commodities – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Wed, 07 Jan 2026 12:42:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png commodities – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 PRIO (PRIO3) divulga dados operacionais de dezembro com aumento na produção diária https://levanteideias.com.br/artigos/prio-prio3-divulga-dados-operacionais-de-dezembro-com-aumento-na-producao-diaria https://levanteideias.com.br/artigos/prio-prio3-divulga-dados-operacionais-de-dezembro-com-aumento-na-producao-diaria#respond Wed, 07 Jan 2026 12:42:45 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52881 A PRIO (PRIO3) divulgou seus dados operacionais referentes ao mês de dezembro, registrando produção total de 155,8 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd), avanço de 12,2 por cento em relação a novembro. O principal fator para esse crescimento foi a consolidação da participação de 80 por cento no campo de Peregrino, que passou… Read More »PRIO (PRIO3) divulga dados operacionais de dezembro com aumento na produção diária

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A PRIO (PRIO3) divulgou seus dados operacionais referentes ao mês de dezembro, registrando produção total de 155,8 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd), avanço de 12,2 por cento em relação a novembro. O principal fator para esse crescimento foi a consolidação da participação de 80 por cento no campo de Peregrino, que passou a ser considerado integralmente ao longo de dezembro. Como o fechamento da aquisição adicional de 40 por cento ocorreu no dia 11 de novembro, o ativo contribuiu de forma proporcional com 82,2 mil barris por dia no mês.

Além do forte desempenho de Peregrino, a companhia também reportou vendas totais de 4,57 milhões de barris em dezembro, indicando um ritmo comercial alinhado à expansão da capacidade produtiva. Entre os demais ativos, o campo de Frade apresentou produção de 31,67 mil boepd, com leve aumento em relação ao mês anterior. Já o cluster Polvo + TBMT registrou produção de 16,7 mil boepd, alta de 14,6 por cento na comparação mensal. O campo de Albacora Leste atingiu produção de 26,16 mil boepd, avanço de 6,5 por cento. No dia 13 de dezembro, foi finalizada a instalação do segundo compressor no campo, permitindo a retomada da produção normalizada e contribuindo para o resultado do mês.

Os resultados de dezembro marcam mais um ponto relevante para a PRIO, que passa a consolidar. Peregrino como um dos pilares de crescimento após a ampliação de participação no ativo. A maior escala produtiva tende a favorecer a diluição de custos e ganhos de eficiência operacional, enquanto a diversificação entre os campos de Frade, Polvo + TBMT, Albacora Leste e Peregrino contribui para reduzir a vulnerabilidade da companhia a interrupções pontuais. Com isso, a companhia encerrou o mês com a maior produção do ano.

Em dezembro, a PRIO comercializou 4,6 milhões de barris de petróleo, volume significativamente superior ao observado no terceiro trimestre, impulsionado principalmente pela combinação entre maior produção e maior disponibilidade de volumes exportáveis. O desempenho do mês foi puxado, sobretudo, pelo campo de Peregrino, que se consolidou como o principal destaque operacional após a PRIO ampliar de forma expressiva sua participação no ativo ao longo dos últimos meses. Com a integração da nova fatia adquirida e a estabilização das operações, Peregrino passou a contribuir de maneira relevante para o aumento do volume total produzido e, consequentemente, do volume comercializado.

O avanço das vendas, aliado ao crescimento da produção em relação ao terceiro trimestre, tende a impulsionar tanto a receita quanto o EBITDA da companhia, criando um cenário favorável para a continuidade do crescimento em 2026. A expectativa é de que a produção siga em trajetória ascendente, especialmente diante dos avanços no processo de entrada em operação do campo de Wahoo, que possui potencial para adicionar cerca de 40 mil barris por dia à capacidade produtiva da PRIO em 2026. A consolidação de Peregrino, somada à futura contribuição de Wahoo e ao melhor aproveitamento do portfólio atual, reforça a tendência de expansão operacional e financeira da companhia, que segue fortalecendo sua posição no setor de óleo e gás.

E Eu Com Isso?A PRIO continua enfrentando pressões sobre seus indicadores de produção, o que mantém o mercado em um ambiente de maior cautela. Atualmente, as ações da companhia são negociadas a aproximadamente 4,5x EV/EBITDA e 5,5x lucro estimado para os próximos 12 meses, múltiplos ainda em linha com a média do setor de óleo e gás.

