petrobras – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Mon, 05 Jan 2026 12:48:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png petrobras – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Petrobras (PETR4) acelera cronograma em Búzios e amplia perspectiva de produção no pré-sal https://levanteideias.com.br/artigos/petrobras-petr4-acelera-cronograma-em-buzios-e-amplia-perspectiva-de-producao-no-pre-sal https://levanteideias.com.br/artigos/petrobras-petr4-acelera-cronograma-em-buzios-e-amplia-perspectiva-de-producao-no-pre-sal#respond Mon, 05 Jan 2026 12:48:03 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52759 O post <strong>Petrobras (PETR4) acelera cronograma em Búzios e amplia perspectiva de produção no pré-sal</strong> apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Mercados com Rafael Bevilacqua
A Petrobras (PETR4) anunciou que pretende iniciar a produção de sua oitava plataforma no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, já no segundo trimestre deste ano. A previsão antecipa em pelo menos dois meses a estimativa anteriormente divulgada e reflete um esforço operacional para acelerar a entrada em operação de novas unidades. A informação foi confirmada pela diretoria executiva da companhia, que destacou a prioridade dada à eficiência e à antecipação de marcos produtivos sempre que possível.

A nova unidade, denominada P-79, terá capacidade para produzir até 180 mil barris de petróleo por dia. Com sua entrada em operação, a capacidade total de produção do campo de Búzios deverá alcançar aproximadamente 1,3 milhão de barris diários, consolidando o ativo como o maior produtor individual do país. Búzios já havia superado a marca de 1 milhão de barris por dia em outubro do ano passado, reforçando sua relevância estratégica dentro do portfólio da companhia e no contexto da produção nacional de petróleo.

O avanço da P-79 ocorre em paralelo ao recente início de produção da plataforma P-78, a sétima unidade do campo, que entrou em operação no final de dezembro e rapidamente atingiu volumes superiores a 50 mil barris por dia em menos de 24 horas. Para 2026, não há previsão de novas plataformas entrando em produção, mas o cronograma segue ativo: a P-80 deve deixar o estaleiro rumo ao campo em agosto, enquanto a P-82 está prevista para zarpar até outubro, com ambas projetadas para iniciar produção em 2027. Além disso, a companhia mantém negociações e processos licitatórios em andamento para projetos futuros, incluindo Sergipe Águas Profundas, revitalizações de campos maduros e a unidade Búzios 12, com horizonte de primeiro óleo após 2030.


E Eu Com Isso?

Do ponto de vista estratégico, a antecipação da produção da P-79 reforça a capacidade da Petrobras de capturar valor por meio da aceleração de projetos de alta produtividade e baixo custo unitário, característica central do pré-sal. Cada mês ganho no início da operação representa geração adicional de caixa, diluição mais rápida do investimento e maior resiliência financeira em diferentes cenários de preço do petróleo. O foco em Búzios, um dos campos mais rentáveis do portfólio, evidencia a priorização de ativos com elevada eficiência operacional e retorno ajustado ao risco mais previsível.

Como desdobramento, o movimento tende a fortalecer o perfil operacional e financeiro da Petrobras ao longo dos próximos trimestres, ao mesmo tempo em que aumenta a previsibilidade da curva de produção. A combinação de antecipação de projetos, crescimento orgânico em ativos-chave e planejamento de longo prazo para novas unidades sustenta uma trajetória de expansão gradual, sem rupturas relevantes no capex ou no balanço. Em conjunto, esses fatores contribuem para uma leitura construtiva sobre a capacidade da empresa de executar sua estratégia no pré-sal, mantendo disciplina operacional e foco em geração de valor ao longo do ciclo.


DISCLAIMER
A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Até quando o Ibovespa vai acumular recordes? https://levanteideias.com.br/artigos/ate-quando-o-ibovespa-vai-acumular-recordes https://levanteideias.com.br/artigos/ate-quando-o-ibovespa-vai-acumular-recordes#respond Fri, 07 Nov 2025 13:39:16 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52482 O post <strong>Até quando o Ibovespa vai acumular recordes?</strong> apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Um já seria suficiente, mas o Ibovespa rompeu dois recordes na quinta-feira (06): fechou a 153.339 pontos, uma levíssima alta de 45 pontos (ou 0,03 por cento) e superou 154 mil pontos no momento de maior valorização do dia. A máxima do pregão foi de 154.354 pontos, o que representaria uma alta de 0,7 por cento ante o fechamento anterior, que também já havia batido um recorde.

Nos quatro pregões de novembro, o Ibovespa subiu 2,5 por cento, uma valorização superior aos 2,3 por cento do acumulado de outubro. E no acumulado do ano, a valorização em reais é de 27,5 por cento. Como o real está se apreciando em relação ao dólar, a valorização na moeda americana é ainda mais expressiva, com um ganho de 47,7 por cento no acumulado do ano.

O Ibovespa parece estar simplesmente ignorando todas as notícias ruins. Nem o teor austero do Comunicado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgado na noite da quarta-feira (5), foi capaz de azedar o humor dos investidores. O documento praticamente sepultou qualquer possibilidade de corte da Selic na reunião de dezembro e não deixou nenhuma brecha para o mercado esperar um alívio na política monetária na primeira reunião de 2026.

Isso contrariou as expectativas de boa parte dos investidores. Os mais otimistas previam a sinalização de um corte já em dezembro. Até os mais céticos esperavam que, no mínimo, a última reunião deste ano traria indicações de um afrouxamento em janeiro. Nada disso. O texto foi surpreendentemente austero.

