Indicadores FGV – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Fri, 16 Jul 2021 21:09:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png Indicadores FGV – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 PIB cresce 9,7% no trimestre encerrado em maio, aponta pesquisa da FGV https://levanteideias.com.br/artigos/pib-cresce-97-no-trimestre-encerrado-em-maio-revela-pesquisa-da-fgv https://levanteideias.com.br/artigos/pib-cresce-97-no-trimestre-encerrado-em-maio-revela-pesquisa-da-fgv#respond Fri, 16 Jul 2021 21:03:32 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27984 Segundo o Monitor do PIB, indicador divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Getúlio Vargas, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 9,7% no trimestre encerrado em maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano anterior.  O PIB é composto pela a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Por outro lado,… Read More »PIB cresce 9,7% no trimestre encerrado em maio, aponta pesquisa da FGV

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Segundo o Monitor do PIB, indicador divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Getúlio Vargas, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 9,7% no trimestre encerrado em maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano anterior. 

O PIB é composto pela a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Por outro lado, a economia apresentou uma perda de 0,9% em relação ao trimestre terminado em fevereiro. Considerando-se apenas maio, o PIB teve altas de 1,8% em relação a abril deste ano e de 13,4% na comparação com maio de 2020.

“Em maio, com relação a maio de 2020, a economia seguiu no ritmo de intenso crescimento observado desde abril por conta da baixa base de comparação em 2020. Isso é reflexo do crescimento em todas as atividades econômicas e componentes da demanda”, afirmou Claudio Considera, pesquisador da FGV.

Ainda de acordo com o pesquisador, apesar do ritmo intenso de crescimento, a economia ainda se encontra 0,7% abaixo do nível que detinha em fevereiro de 2020, período anterior ao início da pandemia no país.

A alta apurada no trimestre encerrado em maio de 2021, na comparação com o mesmo período de 2020, foi puxada por crescimentos de 29,3% da formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 10,1% do consumo das famílias.

Além desses setores, as exportações (12,3%) e as importações (28,5%) também cresceram.

*Com informações da Agência Brasil.

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Três perguntas para o Ibovespa https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/tres-perguntas-para-o-ibovespa https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/tres-perguntas-para-o-ibovespa#respond Tue, 08 Jun 2021 13:53:02 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25588 Contra números não há argumentos. Na segunda-feira (07), o Ibovespa subiu 0,5%, a 130.776 pontos. Foi o sexto recorde seguido. No ano, o índice acumula uma valorização de 9,9%. Assim, não há como negar que o mercado acionário está em uma trajetória de valorização. Neste momento, o investidor experiente faz três perguntas. Qual é a… Read More »Três perguntas para o Ibovespa

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Contra números não há argumentos. Na segunda-feira (07), o Ibovespa subiu 0,5%, a 130.776 pontos. Foi o sexto recorde seguido. No ano, o índice acumula uma valorização de 9,9%.

Assim, não há como negar que o mercado acionário está em uma trajetória de valorização. Neste momento, o investidor experiente faz três perguntas. Qual é a causa? É sustentável? E a mais importante: Como ganhar com essa alta?

Buscaremos respostas consistentes para essas três questões.

A causa da alta é a mais comum da história do mercado, uma mudança nas expectativas. Os economistas usam e abusam da expressão latina “coeteris paribus”, que quer dizer “coisas parecidas”.

Quando se analisa o impacto da alteração de um indicador na economia é preciso fazer essa análise considerando os demais fatores como constantes.

Assim, “coeteris paribus” a pandemia, a crise política e os problemas estruturais, a expectativa para o crescimento econômico de 2021 aumentou. Isso animou os investidores brasileiros e internacionais. E as ações subiram.

Essa alta é sustentável? Aqui estamos mais presos às definições. Se por “sustentável” você entender “sossegada e sem solavancos”, a resposta é não. Porém, se o sentido for de que a alta tem fôlego para continuar mais um pouquinho, a resposta é sim.

A valorização até maio foi concentrada basicamente nas ações de commodities minerais, como a Vale (VALE3). Agora, setores mais vinculados ao mercado interno, como varejo físico, construção civil e bancos estão tirando esse atraso.

