CCR – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Mon, 10 Jan 2022 17:59:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png CCR – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Alta dos custos de construção afeta empresas de infraestrutura https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/alta-dos-custos-de-construcao-afeta-empresas-de-infraestrutura https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/alta-dos-custos-de-construcao-afeta-empresas-de-infraestrutura#respond Mon, 10 Jan 2022 13:00:15 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=35214 A alta dos custos de construção durante a pandemia tem afetado severamente as empresas do setor de infraestrutura no último ano, como concessionárias de rodovias, ferrovias e portos. Motivadas por esta alta persistente, tais companhias avaliam pedir reequilíbrio econômico-financeiro de modo a compensar esse aumento de despesas. Apesar de a variação do preço de insumos… Read More »Alta dos custos de construção afeta empresas de infraestrutura

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A alta dos custos de construção durante a pandemia tem afetado severamente as empresas do setor de infraestrutura no último ano, como concessionárias de rodovias, ferrovias e portos. Motivadas por esta alta persistente, tais companhias avaliam pedir reequilíbrio econômico-financeiro de modo a compensar esse aumento de despesas.

Apesar de a variação do preço de insumos não ser comumente considerada passível de reequilíbrio nos contratos de concessão, o que as empresas argumentam é que as altas registradas nos últimos meses não são usuais, tendo sido uma consequência direta do período pandêmico enfrentado nos últimos anos.

Nesse sentido, defendem que este encargo também deve ser compartilhado com o poder público, de modo a dar mais fôlego financeiros para as mesmas em momento de recuperação.

E Eu Com Isso?

A discussão em andamento sobre reequilíbrio de concessões de infraestrutura por pressão de custos é neutra para as empresas listadas, como CCR (CCRO3) e Ecorodovias (ECOR3).

Nossa visão reflete o fato de que essas tratativas geralmente se arrastam por meses até que um consenso seja atingido e não há garantia de êxito das empresas envolvidas.

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Leia também: Resultados da CCR (CCRO3) do 3T21.

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Leilão das rodovias BR-381 e BR-262 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/leilao-das-rodovias-br-381-e-br-262 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/leilao-das-rodovias-br-381-e-br-262#respond Thu, 06 Jan 2022 14:20:27 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=35164 Inicialmente agendada para novembro e, posteriormente, para dezembro de 2021, o leilão da rodovia entre Minas Gerais e Espírito Santo, que inclui os trechos da BR-381 e a BR-262, foi novamente reagendado agora para a data de 7 de fevereiro deste ano. Para o projeto, estão previstos investimentos de cerca de R$ 7,4 bilhões ao… Read More »Leilão das rodovias BR-381 e BR-262

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Inicialmente agendada para novembro e, posteriormente, para dezembro de 2021, o leilão da rodovia entre Minas Gerais e Espírito Santo, que inclui os trechos da BR-381 e a BR-262, foi novamente reagendado agora para a data de 7 de fevereiro deste ano. Para o projeto, estão previstos investimentos de cerca de R$ 7,4 bilhões ao longo do contrato de 30 anos de operação da via, além de custos e despesas na ordem de R$ 6 bilhões (valores de abril de 2019, ainda não corrigidos).

Apelidada de ‘Rodovia da Morte’ devido aos desafios inerentes de sua operação, a expectativa é que os trechos atraiam interessados, devendo haver concorrência pelo ativo no próximo certame. Além disso, destaca-se o fato deste se tratar de um contrato de grande porte, possivelmente o último do atual ciclo de concessões federais, sendo um forte atrativo para quem deseja atuar no segmento.

Para ampliar o interesse privado pela via no próximo leilão, o governo federal criou alguns mecanismos para dar maior atratividade ao ativo e garantir uma maior competição ao certame. Dentre as mudanças, destacamos o compartilhamento do risco de inflação dos insumos utilizados nas obras, com a empresa ganhadora podendo escolher que uma parcela (de até 30%) do reajuste das tarifas de pedágio seja feito pelo IGP-DI, índice que contempla mais o custo dos insumos usados, ao contrário de utilizar apenas o IPCA (indicador geralmente aplicado).

