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Tudo o que você precisa saber sobre fundos multimercados

Com a taxa de juros em patamares historicamente baixos, a época dos rendimentos altos em aplicações de baixo risco parece ter ficado para trás. Enquanto escrevemos este texto, em maio de 2020, a taxa Selic está em 3% ao ano, o que significa que boa parte dos investimentos que acompanham esse indicador pode fechar o ano perdendo da inflação.

Assim, quem quiser ter uma rentabilidade maior precisa começar a pensar em colocar pelo menos parte de seus investimentos em aplicações de maior risco, que tenham a possibilidade de obter retornos mais elevados.

Os fundos multimercados são uma opção muito interessante para isso, já que, como o nome sugere, eles têm liberdade para aplicar os recursos em diversos mercados e buscar novas oportunidades de acordo com o cenário.

Neste artigo, vamos ver com mais detalhes o que são os fundos multimercados, para que servem e como funcionam, os benefícios que oferecem e os riscos que trazem e, ainda, o que observar antes de investir. Confira!

O que são fundos multimercados?

De acordo com a classificação da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os fundos multimercados são “fundos com políticas de investimento que envolvam vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator em especial”.

Isso quer dizer que, diferentemente do que ocorre com os fundos de renda fixa ou com os fundos de ações, que têm o compromisso de concentrar a maior parte da sua carteira em um mercado específico, nos fundos multimercados o gestor pode investir o dinheiro dos cotistas em diversas classes de ativos. Assim, é possível buscar oportunidades de ganhos de acordo com as condições do mercado naquele momento.

Dessa forma, em tempos de juros baixos, por exemplo, ele provavelmente vai alocar uma parcela menor dos recursos em ativos vinculados à Selic ou ao CDI e procurar oportunidades de lucro em outras modalidades, como o mercado de ações, o câmbio ou até mesmo no exterior.

Em relação ao risco, cada fundo multimercado tem o seu. Alguns podem ser bastante conservadores, enquanto outros podem ser até mais arrojados do que ações e fundos de ações. Para saber qual é o nível de risco a que se está exposto, a única maneira é lendo os documentos do fundo (regulamento e prospecto).

Outra consequência lógica é que eles exigem muito mais habilidade por parte do gestor. Um fundo DI, por exemplo, aplica a maior parte dos seus recursos em títulos públicos federais, ou seja, o gestor não precisa tomar muitas decisões.

Nos fundos multimercados, o gestor tem de olhar o mercado como um todo (todas as classes de ativo, aqui e no exterior) e decidir em quais investir e quando entrar e sair de cada uma delas. É bem mais complexo, não é mesmo?

Assim, dependendo da sua categoria, que vamos ver com mais detalhes no próximo tópico, um mesmo fundo pode ter aplicações em ativos de renda fixa (títulos públicos, CDBs, debêntures etc.), ações, câmbio e derivativos.

Como funcionam os fundos multimercados?

Os fundos multimercados têm subclassificações, de acordo com a forma como aplicam os recursos e ainda segundo a liberdade da carteira ou a necessidade de seguir algum índice de referência. Veja a seguir como a ANBIMA categoriza os fundos multimercados.

1 – Alocação

São fundos que buscam retorno no longo prazo investindo em diversas classes de ativos, como renda fixa, ações e câmbio. Podem também investir em cotas de outros fundos de investimento. Os fundos por alocação ainda podem se dividir em dois outros tipos, conforme abaixo.

a – Balanceados

Os fundos balanceados têm uma estratégia de alocação pré-determinada e precisam especificar qual é o mix de investimentos nas diversas classes de ativos. O indicador de desempenho desse tipo de fundo deve acompanhar esse mix de investimentos. Por isso, ele não pode ser comparado a uma única classe de ativos, como o CDI.

Esses fundos não admitem alavancagem, que é uma forma de investir com recursos de terceiros e que faz com o risco de perda seja maior que o valor total aplicado.

b- Dinâmicos

Os fundos dinâmicos não precisam se comprometer com um mix pré-determinado de ativos. Assim, sua política de alocação dos recursos é flexível e determinada pelas condições de mercado e pelo horizonte de prazo da aplicação. Eles podem também adquirir cotas de fundos que tenham exposição financeira superior a 100% do seu respectivo patrimônio líquido e admitem alavancagem.

2 – Estratégia

São fundos que se baseiam nas estratégias de investimento do gestor para atingir seus objetivos e executar sua política de investimento. Assim como ocorre nos fundos por alocação, os fundos por estratégia também têm uma classificação em terceiro nível. Confira abaixo.

a – Macro

Os fundos estratégia macro fazem operações em diversas classes de ativos, como renda fixa, renda variável e câmbio. Suas estratégias de investimento se baseiam em cenários econômicos de médio e longo prazos.

b – Trading

Assim como os fundos estratégia macro, os fundos estratégia trading também operam diversas classes de ativos. A diferença é que eles exploram oportunidades de ganhos a partir de movimentos de curto prazo.