Além do Copom, os resultados da reunião de sua versão americana, o Federal Open Market Committee (Fomc), realizada na última semana de outubro, também foram decepcionantes. O Federal Reserve (FED), o banco central americano, confirmou as expectativas dos investidores e cortou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75 por cento e 4,00 por cento ao ano. No entanto, ao comentar a decisão, Jerome Powell, presidente do FED, disse que nada garantia mais um corte na reunião de dezembro, como era amplamente esperado pelos investidores.

Em circunstâncias habituais isso seria suficiente para disparar uma realização dos lucros acumulados das últimas semanas. No entanto, mesmo tendo aberto com uma leve queda na quinta-feira, o Ibovespa retomou a trajetória de valorização. Registrou a 12ª alta consecutiva e cravou mais um recorde, o quarto em seguida.

Como explicar essa alta? Basicamente, os investidores estão comprando ações pelas expectativas de melhora nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e também motivados pela perspectiva de uma economia brasileira ainda aquecida em 2026, mas com uma inflação mais baixa. Isso teoricamente garante bons resultados para as empresas, o que significa (teoricamente) bons dividendos.

Vale aqui a teoria de que o preço de uma ação em um dado momento é uma projeção dos resultados futuros da empresa trazidos a valor presente mediante uma taxa de desconto. Os preços das ações estão subindo porque essa entidade chamada mercado (que é um grupo de investidores tentando ganhar dinheiro antecipando movimentos de preço) vem corrigindo para cima suas expectativas com os resultados das empresas em 2026. Enquanto durar essa correção – ou seja, enquanto as expectativas de alta dos resultados seguirem aumentando – as ações vão continuar subindo, independente do cenário mais ou menos adverso de hoje.


E Eu Com Isso?

Os contratos futuros dos principais índices americanos estão em leve queda no pré-mercado, o que pode indicar uma realização de lucros no mercado internacional, eventualmente levando a uma realização por aqui também.



Petrobras (PETR4) apresenta resultados do 3T25, com 12,1 bilhões de reais em dividendos


A Petrobras (PETR4) divulgou nesta quinta-feira (6) os resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025 (3T25), demonstrando desempenho operacional consistente, mesmo diante de um cenário global marcado pela volatilidade dos preços do petróleo. A companhia também anunciou a distribuição de 94 centavos por ação em proventos, reafirmando seu compromisso com a remuneração de seus acionistas.

No trimestre, o preço médio do barril de petróleo tipo Brent foi de 69,07 dólares, representando uma queda de 13,9 por cento em relação ao mesmo período de 2024, refletindo o enfraquecimento das cotações internacionais.

A receita de vendas totalizou 127,9 bilhões de reais, alta de 7,4 por cento frente ao 2T25 e leve recuo de 1,3 por cento na comparação anual. O lucro bruto atingiu 61,1 bilhões de reais, avanço de 7,8 por cento sobre o trimestre anterior, resultado sustentado por maior volume de exportações e melhores margens de refino, que compensaram parcialmente a desvalorização do petróleo.

As despesas operacionais caíram significativamente, somando 17,7 bilhões de reais, o que representa uma redução de 21,7 por cento frente ao 3T24, com isso, o EBITDA ajustado atingiu 63,9 bilhões de reais, mantendo-se em linha com o registrado um ano antes.

Atualmente, a Petrobras negocia a um múltiplo EV/EBITDA de 2,6 vezes, um dos menores entre as companhias listadas na B3, refletindo atratividade relativa em termos de valor.

Com relação à dívida bruta encerrou o trimestre em 70,7 bilhões de reais, alta de apenas 2,9 por cento frente ao 2T25, enquanto a dívida líquida permaneceu praticamente estável, em 59,1 bilhões de reais, a relação dívida líquida sobre EBITDA é de 1,53 vez.

O lucro líquido foi de 32,8 bilhões de reais, estável em relação ao mesmo período de 2024. Excluindo efeitos não recorrentes, o lucro líquido ajustado somou 28,5 bilhões de reais, superando as expectativas de mercado, neste sentido a Petrobras negocia com uma relação de 4,0 vezes lucro para os próximos doze meses.

O fluxo de caixa operacional foi de 53 bilhões de reais, queda de 14,5 por cento frente ao 3T24, enquanto o fluxo de caixa livre totalizou 27,1 bilhões de reais, sustentando uma geração de caixa robusta que permitiu o pagamento de 12,16 bilhões de reais em proventos no trimestre.


E Eu Com Isso?

Desta maneira, a Petrobras anunciou a distribuição de 94 centavos por ação, se mantendo entre as maiores pagadoras de dividendos da bolsa brasileira.

Mesmo diante de um ambiente global de petróleo mais moderado e desafiador, a companhia apresentou crescimento operacional, bons lucros, mantendo o foco na rentabilidade e na distribuição de valor aos investidores.

Dessa forma, projetamos um rendimento de 10 por cento em proventos para os próximos doze meses, refletindo a capacidade da Petrobras de equilibrar investimentos com retorno aos acionistas.


Lojas Renner (LREN3) combina avanço de margens e geração robusta de caixa no 3T25

A Lojas Renner (LREN3) apresentou um terceiro trimestre marcado pela resiliência operacional e pela manutenção de sua trajetória de recuperação gradual no varejo de moda. A receita líquida consolidada atingiu 3,08 bilhões de reais, alta de 4,2 por cento em relação ao 3T24, com destaque para o segmento de vestuário, cuja receita cresceu 4,7 por cento e as vendas mesmas lojas (SSS) avançaram 3,3 por cento no período. Apesar do impacto pontual do clima frio prolongado, que limitou a performance da coleção primavera/verão, o resultado reflete o bom desempenho das regiões mais quentes e o ganho de eficiência nas estratégias de precificação e sortimento, garantindo uma melhor adequação do portfólio às tendências de consumo.