Além disso, o governo também propôs o parcelamento da integralização do capital social, no qual metade do valor que teria que ser pago na assinatura do contrato poderá ser desembolsado apenas com o início da cobrança de pedágio, trazendo mais segurança ao operador. Houve também flexibilizações das receitas acessórias previstas e da abertura das praças de pedágio, podendo ser antecipada a cobrança realizada em determinados pontos.

E Eu Com Isso?

Para o leilão de fevereiro, que promete competitividade, ao menos cinco grupos já declararam estar estudando o ativo, entre eles companhias tradicionais do setor brasileiro, como a CCR (CCRO3) e Ecorodovias (ECOR3), e multinacionais de infraestrutura, como a Sacyr e Acciona. Gestoras de investimentos, como o Pátria, também já declararam interesse em avaliar o ativo no passado.

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Leia também: Novas concessões da Ecorodovias.

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Novas concessões da Ecorodovias https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/novas-concessoes-da-ecorodovias https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/novas-concessoes-da-ecorodovias#respond Thu, 25 Nov 2021 14:31:05 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=33489 A Ecorodovias (ECOR3) divulgou, na noite desta quarta-feira (25), o Termo Aditivo e Modificativo, que estendeu o prazo de Contrato de Concessão da Rodovia dos Imigrantes até novembro de 2033, além de definir os novos termos do contrato, que ainda podem ser alterados conforme aferição de tráfego futuro. Dentre os destaques do novo termo, podemos… Read More »Novas concessões da Ecorodovias

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A Ecorodovias (ECOR3) divulgou, na noite desta quarta-feira (25), o Termo Aditivo e Modificativo, que estendeu o prazo de Contrato de Concessão da Rodovia dos Imigrantes até novembro de 2033, além de definir os novos termos do contrato, que ainda podem ser alterados conforme aferição de tráfego futuro.

Dentre os destaques do novo termo, podemos citar os novos investimentos a serem realizados, como as melhorias e aumento de capacidade entre os km 59 e 65 da SP 150, Conexão Porto/Cidade – Santos, no valor de R$ 346,2 milhões, além de investimentos na casa de R$ 1,2 bilhão em manutenção, que serão reequilibrados no contrato a partir de dois mecanismos, o abatimento de parte do desequilíbrio para conclusão da Ação Anulatória e a prorrogação de prazo da concessão.

Também podemos destacar o encerramento de uma ação judicial, com adoção de uma TIR contratual de 20,6%, que resultou no pagamento de R$ 613,9 milhões ao poder concedente, abatidos de R$ 278,4 milhões em decisão favorável à companhia.

Além do Fato Relevante, foi noticiado que o governo de São Paulo também planeja realizar três concessões até o final de 2022, os projetos do Rodoanel Norte, das balsas litorâneas e a PPP de escolas.

E Eu Com Isso?

Até janeiro de 2022, a equipe do governo de São Paulo planeja lançar o edital da concessão do Rodoanel Norte, que prevê investimentos na casa dos R$ 2,4 bilhões, com o principal trecho sendo a aguardada conclusão do trecho rodoviário, a qual possui 44 km.

O projeto está no papel e nos planos do governo do Estado há quase 10 anos, com a primeira licitação tendo ocorrido em 2012.

Nesse período, foram gastos mais de R$ 7 bilhões em recursos públicos, mas cerca de ¼ da obra ainda não foi concluída.

Em 2018, ano em que a obra parou, houve uma nova licitação, que foi vencida pela Ecorodovias, no entanto, a concessão foi anulada e os contratos rompidos, no intuito de criar um novo modelo para o projeto. O prazo da concessão é estimado em 30 anos.

Havia também a consulta para um novo projeto, a concessão rodoviária do Lote Noroeste Paulista, que inclui 1,5 mil km de estradas, e investimentos na casa dos 11,8 bilhões. O lote compões trajetos entre cidades importantes do interior paulista, como São Carlos-Mirassol, São José do Rio Preto-Guaíra e Bebedouro-Barretos.

As notícias são positivas para a Ecorodovias (ECOR3) e para a CCR (CCRO3), pois mostram um direcionamento dos governos em relação ao modelo de concessões, já muito presente em diversos estados, com destaque para o estado de São Paulo.

Para o final de 2021 e 2022 podemos esperar mais concessões no estado, mas a continuidade dos projetos estará condicionada à eleição do ano que vem, a depender da chapa que assumir o Estado.