3 – Long and Short — Direcional

São fundos que operam ativos e derivativos ligados ao mercado de renda variável, montando posições compradas e vendidas. Isso possibilita ter ganhos a partir da diferença dessas posições (long e short).

4 – Long and Short — Neutro

Da mesma forma que os direcionais, esses fundos também fazem operações de ativos e derivativos ligados ao mercado de renda variável, com posições compradas e vendidas. No entanto, eles mantêm sua exposição financeira líquida limitada a 5%. Aqui, o objetivo é garantir uma posição neutra no mercado, com operações mais cautelosas e risco menor do que o long and short direcional.

Assim como os fundos direcionais, os recursos que permanecerem em caixa devem ser aplicados em fundos de renda fixa de baixo risco.

5 – Juros e Moedas

São fundos que buscam retorno no longo prazo por meio de investimentos em ativos de renda fixa. Podem usar estratégias que impliquem risco de juros, de índice de preço e de moeda estrangeira, mas não podem adotar estratégias que tenham exposição a renda variável.

6 – Livre

São fundos que não têm compromisso de concentração em uma estratégia específica.

7 – Capital Protegido

Os fundos multimercado de capital protegido aplicam em mercados de risco, mas que buscam proteger o capital investido, total ou parcialmente.

8 – Estratégia Específica

Esses fundos adotam estratégias de investimento que têm riscos específicos, como commodities ou futuro de índice.

9 – Investimentos no Exterior

Os fundos multimercados com investimentos no exterior são aqueles que investem mais de 40% do seu patrimônio líquido em ativos financeiros no exterior.

Essas são as classificações dos fundos multimercados de acordo com a ANBIMA. Embora possam parecer complexas, elas servem para que o investidor saiba exatamente como o gestor do fundo vai aplicar o dinheiro dele e dos demais cotistas. Dessa forma, você pode escolher a linha que considera melhor naquele momento e evitar as que não estão de acordo com os seus objetivos ou que impliquem riscos que você não quer correr.

Quais são os benefícios que os fundos multimercados oferecem?

Os fundos multimercados oferecem aos investidores dois benefícios importantes: diversificação e flexibilidade. Com uma única aplicação, você consegue ter acesso a uma carteira balanceada de investimentos de acordo com as condições do momento.

Se você fosse fazer isso sozinho, a cada mudança de cenário teria que rebalancear a sua carteira, reduzindo ou aumentando sua exposição a ativos de renda fixa, renda variável, câmbio e aplicações no exterior. Além de dar trabalho, teria de arcar com os custos decorrentes dessas mudanças, como pagamento de taxas e impostos.

Também precisaria acompanhar o mercado de perto, o que toma bastante tempo e é inviável para quem tem outra profissão em tempo integral. Por fim, os fundos têm acesso a investimentos nos quais você não conseguiria aplicar sozinho, uma vez que eles exigem um volume financeiro alto nas aplicações.

Quando o cenário muda e surgem novas oportunidades, o próprio gestor do fundo faz esse rebalanceamento, sem que você tenha qualquer trabalho. Isso permite, inclusive, atravessar períodos de forte volatilidade do mercado e, dependendo do caso, até lucrar com eles.

Assim, surge aqui uma outra vantagem dos fundos multimercados: essa flexibilidade possibilita que eles alcancem uma rentabilidade superior àquela oferecida pelas aplicações de renda fixa.

Por fim, dá para perceber que, nos fundos multimercados, a habilidade do gestor faz toda a diferença, não é mesmo? Afinal, é ele que vai tomar todas essas decisões. Por isso, é importante sempre conferir quem faz a gestão, conhecer o currículo e o histórico desses profissionais e da asset como um todo.

Quais são os riscos?

Assim como os demais fundos de investimento, os fundos multimercados não contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Citamos esse ponto, mas a verdade é que o FGC protege o investidor quando a instituição financeira quebra.

Os principais riscos dos fundos multimercados são outros. Eles estão relacionados às diversas classes de ativos na qual o fundo investe e também à habilidade do gestor. Como os fundos multimercados têm uma carteira diversificada, o risco é menor que o de cada ativo isoladamente.

Com o dinheiro distribuído em diversos mercados, reduz-se o risco. É o mesmo princípio daquela máxima que diz que não devemos colocar todos os ovos na mesma cesta. De qualquer forma, existem fundos multimercados que podem ser considerados conservadores, como os de juros e moedas, enquanto outros podem ser mais arriscados inclusive do que os fundos de ações, como os que operam alavancados.