O lucro bruto atingiu 1,70 bilhão de reais, representando expansão anual de 4,9 por cento, com margem bruta de 55,1 por cento, alta de 0,4 ponto percentual frente ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado por uma execução comercial mais precisa, combinando melhor curadoria de moda e planejamento de estoque. O avanço também decorre da redução de 1,9 ponto percentual na participação de estoques antigos, resultado da maior assertividade no abastecimento e da melhor integração entre centro de distribuição e lojas. O segmento de vestuário manteve-se como principal vetor de rentabilidade, com margem bruta de 56,2 por cento, confirmando a eficiência do modelo de fast fashion flexível da companhia.

As despesas operacionais tiveram aumento pontual, reflexo de investimentos planejados em marketing e tecnologia. Ainda assim, a Renner manteve boa disciplina de custos e uma estrutura enxuta após a conclusão do ciclo de investimentos estruturais em 2024. O EBITDA ajustado somou 593,8 milhões de reais, crescimento de 2,9 por cento a/a, com margem de 19,3 por cento, praticamente estável em relação ao 3T24. Essa estabilidade, mesmo diante de um ambiente de consumo mais seletivo e pressão de despesas, reforça a capacidade de alavancagem operacional da companhia e a força de sua execução nas lojas físicas e digitais.

O lucro líquido atingiu 279,4 milhões de reais, avanço de 9,4 por cento na comparação anual, refletindo tanto a melhora operacional quanto a menor alíquota efetiva de impostos. O lucro por ação foi de 28 centavos, alta de 15,5 por cento frente ao 3T24. O resultado demonstra consistência na geração de valor, mesmo em um cenário de crescimento de vendas mais moderado. O retorno sobre o capital investido (ROIC LTM) alcançou 14,4 por cento, um avanço de 1,7 ponto percentual, evidenciando maior eficiência na alocação de capital e maturação dos investimentos realizados nos últimos ciclos de expansão.

A Realize CFI, braço financeiro da Renner, manteve sua política de crédito conservadora e contribuiu positivamente para os resultados consolidados. O lucro da unidade foi de 79,8 milhões de reais, crescimento expressivo de 36,9 por cento a/a, sustentado pela qualidade da carteira e baixo nível de inadimplência. O ticket médio nas compras com cartão Renner avançou 6,2 por cento, atingindo 290 reais, ante 205 reais no ticket médio geral, evidenciando o papel estratégico da Realize como vetor de fidelização e engajamento do cliente.

 
E Eu Com Isso?
 
A Renner encerrou o trimestre com caixa líquido de 1,3 bilhão de reais e posição de caixa total de 1,6 bilhão de reais, demonstrando elevada capacidade de liquidez e baixo endividamento. A geração de fluxo de caixa livre somou 473 milhões de reais, reforçando o sólido perfil financeiro da companhia, mesmo após a continuidade dos investimentos em expansão e tecnologia. O programa de recompra de ações, com cerca de 85 por cento já executado (equivalente a 860 milhões de reais), e o pagamento de 217,9 milhões de reais em juros sobre capital próprio reafirmam o compromisso com a remuneração ao acionista, sem comprometer a flexibilidade financeira.

Em nossa visão, o resultado do 3T25 reforça a resiliência e qualidade operacional da Lojas Renner, que conseguiu sustentar margens saudáveis e forte geração de caixa mesmo diante de um ambiente macroeconômico desafiador. O desempenho veio levemente acima das estimativas em receita e lucro líquido, com destaque para a expansão de margem bruta e o bom resultado da Realize CFI, que compensaram parcialmente o impacto do clima sobre as vendas de vestuário. Mantemos visão construtiva para a tese, ancorada em três pilares: (i) liderança de mercado e escala relevante no varejo de moda; (ii) gestão eficiente de capital e portfólio integrado de marcas; e (iii) potencial de alavancagem operacional e digital no médio prazo. Com sólida execução e balanço robusto, a Renner segue bem-posicionada para capturar a retomada do consumo e preservar sua trajetória de crescimento sustentável e rentável.




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Análise | Proventos e petróleo têm impactado ações da Petrobras https://levanteideias.com.br/imprensa/analise-proventos-e-petroleo-tem-impactado-acoes-da-petrobras https://levanteideias.com.br/imprensa/analise-proventos-e-petroleo-tem-impactado-acoes-da-petrobras#respond Wed, 22 Oct 2025 13:51:59 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52337 Análise do nosso Especialista do setor de Commodities, João Abdouni, para o Money News na CNN Money:

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Análise do nosso Especialista do setor de Commodities, João Abdouni, para o Money News na CNN Money:

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Morning Call Levante – 21 de Outubro de 2025 https://levanteideias.com.br/artigos/morning-call-levante-21-de-outubro-de-2025 https://levanteideias.com.br/artigos/morning-call-levante-21-de-outubro-de-2025#respond Tue, 21 Oct 2025 12:09:30 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52263 Cenário Macroeconômico No campo político, o ambiente segue permeado por incertezas. A votação da LDO de2026 foi novamente adiada a pedido do governo, segundo decisão da ComissãoMista de Orçamento (CMO) do Congresso. O adiamento reflete a dificuldade dearticulação política e o impasse sobre as prioridades fiscais para o próximo exercício,já que o governo busca recompor… Read More »Morning Call Levante – 21 de Outubro de 2025

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Cenário Macroeconômico

No campo político, o ambiente segue permeado por incertezas. A votação da LDO de
2026 foi novamente adiada a pedido do governo, segundo decisão da Comissão
Mista de Orçamento (CMO) do Congresso. O adiamento reflete a dificuldade de
articulação política e o impasse sobre as prioridades fiscais para o próximo exercício,
já que o governo busca recompor receitas e acomodar novas despesas obrigatórias.
O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (20) mostrou leve ajuste nas
projeções de mercado para os principais indicadores macroeconômicos. A mediana
das expectativas para o IPCA de 2025 recuou de 4,72% para 4,70%, sinalizando
continuidade do processo de desinflação, ainda que em ritmo moderado. Para 2026,
a projeção passou de 4,28% para 4,27%, o que reforça a percepção de convergência
gradual da inflação.