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Leia também: Resultados da Ecorodovias (ECOR3) do 3T21.

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Resultados da CCR (CCRO3) do 3T21 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/resultados-da-ccr-ccro3-do-3t21 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/resultados-da-ccr-ccro3-do-3t21#respond Fri, 12 Nov 2021 13:46:39 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=33057 A CCR (CCRO3) divulgou seus números referentes ao 3T21, na noite de quinta-feira (01), após o fechamento do mercado. A companhia apresentou resultados positivos, com a receita em linha com as expectativas de mercado, mas com Ebitda e lucro líquido acima do consenso. A companhia reportou um crescimento da receita líquida na mesma base de… Read More »Resultados da CCR (CCRO3) do 3T21

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A CCR (CCRO3) divulgou seus números referentes ao 3T21, na noite de quinta-feira (01), após o fechamento do mercado. A companhia apresentou resultados positivos, com a receita em linha com as expectativas de mercado, mas com Ebitda e lucro líquido acima do consenso.

A companhia reportou um crescimento da receita líquida na mesma base de quase 14% na comparação anual, totalizando R$ 2,2 bilhões no 3T21. No acumulado dos nove meses, o aumento foi de 12%, registrando R$ 7,1 bilhões nos 9M21.

Em relação ao seu Ebitda ajustado, a companhia apresentou crescimento de 20% na comparação ano a ano, contabilizando R$ 1,6 bilhão no 3T21. Sua margem Ebitda apontou uma expansão de 3,3 pontos percentuais, alcançando 63,3% no trimestre.

Por fim, a CCR encerrou seu ano com uma alta de 55% do seu lucro líquido em comparação ao 3T20, totalizando R$ 183,9 milhões no período.

Em termos de endividamento, a companhia se manteve em patamares similares ao observado no ano anterior, levemente inferior, com nível de alavancagem financeira de 2,7 vezes no 3T20 para 2,4 vezes no 3T21.

Outro destaque positivo foi o crescimento de 14,5% no tráfego de veículos nas rodovias com pedágio da CCR, além da volta gradual dos passageiros transportados nos aeroportos.

E Eu Com Isso?

A CCR divulgou resultados positivos, porém de leitura complexa devido aos diversos eventos não recorrentes ocorridos no trimestre, que novas concessões como a ViaCosteira, as linhas 8 e 9 da CPTM, os blocos Central e Sul dos aeroportos, além do período em que a concessão da ViaDutra ficou vencido.

Após os ajustes, os números ficaram acima das expectativas do mercado, razão pela qual esperamos impacto positivo no preço das ações (CCR3) no curto prazo.

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Leia também: Expira prazo do contrato sobre venda das ações da CCR.

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Expira prazo do contrato sobre venda das ações da CCR https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/expira-prazo-do-contrato-sobre-venda-das-acoes-da-ccr https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/expira-prazo-do-contrato-sobre-venda-das-acoes-da-ccr#respond Wed, 03 Nov 2021 13:28:16 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=32686 Na segunda-feira (1), a CCR (CCRO3) anunciou, através de Fato Relevante, que a gestora de investimentos IG4 Capital não concluiu a transação de compra da participação de 14,86% da Andrade Gutierrez (AG) na companhia – operação firmada em agosto deste ano e que poderia chegar a R$ 5 bilhões. De acordo com a carta enviada… Read More »Expira prazo do contrato sobre venda das ações da CCR

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Na segunda-feira (1), a CCR (CCRO3) anunciou, através de Fato Relevante, que a gestora de investimentos IG4 Capital não concluiu a transação de compra da participação de 14,86% da Andrade Gutierrez (AG) na companhia – operação firmada em agosto deste ano e que poderia chegar a R$ 5 bilhões.

De acordo com a carta enviada pela AGPar (Andrade Gutierrez Participações) para a CCR, o contrato de compra expirou em 31 de outubro sem que os dois pré-requisitos para a conclusão da transação fossem cumpridos, estes sendo: i) a renegociação de dívidas da Andrade Gutierrez junto ao banco Bradesco e Banco do Brasil e ii); e um novo acordo de acionistas da companhia, junto aos demais sócios do bloco de controle, Mover (Camargo Corrêa) e Soares Penido.

E Eu Com Isso?