Essa precificação reflete, em grande medida, as incertezas operacionais recentes, especialmente relacionadas ao campo de Peregrino, além dos riscos inerentes à execução dos projetos em andamento. Ainda assim, a companhia segue avançando de forma disciplinada na implementação de seu plano estratégico de crescimento.

Com base em um EBITDA projetado de 12 bilhões de reais para 2026, entendemos que há espaço para uma reavaliação positiva da tese de investimento, mesmo diante dos desafios operacionais de curto prazo.



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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.


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Qual o tamanho do problema causado pela prisão de Maduro? https://levanteideias.com.br/artigos/qual-o-tamanho-do-problema-causado-pela-prisao-de-maduro https://levanteideias.com.br/artigos/qual-o-tamanho-do-problema-causado-pela-prisao-de-maduro#respond Tue, 06 Jan 2026 12:41:39 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52876 O post <strong>Qual o tamanho do problema causado pela prisão de Maduro?</strong> apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Mercados com Rafael Bevilacqua
Na madrugada do sábado (03), quando se tornou pública a notícia da prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro por forças americanas, a primeira reação foi de preocupação. Não por acaso, assim que os mercados asiáticos iniciaram suas atividades na madrugada da segunda-feira (05), os preços de ativos de risco, como o ouro, dispararam. No entanto, à medida que o dia transcorreu, o movimento foi se normalizando, e o Ibovespa fechou em alta.

O principal índice da bolsa brasileira fechou o dia em alta. O Ibovespa subiu 0,83 por cento, a 161.869,76 pontos, atuando acima de 160 mil pontos durante a maior parte do pregão, com um volume de 22 bilhões de reais. No câmbio, o dólar caiu 0,35 por cento para 5,40 reais ao fim do pregão.

O movimento foi impulsionado pelas ações do setor financeiro, mas as ações das empresas de petróleo pressionaram o índice para baixo. Petrobras (PETR4) recuou cerca de 1,6 por cento. Da mesma forma, nas bolsas internacionais, índices acionários e papéis de energia responderam à prisão de Maduro.

Para além disso, os seguem atentos a dados de inflação e de atividade econômica no Brasil e nos Estados Unidos. Esses números devem influenciar expectativas sobre a política de juros do Federal Reserve (FED), o banco central americano, que influencia os fluxos para ativos de risco e moedas emergentes.

A prisão de Nicolás Maduro e a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela continuam a repercutir globalmente. Nos mercados externos, as ações globais e contratos futuros subiram após o evento, com impulso em setores ligados a energia e tecnologia.

O que esperar? Os investidores estão apreensivos, mas não alarmados, avaliando que a intervenção americana pode não ter impacto direto imediato na macroeconomia global. A produção de petróleo da Venezuela representa uma pequena fração da oferta global, e isso ajuda a limitar o efeito direto sobre preços. Mas a sensibilidade ao cenário geopolítico e macroeconômico segue alta, com foco em indicadores futuros.


E Eu Com Isso?

O dólar enfraquecido ante o real no primeiro pregão da semana indica que as expectativas locais podem resistir a choques externos moderados. No entanto, a continuidade dessa tendência depende de dados econômicos robustos e da orientação das políticas monetárias em mercados desenvolvidos. Nesta terça-feira, a atenção dos investidores será dividida entre dados econômicos, decisões de bancos centrais e a evolução da situação geopolítica envolvendo Estados Unidos e Venezuela.

As notícias são positivas para a Bolsa em um cenário de volatilidade


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Não se preocupe (muito) com a prisão de Nicolás Maduro https://levanteideias.com.br/artigos/nao-se-preocupe-muito-com-a-prisao-de-nicolas-maduro https://levanteideias.com.br/artigos/nao-se-preocupe-muito-com-a-prisao-de-nicolas-maduro#respond Mon, 05 Jan 2026 12:45:29 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52754 O post <strong>Não se preocupe (muito) com a prisão de Nicolás Maduro</strong> apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Mercados com Rafael Bevilacqua
Foi fraca a reação inicial dos investidores à prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa por tropas americanas em Caracas na madrugada do sábado (3).

Até agora, o maior impacto foi nos preços do ouro, que subiram 2 por cento em Londres para 4.419 dólares por onça-troy. No entanto, os preços do petróleo – principal produto da Venezuela, responsável por 1 por cento da oferta mundial – seguem estáveis. O contrato futuro de fevereiro do barril de petróleo do tipo Brent, referência para a Petrobras (PETR4), está estável em 60,70 dólares, queda de 0,08 por cento.