Para saber o grau de risco específico do fundo, é preciso ver a qual categoria pertencem, se permitem ou não alavancagem e qual a estratégia de investimento. Além disso, como mencionamos no começo deste tópico, a habilidade do gestor faz muito mais diferença no caso dos fundos multimercados do que em qualquer outra categoria de fundos, incluindo os fundos de ações.

Isso porque ele tem que olhar o mercado como um todo e decidir que rumo tomar, analisando inclusive outros fundos de investimento que possam fazer parte da carteira. Tomar decisões que vão dar lucro e gerar valor para o acionista considerando tantas variáveis não é uma tarefa simples.

Assim, mesmo que a rentabilidade passada não seja garantia de ganhos futuros, olhar o desempenho que o gestor vem entregando é muito importante. Afinal, a consistência na entrega pode nos dizer muito sobre a qualidade do gestor, para o bem ou para o mal.

O que saber antes de investir?

Existem diversos fatores que devem ser observados antes de aplicar em um fundo multimercado para garantir a escolha dos melhores investimentos para você. Veja a seguir.

Custos

Assim como os demais fundos de investimento, os fundos multimercado cobram uma taxa de administração do cotista. Nos fundos multimercados, essa taxa de administração costuma ser bem maior do que nos fundos de renda fixa.

Para dar uma ideia, pegamos um exemplo aqui de fundos do Itaú. O Privilege DI, que é um fundo DI oferecido a clientes premium, tem taxa de administração de 0,3% ao ano, enquanto o Itaú Seleção Multifundos Plus Multimercados cobra uma taxa que pode chegar a 2,2% ao ano.

Além da taxa de administração, muitos fundos multimercados têm também uma taxa de performance. Essa taxa só é cobrada quando o desempenho do fundo supera o índice ao qual ele faz referência, que pode ser o Ibovespa ou o CDI, por exemplo. Ela incide apenas sobre essa parte que superou o desempenho do índice.

Para entender melhor, vamos imaginar que o fundo tenha como referência o Ibovespa e que esse índice tenha subido 10%, enquanto o fundo teve uma valorização de 13%. Se a taxa de performance for de 20%, vai ser 20% sobre esses três pontos percentuais que ficaram acima do Ibovespa.

É importante dizer que a taxa de performance, embora possa parecer alta, serve para remunerar o gestor pelo bom desempenho dele e garante o alinhamento aos interesses dos cotistas.

Existem fundos ainda que cobram taxas de entrada ou de saída. Por isso, nunca é demais reforçar que todas essas informações estão nos documentos do fundo e, por isso, é importante lê-los com calma antes de tomar a decisão de investimento.

Prazos

Essa é uma outra questão importante. Diferentemente do que ocorre na maioria dos fundos de renda fixa pós-fixados, os fundos multimercados podem ter prazos mais longos para resgate. Em alguns casos, o dinheiro só cai na conta 30 dias úteis, ou até 90 dias úteis, após a solicitação de resgate.

Isso acontece porque o fundo investe em aplicações das quais muitas vezes é complicado sair, demora um certo tempo. Assim, quando um cotista solicita um resgate, o gestor precisa de um tempo para conseguir rearranjar os recursos do fundo e disponibilizar o valor para o cotista.

Além disso, existem fundos que têm um período de carência, ou seja, o dinheiro não pode ser resgatado antes de determinado prazo. Em alguns casos, esse prazo pode ser relativamente longo, algo como dois anos. A lógica desse prazo de carência é dar ao gestor tempo suficiente para que sua estratégia produza os resultados esperados.

Aplicação mínima e valor mínimo para permanência

Assim como os demais fundos de investimento, os fundos multimercados também podem exigir um valor mínimo de aplicação, ainda que existam diversos fundos multimercados nos quais é possível aplicar a partir de R$ 1.

Outro ponto é que também pode haver um valor mínimo para permanência no fundo. Imagine que você tenha aplicado R$ 50 mil e, depois solicitado o resgate de R$ 45 mil, mas aquele fundo tem um valor mínimo de permanência de R$ 10 mil. Nesse caso, ou você resgata tudo, ou resgata apenas R$ 40 mil, para deixar o valor mínimo que as regras daquele fundo exigem.

Tributação

Os fundos multimercado sofrem incidência de Imposto de Renda e, se o dinheiro ficar aplicado por menos de 30 dias, também há cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

O IR é retido na fonte no momento do resgate e a alíquota depende da duração da carteira do fundo e do tempo em que o dinheiro permaneceu aplicado. Veja a seguir.