Apesar de entendermos que o encerramento do contrato não implica em mudanças estruturais na empresa em relação ao seu planejamento estratégico e de crescimentos, acreditamos que a notícia é negativa para a companhia.

A compra da participação da AG na CCR pela IG4 seria um catalisador de curto prazo para a companhia, além da expectativa de que a entrada da gestora na CCR poderia fortalecer a governança corporativa da mesma.

Dessa forma, esperamos um impacto negativo no preço das ações da empresa (CCRO3) para o curto prazo.

Como perspectivas futuras, permanecemos otimistas com CCR. A companhia tem apresentado uma forte renovação de seu portfólio, tendo adquirido nos últimos meses cerca de 15 novos aeroportos federais, a concessão das linhas 8 e 9 da CPTM, e a operação do aeroporto de Pampulha, em Minas Gerais.

Além disso, a empresa sagrou-se a vencedora da concessão da rodovia Dutra na última sexta-feira (29), o que lhe garante mais 30 anos da concessão.

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Leia também: CCR renova concessão da rodovia Dutra.

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CCR renova concessão da rodovia Dutra https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-renova-concessao-da-rodovia-dutra https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-renova-concessao-da-rodovia-dutra#respond Mon, 01 Nov 2021 12:36:37 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=32645 Na sexta-feira (29), na sede da B3, em São Paulo, ocorreu o leilão da concessão da rodovia Dutra, na qual a CCR (CCRO3), administradora da estrada desde 1996, sagrou-se vencedora, garantindo mais 30 anos de operação na mesma. O leilão apresentou baixa concorrência, tendo apenas a participação da CCR e Ecorodovias (ECOR3), que propôs um… Read More »CCR renova concessão da rodovia Dutra

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Na sexta-feira (29), na sede da B3, em São Paulo, ocorreu o leilão da concessão da rodovia Dutra, na qual a CCR (CCRO3), administradora da estrada desde 1996, sagrou-se vencedora, garantindo mais 30 anos de operação na mesma.

O leilão apresentou baixa concorrência, tendo apenas a participação da CCR e Ecorodovias (ECOR3), que propôs um desconto de apenas 10,6% na tarifa de pedágio, sem outorga, sendo este um lance bem abaixo do esperado.

A oferta da CCR, no entanto, teve como proposta um desconto de 15,31% na tarifa, o máximo permitido pelo edital, além de outorga de R$ 1,77 bilhão.

Para a nova concessão, é previsto investimentos em obras e revitalizações de cerca de R$ 15 bilhões ao longo dos 30 anos de concessão, além de custos operacionais na ordem dos R$ 11 bilhões.

Devido ao seu tráfego de veículos já consolidado, a rodovia BR-116 (Dutra) é tida hoje como um dos mais atrativos ativos de infraestrutura do país, com suas receitas de pedágios podendo ser arrecadadas desde o início do novo contrato, o que facilita a estrutura de financiamento da operadora.

Além disso, a estrada liga os dois maiores PIBs municipais do país, São Paulo e Rio de Janeiro, tendo, em 2019 (pré-pandemia), registrado receita bruta de R$ 1,43 bilhão.

E Eu Com Isso?

A vitória da CCR no processo licitatório da Nova Dutra é positiva e esperamos que a ação da mesma (CCRO3) reaja de acordo.

A concessão é importante dentro do portfólio da companhia, pois, em 2020, representou 12% do EBITDA consolidado do grupo.

Dessa forma, a manutenção desse ativo preserva os resultados da CCR adiante.

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Leia também: CCR assume os dois aeroportos de Belo Horizonte.

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CCR pode investir em Cumbica https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-pode-investir-em-cumbica https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-pode-investir-em-cumbica#respond Wed, 08 Sep 2021 14:07:05 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30746 A Invepar, gestora de mobilidade urbana e infraestrutura, retomou, recentemente, seu processo de busca de um investidor para o aeroporto de Guarulhos, ativo controlado pela mesma. Auxiliando a companhia, está o banco Goldman Sachs, que tem o mandato do negócio. O banco de investimentos tem prospectado nas últimas semanas potenciais investidores para a gestora que… Read More »CCR pode investir em Cumbica

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A Invepar, gestora de mobilidade urbana e infraestrutura, retomou, recentemente, seu processo de busca de um investidor para o aeroporto de Guarulhos, ativo controlado pela mesma.