Os contratos futuros dos principais índices acionários americanos estão com leves altas no pré-mercado, e o índice de volatilidade VIX está em 15,16 pontos, alta de 4,48 por cento, mas abaixo dos cerca de 26 pontos no fim de novembro.

A maior dúvida no mercado é o que ocorrerá com o petróleo. Neste momento os preços estão em baixa porque a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) vem mantendo a oferta elevada. Prova disso é que não ocorreu o fenômeno de inversão da curva de preços, quando o petróleo no mercado à vista fica mais caro do que no mercado futuro.

As declarações iniciais de Marco Rubio, secretário de Estado americano, foram de que as exportações venezuelanas poderiam ser embargadas como instrumento de coerção do novo governo, em vez de  uma ocupação militar americana. Porém, a ex-vice-presidente Delcy Rodriguez, que foi empossada por 90 dias na presidência, já assumiu um tom conciliador, o que pode reduzir a probabilidade de problemas na oferta da commodity.

Bem está o que bem acaba? Longe disso. A consequência mais grave da iniciativa americana é que ela elevou os riscos geopolíticos em diversos outros pontos do mundo. Nunca se sabe exatamente o que Donald Trump quer dizer. Ele afirmou que os Estados Unidos estariam dispostos a uma ocupação militar na Venezuela.

Quem se lembra do custo de operações semelhantes no Iraque e no Afeganistão acha essa hipótese remota. Por isso, o mais provável é que haja uma composição com o novo governo e que as empresas petrolíferas americanas voltem a extrair óleo da Venezuela.

O problema – na cabeça dos investidores – é que o fato de Trump ter mandado tropas para prender Maduro pode levar Xi Jinping, o presidente chinês, a pensar em fazer algo parecido com Taiwan. Ou inspirar Vladimir Putin a mandar mísseis para Kiev. Ou levar Kim Jong-Un, o ditador norte-coreano, a ter ideias.

Isso não apareceu nos preços dos ativos – e pode nunca aparecer. Prever o futuro é difícil. Não é possível descartar a hipótese de que o que ocorreu na Venezuela seja apenas um incidente isolado. Uma intervenção que não seguiu as regras e foi motivada pelo petróleo, mas que afastou do poder um ditador que transformou a vida dos venezuelanos em um inferno. Nota importante: nada garante que a vida do venezuelano médio melhore com isso, pois a elite que cercava Maduro segue no comando.

Porém, também não é possível descartar a hipótese de que a ação americana em Caracas na madrugada do sábado marque o início de um ciclo de endurecimento militar, com impactos na sociedade e na economia de dezenas de países, Brasil entre eles. Por isso, apesar de a ação na Venezuela não indicar um risco imediato, é preciso que os investidores coloquem mais um assunto no radar.


E Eu Com Isso?

A percepção inicial é que a prisão de Nicolás Maduro é um problema pontual, que não terá um impacto intenso nos mercados. Os contratos futuros dos principais índices americanas estão em alta no pré-mercado, o que não indica uma reação intensa ao ocorrido. No entanto, o aumento da incerteza pode provocar episódios de volatilidade.

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Mercado de stablecoins em ouro quase triplica e ultrapassa dos US$ 4 bilhões em 2025 https://levanteideias.com.br/artigos/mercado-de-stablecoins-em-ouro-quase-triplica-e-ultrapassa-dos-us-4-bilhoes-em-2025 https://levanteideias.com.br/artigos/mercado-de-stablecoins-em-ouro-quase-triplica-e-ultrapassa-dos-us-4-bilhoes-em-2025#respond Thu, 18 Dec 2025 17:31:24 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52728 Esse crescimento reflete tanto o forte desempenho do próprio ouro, que avança mais de 65% no ano, quanto o apetite crescente dos investidores de criptoativos por exposição a metais preciosos tokenizados. O rali do ouro foi impulsionado pelo aumento das incertezas macroeconômicas, além de tensões geopolíticas e demanda persistente dos Bancos Centrais pelo metal preciso.… Read More »Mercado de stablecoins em ouro quase triplica e ultrapassa dos US$ 4 bilhões em 2025

O post Mercado de stablecoins em ouro quase triplica e ultrapassa dos US$ 4 bilhões em 2025 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Esse crescimento reflete tanto o forte desempenho do próprio ouro, que avança mais de 65% no ano, quanto o apetite crescente dos investidores de criptoativos por exposição a metais preciosos tokenizados.