Isso vem provocando um remanejamento nas carteiras, e é provável que entre mais dinheiro no pregão em busca dessas ações. No entanto, os preços das commodities continuam em alta, como pode ser demonstrado pelo IGP-DI de maio, divulgado nesta manhã pela Fundação Getulio Vargas. O varejo está mostrando um bom desempenho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Finalmente, a última e mais importante das perguntas: como ganhar com esse movimento? Momentos de alta confundem o investidor. Lembram um pouco uma folia de carnaval, em que todos os presentes parecem estar disponíveis e a tentação é beijar o máximo de pessoas possíveis. Isso pode até valer para o carnaval, mas não vale para o pregão.

Em momentos de alta, a tentação é querer aproveitar todas as valorizações em potencial, o que é impossível. A solução é observar com critério quais os segmentos da economia que apresentam as melhores perspectivas e, dentro deles, identificar as ações mais promissoras.

Muitas vezes, uma ação cujos preços estão atrasados merece estar nessas condições. Assim, momentos de alta são promissores. E para ganhar com eles, é preciso analisar bem as ações e contar com a ajuda dos especialistas da Levante Ideias de Investimentos.

Indicadores 1 

As vendas no comércio varejista subiram 1,8% em abril em comparação com março, quando as vendas haviam recuado 1,1%. É a maior alta para o mês de abril desde 2000.

Com isso, o varejo ficou 0,9% acima do patamar pré-pandemia. O setor acumula crescimento de 4,7% no ano e de 3,6% nos últimos 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Indicadores 2 

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 3,40% em maio, acima dos 2,22% de abril. Com este resultado, o índice acumula alta de 14,13% no ano e de 36,53% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 4,20% em maio, ante 2,90% em abril. Mais uma vez, a alta foi resultado dos preços das commodities.

As maiores altas foram da cana-de-açúcar, que subiu 19,30% em maio ante 2,75% em abril, e do minério de ferro, que subiu 17,03% em maio ante 4,63% em abril. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV).

E Eu Com Isso?

Os contratos futuros de Ibovespa e do índice americano S&P 500 iniciaram o dia em alta, o que pode indicar mais um recorde para a bolsa brasileira. No entanto, não se descarta um cenário de volatilidade devido à intenção dos países desenvolvidos do G7 de fechar brechas fiscais que permitem a grandes corporações como a Amazon pagar menos impostos. As notícias são positivas para a bolsa em um cenário de volatilidade.

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Leia também: A hora das ações cíclicas.

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Quem lê tanta notícia? https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/quem-le-tanta-noticia-2 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/quem-le-tanta-noticia-2#respond Fri, 28 May 2021 14:32:56 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=25126 Sextou! Porém, a semana se encerra com um cenário difícil de interpretar pelo investidor. A sexta-feira traz notícias boas e ruins, e isso exige um raciocínio extra na hora de montar sua estratégia de investimento. Vamos analisar os principais fatos desta sexta-feira. Em primeiro lugar, a inflação, divulgada na manhã desta sexta-feira pela Fundação Getulio… Read More »Quem lê tanta notícia?

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Sextou! Porém, a semana se encerra com um cenário difícil de interpretar pelo investidor. A sexta-feira traz notícias boas e ruins, e isso exige um raciocínio extra na hora de montar sua estratégia de investimento. Vamos analisar os principais fatos desta sexta-feira.

Em primeiro lugar, a inflação, divulgada na manhã desta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). As commodities voltaram a pressionar os preços para cima, e o IGP-M de maio registrou uma inflação de 4,01 por cento, muito acima do 1,51 por cento de abril.

Em maio, o minério de ferro subiu 20,64 por cento, a cana-de-açúcar avançou 18,65 por cento e o milho subiu 10,48 por cento. Isso puxou os preços no atacado, cuja inflação em maio foi de 5,23 por cento ante 1,84 por cento em abril.

A inflação no varejo subiu de 0,44 por cento para 0,61 por cento, e os preços da construção avançaram 1,80 por cento em maio ante 0,95 por cento no mês anterior. Notícia ruim.

Na véspera, a Secretaria do Tesouro divulgou o resultado primário do governo central em abril. As contas registraram um superávit primário de 16,492 bilhões de reais. Foi o melhor resultado para um mês de abril desde 2014, quando o superávit mensal corrigido pela inflação havia sido de 23,436 bilhões de reais.