Em relação ao PIB, o mercado revisou marginalmente para cima a estimativa de
crescimento em 2025, de 2,16% para 2,17%. Para 2026, a projeção foi mantida em 1,80%,
sugerindo cenário de expansão mais contida.
No câmbio, a mediana das projeções para o dólar em 2025 recuou de R$ 5,45 para R$
5,43, acompanhando o arrefecimento do estresse recente. Para 2026, a estimativa
permaneceu estável em R$ 5,50. Já a expectativa para a Selic foi mantida em 15,00%
ao ano em 2025 e 12,25% ao ano em 2026, indicando que o mercado ainda vê o ciclo
de afrouxamento monetário em ritmo cauteloso, com o Banco Central equilibrando a
queda dos juros à frente com as incertezas fiscais e externas.
Os mercados internacionais iniciaram a semana com tom positivo. As bolsas de Nova
York subiram com alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China,
impulsionadas pelo avanço das ações de tecnologia. O Dow Jones encerrou o dia em
alta de 1,12%, o S&P 500 avançou 1,07% e o Nasdaq ganhou 1,37%.
No Brasil, o Ibovespa acompanhou o movimento externo e encerrou a segunda-feira
em alta de 0,77%, aos 144.509 pontos. O dólar, por sua vez, recuou para R$ 5,37,
apagando parte das perdas recentes com o estresse ligado à guerra comercial.

Renda Fixa

No curto prazo, a curva de juros apresentou leve abertura nas taxas curtas,
acompanhada por redução no volume de negócios, em um pregão de liquidez
moderada. O F26 (jan/26) manteve-se praticamente estável em 14,90%, com cerca
de 2,7 mil negócios e OI estável em 4,09 milhões de contratos, refletindo continuidade
da liquidez na base da curva. Já o F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta
— recuou de 14,02% para 13,97% (-5 bps), com redução no número de negócios (de
11,8 mil para 10,1 mil) e OI em torno de 5,38 milhões de contratos, indicando ajuste
pontual e postura mais cautelosa dos investidores, em linha com o ambiente de
estabilidade monetária.

Nos vértices intermediários, o movimento foi de fechamento mais consistente das
taxas, com realocação de posições e retomada da demanda por duration média. O
F28 (jan/28) caiu de 13,37% para 13,28% (-9 bps), com volume elevado (22,6 mil
negócios) e OI praticamente inalterado em 3,35 milhões de contratos. O F29 (jan/29)
também apresentou fechamento relevante, de 13,34% para 13,24% (-10 bps),
sustentado por forte giro de 25 mil negócios e OI estável em 3,47 milhões, refletindo
reposicionamento técnico e maior interesse pelos vencimentos intermediários.

Na parte longa, o fechamento foi mais amplo, acompanhado por aumento do
volume e manutenção do interesse aberto. O F31 (jan/31) recuou de 13,61% para 13,52%
(-9 bps), com volume elevado (11,3 mil negócios) e OI estável em 1,77 milhão de
contratos. Já o F33 (jan/33) caiu de 13,75% para 13,68% (-7 bps), com 5,3 mil negócios
e OI em torno de 589 mil contratos, reforçando a tendência de compressão das taxas
nos vértices longos.

O movimento consolidou um bull-flattening moderado, com fechamento mais
intenso nas partes intermediária e longa da curva, refletindo ajustes técnicos e
recomposição de posições após o leve bear-steepening da semana anterior. O
padrão indica retomada seletiva de posições aplicadas, em meio a menor pressão
na ponta longa e percepção de estabilidade na condução da política monetária.

Ações Brasil

A Petrobras (PETR4) anunciou, no dia de ontem (20), uma redução de R$0,14 por litro no
preço da gasolina vendida às distribuidoras. A decisão acompanha a recente queda das
cotações do petróleo no mercado internacional, além da valorização do real frente ao
dólar ao longo de 2025. A medida também deve contribuir para aliviar a inflação ao
consumidor, com expectativa de uma redução aproximada de 4,9% no preço final da
gasolina.

Do ponto de vista operacional, a redução tende a pressionar as margens da companhia. No entanto, a decisão visa preservar a competitividade da Petrobras frente aos
importadores e à crescente concorrência dos combustíveis alternativos, como o etanol,
que atualmente apresenta preços bastante competitivos em diversas regiões do país. Para os acionistas, a estratégia pode ajudar a estabilizar a demanda interna e evitar perda
de participação de mercado, o que contribuiria para manter os volumes de vendas e a
eficiência operacional das refinarias. Por outro lado, a compressão de margens pode
resultar em um lucro líquido menor no quarto trimestre de 2025.

