compra de empresas – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Wed, 02 Jun 2021 13:11:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png compra de empresas – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Aquisições na saúde https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/aquisicoes-na-saude https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/aquisicoes-na-saude#respond Wed, 02 Jun 2021 12:59:51 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25390 Na noite desta terça-feira (01 de junho), três gigantes do setor de saúde no país, Rede D’Or (RDOR3), Grupo Dasa (DASA3) e Fleury (FLRY3), anunciaram aquisições de ativos, ampliando as suas operações. A Rede D’Or fechou a aquisição do Hospital Serra Mayor, localizado na capital paulista, em região de alta densidade populacional. O valor da… Read More »Aquisições na saúde

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Na noite desta terça-feira (01 de junho), três gigantes do setor de saúde no país, Rede D’Or (RDOR3), Grupo Dasa (DASA3) e Fleury (FLRY3), anunciaram aquisições de ativos, ampliando as suas operações.

A Rede D’Or fechou a aquisição do Hospital Serra Mayor, localizado na capital paulista, em região de alta densidade populacional. O valor da firma (EV) ficou em R$ 130 milhões, com projeção de Ebitda (aproximação da geração de caixa operacional) de R$ 17 milhões para 2022, após sinergias, implicando em um múltiplo EV/Ebitda de 7,6 vezes daqui a dois anos.

O grupo Dasa veio com uma transação maior, adquirindo o Hospital da Bahia (HBA S.A.) em Salvador (BA) por R$ 850 milhões em dinheiro, colocando o pé em uma praça já bastante disputada. Estima-se um múltiplo EV/Ebitda em torno de 13 vezes para a aquisição sendo um dos mais relevantes após a sua reabertura de capital.

O grupo Fleury também vem expandindo horizontes, adquirindo o Laboratório Pretti e o Laboratório Bioclínico, ambos no Espírito Santo (ES). Os valores justos para fins de transação são de R$ 193,1 milhões e R$ 122 milhões respectivamente e adicionando cerca de 40 unidades de atendimento em sua base total. A estimativa de Ebitda para estas aquisições não foi divulgada.

E Eu Com Isso?

Mesmo com um setor ainda bastante pulverizado em todos os segmentos de atuação (hospitais, clínicas de tratamento, laboratórios de diagnóstico e planos de saúde), a competição começa a ficar mais acirrada nos principais centros urbanos, com maiores densidades populacionais.

Várias companhias de capital aberto começam a colocar os pés em uma mesma região.

Olhando individualmente cada aquisição, enxergamos um impacto positivo para as ações das três companhias (RDOR3, DASA3 e FLRY3), dado que todas estão muito bem capitalizadas, sobretudo a Rede D’Or com o seu IPO recente e um Follow-on (oferta subsequente de ações), além do setor de saúde demandar cada vez mais escala e seja um requisito mandatório para que as empresas obtenham uma boa rentabilidade.

A pulverização do setor é compreensível, dada a extensão territorial do Brasil e devido aos serviços médicos, que em grande parte até o início da pandemia, demandavam quase que majoritariamente a presença física do paciente.

Agora, com o avanço rápido da telemedicina, muitas consultas básicas podem ser feitas de maneira remota.

A pandemia ainda gerou uma interrupção no fluxo de pacientes, o que, juntando com a inflação médica em patamares altos (câmbio e falta de insumos) e a dificuldade financeira gerada, levou muitos ativos de menor porte estarem “atrativos” para a aquisição, com os grandes players do setor se beneficiando com a oportunidade a frente.

O avanço rápido da telemedicina auxilia essa expansão, por possibilitar que algumas operações sejam realizadas online, possibilitando maior ganho de escala e verticalização.

Acreditamos que ainda há bastante espaço para expansão das grandes do setor, sem que haja uma sobreposição muito prejudicial, porém as palavras-chave do setor têm sido “Escala e Verticalização”.

O grupo Dasa vem na vertente de agregar hospitais e centros diagnósticos dentro do mesmo guarda-chuva.

O Fleury vem tentando diversificar sua linha de atuação para além dos centros diagnósticos, incorporando clínicas de tratamentos avançados e diversos, ampliando a gama de serviços oferecidos dentro de seus ativos.

A Rede D’Or por enquanto vem buscando escala de maneira mais concentrada e onde tem expertise comprovada: gestão de hospitais de alto padrão.