O rali do ouro foi impulsionado pelo aumento das incertezas macroeconômicas, além de tensões geopolíticas e demanda persistente dos Bancos Centrais pelo metal preciso.

O Tether Gold (XAUt) lidera o mercado, com aproximadamente US$2,2 bilhões em capitalização de mercado, representando 50% de todo o setor de stablecoins lastreadas em ouro. O Paxs Gold (PAXG) ocupa a segunda posição, com cerca de US$1,5 bilhão.

A Tether também é emissora da maios stablecoin em dólar do mundo (USDT), e representa mais de 50% de todo valor de mercado.


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As expectativas de dezembro e as projeções para 2026 https://levanteideias.com.br/artigos/as-expectativas-de-dezembro-e-as-projecoes-para-2026 https://levanteideias.com.br/artigos/as-expectativas-de-dezembro-e-as-projecoes-para-2026#respond Mon, 01 Dec 2025 13:07:42 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52627 O post <strong>As expectativas de dezembro e as projeções para 2026</strong> apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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Mercados com Rafael Bevilacqua

Faltando apenas 31 dias para 2026, os investidores estão dedicados a traçar cenários para o próximo ano. A segunda semana do mês terá as últimas reuniões do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) e de seu equivalente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc).

Deve haver poucas surpresas em relação aos resultados. No caso do Copom, na sexta-feira (28) havia 95 por cento de probabilidade de manutenção da taxa Selic nos atuais 15 por cento ao ano. No caso do Fomc, a ferramenta FedWatch mostrava uma expectativa de 84 por cento de corte dos Fed Funds em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,50 e 3,75 por cento ao ano.

Para traçar essas projeções com mais precisão, os participantes do mercado contam com os indicadores econômicos que devem ser divulgados nos próximos dias, em especial os índices de inflação e de emprego. Os dados de inflação tiveram sua divulgação afetada pela paralisação das atividades do governo americano (“shutdown”) por 43 dias, o que torna mais difícil fazer previsões.

Por isso, os membros do Fomc não poderão contar com índices de inflação como o Consumer Price Index (CPI) e o Personal Consumption Expenditure (PCE), conhecido como a “inflação do FED” (referindo-se ao banco central americano) para tomar sua decisão. Os números de novembro só serão divulgados após a reunião. A publicação do CPI de novembro está agendada para 18 de dezembro, e a divulgação do PCE de novembro ainda não tem data prevista.

Alguns números relevantes deverão ser divulgados nesta semana. Entre eles estão o relatório de empregos do setor privado elaborado pela empresa ADP e diversos indicadores de atividade do ISM, mostrando a temperatura dos negócios na indústria e nos serviços. No entanto, os membros do Fomc estão tendo de pilotar a política monetária por instrumentos, sem ter acesso aos dados primários.

Um indicador de risco, a cotação do bitcoin, está em forte baixa no início da manhã. A criptomoeda mais negociada é cotada a 86,5 mil dólares, queda de 5,5 por cento em relação à sexta-feira. Os investidores estão reticentes com relação a uma falha crítica na plataforma DeFi Yearn Finance, que trouxe preocupações sobre liquidez e sobre a criação de tokens não autorizados.



Petrobras (PETR4) divulga plano plurianual 2026-2030


Na noite da quinta-feira (27), a Petrobras (PETR4) divulgou seu plano de investimentos para os próximos cinco anos, prevendo aportes entre 91 bilhões e 109 bilhões de dólares no período. Considerando um câmbio de 5,35 reais por dólar, o montante total equivale a aproximadamente 535 bilhões de reais. Mesmo diante de um cenário de preços mais baixos do petróleo, o plano mantém o foco no crescimento da companhia, preservando a sustentabilidade financeira.

Para 2026, ano com maior grau de precisão nas projeções, a Petrobras estima investimentos de cerca de 16,9 bilhões de dólares, ou aproximadamente 95 bilhões de reais. Para os anos de 2029 e 2030, há previsão de redução nos investimentos, embora, em nossa avaliação, o impacto seja menor em comparação à análise detalhada do próximo ano.