Auxiliando a companhia, está o banco Goldman Sachs, que tem o mandato do negócio. O banco de investimentos tem prospectado nas últimas semanas potenciais investidores para a gestora que tenham interesse em realizar aporte acima de R$ 1 bilhão.

Apontados como potenciais interessados, a gestora de hedge fund Farallon e a CCR (CCRO3) estariam avaliando a possibilidade de investimento no ativo, hoje um dos principais do setor de infraestrutura do país.

A atual concessão vai até 2032 e é controlada pela Invepar, com 51% das ações da companhia. Os outros 49% pertencem à Infraero.

Sobre os potenciais interessados, destaca-se o histórico de atuação no setor de infraestrutura dos mesmos, com a CCR operando a concessão da Dutra e a gestora Farallon já ter assumido por um período a Rota das Bandeiras, concessão rodoviária que era da Odebrecht.

Além disso, a gestora também detinha participações nas operações da Invepar, tendo-as vendido ao fundo árabe Mubadala no início deste ano.

A Invepar foi criada por três fundos de pensão estatais mais a antiga OAS. Hoje, possui quatro acionistas com participações iguais (25%), sendo estes o Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa) e o fundo Yosemite.

No passado, a gestora chegou a receber algumas propostas para a aquisição do aeroporto de Guarulhos, como da gestora IG4 Capital em 2019.

Na época, as conversas não avançaram, em grande parte, por resistência dos fundos de pensão em relação ao preço oferecido à época.

E Eu Com Isso?

A despeito dos problemas da concessão no passado, quando foi leiloada, em 2012, com premissas de crescimento de PIB muito altas e outorga elevada, o aeroporto de Guarulhos continua sendo um dos principais ativos de infraestrutura do país.

Nesse contexto, acreditamos que a notícia pode se refletir positivamente no preço das ações da CCR (CCRO3), potencial candidata ao arremate e com expertise na operação de aeroportos.

Uma ressalva aos potenciais interessados, no entanto, é o aporte a ser realizado no investimento, que pode tornar o mesmo mais ou menos atrativo.

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Leia também: CCR pagará R$ 1,2 bilhão ao estado de SP.

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Leilão da rodovia Dutra https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/leilao-da-rodovia-dutra https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/leilao-da-rodovia-dutra#respond Thu, 19 Aug 2021 14:20:13 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=30058 Na terça-feira (17), foi publicado o edital do leilão da rodovia Dutra, marcado para 29 de outubro, na sede da B3 (SP). O certame tem previsão de investimentos na ordem de R$ 14,8 bilhões, com duração de 30 anos de contrato. Além desses, são esperados custos operacionais de aproximadamente R$ 11 bilhões. A expectativa é… Read More »Leilão da rodovia Dutra

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Na terça-feira (17), foi publicado o edital do leilão da rodovia Dutra, marcado para 29 de outubro, na sede da B3 (SP). O certame tem previsão de investimentos na ordem de R$ 14,8 bilhões, com duração de 30 anos de contrato. Além desses, são esperados custos operacionais de aproximadamente R$ 11 bilhões.

A expectativa é que o leilão atraia a participação de grandes grupos do setor, sendo a CCR, atual operadora da rodovia, a favorita para o arremate.

Além de empresas tradicionais do setor, como a Ecorodovias, é também esperada a participação de fundos de investimento, dado o forte potencial de retorno do projeto.

Como principal vantagem da concessão, destacamos o seu tráfego consolidado de veículos, com a Nova Dutra tendo registrado, em 2019 (pré-pandemia), receita bruta de R$ 1,43 bilhão.

Além disso, o vencedor do certame será favorecido com as receitas do empreendimento assim que assumir a concessão, ao contrário de estradas ainda não pedagiadas que requerem intervalo até o início da cobrança.

Para a definição do vencedor do leilão será utilizado um modelo híbrido, no qual os participantes poderão oferecer um desconto de, no máximo, 15,31% no valor da tarifa de pedágio.

Em caso de empate, será escolhido o maior valor de outorga.

E Eu Com Isso?

A notícia ilustra o interesse de empresas tradicionais do setor e de fundos de investimento em participar da disputa do projeto de infraestrutura, um dos mais esperados dos últimos anos.