Em abril de 2020, a perda de arrecadação decorrente da primeira onda da Covid-19 e os gastos emergenciais haviam feito o resultado primário registrar um rombo de quase 93 bilhões de reais. Notícia boa.

Na quarta-feira, dia 26, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), vinculado ao Ministério das Minas e Energia, divulgou a Ata de sua 247ª reunião, realizada no dia 5 de maio. Diferentemente da linguagem habitual dos burocratas, o comunicado é claro.

Os reservatórios permanecem baixos, destacadamente no Sudeste/Centro-Oeste, com 34,7 por cento de capacidade, e o volume de água que chegou aos reservatórios entre os meses de setembro de 2020 e abril de 2021 foi o pior em 91 anos de histórico. E como estamos começando o inverno, quando chove pouco, o CMSE não descarta a hipótese de racionamento de energia. Notícia péssima.

Na quinta-feira (27), o Bureau of Labor Statistics (BLS) dos Estados Unidos divulgou a segunda revisão para o Produto Interno Bruto (PIB) americano no primeiro trimestre, indicando um crescimento robusto de 6,4 por cento. Notícia ótima.

Nos últimos dias o número de internações e contaminações pela Covid-19 vem crescendo no Brasil, aumentando os temores de uma terceira onda da pandemia. Notícia péssima.

Sim, é confuso. E se acompanhar e interpretar o noticiário já é trabalhoso, montar uma estratégia de investimentos compatível com esse cenário tão incerto traz dificuldades adicionais.

Por isso, o nome do jogo, aqui, é diversificação. E o mercado acionário é o ideal para isso. Apenas na Bolsa é possível encontrar alternativas de investimento que sejam beneficiadas pela alta do IGP-M (como algumas empresas do setor imobiliário), pela melhora das contas públicas, pela perspectiva de alta nos preços da energia (algumas empresas elétricas) e até mesmo por uma eventual volta das medidas de isolamento (como o varejo de alimentos, por exemplo).

Claro, com a competência comprovada do time de analistas da Levante Ideias de Investimentos para escolher as melhores alternativas.

Indicadores

A inflação americana ao consumidor de abril superou as expectativas. O índice Core Personal Consumption Expenditures (PCE) subiu 3,1 por cento nos 12 meses até abril, acima do consenso do mercado, que era de 2,9 por cento.

Nos 12 meses até março, o Core PCE havia subido 1,9 por cento. Esse indicador mostra o núcleo da inflação para o consumidor e é um dos principais balizadores para o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) formular sua política monetária.

E Eu Com Isso?

A sexta-feira começa com os contratos futuros de Ibovespa sem tendência definida e próximos da estabilidade. Já os contratos futuros do índice americano S&P 500 indicam uma leve alta.

Apesar de a inflação americana ter vindo acima do esperado, os preços não registraram uma explosão em abril, como era temor de boa parte dos investidores. Isso, e o fato de que a segunda-feira é um feriado nos Estados Unidos, amorteceu o impacto da notícia. As notícias são positivas para a Bolsa em um cenário de volatilidade.

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Leia também: Mercado brasileiro tem segundo melhor fechamento da história.

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Bancos Centrais renovam o ânimo https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/bancos-centrais-renovam-o-animo https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/bancos-centrais-renovam-o-animo#respond Thu, 17 Dec 2020 13:18:55 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=19170 O dia começa com sinais positivos, mantendo a animação da quarta-feira (16). Em sua última reunião do ano, o Federal Open Market Committee (Fomc), versão americana do Copom, confirmou as expectativas dos investidores e manteve as taxas de juros nos Estados Unidos próximas de zero. Além disso, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano)… Read More »Bancos Centrais renovam o ânimo

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O dia começa com sinais positivos, mantendo a animação da quarta-feira (16). Em sua última reunião do ano, o Federal Open Market Committee (Fomc), versão americana do Copom, confirmou as expectativas dos investidores e manteve as taxas de juros nos Estados Unidos próximas de zero.

