CDB – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Wed, 14 Jul 2021 16:45:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png CDB – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Alívio parcial na Reforma Tributária https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/alivio-parcial-na-reforma-tributaria https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/alivio-parcial-na-reforma-tributaria#respond Wed, 14 Jul 2021 16:45:40 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27877 Apresentada na terça-feira (13) pelo relator, o deputado Celso Sabino (PA-DF), a nova versão da reforma tributária animou os investidores. O primeiro rascunho do processo, que havia sido enviado pelo governo ao Congresso na noite da sexta-feira, 25 de junho, desagradara profundamente empresários e investidores. Além de tributar em 20% os dividendos pagos pelas empresas… Read More »Alívio parcial na Reforma Tributária

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Apresentada na terça-feira (13) pelo relator, o deputado Celso Sabino (PA-DF), a nova versão da reforma tributária animou os investidores.

O primeiro rascunho do processo, que havia sido enviado pelo governo ao Congresso na noite da sexta-feira, 25 de junho, desagradara profundamente empresários e investidores.

Além de tributar em 20% os dividendos pagos pelas empresas a seus acionistas, a proposta representava, na prática, uma elevação da tributação sobre as pessoas físicas e jurídicas.

A proposta fechava muitas brechas existentes atualmente e, no geral, complicava a vida dos contribuintes. Agora, a nova versão do texto retira algumas dessas malfeitorias e, em contrapartida, reduz a arrecadação propostas sobre as empresas.

Pela nova proposta, a alíquota cobrada sobre os lucros das empresas (IRPJ) vai cair dos atuais 25% para 15% em 2022 e para 12,5% e, 2023.

O adicional de 9% da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) foi mantido. Agora, essa queda do IRPJ será compensada em parte pela redução de incentivos para setores como as indústrias farmacêutica, de embarcações e também de higiene e aeronáutica.

Ainda vai ser retirado o incentivo sobre a compra de carvão pelas usinas termelétricas. Segundo declarações do relator, essas mudanças vão aumentar a tributação sobre cerca de 20 mil empresas e beneficiar linearmente as demais pessoas jurídicas, que são milhões.

A proposta também encerra uma vantagem para o trabalhador, pois acaba com a dedução do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) e com a isenção de imposto de renda do auxílio moradia e transporte dos agentes públicos.

A taxação de 20% sobre os lucros e dividendos repassados aos acionistas e as restrições ao uso dos JCP (Juros sobre o Capital Próprio) foram mantidas, o que prejudica a distribuição de proventos pelas empresas, além de provocar uma distorção fiscal.

Os dividendos serão tributados em 20%, ao passo que os demais investimentos, como fundos e CDB (Certificados de Depósito Bancário) vão pagar imposto de 15%.

As vantagens são menos evidentes no caso específico das pessoas físicas. A faixa de isenção de imposto vai subir dos atuais R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil mensais de rendimentos tributáveis, o que é bom.

Porém, permaneceu também a proposta de limitar a apresentação da declaração simplificada para quem ganha até R$ 40 mil por ano.

Quem recebe mais do que isso terá de, obrigatoriamente, apresentar sua declaração pelo modelo completo.

No caso dos investimentos, o relator retirou a proposta do governo de taxar os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) e de impor um “come-cotas” ao recém-lançado Fiagro (Fundo de Investimentos do Setor Agropecuário) e aos fundos de logística.

Apesar de a proposta não ser positiva para quem investe em ações visando o recebimento de dividendos, o fato de reduzir a tributação sobre as empresas vai melhorar o lucro e estimular o crescimento das companhias.

Pelos cálculos do relator, o imposto de renda sobre as empresas vai encolher R$ 74 bilhões em 2022 e R$ 98 bilhões em 2023.

Isso deve provocar uma queda na arrecadação de 27 bilhões no ano que vem e de 30 bilhões em 2023. A expectativa do governo é que o aumento do crescimento econômico e a melhora dos resultados das empresas mais que compense essa renúncia fiscal, mas essa é uma aposta bastante arriscada.