A menor geração de caixa decorrente da queda no preço do combustível pode também
afetar a distribuição de dividendos. Atualmente, o mercado projeta que a Petrobras
distribuirá cerca de R$ 40 bilhões em dividendos nos próximos doze meses, o que
representa um dividend yield de aproximadamente 10%. Com a redução nas margens,
esse valor pode ser revisado para baixo, ainda que não de forma drástica.

Apesar da queda de preço, a solidez financeira da Petrobras não é comprometida neste
momento. No entanto, a movimentação pode sinalizar uma tendência que levará o
mercado a revisar projeções de EBITDA e os modelos de avaliação das ações da
companhia.

O cenário internacional segue relevante, com o barril de Brent sendo negociado próximo
aos US$60, ainda sujeito à volatilidade geopolítica e às incertezas sobre a demanda
global.

A política de preços da Petrobras continua sob observação por parte dos investidores.
Segundo dados da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), até
o fechamento da última sexta-feira, a Petrobras vendia gasolina cerca de 8% acima do
valor praticado pelos distribuidores independentes. Nesse contexto, o corte anunciado
alinhar os preços da petroleira aos demais players do mercado. Desde o fim da paridade automática com o mercado internacional, a Petrobras passou a
adotar um modelo de precificação mais flexível. Nesse novo modelo, fatores internos
como custos locais, margens operacionais e competitividade passaram a ter maior peso
na definição dos preços dos combustíveis.

No curto prazo, o impacto financeiro da redução de R$0,14 por litro na gasolina é
relativamente limitado para a Petrobras. No entanto, a contínua queda no preço do barril
do Brent no mercado internacional representa um fator de pressão adicional sobre os
resultados da companhia.

Caso a tendência de baixa se prolongue, a empresa poderá enfrentar uma compressão de
margens em um momento em que o investidor valoriza previsibilidade e consistência nos
fluxos de caixa. Como consequência, a capacidade da Petrobras de manter seus níveis
atuais de distribuição de dividendos pode ser afetada, resultando em pagamentos
potencialmente menores.

Seguimos atentos às próximas divulgações de resultados para avaliar como a companhia
tem se adaptado a um ambiente de preços do petróleo mais baixos do que os registrados
nos últimos anos. A forma como a Petrobras equilibra competitividade de mercado,
eficiência operacional e retorno ao acionista será para seu desempenho no médio prazo.

Rede D’Or amplia radar estratégico e mira novas oportunidades em
medicina diagnóstica

As especulações sobre uma possível negociação entre a Rede D’Or e as companhias
Dasa e Alliança Saúde movimentaram o noticiário corporativo e o mercado de saúde
brasileiro nesta segunda-feira (20/10). Embora o assunto ainda esteja no campo dos
rumores, a notícia reforça o apetite estratégico da Rede D’Or em expandir sua presença
no segmento de medicina diagnóstica, movimento que se mostra coerente com sua
trajetória de diversificação e verticalização desde a aquisição da SulAmérica. A
companhia, que já possui o laboratório Richet, teria retomado as conversas após
suspender tratativas com o Fleury, por divergências quanto à precificação do ativo.

A possibilidade de novas aquisições ocorre em um contexto de forte recomposição
competitiva entre os principais players de saúde no país. Dasa, Fleury, Alliança e Rede
D’Or disputam espaço em um ambiente que exige eficiência operacional, sinergias de
custo e maior integração entre as frentes de diagnóstico, assistência hospitalar e planos
de saúde. Nesse cenário, a Rede D’Or aparece como um consolidador natural, com
balanço robusto, caixa sólido e capacidade de execução comprovada, o que lhe permite
atuar de forma ativa mesmo em um ambiente de juros elevados. Além disso, o grupo
tem demonstrado visão estratégica consistente ao identificar oportunidades que
aumentem a integração entre diagnóstico e cuidado, reduzindo custos e ampliando
margens.

O interesse da Rede D’Or por ativos de diagnóstico, como Dasa e Alliança, está alinhado
à sua tese de verticalização e expansão de serviços complementares. A medicina
diagnóstica representa uma frente relevante para ganhos de sinergia, já que é
responsável por parte significativa dos custos hospitalares e permite ampliar a eficiência
clínica e administrativa. Diferentemente do modelo de atuação baseado apenas em
crescimento inorgânico via hospitais, a entrada mais profunda em diagnósticos tende a
criar um ecossistema de saúde mais integrado, capaz de capturar valor desde a
prevenção até o tratamento.

O movimento também ganha relevância num momento em que o setor de saúde passa
por transformações estruturais, com avanços tecnológicos, digitalização de processos e
crescimento da demanda por soluções completas e convenientes. Nesse contexto,
possuir controle sobre uma rede diagnóstica que oferece vantagens competitivas
importantes: desde a agilidade na entrega de resultados até a padronização de
protocolos e o uso de dados clínicos para melhorar a gestão assistencial. Para a Rede
D’Or, que já opera com margens superiores às dos pares, a expansão nesse nicho
reforçaria sua posição como líder de um modelo de saúde integrado, mais eficiente e
centrado no paciente.

Ainda que o cenário siga incerto e as negociações não tenham sido confirmadas
oficialmente, a leitura do mercado é que a Rede D’Or segue em posição privilegiada para
liderar o próximo ciclo de consolidação do setor. A empresa combina crescimento
orgânico consistente, ganhos de eficiência e flexibilidade financeira para aproveitar
oportunidades seletivas. Mesmo diante da recente alta dos juros e da desaceleração no
consumo, a tese estrutural da companhia permanece sólida — sustentada por ativos de
alta qualidade, capacidade operacional e uma estratégia de longo prazo voltada para a
integração de negócios e expansão sustentável.