Além disso, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) reforçou seu compromisso de comprar pelo menos 120 bilhões de dólares em títulos públicos e privados por mês por um longo período. Ou, como disse o comunicado emitido após a reunião, “até que um progresso substancial tenha sido feito em direção às metas do Comitê para o emprego e para a estabilidade de preços”. Segundo o Fomc, as compras de títulos “ajudam a promover o funcionamento suave do mercado e condições financeiras acomodatícias, sustentando um fluxo de crédito para famílias e empresas”.

Os integrantes do Comitê também elevaram suas perspectivas sobre a economia americana em relação ao que era projetado no encontro de setembro. A mediana da expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos em 2020 agora é de uma queda de 2,4 por cento, resultado melhor que a queda de 3,7 por cento prevista na reunião anterior. A perspectiva para 2021 também melhorou, passando de um crescimento de 4 por cento para 4,2 por cento.

O comitê também mostrou uma visão mais otimista sobre o desemprego. Em 2020, a taxa prevista agora é de 6,7 por cento, contra 7,6 por cento esperados em setembro. Para 2021, a projeção mediana é de 5 por cento, ante 5,5 por cento.

Não foi apenas o Federal Reserve que chamou a atenção dos investidores. Por aqui, o Banco Central (BC) divulgou, na manhã desta quinta-feira (17), seu Relatório Trimestral de Inflação. Para o BC, a recuperação econômica mundial continua dependente da evolução da Covid-19. “A ressurgência da pandemia em algumas das principais economias tem revertido os ganhos na mobilidade e deverá afetar a atividade econômica no curto prazo, após a recuperação parcial ocorrida ao longo do terceiro trimestre”, consta do relatório. Mesmo assim, a tônica é otimista. “Os resultados promissores nos testes das vacinas tendem a trazer melhora da confiança e normalização da atividade no médio prazo, e as condições do mercado financeiro global permanecem acomodatícias, com a comunicação de diversos bancos centrais sinalizando que os estímulos monetários terão longa duração, o que permite um ambiente favorável para economias emergentes.”

O problema para a economia brasileira continua sendo a desigualdade da recuperação. A atividade no setor de serviços, cada vez mais importante no cômputo geral da economia, permanece deprimida. A pujança no agronegócio e no segmento imobiliário não tem sido capaz de, isoladamente, compensar a baixa nos serviços. “A incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais”, afirmou o BC no Relatório de Inflação.

Apesar disso, o BC revisou os prognósticos para cima. A projeção central para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 passou de uma queda de 5 por cento no Relatório de Inflação anterior para uma queda de 4,4 por cento. Para 2021, ainda com incerteza acima da usual, projeta-se crescimento de 3,8 por cento, levemente abaixo dos 3,9 por cento do prognóstico anterior.

Indicadores

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,18 por cento no segundo decêndio de dezembro, ante 3,05 por cento no mesmo período do mês anterior, informou nesta manhã a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses caiu para 23,41 por cento ante 24,25 por cento. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,17 por cento no segundo decêndio de dezembro, ante 3,98 por cento no segundo decêndio de novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 1,23 por cento ante 0,51 por cento em novembro. E o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 1,20 por cento no segundo decêndio de dezembro ante 1,38 por cento em novembro.

E Eu Com Isso?

O relatório do Federal Reserve injetou mais uma dose de otimismo nas veias do mercado. Nesta quinta-feira os contratos futuros de Ibovespa e do índice americano S&P 500 iniciam o dia em alta.

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Leia também: IPO do Airbnb (ABNB): Precificação e outras informações relevantes.

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A retomada da atividade https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/a-retomada-da-atividade https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/a-retomada-da-atividade#respond Mon, 14 Dec 2020 13:45:51 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=19055 O Banco Central (BC) divulgou, na manhã desta segunda-feira (14), o seu nível de atividade mensal, o IBC-Br. O índice é considerado um indicador antecedente, uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta edição, os dados do IBC-Br mostram uma retomada da atividade econômica. Em… Read More »A retomada da atividade

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O Banco Central (BC) divulgou, na manhã desta segunda-feira (14), o seu nível de atividade mensal, o IBC-Br. O índice é considerado um indicador antecedente, uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta edição, os dados do IBC-Br mostram uma retomada da atividade econômica. Em outubro, considerando-se os dados dessazonalizados, a atividade econômica avançou 0,86 por cento. Em 12 meses, a queda foi de 1,79 por cento. Os dados sem ajuste sazonal mostram uma oscilação mais ampla. No mês de outubro, uma alta de 1,51 por cento em relação a setembro. Em 12 meses, uma queda de 2,61 por cento. No ano, são dados ruins. No entanto, com um ponto muito importante: mesmo negativos, eles mostram um desempenho da economia melhor do que o esperado pela edição mais recente do Boletim Focus, também divulgado pelo Banco Central.