Indicadores

O Banco Central (BC) divulgou nesta quarta-feira (14) seu indicador mensal de atividade econômica, o IBC-Br.

O índice apresentou uma desaceleração de 0,43% na atividade em maio em relação a abril.

Frente a maio de 2020, a atividade econômica avançou 13,96%, considerando-se os dados com ajuste sazonal (dessazonalizados).

E Eu Com Isso?

Apesar de a queda do IBC-Br em maio ter azedado um pouco o ânimo dos investidores, os contratos futuros do Ibovespa estão em leve alta no início dos negócios nesta quarta-feira, seguindo a trajetória positiva dos preços em Wall Street.

O dia deverá ser marcado por uma volatilidade elevada devido à incerteza política.

As notícias são positivas para a bolsa em um cenário de volatilidade.

Este conteúdo faz parte da nossa Newsletter ‘E Eu Com Isso’.

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Leia também: Começa a safra de balanços.

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Investe em mim: 4 investimentos melhores do que poupança https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/investe-em-mim-4-investimentos-melhores-do-que-poupanca https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/investe-em-mim-4-investimentos-melhores-do-que-poupanca#respond Wed, 25 Nov 2020 03:05:56 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17443 Confira quatro investimentos seguros e com rentabilidades melhores do que poupança para começar a investir ainda este ano!

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A poupança é o investimento mais conhecido entre os brasileiros, mas não é o melhor, principalmente nos últimos anos, em que a rentabilidade vem caindo cada vez mais: em 2020 chegou a ter negatividade se descontada a inflação. Ou seja, se seu dinheiro está investido em poupança, ele está perdendo valor.

Listamos 4 investimentos mais rentáveis do que a poupança, mas que também são considerados seguros. Além disso, separamos algumas dicas se você ainda tem dúvidas em como começar a investir.

Por que a poupança não é um bom investimento?

Primeiramente, precisamos entender como funciona a poupança e porque ela não é a melhor escolha na hora de investir. Ela faz parte da renda fixa, ou seja, investimentos mais conservadores que não possuem tantos riscos, mas que apresentam uma rentabilidade mais baixa do que a dos investimentos mais arriscados, como a Bolsa de Valores. É uma aplicação acessível e fácil de ser feita, mas possui a menor rentabilidade do mercado. 

O rendimento da poupança é guiado pelo patamar da Selic, a taxa básica de juros brasileira. Resumidamente, quando a Taxa Selic está acima de 8,5% ao ano, a poupança tem uma rentabilidade de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial. Porém, quando a Selic está abaixo de 8,5%, a poupança terá 70% do valor da Taxa Selic mais a TR de rentabilidade. Por isso, a Taxa Selic é tão importante para calcular o valor do rendimento da poupança. 

Nos últimos anos, a Selic vem caindo: em 2020 chegou a 2%. A TR desde 2018 está em 0,0%, ou seja, a poupança somente está rendendo os 70% da Taxa Selic. Como essa taxa varia constantemente, a estimativa da rentabilidade da poupança em 2020 também. Para termos uma noção, de janeiro a outubro, a rentabilidade acumulada foi de 1,88%. 

Agora, com a Taxa Selic em 2%, a estimativa é de que a poupança renda cerca de 1,4% ao ano. Porém, quando descontamos dessa rentabilidade a inflação, que nos últimos 12 meses somou 3,92% e só no último mês teve 0,86%, temos um saldo negativo. Veja só: a inflação mostra o aumento nos preços dos produtos e serviços. Logo, quanto maior a inflação, mais perdemos o poder de compra. Por isso, com a rentabilidade da poupança rendendo menos que a inflação, perdemos dinheiro. Assim, é importante conhecer outros tipos de investimentos que possuem uma maior rentabilidade.