Apesar de complexo, ele contempla um forte potencial de retorno, o que chama atenção de investidores.

Nesse contexto, a Ecorodovias e a CCR são apontadas como potenciais participantes do certame, com a notícia devendo refletir uma reação positiva no preço de suas ações (ECOR3 e CCRO3) no curto prazo.

Todavia, cabe ressaltar que ainda é cedo para dizer quais grupos irão de fato realizar propostas.

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Leia também: CCR pagará R$ 1,2 bilhão ao estado de SP.

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CCR pagará R$ 1,2 bilhão ao estado de SP https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-pagara-r-12-bilhao-ao-estado-de-sp https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ccr-pagara-r-12-bilhao-ao-estado-de-sp#respond Wed, 30 Jun 2021 14:36:18 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27221 Na quarta-feira (29), a CCR (CCRO3) comunicou ao mercado ter assinado um acordo preliminar, no qual suas controladas estão comprometidas de pagar um montante de R$ 1,2 bilhão ao estado de São Paulo referente a disputas judiciais. O pagamento do montante deverá ocorrer em cerca de 15 dias, onde serão pagos R$ 352 milhões pela… Read More »CCR pagará R$ 1,2 bilhão ao estado de SP

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Na quarta-feira (29), a CCR (CCRO3) comunicou ao mercado ter assinado um acordo preliminar, no qual suas controladas estão comprometidas de pagar um montante de R$ 1,2 bilhão ao estado de São Paulo referente a disputas judiciais.

O pagamento do montante deverá ocorrer em cerca de 15 dias, onde serão pagos R$ 352 milhões pela AutoBan, R$ 263 milhões pela SPVias e R$ 585 milhões pela ViaOeste.

O acordo visa definir as medidas para encerramento das ações judiciais propostas pelo estado para anulação dos termos aditivos dos contratos de concessão de 2006.

No caso específico da AutoBan, este também define o direito de que seu reequilíbrio econômico-financeiro a seu favor ocorra mediante prorrogação do prazo de vigência do contrato de concessão para 31 de janeiro de 2037.

Por fim, este ainda determina a redução da TIR (taxa interna de retorno) contratual nos cálculos dos desequilíbrios que são desfavoráveis à companhia.

Para o cálculo da recomposição do equilíbrio econômico-financeiro em favor da AutoBAn serão adotadas reduções das TIRs para os eventos ocorridos após o prazo estipulado em 2006, substituindo as taxas pactuadas inicialmente estipuladas.

E Eu Com Isso?

O acordo preliminar com o governo do estado de São Paulo anunciado pela CCR é positivo e esperamos que as ações da companhia respondam nesse sentido.

Esse acordo refere-se principalmente a disputas originárias dos termos aditivos assinados com o poder concedente em 2006 para reequilíbrio econômico-financeiro de algumas das principais concessões rodoviárias do grupo.

Grosso modo, o reequilíbrio justificou-se por aumento inesperado de tributos.

Nesse processo, as concessionárias AutoBan, SPVias e ViaOeste receberam extensões de prazo, os quais foram posteriormente questionados pelo governo e, até ontem, geravam incertezas relevantes para os acionistas da companhia diante da relevância dessas concessões para o Ebitda consolidado da companhia.

Paralelamente, o acordo ainda reconhece formalmente dois imbróglios adicionais.

O primeiro, relacionado à cobrança de eixos suspensos, eximiu caminhoneiros dessa tarifa no âmbito das negociações realizadas para encerramento da greve de 2018.

O segundo refere-se à decisão de 2014 implementada pelo governo estadual de utilizar o menor de dois índices inflacionários, IPCA e IGP-M, para reajuste anual de pedágios, a despeito de os contratos garantirem a adoção do IGP-M.

Nessas duas situações, a CCR também tem direito a reequilíbrios.

Somados, esses três reequilíbrios possuem um valor presente bilionário.

Logo, projetamos que, a despeito do pagamento de R$ 1,2 bilhão que a companhia executará, os ganhos compensarão mais do que integralmente esse desembolso, produzindo um valor presente positivo para os acionistas e elevando, assim, o valor justo das ações da CCR.