Mantemos, portanto, uma visão positiva para RDOR3, considerando que eventuais
movimentos de fusões e aquisições reforçam seu papel como protagonista na
reconfiguração do setor de saúde no Brasil. Além do potencial de sinergias e
diversificação de receitas, a empresa se beneficia de fundamentos sólidos e de uma
execução consistente, o que sustenta nossa perspectiva de valorização no médio e
longo prazo. Em um ambiente de juros elevados e seletividade crescente entre
investidores, a Rede D’Or segue sendo uma das histórias mais bem posicionadas para
capturar valor quando o ciclo de afrouxamento monetário se iniciar, consolidando-se
como um dos principais nomes de qualidade da Bolsa brasileira.


DISCLAIMER

A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE. Na contracapa deste relatório você encontra uma relação de todas as empresas que fazem parte do Grupo Levante. Para dirimir quaisquer dúvidas, entre em contato através dos canais de atendimento nos sites oficiais.

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Relatório de produção e vendas da Petrobras no 4T21 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/relatorio-de-producao-e-vendas-da-petrobras-no-4t21 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/relatorio-de-producao-e-vendas-da-petrobras-no-4t21#respond Thu, 10 Feb 2022 16:45:43 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36355 A Petrobras (PETR4) divulgou na noite desta quarta-feira (09) seu relatório de produção e vendas do 4T21. Conforme já adiantado anteriormente pela companhia, sua meta de produção de óleo, Líquido de Gás Natural (LGN) e gás total foi superada, fechando o ano em 2,77 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed). A meta… Read More »Relatório de produção e vendas da Petrobras no 4T21

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A Petrobras (PETR4) divulgou na noite desta quarta-feira (09) seu relatório de produção e vendas do 4T21. Conforme já adiantado anteriormente pela companhia, sua meta de produção de óleo, Líquido de Gás Natural (LGN) e gás total foi superada, fechando o ano em 2,77 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed). A meta para o ano era de 2,72 MMboed, podendo variar 4 pontos percentuais para mais ou para menos.

Olhando apenas o 4T21, a produção média foi de 2,7 MMboed, 4,5% abaixo do 3T21, com a produção sendo afetadas por paradas para manutenção em diversas plataformas do pré-sal assim como o início de vigência do Acordo de Coparticipação de Búzios. Segundo a estatal, o ramp-up do FPSO Carioca compensou parcialmente estes fatores.

Com relação a venda de derivados, o volume total teve um aumento de 8,5% em relação a 2020, ano mais afetado pela pandemia. Principal derivado, o diesel teve um crescimento de 16,7% no volume de vendas para o mercado interno, chegando a 801 Mbpd. Já a gasolina teve um aumento de 19,1%, fechando o ano com uma média de 409 Mbpd. Os preços mais favoráveis da gasolina em relação ao etanol impulsionaram este aumento.

Outros derivados, como o óleo combustível e o Querosene de Aviação (QAV) também tiveram um forte aumento, decorrentes principalmente pela maior demanda para geração termelétrica e na recuperação do setor de aviação, respectivamente.

E Eu Com Isso?

Apesar dos principais números já terem sido divulgados anteriormente, o relatório é importante para observar certas tendências da companhia e os impactos de um ano atípico como foi 2021.

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Leia também: Petrobras vende fábrica de fertilizantes e conclui venda do Polo Alagoas.

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Petrobras vende fábrica de fertilizantes e conclui venda do Polo Alagoas https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-vende-fabrica-de-fertilizantes-e-conclui-venda-do-polo-alagoas https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-vende-fabrica-de-fertilizantes-e-conclui-venda-do-polo-alagoas#respond Mon, 07 Feb 2022 13:06:27 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36281 Na tarde da última sexta-feira (04), a Petrobras (PETR4) anunciou que avançou na venda de dois ativos que fazem parte de seu plano de desinvestimento, a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) e o Polo Alagoas. A UFN-III está localizada no município de Três Lagoas – MS e foi vendida ao grupo russo Acron, produtor… Read More »Petrobras vende fábrica de fertilizantes e conclui venda do Polo Alagoas

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Na tarde da última sexta-feira (04), a Petrobras (PETR4) anunciou que avançou na venda de dois ativos que fazem parte de seu plano de desinvestimento, a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) e o Polo Alagoas.

A UFN-III está localizada no município de Três Lagoas – MS e foi vendida ao grupo russo Acron, produtor global de fertilizantes. As negociações com o grupo começaram em 2017 e quase foram concluídas em 2019, mas o negócio não foi fechado por conta da dificuldade de celebrar um contrato com a Bolívia para o fornecimento de gás natural, matéria-prima necessária para a produção de fertilizantes nitrogenados. Após aprovações governamentais necessárias, a governança da estatal ainda deve aprovar o negócio, que não teve valor divulgado.

Em relação ao Polo Alagoas, a Petrobras concluiu sua venda para a brasileira Origem Energia (antiga Petro+), tendo recebido o montante de US$ 240 milhões nesta data. Em 2021, a companhia já havia recebido US$ 60 milhões na assinatura do contrato.

O Polo, localizado no estado de Alagoas, compreende sete concessões de produção, sendo seis terrestres e uma em águas rasas, contando ainda com uma UPGN (Unidade de Processamento de Gás Natural). Segundo a companhia, a produção média do polo em 2021 foi de 1,62 mbpd de óleo e de 550 mil metros cúbicos por dia de gás.

E Eu Com Isso?

As vendas são positivas para a Petrobras e vão em linha com seu plano estratégico, desinvestindo em ativos não core para focar seus esforços na exploração e produção de petróleo em águas profundas, onde a companhia possui grande diferencial competitivo.