Enxergamos um cenário de crescimento gradual e consistente para os líderes do setor de saúde e as fusões, aquisições e expansões de unidades não devem parar tão cedo.

A Hapvida (HAPV3) e Grupo Intermédica (GNDI3) também estão no páreo, aguardando a aprovação da fusão para criar um dos maiores conglomerados de saúde do País em termos de alcance geográfico.

Todas as grandes do setor seguem com endividamento baixo, múltiplos mais elevados em relação às aquisições recentes e com caixa robusto, indicando que podemos esperar um ciclo de crescimento e consolidação por mais alguns anos pelo menos.

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Leia também: Resultado da Rede D’Or (RDOR3) do 1T21.

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 BTG (BPAC11) pode comprar Universa https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/btg-bpac11-pode-comprar-universa https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/btg-bpac11-pode-comprar-universa#respond Thu, 20 May 2021 14:13:13 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=24485 Após anunciar mais uma parceria com outro um escritório de agentes autônomos do Brasil, a Acqua-Vero, que optou por trocar sua parceria com a XP (NASDAQ:XP) por uma nova parceria com BTG (BPAC11). Circulam informações no mercado que o banco BTG Pactual adquiriu o grupo Universa, holding que controla a casa de análises Empiricus, a… Read More » BTG (BPAC11) pode comprar Universa

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Após anunciar mais uma parceria com outro um escritório de agentes autônomos do Brasil, a Acqua-Vero, que optou por trocar sua parceria com a XP (NASDAQ:XP) por uma nova parceria com BTG (BPAC11).

Circulam informações no mercado que o banco BTG Pactual adquiriu o grupo Universa, holding que controla a casa de análises Empiricus, a gestora Vitreo e os sites MoneyTimes e SeuDinheiro. 

O grupo vinha sendo assediado nos últimos meses por Bradesco e Santander, porém o BTG (BPAC11) parece ter levado a melhor com proposta, ainda não confirmada pelas partes, de 2 bilhões de reais.

E Eu Com Isso?

Acreditamos que a notícia pode ser positiva para o BTG (BPAC11) se for confirmada pelo banco, pois a aquisição do Grupo Universa, ajuda o BTG a acelerar movimentos em diversas frentes de atuação como por exemplo o banco digital.

Com a aquisição da Empiricus, o BTG aumenta sua produção de conteúdo e análise para pessoas físicas, que podem realizar suas operações dentro do ecossistema BTG, o que gera aumento de receitas para o conglomerado. A Vitreo aumenta seus ativos sob custódia e ganha um braço forte na gestão de fundos de fundos.

Com os sites de conteúdo aumenta sua presença junto ao investidor pessoa física, lembrando que o BTG já é dono da Revista Exame, e com as aquisições deve ter uma audiência mensal de pouco mais de 20 milhões de visualizações, essas visualizações ajudam a alimentar os outros braços de atuação do grupo no banco digital e na corretora.

O BTG continua na sua estratégia agressiva de montar um grande conglomerado financeiro, com forte atuação em todos os elos da cadeia.

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Leia também: Resultado do BTG Pactual (BPAC11) do 1T21.

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Aquisições do Magazine Luiza e B2W https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/aquisicoes-do-magazine-luiza-e-b2w https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/aquisicoes-do-magazine-luiza-e-b2w#respond Thu, 08 Apr 2021 14:28:32 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=23221 Na manhã desta quarta-feira (07/abril), tanto Magazine Luiza (MGLU3) e B2W (BTOW3) anunciaram aquisição de empresas para seus respectivos ecossistemas digitais. Ambas optaram por adquirir empresas de menor porte, com presenças regionais. O Magazine Luiza adquiriu a SmartHint, um dos maiores sistemas de busca inteligente e de recomendação de compra para e-commerce do Brasil. A… Read More »Aquisições do Magazine Luiza e B2W

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Na manhã desta quarta-feira (07/abril), tanto Magazine Luiza (MGLU3) e B2W (BTOW3) anunciaram aquisição de empresas para seus respectivos ecossistemas digitais. Ambas optaram por adquirir empresas de menor porte, com presenças regionais.

O Magazine Luiza adquiriu a SmartHint, um dos maiores sistemas de busca inteligente e de recomendação de compra para e-commerce do Brasil. A companhia fundada em 2017 conta com cerca de mil clientes e suas ferramentas já geraram R$ 620 milhões de reais em vendas.