Os recursos continuarão sendo majoritariamente direcionados ao segmento de Exploração e Produção, que deverá receber 76,3 por cento da alocação em 2026. Esse percentual tende a crescer nos próximos anos, à medida que a Petrobras avança seu plano de expansão nos segmentos de Refino, Transporte e Comercialização.

No segmento de Refino, Transporte e Comercialização, a empresa pretende alocar 16,5 por cento dos recursos, com foco na ampliação da produção de diesel, cuja participação na produção total deve passar de 40 por cento para 45 por cento.

Já o segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono receberá 6,7 por cento do montante total, com investimentos prioritariamente voltados para etanol e biodiesel, acompanhando as tendências globais de transição energética.

A Petrobras também apresentou projeções de geração de caixa, que servirão para financiar tanto o plano de investimentos quanto a remuneração aos acionistas. Para 2026, a expectativa é gerar entre 190 bilhões e 200 bilhões de reais em Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais nos próximos 12 meses.

Considerando investimentos de aproximadamente 95 bilhões de reais no próximo ano e aplicando a fórmula de pagamento de dividendos, estimamos uma distribuição de proventos entre 40 bilhões e 45 bilhões de reais, equivalente a um dividend yield de 10 por cento a 11 por cento.

O endividamento da companhia permanece em nível confortável, com relação dívida líquida/EBITDA em 1,5x, patamar que a empresa pretende manter nos próximos anos.



Axia (AXIA3) propõe grande distribuição de proventos e busca Novo Mercado

A Axia Energia, antiga Eletrobras, informou ao mercado que a decisão de propor a distribuição de quase 40 bilhões de reais em reservas de lucros, em forma de proventos, marcou um dos movimentos corporativos mais relevantes do setor elétrico brasileiro nos últimos anos. A proposta, embora tenha sido imediatamente associada à ideia de um mega dividendo, é mais complexa e envolve uma engenharia societária que busca equilibrar governança, planejamento tributário, flexibilidade financeira e previsibilidade para os acionistas.

O plano consiste em transformar essas reservas acumuladas em uma nova classe de ações preferenciais, chamadas PNC, que seriam distribuídas gratuitamente aos acionistas na forma de bonificação.

Essas ações não representam um dividendo em dinheiro imediato, mas sim um crédito econômico que pode se materializar no futuro através de pagamento de proventos, recompras ou conversões em ações ordinárias.

A criação das PNCs responde a uma conjuntura regulatória e tributária que vem pressionando empresas brasileiras a encontrar modelos mais eficientes de distribuição de lucros. Com a perspectiva de taxação de dividendos em breve, muitas companhias buscam estratégias para antecipar o reconhecimento de reservas e, ao mesmo tempo, preservar a capacidade de escolher o melhor momento para realizar pagamentos em dinheiro.

A estrutura desenhada pela Axia dá à administração a possibilidade de decidir, exercício a exercício, se converterá PNCs em dividendos, se recomprará parte delas ou se as transformará em ações ordinárias até 2031. Esse longo prazo oferece grande margem de manobra, permitindo adaptação a diferentes cenários fiscais, regulamentares ou setoriais.

Além da questão tributária, o movimento está inserido em um esforço mais amplo de fortalecimento da governança corporativa. A empresa retomou estudos para migrar para o Novo Mercado da B3, segmento que exige o uso exclusivo de ações ordinárias e padrões elevados de transparência e direitos aos acionistas.

A classe PNC, mesmo sendo preferencial, foi desenhada com direito a voto, justamente para não violar os princípios de igualdade e não criar assimetrias que comprometeriam uma eventual migração. Esse desenho reforça o compromisso declarado da companhia com práticas de governança que atendam às expectativas de investidores institucionais e internacionais, muitos dos quais consideram imprescindível a presença no Novo Mercado para incluir o papel em seus portfólios.

Para os acionistas, a proposta abre um leque de potenciais benefícios, mas também exige compreensão dos riscos e da natureza mais gradual desse tipo de mecanismo. Em tese, reconhecer quase 40 bilhões de reais como reserva distribuível deveria representar uma sinalização positiva sobre a robustez financeira da empresa e sua disposição de retornar valor aos investidores.

 
E Eu Com Isso?
 
No entanto, a ausência de pagamento imediato significa que parte desse valor só será percebida ao longo dos próximos anos, dependendo de decisões futuras da administração e das condições de mercado. Ainda assim, o fato de que cada PNC carrega um direito econômico explícito tende a ancorar expectativas positivas sobre o valor das ações, sobretudo se o mercado acreditar na capacidade da empresa de gerar caixa e se beneficiar das mudanças de governança.