Importância da reserva de emergência

Antes de procurar um investimento mais rentável do que a poupança, é necessário garantir uma reserva de emergência. Geralmente, é essa reserva que aplicamos na renda fixa antes de ingressarmos na renda variável, como investir em ações, por exemplo. Ela nada mais é do que um dinheiro que você precisa juntar antes de fazer investimentos mais arriscados. Primeiro, porque é a garantia para possíveis emergências. Segundo, porque também podem aparecer oportunidades imediatas. 

Alguns exemplos de emergências são problemas de saúde, acidentes e demissão. Um exemplo de oportunidade imediata pode ser algo que você queira comprar, que seja de extrema funcionalidade e utilidade no dia a dia ou para uso profissional, com desconto relevante.

Por isso, essa reserva precisa ter liquidez. A liquidez é o que garante que você possa pegar o seu dinheiro o mais rápido possível. Dessa forma, não se deve colocá-la em investimentos que seguram o dinheiro por um período de tempo longo, como um ano ou dois. 

A reserva busca liquidez e segurança, e não rentabilidade. Mas é claro que ela precisa render o suficiente para não se ter a perda do poder de compra, o que está acontecendo com a poupança. Para saber o valor da sua reserva, atente-se às contas: caso seja um profissional com renda regular, será 6 meses dos gastos. Caso seja um profissional com renda variável, serão 12 meses dos seus gastos. 

Após montada a reserva de emergência, também temos algumas opções de aplicação menos conservadoras dentro da renda fixa. Devemos lembrar que, pela taxa de juros (Selic) e a inflação estarem relativamente baixas, o rendimento nesse modelo é bem inferior ao da renda variável, em compensação, você terá muito mais segurança.

Investimentos mais rentáveis

Tesouro direto

É considerado o investimento mais seguro do Brasil e pode-se investir a partir de 30 reais. Basicamente, emprestamos dinheiro ao governo para que ele financie projetos. Em troca, recebemos uma rentabilidade. Temos dois tipos: os pós-fixados e os pré-fixados.

Os pós-fixados são atrelados aos juros (Taxa Selic) e à inflação (IPCA). Além disso, possuem algumas variedades de aplicações, são elas:

Tesouro IPCA+ : a rentabilidade é determinada pela inflação e mais uma porcentagem pré-determinada na compra, que se recebe no resgate do investimento;
Tesouro IPCA+ com juros semestrais: ao invés de receber a rentabilidade apenas no resgate, o título paga a cada 6 meses;
Tesouro Selic: a rentabilidade é vinculada à Taxa Selic. É indicado para a reserva de emergência, pois possui liquidez diária. Também é o que menos tem variação, ou seja, o mais seguro.
Já os pré-fixados são definidos apenas por uma taxa de rentabilidade pré-definida na compra. Esses também têm a opção com juros semestrais. O risco, nesse caso, é se a taxa de juros e a inflação dispararem e forem superiores à taxa pré-definida. Assim, essa aplicação renderia menos do que as outras. Caso a inflação, sozinha, superasse essa taxa, ocorreria a negatividade da rentabilidade do investimento. A liquidez não é diária e tem um prazo de resgate, que varia de acordo com cada aplicação. Geralmente, as que possuem mais tempo são as mais rentáveis. 

Para o caso da reserva de emergência, a melhor opção é o Tesouro Selic. A rentabilidade é 100% da Taxa Selic, ao contrário da poupança, que é 70% dela. É importante observar se a corretora que você utiliza cobra taxa de administração para esse tipo de aplicação: talvez isso faça você perder dinheiro. Agora, com a Taxa Selic tão baixa, a maioria das corretoras zeraram as cobranças, mas fique atento. Além disso, também preste atenção nos impostos. Esses detalhes fazem a diferença na hora de escolher os melhores investimentos.

Crédito de depósito bancário (CDB)

Os certificados de depósitos bancários são títulos emitidos por bancos. O investidor empresta o dinheiro para bancos financiarem suas atividades e, com isso, recebe uma rentabilidade em troca. Essa rentabilidade do CDB varia de acordo com o tipo desse crédito. 