Os números do IBC-Br são uma prévia, e costumam mostrar divergências com o cálculo do PIB, pois sua base de avaliação e sua metodologia de cálculo são diferentes das usadas pelo IBGE. Mesmo assim, os dados da atividade econômica mostram que a recuperação da economia tem sido mais rápida e mais ampla do que as estimativas dos investidores mostram.

O cenário também é positivo no mercado internacional. A semana se iniciou com uma melhora das expectativas com relação a um acordo entre o Reino Unido e a União Europeia para o restabelecimento de relações comerciais após a entrada em vigor do Brexit, e com otimismo respeito tanto do pacote de estímulos à economia americana quanto com o início da vacinação contra o coronavírus nos Estados Unidos. O Senado americano aprovou, na semana passada, uma extensão temporária da ajuda governamental, que pode se encerrar no próximo dia 26 de dezembro.

Boletim Focus

A penúltima edição do ano do Boletim Focus trouxe algumas alterações em relação às edições anteriores. Pela primeira vez desde o terceiro trimestre, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) recuou levemente. A estimativa é de uma retração de 4,41 por cento, levíssima piora ante os 4,40 por cento de queda previstos na edição anterior. Há quatro semanas, a estimativa dos agentes de mercado para o PIB em 2020 era de um encolhimento de 4,66 por cento. A inflação esperada voltou a subir. O IPCA previsto para o ano avançou para 4,35 por cento ante 4,21 por cento na edição anterior. Há quatro semanas, o prognóstico era de 3,25 por cento. E o dólar esperado no fim do ano voltou a cair, recuando para 5,20 reais, leve baixa ante os 5,22 reais da semana passada. Há quatro semanas, a estimativa era de 5,41 reais.

Indicadores

A prévia extraordinária das Sondagens da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que o mês de dezembro deverá registrar a terceira piora consecutiva da confiança dos empresários e dos consumidores. Segundo a prévia, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuaria 1,7 ponto em dezembro frente a novembro, e o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cairia 4,1 pontos, para 77,6 pontos, registrando o menor valor desde junho. Segundo a FGV, a mudança de humor foi provocada pela piora das expectativas diante do maior risco de uma segunda onda de contaminação, pelo iminente fim dos benefícios emergenciais e pelas dificuldades do mercado de trabalho. Entre consumidores de renda mais baixa, há ainda a preocupação com a aceleração da inflação.

E Eu Com Isso?

A semana começa com os pregões internacionais em alta, devido a avanços no cenário político e econômico internacional e à perspectiva do início da vacinação em breve nos Estados Unidos. Os contratos futuros de Ibovespa e do índice americano S&P 500 estão em alta no começo dos negócios.

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Leia também:  O avanço das vacinas.

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IPO da Rede D’Or mostra a saúde do mercado https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ipo-da-rede-dor-mostra-a-saude-do-mercado https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/ipo-da-rede-dor-mostra-a-saude-do-mercado#respond Wed, 09 Dec 2020 13:19:08 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=18777 Há 43 anos, o cardiologista carioca Jorge Moll Filho fundou uma clínica na Zona Sul do Rio de Janeiro. Atualmente, a empresa de saúde independe Rede D’Or é uma potência. Possui uma rede de laboratórios, 52 hospitais e outros 32 em desenvolvimento. Na terça-feira (8), suas ações foram precificadas em 57,92 reais na abertura de… Read More »IPO da Rede D’Or mostra a saúde do mercado

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Há 43 anos, o cardiologista carioca Jorge Moll Filho fundou uma clínica na Zona Sul do Rio de Janeiro. Atualmente, a empresa de saúde independe Rede D’Or é uma potência. Possui uma rede de laboratórios, 52 hospitais e outros 32 em desenvolvimento. Na terça-feira (8), suas ações foram precificadas em 57,92 reais na abertura de capital (Initial Public Offering, ou IPO), que deverá ocorrer na quinta-feira (10). O preço de venda ficou pouco mais de 2 por cento acima da mediana da faixa de preços, que estava em 56,63 reais. Com isso, a companhia vai levantar 11,5 bilhões de reais, dos quais 8,4 bilhões vão para o caixa. A empresa, que continuará sendo controlada pela família Moll, estreia na B3 sendo avaliada em 115 bilhões de reais, na décima posição em valor de mercado. Para comparar, é uma capitalização superior à do Banco do Brasil.

