
| A Petrobras (PETR4) apresentou uma prévia operacional forte no 2T26, marcada por novos recordes de produção. A produção própria de petróleo, líquidos de gás natural e gás atingiu 3,34 milhões de barris de óleo equivalente por dia, alta de 3,4 por cento frente ao 1T26 e de 14,1 por cento em um ano. Considerando apenas petróleo e líquidos de gás, o volume chegou a 2,69 milhões de barris por dia, avanço anual de 15,2 por cento. O desempenho foi impulsionado pela maior eficiência operacional, pelo aumento gradual da produção das plataformas Maria Quitéria, Alexandre de Gusmão e P-78 e pelo início das atividades da P-79.O pré-sal permaneceu como o principal motor dessa expansão, com a produção própria de petróleo avançando 5,0 por cento no trimestre, para 2,30 milhões de barris por dia. A produção total operada, que inclui a participação dos sócios nos campos, alcançou o recorde de 4,87 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Em Búzios, a produção média mensal superou 1 milhão de barris por dia pela primeira vez em junho e chegou a 1,2 milhão em um único dia. A entrada antecipada da P-79 elevou a capacidade instalada do campo para aproximadamente 1,33 milhão de barris diários, enquanto dez novos poços produtores entraram em operação no trimestre.O desempenho do refino também foi positivo, com o fator de utilização das refinarias alcançando 101,2 por cento, maior nível trimestral da história da companhia. A produção de derivados somou 1,92 milhão de barris por dia, crescimento de 5,6 por cento sobre o 1T26 e de 10,9 por cento na comparação anual.Houve recordes na produção de diesel S-10 e querosene de aviação, refletindo maior eficiência do parque industrial. Apesar disso, as vendas de derivados no mercado interno permaneceram praticamente estáveis, em 1,74 milhão de barris por dia. O aumento das vendas de diesel e GLP compensou a redução da gasolina, pressionada pela maior competitividade do etanol, e a queda sazonal do combustível de aviação. |
| E Eu Com Isso? |
| A maior produção de petróleo e derivados também fortaleceu a posição comercial da Petrobras no período. As exportações de petróleo alcançaram 996 mil barris por dia, alta de 44,3 por cento em relação ao 2T25, enquanto as exportações totais cresceram 9,9 por cento no trimestre, para 1,23 milhão de barris diários. Ao mesmo tempo, as importações caíram 41,8 por cento, para 156 mil barris por dia, levando as exportações líquidas ao recorde de 1,08 milhão de barris diários. Os dados sinalizam uma prévia positiva para o resultado financeiro, com maiores volumes e menor dependência de compras externas. |
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