Os CDBs pré-fixados são aqueles que mostram exatamente a rentabilidade que o investidor receberá no vencimento da aplicação. Por exemplo, se investiu R$ 3 mil em um CDB pré-fixado a uma taxa de 6% ao ano, e essa aplicação vence em 3 anos, no resgate terá R$ 3 540 mil (sem descontar os impostos e outras possíveis taxas).

Por outro lado, também temos os CDBs pós-fixados, que são atrelados a algum indicador. Nessa aplicação, não podemos ter certeza de qual rentabilidade teremos no resgate, pois ela acompanha a variação do indicador utilizado.

Esse indicador, na maioria das vezes, é o CDI (certificado de depósito interbancário), que tem uma taxa próxima à Taxa Selic. Geralmente, a aplicação pós-fixada tem uma rentabilidade que é uma porcentagem do CDI, por exemplo, 90% do CDI, 140% do CDI, entre várias outras porcentagens. Ou seja, um CDB com rentabilidade de 100% do CDI irá render 100% do que o CDI render ao longo do período da aplicação.

Também temos os CDBs atrelados à inflação. Esses misturam o pré-fixado com o pós-fixado. A rentabilidade é calculada por uma parcela pré-fixada (uma porcentagem de juros) e mais uma parcela pós-fixada (a inflação). Por fim, alguns desses CDBs também podem ser utilizados para montar a reserva de emergência, mas só se tiverem liquidez diária. No geral, são para investimentos mais a curto, médio e longo prazo, dependendo do tempo de vencimento da aplicação.

LC, LCI e LCA

Letras de Câmbio são títulos emitidos por financeiras para captar recursos e fazer empréstimos aos clientes. O investidor empresta o dinheiro e recebe uma rentabilidade, que também é atrelada ao CDI. Mas, a diferença é que as financeiras não tem tanta credibilidade igual os bancos, que são instituições bem maiores. Confira algumas siglas para não ficar perdido: 

LC: Letras de câmbio;
LCI: Letras de crédito imobiliário;
LCA: Letras de crédito agronegócio. 
O pretexto de que as financeiras são menos seguras para investir faz com que, muitas vezes, elas ofertem uma rentabilidade maior para atrair mais investidores. Por isso a LC pode ser um bom investimento. Em questão da segurança, essas aplicações possuem o FGC (fundo garantidor de crédito) que cobre o seu investimento em até 250 mil reais. Portanto, com o FGC e uma rentabilidade mais atrativa, esse investimento pode ser uma ótima opção.

A LC também possui algumas variações, mas são muito semelhantes aos tipos de CDBs: pré-fixados, pós-fixados e híbridos. Então, não entraremos em detalhes. Um ponto negativo é que a LC não oferece liquidez diária. E, mais uma coisa que se deve prestar atenção, como em todos os títulos de renda fixa, é no imposto de renda e nas taxas da corretora em que for realizar a aplicação.

O LCI e LCA são títulos emitidos por bancos a fim de investir no setor imobiliário ou do agronegócio. Mais uma vez, o investidor empresta esse dinheiro e ganha uma rentabilidade. São muito parecidos com o CDB e LC: a principal diferença é que nesses dois títulos não se tem imposto de renda. Então, mesmo que a rentabilidade possa ser um pouco menor do que a dos outros tipos de investimento em renda fixa, é necessário fazer o cálculo (descontando o IR dos outros investimentos) para ver se não acaba sendo mais vantajoso.

Fundos de Renda Fixa

Os investimentos listados acima são todos de renda fixa e possuem o FGC, segurança para o seu investimento. Porém, também temos os Fundos de Renda Fixa. Geralmente, esses fundos de investimento possuem cerca de 80% das aplicações em renda fixa, ou seja, naqueles títulos que já vimos aqui e mais alguns. Dessa forma, sua rentabilidade também costuma acompanhar a Taxa Selic e a inflação.