Fundos de curto prazo

Os fundos de curto prazo são aqueles cuja carteira tenha prazo médio igual ou inferior a 365 dias. Nesse caso, as alíquotas do IR são:

  • 22,5% para investimentos com prazo de até 180 dias;
  • 20% para investimentos com prazo de 181 até 360 dias.

Fundos de longo prazo

Os fundos de longo prazo são aqueles com carteira com prazo médio igual ou superior a 365 dias também seguem uma tabela regressiva, conforme abaixo:

  • 22,5% para investimentos com prazo de até 180 dias;
  • 20% para investimentos com prazo de 181 até 360 dias;
  • 17,5% para investimentos com prazo de 361 até 720 dias;
  • 15% para investimentos com prazo acima de 720 dias.

A informação sobre o tipo de tributação também consta tanto nos documentos quanto nas lâminas com as informações resumidas do fundo.

Além do Imposto de Renda retido na fonte, parte do IR é recolhido antecipadamente, pelo sistema conhecido como come-cotas, no último dia dos meses de maio e novembro de cada ano. Aqui é sempre usada a menor alíquota que incide sobre cada tipo de fundo, ou seja, 20% para os de curto prazo e 15% para os de longo prazo. No resgate, cobra-se apenas a diferença, se houver.

Já o IOF, como dissemos, é cobrado apenas quando o dinheiro permanece aplicado por menos de 30 dias. A alíquota começa em 96% sobre o rendimento, para aplicações de um dia, e vai diminuindo gradativamente até zerar no 30º dia.

Estratégia

Os documentos do fundo informam quais são os objetivos do fundo e qual é a estratégia que o gestor vai adotar para tentar cumprir aquele objetivo. É importante conferir essas informações para entender se você acha que aquela estratégia faz sentido no contexto atual. Como exemplo, podemos ver a estratégia do fundo Itaú Seleção Multifundos Plus Multimercados, que citamos acima.

A lâmina com as informações resumidas do fundo traz a seguinte informação: “o Itaú Seleção Multifundos Plus MM investe em fundos multimercados selecionados de diversas gestoras e busca preferencialmente fundos nacionais com estratégia Macro Carregamento, na qual o gestor prioriza estratégias de investimento formuladas para serem mantidas por um período maior, visando obter retorno superior no longo prazo. Atualmente, a carteira é composta pelos fundos: SPX Nimitz e SPX Falcon, Adam Macro, Verde, Bahia Maraú, Vintage Macro, Kapitalo Zeta e Kapitalo Kappa, entre outros”.

Assim, você sabe que é um fundo que investe em outros fundos multimercados e que prioriza estratégias de investimento de mais longo prazo, além de conhecer alguns dos fundos que fazem parte da carteira dele.

Histórico do fundo

Como já mencionamos, um dos principais riscos do fundo diz respeito à qualidade da gestão. O histórico de rentabilidade do fundo é um ótimo indicativo sobre isso. Como estamos falando de um investimento mais volátil, é normal que haja períodos pontuais com resultados negativos. Por isso, o ideal é olhar a rentabilidade do fundo considerando períodos mais longos.

Alinhamento ao perfil de investidor

Lembre-se de que os investimentos devem estar a seu serviço, não o contrário. Isso significa que eles devem ajudar você a alcançar seus objetivos, ao mesmo em que é preciso respeitar tanto a sua tolerância ao risco quanto sua capacidade de tomar risco naquele momento, ou seja, precisam estar alinhados ao seu perfil de investidor.

O grau de risco normalmente é informado na lâmina com as informações essenciais do fundo, então não deixe de conferir essa informação, para evitar surpresas desagradáveis.

Para quem os fundos multimercados são indicados?

A resposta para essa pergunta é: depende. Eles podem ser indicados para todos os perfis de investidores, porque, como vimos, existem fundos multimercados com todos os níveis de risco, do conservador ao mais agressivo.

Dessa forma, um pré-requisito é respeitar seu perfil de investidor. Dito isso, eles podem fazer parte da carteira de qualquer pessoa que queira diversificar suas aplicações e procurar opções para alcançar uma rentabilidade maior.

Além disso, como no caso dos demais fundos de investimento, são indicados para quem prefere delegar as decisões de investimento a um gestor profissional, abrindo mão da sua autonomia na escolha dos ativos.

Agora você já conhece bem o funcionamento dos fundos multimercados e tem condições de decidir se esse investimento está alinhado ao seu perfil de investidor e se deve fazer parte do seu portfólio. Existe uma enorme variedade de ofertas desse tipo de fundos no mercado e é importante sempre observar tudo o que mencionamos aqui: taxas, risco, estratégia de investimentos e histórico do fundo.

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