A proposta será levada à votação em assembleia de acionistas no fim de 2025, etapa crucial para sua implementação. Até lá, investidores acompanharão atentamente não apenas a evolução regulatória e tributária, mas também a performance operacional da Axia, seu plano estratégico e sua eventual mudança de segmento de governança.

Em um setor que exige investimentos pesados e possui forte influência estatal, a capacidade de construir previsibilidade e confiança pode ser tão valiosa quanto os próprios dividendos prometidos. Assim, a iniciativa da Axia representa não apenas uma movimentação financeira, mas um gesto simbólico: o de tentar redefinir sua relação com o mercado após anos de transformações estruturais.




DISCLAIMER
A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Ibovespa enfileira recordes à espera do Copom https://levanteideias.com.br/artigos/ibovespa-enfileira-recordes-a-espera-do-copom https://levanteideias.com.br/artigos/ibovespa-enfileira-recordes-a-espera-do-copom#respond Wed, 05 Nov 2025 12:48:36 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52416 O dia começa com os principais índices acionários em leve baixa na Ásia e na Europa. Os analistas consideram esse movimento recente como uma correção técnica, devido à percepção dos investidores de que os mercados de ações podem ter ficado excessivamente valorizados. O destaque do dia entre os indicadores internacionais será a divulgação do relatório… Read More »Ibovespa enfileira recordes à espera do Copom

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O dia começa com os principais índices acionários em leve baixa na Ásia e na Europa. Os analistas consideram esse movimento recente como uma correção técnica, devido à percepção dos investidores de que os mercados de ações podem ter ficado excessivamente valorizados.

O destaque do dia entre os indicadores internacionais será a divulgação do relatório ADP sobre o mercado de trabalho nos EUA. A pesquisa traz a leitura sobre o número de vagas de emprego criadas no setor privado em outubro. A mediana das projeções indica criação de 32 mil novos postos de trabalho, após uma queda líquida de 32 mil em setembro.

A agenda também conta com a divulgação dos indicadores antecedentes de atividade, os PMIS compostos para diversas econômicas. Nos EUA é destaque o PMI calculado pelo ISM, com particular atenção ao setor de serviços.

No Brasil, o destaque é o segundo dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A quase totalidade dos investidores, 98,03 por cento, espera a manutenção da taxa referencial Selic em 15 por cento ao ano. O interesse do mercado é sobre o Comunicado que segue a decisão.

O cenário mais provável é a manutenção de um tom duro por parte do Banco Central (BC), reafirmando que a desancoragem das expectativas de inflação requer uma taxa em patamar restritivo por um tempo prolongado.

No entanto, como o relatório Focus vem trazendo há seis semanas reduções na inflação esperada para 2025, as expectativas de inflação projetadas pelo modelo do BC podem trazer uma notícia positiva, indicando um horizonte de tempo mensurável para o início do afrouxamento da política monetária.

A curva de juros segue precificando que há probabilidade relevante de que o início do ciclo de corte de juros comece em janeiro, com um corte de 25 bps e cortes sequenciais de 50 bps, com um ajuste total na ordem de 200bps nos primeiros meses de 2026.

E Eu Com Isso?

Após uma abertura em queda na manhã da terça-feira (04), o Ibovespa fechou em alta de 0,17 por cento, aos 150.704 pontos, marcando um novo recorde. Foi o quinto dia consecutivo em que o Ibovespa quebra sua máxima histórica intradia e a sétima sessão em sequência que renova o maior patamar de fechamento. Também foi o décimo pregão seguido em alta, algo que não acontecia desde os 11 pregões entre 1º e 15 de julho de 2024. Apesar de os mercados da véspera terem aberto indicando uma correção, os investidores seguem otimistas.

As perspectivas são positivas para a Bolsa em um cenário de volatilidade




Klabin (KLBN11) divulga resultados do 3T25 com queda do endividamento


A Klabin (KLBN11) divulgou na terça-feira (04) seus resultados financeiros referentes ao 3T25. Os números vieram em linha com as projeções do mercado, refletindo leve melhoria operacional e cenário global desafiador.

