A Smart Fit (SMFT3) consolidou-se como o maior grupo de academias da América Latina e um dos cinco maiores do mundo, com mais de 2 mil unidades em 16 países e outras mil em pipeline para os próximos anos. A empresa atende mais de 5 milhões de alunos por mês e atua por meio de marcas como Smart Fit, Bio Ritmo, Nation e uma frente crescente de estúdios especializados.
O mercado brasileiro ainda projeta espaço para expansão relevante. Há cerca de 62 mil academias no país, com expectativa de chegar a 70 mil até 2027. A Smart Fit mantém ritmo de crescimento estimado em torno de 17 por cento por ciclo.
A estratégia que sustentou essa trajetória combina preço acessível, recorrência via cobrança automática e forte padronização operacional, criando um modelo replicável que elevou a densidade de alunos por metro quadrado e permitiu ganhos de escala superiores aos das academias tradicionais.
Desde a fundação, sob liderança de Edgard Corona, a Smart Fit adaptou o conceito de academias low cost a um padrão de execução disciplinado, focado na eficiência do espaço. A mensalidade inicial de 49,90 reais, muito abaixo da média do mercado à época, foi apenas o ponto de partida. O verdadeiro diferencial veio da padronização das unidades, do controle de ocupação e da experiência progressiva de treino, que favorece a retenção.
Esse modelo se mostrou especialmente eficiente durante a pandemia, quando redes menos capitalizadas encolheram ou desapareceram. Em paralelo, o grupo passou a utilizar aquisições pontuais como ferramenta estratégica, como a compra de participação na rede Evolve no fim de 2025, reforçando presença regional e garantindo ativos imobiliários relevantes.
A internacionalização é outro pilar central da estratégia. Desde 2011, a Smart Fit expandiu suas operações agressivamente na América Latina, com destaque para o México, que hoje é a maior base internacional da companhia, e para a Colômbia.
A operação internacional já corresponde a mais de 50 por cento da rede, um desenho pouco comum entre empresas brasileiras de serviços. O grupo também ampliou sua atuação para além do modelo tradicional, investindo em estúdios nichados e no segmento corporativo por meio do Total Pass, que já reúne cerca de 40 mil parceiros no Brasil e ganha escala também no México.
Essa diversificação cria novas fontes de receita, amplia o alcance da marca e reduz a dependência exclusiva da mensalidade individual, reforçando a resiliência do negócio em diferentes ciclos econômicos.
O mercado brasileiro ainda projeta espaço para expansão relevante. Há cerca de 62 mil academias no país, com expectativa de chegar a 70 mil até 2027. A Smart Fit mantém ritmo de crescimento estimado em torno de 17 por cento por ciclo.
A estratégia que sustentou essa trajetória combina preço acessível, recorrência via cobrança automática e forte padronização operacional, criando um modelo replicável que elevou a densidade de alunos por metro quadrado e permitiu ganhos de escala superiores aos das academias tradicionais.
Desde a fundação, sob liderança de Edgard Corona, a Smart Fit adaptou o conceito de academias low cost a um padrão de execução disciplinado, focado na eficiência do espaço. A mensalidade inicial de 49,90 reais, muito abaixo da média do mercado à época, foi apenas o ponto de partida. O verdadeiro diferencial veio da padronização das unidades, do controle de ocupação e da experiência progressiva de treino, que favorece a retenção.
Esse modelo se mostrou especialmente eficiente durante a pandemia, quando redes menos capitalizadas encolheram ou desapareceram. Em paralelo, o grupo passou a utilizar aquisições pontuais como ferramenta estratégica, como a compra de participação na rede Evolve no fim de 2025, reforçando presença regional e garantindo ativos imobiliários relevantes.
A internacionalização é outro pilar central da estratégia. Desde 2011, a Smart Fit expandiu suas operações agressivamente na América Latina, com destaque para o México, que hoje é a maior base internacional da companhia, e para a Colômbia.
A operação internacional já corresponde a mais de 50 por cento da rede, um desenho pouco comum entre empresas brasileiras de serviços. O grupo também ampliou sua atuação para além do modelo tradicional, investindo em estúdios nichados e no segmento corporativo por meio do Total Pass, que já reúne cerca de 40 mil parceiros no Brasil e ganha escala também no México.
Essa diversificação cria novas fontes de receita, amplia o alcance da marca e reduz a dependência exclusiva da mensalidade individual, reforçando a resiliência do negócio em diferentes ciclos econômicos.
E Eu Com Isso?
Embora o setor enfrente maior competição e pressão pontual de margens, refletida na volatilidade recente das ações, a Smart Fit segue posicionada na dianteira de um mercado que se tornou estruturalmente mais relevante.
A atividade física deixou de ser apenas estética para ganhar dimensão de saúde, identidade e socialização, com crescimento expressivo entre públicos mais jovens e também entre pessoas acima dos 50 anos, que apresentam maior previsibilidade de permanência.
A combinação de escala internacional, disciplina operacional, diversificação de marcas e avanço tecnológico sustenta a capacidade da companhia de continuar crescendo acima da média do setor, com a empresa bem-posicionada para capturar a expansão do consumo fitness e manter trajetória positiva de geração de valor aos acionistas.
A atividade física deixou de ser apenas estética para ganhar dimensão de saúde, identidade e socialização, com crescimento expressivo entre públicos mais jovens e também entre pessoas acima dos 50 anos, que apresentam maior previsibilidade de permanência.
A combinação de escala internacional, disciplina operacional, diversificação de marcas e avanço tecnológico sustenta a capacidade da companhia de continuar crescendo acima da média do setor, com a empresa bem-posicionada para capturar a expansão do consumo fitness e manter trajetória positiva de geração de valor aos acionistas.
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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.