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Leia também: Petrobras interessada na Bacia de Campos e na margem equatorial.

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Petrobras aprova venda do Polo Potiguar para a 3R Petroleum https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-aprova-venda-do-polo-potiguar-para-a-3r-petroleum https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-aprova-venda-do-polo-potiguar-para-a-3r-petroleum#respond Mon, 31 Jan 2022 13:03:08 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36112 Na noite da última sexta-feira (28), a Petrobras anunciou que seu conselho de administração aprovou a venda de 100% de seus ativos no Polo Potiguar para a 3R Potiguar, subsidiária da 3R Petroleum (RRRP3). O Polo compreende três subpolos que totalizam 22 campos, além de incluir a infraestrutura da operação e o AIG (Ativo Industrial… Read More »Petrobras aprova venda do Polo Potiguar para a 3R Petroleum

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Na noite da última sexta-feira (28), a Petrobras anunciou que seu conselho de administração aprovou a venda de 100% de seus ativos no Polo Potiguar para a 3R Potiguar, subsidiária da 3R Petroleum (RRRP3).

O Polo compreende três subpolos que totalizam 22 campos, além de incluir a infraestrutura da operação e o AIG (Ativo Industrial de Guamaré). Toda a infraestrutura do local engloba o processamento, refino, logística, armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural da Bacia Potiguar. Em 2021, a produção média do Polo Potiguar foi de 20,6 mil barris de óleo por dia (bpd) e 58,1 mil metros cúbicos por dia de gás natural.

Segundo o comunicado, serão pagos US$ 1,38 bilhão pela 3R, sendo 110 milhões na data de assinatura do contrato, 1,04 bilhão no fechamento da transação e 4 parcelas anuais de 58,75 milhões a partir de 2024, sem considerar os ajustes devidos.

Já no fato relevante divulgado pela 3R, a companhia afirma que a geração de caixa referente à venda do petróleo dos campos será transferida para a empresa a partir da Effective Date, em 01 de julho de 2022. Para o fechamento da transação, certas condições devem ser cumpridas, entre elas, a aprovação pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

E Eu Com Isso?

Seguindo seu plano de adquirir ativos maduros do processo de desinvestimento da Petrobras, a 3R Petroleum realiza a maior aquisição da sua história, mudando de patamar tanto em produção como em incremento de reservas, se posicionando como um dos maiores players do setor. Esperamos uma reação positiva nas ações da companhia no curto prazo.

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Leia também: Petrobras nas eleições.

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Petrobras nas eleições https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-nas-eleicoes https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-nas-eleicoes#respond Thu, 27 Jan 2022 14:04:12 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36070 Com Brasília em compasso de espera para a volta do recesso parlamentar, os pré-candidatos à Presidência da República começam a dar indícios de importantes posicionamentos para os mercados – nesse caso, recentemente, uma série de declarações sobre a Petrobras (PETR3/PETR4), a possibilidade de desestatizar a gigante petroleira e o futuro de sua política de preços.… Read More »Petrobras nas eleições

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Com Brasília em compasso de espera para a volta do recesso parlamentar, os pré-candidatos à Presidência da República começam a dar indícios de importantes posicionamentos para os mercados – nesse caso, recentemente, uma série de declarações sobre a Petrobras (PETR3/PETR4), a possibilidade de desestatizar a gigante petroleira e o futuro de sua política de preços.

O tema deve ser recorrente na corrida eleitoral, até pelo aumento substancial do preço dos combustíveis nas bombas – fruto de uma série de variáveis que os presidenciáveis têm levado em consideração. Com previsões para a média de preços do barril Brent consideravelmente acima da média de 2021 (US$ 71) e os preços chegando, neste início de ano, já perto dos US$ 90, o governo inclusive tem estudado pautar uma PEC para reduzir temporariamente o preço da gasolina e do diesel, de forma a apaziguar a corrosão de renda decorrente dos efeitos inflacionários sobre a população brasileira.

Dentro do espectro dos pré-candidatos, há notáveis divergências. Historicamente alinhados à esquerda, Ciro Gomes (PDT) e Lula (PT) são abertamente contrários à atual política de preços praticada pela estatal (preço de paridade de importação, ou PPI) e enxergam a petroleira como indutora do desenvolvimento econômico.

No caso de Lula, cogita-se revisar as vendas de ativos efetuadas nestes últimos cinco anos; já Ciro defende, principalmente, a redução da dependência de importações via incentivo à indústria de refino.

Na outra ponta, as propostas giram em torno de uma eventual desestatização da Petrobras, mas feita de forma bastante gradual e com cautela – até pelas dificuldades políticas que permeiam o tema. O ex-juiz Sérgio Moro (PODE) diz não ver nenhum problema na desestatização da estatal, mas que o assunto precisa ser analisado com base em estudos sobre a eficiência econômica de uma eventual venda.

No caso de João Doria (PSDB), a alternativa é dividir a companhia em fatias, a fim de facilitar posteriores privatizações feitas em blocos. Por fim, o atual governo, de Jair Bolsonaro (PL), se mostra favorável à desestatização, mas ainda não apresentou um formato para viabilizar a medida.

Importante notar, da mesma forma, que alternativas para reduzir os preços dos combustíveis também têm sido foco de debate das campanhas, até para preservar a atual política de preços. Moro, Doria e Bolsonaro entendem que a pauta precisa de algum encaminhamento. No caso do atual governo, a PEC dos Combustíveis deve tratar da zeragem de impostos como forma de apaziguar a alta; para Moro, a solução passa pela simplificação da cadeia de impostos do setor; já Doria defende a criação de um fundo, financiado pela iniciativa privada, para amortecer as variações nos preços.

