeda americana, cuja cotação está em torno de R$ 4,10, acumulando uma alta de 5,7% no ano.

Em resumo, com toda essa volatilidade, fica muito mais difícil se programar, não é? Ainda assim, se é impossível prever o futuro e saber quanto a moeda vai valer dali a alguns meses, é possível proteger o capital acumulado e manter seu poder aquisitivo na moeda estrangeira.

2.2. Empresas

Para as empresas, a proteção contra a alta do dólar é ainda mais importante. Isso vale especialmente para as que têm dívidas na moeda norte-americana e para as que importam insumos e produtos, sejam eles fabricados nos Estados Unidos ou não, já que todos são cotados em dólar.

Em alguns casos, mesmo quando a mercadoria é brasileira, seu preço é cotado em dólar. É o caso, por exemplo, da carne bovina, da soja, do milho e de outras commodities. Isso cria um descasamento entre receitas e despesas, uma vez que a empresa tem receitas em real, mas precisa pagar contas em dólar.

Em épocas passadas, mas não tão distantes, vimos companhias tradicionais e de grande porte quebrarem por falta de uma política adequada de proteção contra a variação cambial. Os mecanismos de proteção contra a variação cambial vão dar previsibilidade e segurança para as empresas.

3. Quais medidas adotar para se proteger?

Se você vai precisar dos recursos em dólar ou se quer apenas manter o valor do seu patrimônio financeiro em moeda estrangeira, existem três principais maneiras de se proteger da variação do câmbio. Vamos ver cada uma delas e quais são as vantagens e desvantagens que apresentam.

3.1. Moeda física

Compra dólar, o papel-moeda, é, digamos, a forma mais intuitiva de se proteger da variação cambial. No entanto, ela também é a maneira menos recomendada de fazer isso. Manter dólares em casa é perigoso, é como guardar dinheiro embaixo do colchão.

Você fica sujeito a roubos e, se alguém descobrir que você tem um volume alto em casa, pode inclusive ser perigoso. Além disso, se acontecer algum acidente em casa, como um incêndio ou desabamento, além de perder o imóvel, você vai perder também o dinheiro. O imóvel ainda pode estar protegido por um seguro, mas, para dinheiro em espécie, não existe essa possibilidade.

Além disso, o papel-moeda se desgasta com o tempo e você corre o risco de as notas não serem aceitas quando for usá-las. Assim, só faz sentido comprar dólares em espécie se você for usá-los no curto prazo, como em uma viagem.

3.2. Investimentos

A alta do dólar é boa ou ruim para os investimentos? A resposta depende basicamente do investimento sobre o qual estamos falando. Cada aplicação financeira está ligada a algum mecanismo.

Assim, por exemplo, quem investir em letras hipotecárias deve saber que são títulos emitidos com lastro em crédito imobiliário. Por isso, o investidor deve saber que o risco que ele corre é o de as empresas envolvidas irem à falência e não conseguirem arcar com seus compromissos. Ainda assim, no caso da LH, ela conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que reembolsa até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira em caso de falência.

Usamos as LHs apenas como um exemplo para mostrar que é preciso saber a quais fatores influenciam aquela aplicação, da mesma forma que a pessoa que quer investir em ações deve entender como funciona a bolsa de valores.

No caso do dólar, os melhores tipos de investimentos que podem ser usados para proteger o patrimônio da variação cambial: fundos cambiais, fundos multimercados, contratos futuros de dólar e ETFs (Exchange Traded Funds, que são fundos negociados em bolsa e que seguem a composição de algum índice) de ações norte-americanas.

Cada um deles tem a sua especificidade, como vamos ver com mais detalhes no próximo tópico.

4. Como se proteger usando os investimentos?

Aqui, vamos entender como funciona cada uma das opções de investimento que existem para proteger seu dinheiro da alta do dólar. Acompanhe!

4.1. Fundos cambiais

Essa é, provavelmente, a primeira opção que vem à mente de quem procura uma proteção contra a alta do dólar. Os fundos cambiais são fundos de investimento que têm em sua carteira alguns ativos atrelados a moedas estrangeiras.

Algumas pessoas aplicam nesses fundos para tentar lucrar com a variação cambial, mas esse é um movimento bastante arriscado, já que nunca se sabe qual será a direção que a cotação da moeda vai tomar.

Em 2018, por exemplo, analistas consultados pelo Banco Central projetavam que o dólar chegaria ao fim de 2019 cotado a R$ 3,80, segundo dados do Boletim Focus, relatório que a autoridade monetária publica semanalmente com as estimativas do mercado para os principais indicadores da economia.

Na realidade, porém, ficou acima de R$ 4,10. Assim, se nem os especialistas, que se dedicam integralmente a analisar o cenário e fazer as projeções conseguem ter certeza sobre o que vai acontecer, não há motivos para imaginar que seríamos diferentes.

Então, por que vale a pena colocar o dinheiro em fundos cambiais para se proteger da alta do dólar? Se o dólar subir, o dinheiro que está aplicado lá acompanha a alta e você não perde poder aquisitivo. Por outro lado, se cair, você perde dinheiro em reais, mas, se for para o exterior, também vai pagar menos em hospedagem, passagem e no custo de vida lá, de forma que uma coisa compensa a outra.