A diferença, nesse caso, é que você não investe diretamente nesses títulos, um gestor faz isso por você. Como todos os Fundos de Investimento, o Fundo de Renda Fixa é uma modalidade de investimento coletivo, ou seja, são várias pessoas investindo em um mesmo fundo. Ao invés de investir diretamente em títulos de CDBs, por exemplo, você compra uma cota de um Fundo que possui um gestor que investe nesses títulos e em vários outros. 

Desse modo, a rentabilidade é igual para todos os cotistas dos Fundos de Renda Fixa, mas é distribuída de acordo com a quantidade de cotas (dinheiro investido) de cada um. Um dos pontos positivos desses Fundos é que, se você não possui tanto tempo, disponibilidade ou conhecimento para fazer aplicações estratégicas e bem pensadas diretamente, terá um gestor, ou até mesmo uma equipe inteira, fazendo isso por você. Por outro lado, por ter essa equipe, isso requer uma taxa de administração, valor que pode ser menor ou inexistente se você for investir diretamente. 

Portanto, analise bem as opções dos investimentos de renda fixa, atente-se aos detalhes, preste atenção nas taxas, corretoras, rentabilidades e riscos. Assim, você com certeza terá investimentos com rentabilidade melhores do que a poupança, não deixando de lado a segurança.

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Investimentos de Renda Fixa: Saiba Quais os Melhores Aqui! https://levanteideias.com.br/artigos/investimentos-de-renda-fixa https://levanteideias.com.br/artigos/investimentos-de-renda-fixa#respond Tue, 24 Nov 2020 21:19:13 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17373 Você conhece os investimentos de Renda Fixa? Sabe quais as possibilidades que eles oferecem? O universo dos investimentos é repleto de alternativas. Aos mais que buscam maiores lucros e conseguem tolerar maiores riscos, é possível investir em ações, por exemplo. Já para aqueles que preferem opções menos arriscadas, mas que, mesmo assim, podem acarretar boas… Read More »Investimentos de Renda Fixa: Saiba Quais os Melhores Aqui!

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Você conhece os investimentos de Renda Fixa? Sabe quais as possibilidades que eles oferecem?

O universo dos investimentos é repleto de alternativas. Aos mais que buscam maiores lucros e conseguem tolerar maiores riscos, é possível investir em ações, por exemplo.

Já para aqueles que preferem opções menos arriscadas, mas que, mesmo assim, podem acarretar boas rentabilidades, há os investimentos de Renda Fixa.

Em suma, esse tipo de alocação tem ganhado cada vez mais espaço no mercado. E existem diversas razões para tal. Por exemplo, uma delas reside no fato de eles serem mais rentáveis que a poupança.

Em alguns casos, podemos até dizer que eles são mais seguros.

Por isso, a fim de trazer informações relevantes sobre investimentos de Renda Fixa, elaboramos este artigo. Acompanhe mais abaixo!

Investimentos de Renda Fixa: principais características

Em suma, esses investimentos não oferecem grandes riscos.

Outro ponto importante sobre eles é a acessibilidade que possuem. Isto é: com aproximadamente R$ 30,00, você já consegue comprar um título público.

Além disso, vale dizer, também, que eles são de fácil administração. Isso porque, na maior parte dos casos, sofrem poucas variações de preço.

Por fim, os investimentos de Renda Fixa são de alta previsibilidade. Isso se deve ao fato de ser possível saber, em suma, a rentabilidade que será obtida com esses investimentos no momento da alocação.

Sendo assim, abaixo, listamos os principais investimentos de Renda Fixa. Eles podem ser boas opções para a composição de sua carteira – caso você esteja interessado nesse tipo de ativo.

Títulos do Tesouro Direto

Ao investir no Tesouro Direto, isto é, ao investir em títulos públicos disponibilizados nesse programa do Tesouro Nacional, você está emprestando dinheiro ao governo.