Em termos nominais, o IPO da Rede D’Or é o segundo maior da história do mercado, só perdendo para os 13,2 bilhões da abertura de capital do banco Santander, realizada em outubro de 2009. Em números atualizados pela inflação, é o sétimo maior IPO que fez soar a campainha do pregão da B3. Porém, a posição da Rede D’Or na lista das aberturas de capital não é o mais importante nessa história. O que interessa mesmo é que, apesar da crise financeira provocada pela pandemia e apesar da desaceleração econômica generalizada, histórias de sucesso no mercado como a da Rede D’Or sempre encontram investidores interessados.

Ao longo das últimas décadas foram buscadas explicações para o sucesso da economia americana. O interesse subjacente era tentar reproduzir esse sucesso. E uma das principais causas parece ser justamente a eficácia do mercado de capitais nos Estados Unidos. A face mais visível desse mercado é a balbúrdia no edifício situado no número 11 de Wall Street, onde fica o pregão da Bolsa de Nova York, que ainda emprega operadores de viva voz. No entanto, essa é apenas uma das múltiplas facetas desse mercado. O pregão é apenas a parte visível (e audível) de uma estrutura complexa e bem-azeitada, que permite a investidores com recursos e apetite por risco encontrarem-se com empreendedores criativos, dedicados e dispostos a fazer suas empresas acontecerem.

A economia brasileira ainda está muito distante da americana em termos de tamanho, diversidade e sofisticação. No entanto, ao compararmos as principais empresas listadas na B3 hoje com a mesma lista duas décadas atrás, veremos o quanto o País avançou nesse sentido. Antes da virada do milênio, a maior parte das empresas listadas na bolsa era estatal. Havia mineradoras e bancos em profusão, muitos papéis industriais e uns poucos do agronegócio. Setores como o desenvolvimento imobiliário, saúde e tecnologia simplesmente não eram representados. Atualmente, apesar de os bancos continuarem fortes, as estatais praticamente desapareceram, com exceção de Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobras – esta, não por muito tempo. E brilha o setor de saúde, do qual a Rede D’Or é o exemplo mais brilhante. Outros virão, mostrando que o próprio mercado de capitais brasileiro tem saúde para dar e vender, como mostram as aquisições da NotreDame Intermédica e da Qualicorp (LEIA MAIS ABAIXO).

Indicadores

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,28 por cento no primeiro decêndio de dezembro, abaixo dos 2,67 por cento do primeiro decêndio de novembro. A taxa em 12 meses passou de 23,79 por cento para 23,52 por cento, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda foi provocada pela desaceleração do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que variou 1,39 por cento no primeiro decêndio de dezembro ante 3,48 por cento no mesmo período de novembro.

COPOM

No fim da tarde desta quarta-feira o Banco Central (BC) vai divulgar a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do ano. Não se esperam surpresas em relação à taxa de juros referencial Selic, que deverá permanecer em 2 por cento ao ano. No entanto, os prognósticos expressos no boletim Focus são de que os juros subam até 3 por cento ao ano em dezembro de 2021, e o comunicado desta reunião poderá fornecer indícios da trajetória dessa alta, se concentrada no primeiro ou no segundo semestre, ou ainda se distribuída ao longo do ano.

E Eu Com Isso?

A quarta-feira começa com um movimento positivo nos mercados devido ao início da vacinação contra o coronavírus no Reino Unido. Apesar de as primeiras etapas da vacinação protegerem apenas uma fração da população britânica, a expectativa é que esse movimento seja um divisor de águas no combate à pandemia.

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Leia também: Contra fluxo não há argumentos.