No trimestre, o volume total de vendas somou 1,067 milhão de toneladas, incluindo papel, celulose e embalagens — aumento de 14 por cento em relação ao mesmo período de 2024. A composição das vendas foi dividida da seguinte forma: celulose branqueada (37,6 por cento), papéis (35,1 por cento) e embalagens (27,3 por cento).

Os preços da celulose recuaram no mercado internacional ao longo do 3T25. Na China, o preço caiu 7 por cento para fibra longa e 9 por cento para fibra curta; na Europa, as baixas foram de 5 por cento e 12 por cento, respectivamente. O preço médio da Klabin em dólar caiu 8 por cento neste mesmo período, beneficiado pela maior resiliência do fluff, e pelo melhor mix geográfico.

A receita líquida atingiu 5,43 bilhões de reais no 3T25, alta de 9 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo dos produtos vendidos foi de 3,9 bilhões de reais, resultando em um lucro bruto de 2,06 bilhões de reais — avanço de 6 por cento na comparação anual.

As despesas operacionais totalizaram 700,6 milhões de reais, redução de 3 por cento em relação ao 3T24, por conta de variação positiva na linha de outras receitas e despesas.

O EBITDA ajustado somou 2,12 bilhões de reais, apresentando aumento de 17 por cento na base anual. No acumulado dos últimos 12 meses, o EBITDA alcançou 8,2 bilhões de reais, o que implica um múltiplo EV/EBITDA de 5,3 vezes.

A dívida líquida da companhia encerrou o trimestre em 26,1 bilhões de reais, redução de 12 por cento quando comparado ao ano anterior, com uma alavancagem de 3,3 vezes o EBITDA. A Klabin reforçou seu compromisso com a redução gradual do endividamento ao longo de 2025, essa redução foi o principal destaque positivo deste exercício.

O resultado financeiro foi negativo em 670 milhões de reais, 66 por cento acima do registrado no mesmo trimestre do ano anterior, por conta da elevação da taxa básica de juros.

O lucro líquido do trimestre foi de 478 milhões de reais. A projeção para os próximos 12 meses é de um lucro acumulado de 2,3 bilhões de reais. Com isso, as ações da Klabin estão sendo negociadas atualmente a um múltiplo P/L de 10 vezes.


E Eu Com Isso?

Os resultados da Klabin no terceiro trimestre de 2025 podem ser classificados como mistos. Apesar do avanço do EBITDA em relação ao mesmo período do ano anterior, o aumento das despesas financeiras neutralizou os ganhos.

No curto prazo, a companhia sinaliza foco na desalavancagem financeira, após concluir um robusto ciclo de investimentos nos últimos anos. A redução da dívida ao longo de 2025 é considerada um movimento estratégico importante, contribuindo para o fortalecimento da estrutura de capital e maior flexibilidade financeira.

Além disso, a Klabin anunciou a distribuição de proventos no valor de 26 centavos por unit, o que representa uma renda em forma de proventos de 1,3 por cento com base na cotação atual. Para o ano de 2025, o dividend yield estimado é de aproximadamente 6,0 por cento, reforçando o caráter atrativo dos papéis para investidores que buscam renda.

De maneira geral, mantemos uma visão positiva para as ações de KLBN11.



Iguatemi (IGTI11) avança com crescimento sólido, margens fortes e desalavancagem no 3T25

A Iguatemi (IGTI11) apresentou um 3T25 bastante positivo, consolidando mais um trimestre de crescimento consistente e evolução operacional dentro de um ciclo de sólida demanda por consumo de alta renda. A receita líquida ajustada cresceu 17,7 por cento a/a, impulsionada por indicadores operacionais saudáveis e elevada performance de vendas em sua base de ativos prime. O EBITDA avançou 28,2 por cento a/a para 286,7 milhões de reais, refletindo eficiência operacional, incremento de receita e maior diluição de custos, enquanto o lucro líquido somou 120,9 milhões de reais, alta de 19,5 por cento a/a, reforçando a resiliência do segmento de luxo e lifestyle no Brasil e a estratégia de posicionamento premium da companhia, mesmo em um ambiente macro ainda desafiador.

A performance de vendas foi destaque: o portfólio registrou 6,0 bilhões de reais em vendas totais, crescimento de 22,5 por cento a/a, refletindo tráfego qualificado e bom desempenho das categorias core da Iguatemi. As vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 5,8 por cento e as vendas mesmas áreas (SAS) avançaram 9,0 por cento na mesma base de comparação, demonstrando a capacidade da companhia de ampliar produtividade e capturar tendência estrutural de consumo high ticket e maior frequência em seus empreendimentos.