Em suma, títulos públicos consistem em títulos de dívida emitidos pelo governo. O dinheiro captado por meio desses títulos é usado em novos projetos ou na continuidade de já existentes.

Em geral, há diversos tipos de títulos públicos sendo ofertados no Tesouro Direto. Por exemplo, podemos citar os seguintes: Tesouro Selic, Tesouro IPCA+ e Tesouro Prefixado.


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Para quem ainda deixa o dinheiro na poupança, é fácil entender o porquê de essas alternativas serem mais interessantes. Dando apenas um exemplo, a poupança, atualmente, “rende menos” que a inflação.

Ou seja: se você deixar uma aplicação na poupança por determinado período, ao resgatá-la, você terá literalmente perdido dinheiro.

Já no caso do Tesouro IPCA+, por exemplo, parte de sua rentabilidade acompanha a inflação. Isso garante ao investidor segurança em relação à sua variação.

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) são investimentos voltados para o financiamento de atividades de ambos os setores da economia.

Em suma, ao investir em LCIs ou em LCAs, empresta-se dinheiro a uma instituição privada.

Assim, a remuneração no investimento em LCIs e em LCAs deriva do juro acordado (no momento do investimento) em relação à aplicação realizada.

No geral, esses investimentos rendem mais que a poupança.

Ademais, eles são atrativos por conta da isenção de Imposto de Renda que possuem. Esse é um fator interessante para a sua escolha de alocação.

CDB

CDB é a sigla para Certificados de Depósitos Bancários. Ao comprar esses certificados, empresta-se dinheiro ao banco. Este, por sua vez, usa o montante arrecadado para o financiamento de suas atividades de crédito.

Da mesma forma que nos investimentos anteriores, a rentabilidade, no caso dos CDBs, vem principalmente do juro ofertado pelo banco pelo dinheiro “emprestado”.

Ademais, vale dizer que os CDBs têm garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e que possuem liquidez diária. Porém, diferentemente das LCIs e das LCAs, eles não são isentos de IR.

Debêntures

As debêntures são títulos de renda fixa em que o investimento se baseia no empréstimo de recursos para uma determinada empresa.

A finalidade desse empréstimo pode variar bastante. Porém, em geral, as empresas emitem debêntures para: cobrir dívidas, realizar investimentos em novas atividades ou colocar projetos de expansão em prática.

A variedade de empresas que disponibilizam suas debêntures no mercado é muito grande, dando ao investidor a oportunidade de “participar” dos mais diversos setores da economia.

Além disso, as debêntures, quando comparadas a outros investimentos de Renda Fixa, podem oferecer maiores rentabilidades. Entretanto, os riscos, nesses casos, tendem também a ser mais elevados.

Assim, caso você não se importe em assumir certos riscos, essa pode ser uma boa opção para aumentar a rentabilidade da sua carteira.

Por fim, as debêntures também não têm garantia do FGC, o que pode representar um ponto negativo para certos investidores.

Fundos de Renda Fixa

Considerando-se a importância da diversificação para a otimização de seus resultados, os Fundos de Renda Fixa são, nesse sentido, investimentos muito interessantes.

Isso porque, em essência, os fundos dessa categoria captam recursos de diferentes investidores para, então, investi-los em diferentes títulos e papéis de Renda Fixa.

Ou seja: o investidor, nesse caso, acaba realizando diversos investimentos de Renda Fixa em uma só alocação.

Ademais, a gestão dos Fundos de Investimentos é feita por Gestores especializados, garantindo uma administração profissional que pode dar mais segurança para aqueles que ainda não se sentem confiantes com o universo dos investimentos.

Além disso, essa é uma forma de investidores de menor porte adquirirem títulos mais caros, o que pode potencializar a rentabilidade.

Por fim, para otimizar os seus resultados em investimentos de Renda Fixa, é recomendável conhecer o nível de risco das aplicações, avaliar as rentabilidades, diversificar e contar com auxílio especializado.