4.2. Contratos futuros de dólar

Os contratos de dólar futuro são um tipo de derivativo que você pode comprar na bolsa de valores. Na prática, você vai fazer um acordo de compra ou venda da moeda norte-americana em um prazo futuro, por um preço estabelecido previamente, no momento em que fechar o contrato.

Não é preciso ter tanto dinheiro assim para usar esse mecanismo. Os contratos cheios representam uma movimentação de US$ 50 mil e exigem que a negociação seja feita em lotes mínimos de cinco contratos, totalizando, portanto US$ 250 mil. No entanto, é possível também negociar os chamados minicontratos, que representam apenas 20% do contrato cheio, ou seja, US$ 10 mil, e sem número mínimo para operação.

Essa é uma das principais formas que os investidores usam para se proteger das variações cambiais, incluindo empresas e grandes investidores. Quem compra um contrato futuro de dólar acredita que a moeda norte-americana vai se valorizar ante o real. Vamos imaginar que o dólar esteja valendo R$ 4,10 hoje e você compre um contrato de dólar futuro com vencimento para daqui a três meses pelos mesmos R$ 4,10.

Se, na data do vencimento, a cotação do dólar estiver acima de R$ 4,10, você exerce o seu direito, comprando a moeda a R$ 4,10, atingindo o objetivo de se proteger da variação. Por outro lado, se o dólar estiver abaixo de R$ 4,10, não faz sentido exercer o direito e você perde o valor investido. Ainda assim, da mesma forma que ocorre com o fundo cambial, um dólar mais baixo vai significar mais economia para você.

Como dissemos, os contratos de dólar futuro são negociados na bolsa de valores. Portanto, para fazer esse tipo de investimento, é preciso ter uma conta em uma corretora de valores.

4.3. Fundos multimercados

Diferentemente dos fundos cambiais, os fundos multimercados não investem apenas em ativos ligados a moedas estrangeiras. Aqui, a ideia é que eles tentem obter boa rentabilidade qualquer que sejam as condições de mercado, ajustando sua estratégia de investimento ao cenário atual.

Isso passa também por investir em ativos no exterior que se mostrem como uma boa oportunidade de rentabilizar os recursos dos cotistas. Assim, os fundos multimercados não são uma proteção tão direta contra a alta do dólar quanto os fundos cambiais e os contratos de dólar futuro, mas também podem ter essa função indiretamente.

Além disso, são uma opção interessante se o seu objetivo for não apenas reduzir a exposição à variação cambial, mas também tentar rentabilizar melhor seu investimento. Aqui, a principal dica é que, para obter bons retornos, a chave é ter uma gestão de qualidade. É o gestor que vai olhar o cenário e decidir em que classes de ativos ele pode ganhar mais dinheiro e fazer toda essa composição de risco e possibilidades de retorno.

Se você não sabe como investir em fundos, basta procurar uma casa de investimentos de qualidade, que tenha uma oferta diversificada, e procurar aquele que melhor atende suas necessidades e seu perfil de investidor.

4.4. ETFs

Como dissemos, os ETFs são fundos de investimento cujas cotas são negociadas na bolsa de valores como se fossem uma ação, mas que seguem a composição de algum índice. Assim, existem ETFs que seguem, por exemplo, o Ibovespa ou índice de Small Caps ou ainda ETFs de renda fixa, como os que acompanham o IMA-B.

Entre os ETFs de renda variável listados na B3, há dois que seguem o S&P 500, que é o índice das bolsas norte-americanas (New York Stock Exchange e Nasdaq) que reúne as 500 principais empresas dos Estados Unidos, dos principais setores da economia daquele país. Assim, comprando uma única cota desses ETFs você investe em todas essas 500 empresas cujas ações nem são negociadas na bolsa brasileira.

Aqui, é importante dizer que a variação do dólar não é a única coisa que você deve levar em conta ao comprar cotas desses fundos. Ao fazer esse tipo de investimento, você está diversificando os riscos da sua carteira de investimentos como um todo, uma vez que você elimina o risco Brasil nessa fatia do seu portfólio. Por outro lado, estará exposto ao mercado de ações norte-americano, ganhando se ele subir e perdendo se cair.

Os dois ETFs que acompanham o S&P 500 são o iShares S&P 500, da gestora Black Rock, e o It Now S&P 500, do Itaú. Assim como ocorre com os contratos de dólar futuro, os ETFs também são negociados na bolsa, de forma que é preciso ter uma conta em uma corretora de valores para ter acesso a eles.

Assim, mostramos algumas das principais razões que levaram à alta recente da moeda norte-americana, as consequências que isso pode trazer para os seus investimentos e para o seu patrimônio de forma geral e quais são as opções que o mercado apresenta de como se proteger da alta do dólar. Seja qual for a sua escolha, lembre-se de que essa proteção é fundamental para reduzir riscos e evitar surpresas desagradáveis.

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