Em particular, a garantia da extensão dos prazos das concessões da AutoBan, SPVias e ViaOeste assegura fluxo de caixa para que o grupo CCR continue a se financiar visando assumir novos projetos.

Ademais, o acordo é positivo para a maturidade do arcabouço regulatório, pois elimina riscos importantes que pairavam sobre diversas concessionárias, e não apenas aquelas pertencentes ao grupo CCR.

Portanto, a companhia também se beneficiará por uma compressão dos prêmios de risco exigidos pelos investidores para alocar recursos nesse setor.

Por fim, o setor também é favorecido pela maior viabilidade de futuros leilões de projetos, visto que o menor risco regulatório aumentará o interesse de investidores nos mesmos.

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Leia também: CCR: sem direito de preferência nas ações da AG.

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O Aeroporto de Manaus é o centro de um novo certame envolvendo o governo federal e a empresa aérea SB Porto Seco.

Em uma disputa milionária no Supremo Tribunal Federal (STF), ambos procuram defender qual dos contratos de concessão é mais vantajoso para a União, o que deve ser decidido pelo presidente da corte, Luiz Fux.

O impasse teve início no leilão da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), quando o grupo francês Vinci arrematou a concessão do Aeroporto de Manaus com lance de R$ 420 milhões de outorga.

A SB Porto Seco, por sua vez, entrou na justiça alegando ter direito de concessão sobre cinco terminais de carga do aeroporto, onde as instâncias inferiores deram razão à companhia pela mesma ter celebrado contrato com a Infraero em 2018, pelo prazo de dez anos.

No STJ (Superior Tribunal de Justiça), o ministro Humberto Martins alegou que, apesar do TCU (Tribunal de Contas da União) tivesse decidido anular a licitação por ausência de interesse público, esta ainda estava em vias de discussão, de modo que a Infraero deveria ter esperado a resolução desse impasse antes de incluir o Aeroporto de Manaus no leilão da Anac.

O assunto chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal) então no final de abril, com a AGU (Advocacia-Geral da União) pedindo a suspensão da liminar que havia sido concedida por Martins para retirar o aeroporto do bloco licitado pelo governo federal.

Segundo Fux, a retirada do terminal de Manaus romperia com o equilíbrio financeiro da contratação, desencadeando a disputa numérica de ambos governo e SB Porto Seco para preconizar qual contrato mais vantajoso.

E Eu Com Isso?

Consideramos a notícia divulgada negativa para as empresas de infraestrutura com investimentos já realizados ou com intenção de participar de futuros leilões do segmento, como a CCR (CCRO3) e Pátria (NASDAQ:PAX), porém sem efeitos imediatos.

Grosso modo, a notícia revela não somente a criação de incertezas posteriores ao leilão do Aeroporto de Manaus, gerando instabilidade e imprevisibilidade para o novo operador da concessão, mas também uma suposta falha grave no desenho do leilão, que não identificou a existência de direitos de concessão sobre cinco terminais do porto.

Nesse contexto, entendemos que, a depender do caminho tomado para endereçamento da disputa, o resultado pode diminuir o interesse de players privados em futuros leilões, que exigirão taxas de retorno mais elevadas para compensar esse tipo de risco e atraí-los novamente.

Entretanto, mesmo com essa elevação, há participantes que podem ser afastados totalmente por não aceitarem esses riscos jurídicos imprevisíveis.

Vale notar que o segmento de aeroportos historicamente sofreu com eventos nocivos para atração de investimentos privados, como a modelagem equivocada em leilões passados que, somada com a agressividade de certos participantes, provocou problemas financeiros graves posteriormente, como no caso de Viracopos.

Logo, é vital acompanhar a decisão do STF também para avaliação dos fortuitos impactos sobre a modelagem do Aeroporto de Manaus e de quais compensações serão oferecidas tanto à Vinci como à SB Porto Seco, visto que, em uma primeira análise, ambas parecem ter direitos econômicos legítimos sobre a operação.

Por fim, cabe enfatizar que o equacionamento do imbróglio é importante para que o aeroporto receba os investimentos planejados e tenha ampliação de voos, integrando um maior número de rotas das empresas aéreas.

Esse processo é essencial para aumento da receita e remuneração do novo operador da concessão.

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Leia também: JHSF (JHSF3): aeroporto de luxo cresce e recebe investimentos.

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