Relembrando o que foi dito no início deste artigo: aos investidores que buscam segurança, os investimentos de Renda Fixa são uma boa alternativa. Porém, nunca tome uma decisão de investimento sem antes analisar os fatores acima e, também, o seu perfil de investidor.

Esperamos ter ajudado você a compreender melhor quais são os tipos de investimentos de Renda Fixa e como eles funcionam. Caso tenha alguma dúvida, deixe seu comentário abaixo. Estamos sempre prontos para ajudá-lo!

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Quais investimentos conservadores rendem mais que a poupança? https://levanteideias.com.br/artigos/quais-aplicacoes-rendem-mais https://levanteideias.com.br/artigos/quais-aplicacoes-rendem-mais#respond Mon, 03 Feb 2020 10:56:15 +0000 https://levanteideias.com.br/artigos/quais-aplicacoes-rendem-mais/ A poupança é a aplicação financeira mais tradicional e conhecida que existe no Brasil, além de ser considerada um porto seguro para as economias de milhões de pessoas, o que explica seu sucesso. Pesquisa da Anbima (Associação Brasileira dos Mercados Financeiro e de Capitais) mostra que 88% das pessoas que têm algum investimento optam pela… Read More »Quais investimentos conservadores rendem mais que a poupança?

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A poupança é a aplicação financeira mais tradicional e conhecida que existe no Brasil, além de ser considerada um porto seguro para as economias de milhões de pessoas, o que explica seu sucesso. Pesquisa da Anbima (Associação Brasileira dos Mercados Financeiro e de Capitais) mostra que 88% das pessoas que têm algum investimento optam pela poupança.

O problema é que ela rende muito pouco e, por vezes, chega a perder da inflação. A boa notícia é que você não precisa ficar preso a este investimento ruim. Existem outras modalidades que rendem mais e são tão seguras quanto a poupança. São aplicações financeiras, ou seja, opções que pagam um rendimento ao investidor, assim como a poupança.

Neste artigo, vamos conhecer algumas aplicações financeiras que rendem mais do que a poupança e saber como elas funcionam. Acompanhe!

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa pelo qual as pessoas podem comprar títulos públicos do governo federal. Um título público é um “pedaço” da dívida do governo. Assim, quando você compra um está, na verdade, emprestando dinheiro ao governo que vai usar os recursos para investir no país, em infraestrutura, educação etc.

Em troca, o governo paga uma taxa de juros ao investidor, que vai ser o rendimento daquela aplicação financeira. É considerada uma opção de baixíssimo risco, já que o risco é o de o governo não honrar suas dívidas, o que é muito improvável.

Existem três tipos de títulos públicos no momento:

  • Tesouro Selic: paga ao investidor a variação da Selic, a taxa básica de juros do país;
  • Tesouro Prefixado: o investidor recebe um rendimento fixo que é conhecido no momento da aplicação;
  • Tesouro IPCA+: paga ao investidor uma taxa fixa mais a variação da inflação no período, medida pelo IPCA.

Diferentemente do que ocorre com a poupança, os títulos públicos sofrem incidência de Imposto de Renda. A alíquota do IR é regressiva, ou seja, quanto maior o tempo em que o dinheiro permanecer aplicado, menor é o percentual cobrado. A taxa começa com 22,5% para aplicações de até 180 dias e vai diminuindo até chegar em 15% para quem deixar o dinheiro investido por mais de 720 dias.

Ainda assim, o dinheiro rende mais do que na poupança. Isso porque a poupança paga ao investidor 70% da Selic mais a variação da TR (Taxa Referencial), que está zerada há alguns anos. Portanto, na prática a poupança rende apenas 70% da Selic. Com a taxa básica de juros em 4,5% ao ano (dado verificado em dezembro de 2019), o rendimento fica em apenas 3,15% ao ano.