Com a aquisição, o Magalu irá ampliar ainda mais a assertividade da busca dentro do seu SuperApp que já conta com mais de 26 milhões de itens disponíveis, além de melhorar a experiência de compra dos usuários. A ferramenta também ajudará a companhia a oferecer serviços para seus vendedores terem seus produtos mais visualizados no Superapp.

Já a B2W adquiriu a plataforma de delivery Shipp, também fundada em 2017. A companhia do Espírito Santo conta com mais de 10 mil entregadores cadastrados para atender pedidos de supermercado, restaurante e farmácias.

Com esta aquisição a companhia pretende melhorar seu nível de serviço, a ideia consiste em melhorar seu tempo de entrega. Com mais entregadores nas ruas e sempre em movimento devido à alta frequência de pedidos das plataformas de delivery, a companhia poderá criar uma infraestrutura logística para atender demandas de outros produtos também com tempo de entrega rápido. Magalu, B2W e Via Varejo são as principais empresas de e-commerce de capital aberto no Brasil (Mercado Livre é listado nos EUA).

Outro ponto que chama a atenção quanto às companhias é o ritmo de aquisições recentes delas. O Magazine Luiza realizou 16 aquisições desde janeiro de 2020, em sua grande maioria empresas de pequeno porte, com modelo de negócios complementares ao seu em busca da criação de um ecossistema digital completo centrado em seu Superapp.

A B2W, por sua vez, realizou quatro aquisições desde Janeiro de 2020, entre elas está a SuperNow, plataforma de e-commerce focada em produtos de supermercado. Assim como o Magalu, a companhia também tem investido na categoria de alimentos de supermercado com o objetivo de aumentar a frequência de uso de seu aplicativo por seus usuários.

E Eu Com Isso?

As recentes aquisições, principalmente por seu pequeno porte, em geral pouco impactam os preços das ações das companhias no curto prazo. No dia do anúncio as ações do Magazine Luiza (MGLU3) caíram 2,0 por cento, enquanto as da B2W (BTOW3) caíram 3,0 por cento em um dia marcado por uma fraca performance do varejo como um todo.

Alguns pontos destes movimentos de mercado chamam a atenção, o nível e a velocidade da integração das empresas adquiridas não é algo claro para os investidores, uma vez que as empresas não têm divulgado sobre esse tema de maneira direta. Pelo ritmo das aquisições, em especial do Magazine Luiza, espera-se que a estratégia esteja funcionando, porém ainda falta visibilidade o quanto a ampla gama de serviços de fato funciona como um ecossistema digital.

A Via Varejo (VVAR3) tem se movimentado para criar um e-commerce de maior expressão, se valendo da força das marcas que possui (entre elas Casas Bahia e Ponto Frio), porém ainda não atingiu o mesmo nível de expressividade do setor, apesar de já mostrar sinais de ter completado o seu turnaround operacional, já começando a oferecer entregas no mesmo dia de diversos itens em todo o Brasil. A companhia realizou 5 aquisições ou associações desde o início de 2020, sendo parte delas parceira mais ligada a empresas de inovação.

Apesar de considerar que o Magazine Luiza esteja mais desenvolvido no quesito do ecossistema e infraestrutura de logística devido a sua presença em lojas por todo o país, a B2W recentemente anunciou que irá se fundir com as Lojas Americanas (LAME4), criando certa expectativa ao mercado que poderá adotar uma estratégia semelhante ao seu principal concorrente em um futuro próximo.

Por ser a empresa que mais cresce de maneira consistente no setor nos últimos anos, as ações do Magazine Luiza (MGLU3) são negociadas a múltiplos extremamente elevados, comparáveis com empresas de tecnologia na bolsa americana. Já as ações da Via Varejo (VVAR3) e B2W (BTOW3) tem se mostrado mais “baratas” em termos de múltiplos, porém vivem momentos diferentes da sua principal concorrente, com a Via Varejo ainda em um estágio mais inicial do e-commerce e a B2W se preparando para uma fusão, ambas com um risco de execução maior.

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Leia mais sobre as empresas: Magazine Luiza (MGLU3): Resultado do 4T20B2W (BTOW3): Resultado do 4T20 e de 2020.

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