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Contra fluxo não há argumentos https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/contra-fluxo-nao-ha-argumentos https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/contra-fluxo-nao-ha-argumentos#respond Thu, 26 Nov 2020 13:10:52 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17625 Os números da B3, divulgados na quarta-feira (25), não deixam margem a dúvidas. Até o dia 23 de novembro, a entrada líquida de recursos internacionais no mercado acionário brasileiro foi de 26,7 bilhões de reais. Essa chegada maciça de dinheiro justificou a alta de 17,2 por cento no Ibovespa, que fechou acima de 110 mil… Read More »Contra fluxo não há argumentos

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Os números da B3, divulgados na quarta-feira (25), não deixam margem a dúvidas. Até o dia 23 de novembro, a entrada líquida de recursos internacionais no mercado acionário brasileiro foi de 26,7 bilhões de reais. Essa chegada maciça de dinheiro justificou a alta de 17,2 por cento no Ibovespa, que fechou acima de 110 mil ponto pela primeira vez desde 26 de fevereiro deste ano, antes que a pandemia provocasse uma avalanche de vendas nos mercados.

O que esperar de agora em diante? Uma velha piada do mercado é que Deus criou a taxa de câmbio para ensinar humildade aos economistas. O mesmo raciocínio vale para as ações. No entanto, é possível dizer que o cenário geral permanece estruturalmente positivo. Há abundância de recursos no mercado internacional, cresce a possibilidade de que a vacinação contra a Covid-19 comece nos próximos meses e a troca de governo nos Estados Unidos, prevista para 21 de janeiro, deverá gerar um ambiente mais benigno para a economia internacional. Esse é o cenário, e ele é benigno. No entanto, há variáveis conjunturais que podem trazer alguma incerteza. Entre elas, a tributação dos lucros dividendos, que está inserida na proposta de reforma tributária (LEIA MAIS ABAIXO).

PIB AMERICANO

Nos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto confirmou as expectativas dos investidores e cresceu a uma taxa anualizada não revisada de 33,1 por cento, o que mostra a continuidade da expansão da economia no terceiro trimestre. No trimestre anterior, a economia americana havia encolhido históricos 31,4 por cento, o pior desempenho trimestral desde o início dos registros em 1947. No entanto, o estímulo fiscal que sustentou o crescimento entre julho e setembro já acabou, e outro pacote de resgate é esperado apenas depois que o presidente eleito Joe Biden tomar posse em 20 de janeiro. Por isso, as estimativas de crescimento para o quarto trimestre estão abaixo de uma taxa anualizada de 5 por cento. Apesar do desenvolvimento encorajador de vacinas, o aumento das infecções por Covid-19 com o início do inverno no Hemisfério Norte levou a uma queda das projeções para o PIB neste ano. Ante um crescimento previsto de 3,5 por cento, o prognóstico atual é de 1,0 por cento.

INDICADORES 1

Os preços da indústria subiram 3,40 por cento em outubro frente a setembro. Foi a maior alta desde janeiro de 2014, início da série histórica do Índice de Preços ao Produtor (IPP) calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o IPP acumula alta de 17,29 por cento. Já nos últimos 12 meses, a inflação da indústria chegou a 19,08 por cento. O resultado reflete a elevação de preços dos alimentos e dos produtos das indústrias extrativas. Houve alta de preços em 23 das 24 atividades pesquisadas. Esse é o décimo quinto aumento consecutivo na comparação mês a mês do indicador, que mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete.

INDICADORES 2

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 2,3 pontos em novembro, passando de 95,8 pontos para 93,5 pontos, registrando a segunda queda consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o indicador caiu 1,2 ponto, interrompendo um período de quatro altas seguidas. Segundo a FGV, a piora no mês foi influenciada pela percepção de redução do ritmo de vendas. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 5,4 pontos, para 99,7 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 0,9 ponto para 87,5 pontos.

Impactos na prática

O dia está bastante esvaziado pelo feriado americano do Dia de Ação de Graças, que interrompe boa parte dos negócios em Wall Street. Os contratos futuros de Ibovespa iniciaram a sessão em leve baixa, em um movimento de realização dos lucros dos últimos dias. Espera-se uma sessão de volatilidade devido à liquidez reduzida.

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Leia também: Votação da Lei de Falências.

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