Outra diferença importante é que os títulos públicos têm uma data de vencimento e você receberá o rendimento acordado se permanecer com o título até aquela data. Caso resolva vender antes, receberá o valor de mercado do título naquele momento.

CDB

Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) são títulos emitidos por bancos. Aqui, você não empresta dinheiro para o governo federal, mas empresta para bancos, que igualmente te pagarão uma taxa de juros. Os grandes bancos costumam oferecer rendimentos menores do que os de porte médio e pequeno porque entendem que o risco de emprestar dinheiro para uma grande instituição financeira é menor que o de emprestar para uma menor.

É importante saber que os investidores podem recorrer a um seguro (ainda que você não deva contar com este fator na hora de realizar um investimento, é melhor fazer a melhor avaliação entre risco e retorno). Isso porque os CDBs são protegidos por um mecanismo que chama FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que reembolsa o investidor em até R$ 250 mil em caso de quebra da instituição financeira.

Assim como os títulos públicos, os CDBs podem ser pós-fixados, ou seja, terem seu rendimento atrelado à variação de um índice, prefixados ou híbridos, com uma parte prefixada e outra pós. O mais comum é que paguem ao investidor um percentual do CDI, que é a taxa de juros que os bancos praticam entre si em empréstimos de um dia e que é muito próximo à Selic.

Alguns CDBs têm liquidez diária, ou seja, podem ser resgatados a qualquer momento, enquanto outros exigem que o investidor deixe o dinheiro aplicado até a data de vencimento. Essa é uma informação importante e deve ser observada antes de aplicar, para evitar surpresas.

Em relação ao Imposto de Renda, funciona exatamente da mesma forma que nos títulos públicos, seguindo a tabela regressiva de renda fixa.

LCI e LCA

As LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) também são emitidas por bancos. A principal diferença é que elas têm objetivos específicos. No caso das LCIs, o dinheiro captado com os investidores é usado para financiar o setor imobiliário e, na LCA, o agronegócio. Para o investidor, isso não faz, na verdade, nenhuma diferença.

O grande “charme” dessas aplicações é que elas são isentas de Imposto de Renda. A maioria das LCIs e LCAs também paga ao investidor um percentual do CDI. Aqui, é importante estar atento ao prazo, pois elas não têm liquidez diária. Assim, você vai ter que deixar o dinheiro lá até o vencimento da letra, então, não pode ser um recurso do qual você vai precisar no curto prazo. Outra vantagem das LCIs e LCAs é que elas também contam com a garantia do FGC.

Fundos de investimento em renda fixa

Um fundo de investimento funciona como um condomínio. O investidor compra cotas do fundo e existe um gestor que decide como aplicar o dinheiro. Os fundos que são comparáveis às aplicações que mencionamos são os fundos de renda fixa simples, que têm 95% do seu patrimônio líquido em títulos públicos federais ou privados com baixo risco de crédito, e os fundos de renda fixa indexados ao CDI, cujo rendimento, como o nome sugere, acompanha a variação desse índice.

Uma das principais vantagens desses fundos é que a maioria têm liquidez diária ou exigem poucos dias para serem resgatados.

Por outro lado, é preciso observar a taxa de administração que é cobrada dos investidores. Taxas altas corroem o rendimento e podem fazer com que a aplicação não compense. Por isso, é preciso pesquisar e comparar. Outro ponto é que os fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

Para os chamados fundos de longo prazo, a alíquota da IR é a mesma dos demais investimentos de renda fixa que citamos. A principal diferença é na forma de recolhimento, que ocorre pelo chamado “come-cotas”. Ele ocorre duas vezes ao ano (maio e novembro) e tem esse nome porque reduz o número de cotas que o investidor detém. Na prática, é como se o governo fizesse um resgate do valor de imposto devido.

Agora você já sabe quais aplicações rendem mais do que a poupança, mas cada uma têm riscos diferentes e você deve estar ciente de qual está correndo, além de quais são os prazos que deverá respeitar para ter o seu dinheiro de volta.

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