Seja qual for o próximo presidente do Brasil, essas questões devem ser endereçadas, assim como as limitações no escopo de atuação da gigante petroleira (papel social, econômico, etc.)

E Eu Com Isso?

Há, neste tema, uma clara divisão nos possíveis efeitos para as ações da Petrobras (PETR3/PETR4). Sendo uma estatal que sofreu muito com ingerência política durante toda sua história, a petroleira é vista com cautela por parte dos investidores e poderia sofrer no caso de vitória de candidatos ligados a uma visão mais desenvolvimentista, e vice-versa. Os mercados devem acompanhar com bastante atenção os planos e declarações dos presidenciáveis para a companhia e a tendência é de aumento de volatilidade nos papéis nestes próximos meses.

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Leia também: PEC dos combustíveis.

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Petrobras aumenta investimentos em refino https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-aumenta-investimentos-em-refino https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/petrobras-aumenta-investimentos-em-refino#respond Thu, 20 Jan 2022 12:55:20 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=35821 A gigante brasileira Petrobras (PETR3/PETR4) vem aumentando seus investimentos em manutenção das refinarias. Em 2021, a companhia investiu R$ 2,3 bilhões com as paradas programadas para manutenção das refinarias e pretende chegar a R$ 2,5 bilhões em 2022, novo recorde para a empresa. Em relação a 2020, esse número representa um crescimento de 50%. Já… Read More »Petrobras aumenta investimentos em refino

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A gigante brasileira Petrobras (PETR3/PETR4) vem aumentando seus investimentos em manutenção das refinarias. Em 2021, a companhia investiu R$ 2,3 bilhões com as paradas programadas para manutenção das refinarias e pretende chegar a R$ 2,5 bilhões em 2022, novo recorde para a empresa.

Em relação a 2020, esse número representa um crescimento de 50%. Já comparando com 2019, que apresentava o maior investimento antes de 2021, o valor investido apresenta um aumento de 20%.

As paradas programadas para manutenção são essenciais para o bom funcionamento das refinarias no longo prazo, evitando maiores complicações futuras e aumentando a vida útil do maquinário, a despeito da menor utilização no curto prazo.

Mesmo assim, o fator de utilização total (FUT) em 2021 foi o maior dos últimos 5 anos, atingindo 83%. Antes de 2017, as refinarias operavam praticamente em capacidade máxima, negligenciando as manutenções preventivas e visando apenas o ganho político.

Conforme o plano de negócios 2022-2026 divulgado pela companhia, os investimentos totais previstos no refino para este período é de US$ 6,1 bilhões, visando uma melhora de eficiência e desempenho operacional. Como destaque no plano temos i) conclusão da segunda unidade (trem) da Rnest; ii) nova unidade de hidrotratamento na Replan; e iii) integração entre a Reduc e o GasLub Itaboraí.

E Eu Com Isso?

Após muitos anos como monopolista do setor, o mercado de refino brasileiro está passando por uma transformação, principalmente com a venda de refinarias da Petrobras. Contudo, das oito unidades colocadas à venda em 2019, apenas três foram vendidas até o momento.

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Leia também: Pré-sal já representa 70% da produção da Petrobras.

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Pré-sal já representa 70% da produção da Petrobras https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/pre-sal-ja-representa-70-da-producao-da-petrobras https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/pre-sal-ja-representa-70-da-producao-da-petrobras#respond Tue, 18 Jan 2022 12:53:25 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=35693 Em comunicado divulgado ao mercado, a Petrobras (PETR3/PETR4) anunciou que sua produção realizada em 2021 ficou acima do centro da meta. A produção de óleo e LGN ficou em 2,22 MMbpd (milhões de barris por dia), atingindo sua meta para o ano que era de 2,21 MMbpd, podendo variar 4% para mais ou para menos.… Read More »Pré-sal já representa 70% da produção da Petrobras

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Em comunicado divulgado ao mercado, a Petrobras (PETR3/PETR4) anunciou que sua produção realizada em 2021 ficou acima do centro da meta. A produção de óleo e LGN ficou em 2,22 MMbpd (milhões de barris por dia), atingindo sua meta para o ano que era de 2,21 MMbpd, podendo variar 4% para mais ou para menos. Consolidando a produção de óleo e gás, a produção realizada foi de 2,77 MMboed (milhões de barris de óleo equivalente por dia), acima da banda superior da meta, de 2,76 MMboed.

Como destaque de 2021, temos a produção própria da companhia no pré-sal, que atingiu 1,95 MMboed, representando 70% da produção total e um recorde para a companhia. Em 2020, a produção no pré-sal em relação ao total foi de 66%, ou 1,86 MMboed.

Outros pontos positivos do ano são: i) início da produção do FPSO Carioca, representando a primeira plataforma no campo de Sépia, no pré-sal da Bacia de Santos; ii) assinatura do acordo de coparticipação do campo de Búzios e iii) conclusão da venda de diferentes campos tanto offshore como onshore que ajudaram o atingimento da meta de alavancagem antes do previsto.

E Eu Com Isso?

Apesar dos problemas e riscos inerentes às estatais, como foi no caso da troca no comando da Petrobras em abril do ano passado, a petroleira brasileira viveu um 2021 muito bom. A companhia seguiu seu plano de desinvestimentos e foi muito beneficiada pela alta no preço do petróleo, que impulsionou seu fluxo de caixa.

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Leia também: Petrobras e Novonor protocolam pedido para a venda da Braskem.

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