Do lado de locação, a Iguatemi também apresentou métricas saudáveis. Os aluguéis mesmas lojas (SSR) cresceram 7,1 por cento e os aluguéis mesmas áreas (SAR) avançaram 7,5 por cento a/a, refletindo maior maturação dos ativos, negociações bem-sucedidas com lojistas e reajustes ligados ao desempenho operacional. A combinação de vendas fortes e repasse de preços evidencia a capacidade da companhia de capturar valor via contratos sólidos e um mix de lojistas de alta performance, preservando margens e rentabilidade mesmo em um cenário de competição crescente no varejo físico com o digital.

O EBITDA ajustado avançou 28,2 por cento a/a e atingiu 286,7 milhões de reais, com expansão de margens refletindo controle disciplinado de despesas, crescimento de receita e ganho de escala. A performance operacional robusta demonstra a qualidade do portfólio da Iguatemi e a capacidade de capitalizar experiências premium. O foco em eficiência operacional, na otimização do mix de marcas e em investimentos estratégicos na modernização dos empreendimentos segue apoiando a expansão sustentável da rentabilidade.

A alavancagem encerrou o trimestre em 1,64x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, uma redução significativa de 0,26 p.p. em relação ao 2T25, beneficiada pela forte geração operacional e pela gestão ativa de capital. Ao desconsiderar os efeitos da venda dos shoppings Market Place e Galleria, e refletindo a conclusão da venda de participação em ativos para Funcef e RBR, o indicador ficou em 1,84x — ainda confortável e em trajetória de queda. A redução da alavancagem aumenta a flexibilidade da Iguatemi para seguir executando seu plano estratégico de investimentos seletivos, reforçando a disciplina financeira como pilar central da companhia.

 
E Eu Com Isso?
 
O trimestre reforça nossa visão positiva para a Iguatemi: o segmento premium de shoppings segue resiliente, apoiado em consumidores com alta capacidade de consumo, exposição menor a juros e menor sensibilidade a ciclos econômicos. A companhia segue fortalecendo sua estratégia omnicanal, com iniciativas para integrar plataformas digitais, programas de relacionamento e experiências exclusivas, enquanto aprofunda o relacionamento com marcas globais e o ecossistema de luxo no Brasil.

Em nossa visão, o 3T25 reforça a consistência de execução da Iguatemi, com crescimento de receita e vendas acima da média do setor, aluguéis em trajetória positiva, margens robustas e desalavancagem. O portfólio maduro, exposto ao consumo de maior renda e ao segmento premium, segue como pilar de geração de caixa e resiliência operacional. Com boa visibilidade para expansão gradual de margens e aceleração das vendas no quarto trimestre, a Iguatemi permanece bem-posicionada para capturar o ciclo positivo do varejo de alta renda e fortalecer sua estratégia de longo prazo.



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As bruxas do mercado estão soltas ou comportadas? https://levanteideias.com.br/artigos/as-bruxas-do-mercado-estao-soltas-ou-comportadas https://levanteideias.com.br/artigos/as-bruxas-do-mercado-estao-soltas-ou-comportadas#respond Fri, 31 Oct 2025 14:35:45 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52371 O Dia das Bruxas parece ser uma comemoração 100 por cento americana e algo inventado pelo comércio para vender mais. No entanto, essa festa é antiga. Tem origens cinco ou seis séculos antes de Cristo. Era praticada pelos povos celtas, que nessa época habitavam várias regiões da Europa: as ilhas britânicas, o norte da França… Read More »As bruxas do mercado estão soltas ou comportadas?

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E eu com isso versão Plus

O Dia das Bruxas parece ser uma comemoração 100 por cento americana e algo inventado pelo comércio para vender mais. No entanto, essa festa é antiga. Tem origens cinco ou seis séculos antes de Cristo. Era praticada pelos povos celtas, que nessa época habitavam várias regiões da Europa: as ilhas britânicas, o norte da França e até a península Ibérica.

A origem do Halloween é o Samhain, festa em que se comemorava o fim do período de colheita e o início do inverno no Hemisfério Norte. O dia era o fim do ano celta, quando as pessoas visitavam os amigos e parentes levando alimentos como presente. A data também era dedicada aos mortos. A tradição era que a separação entre os reinos de vivos e mortos ficava mais fina e alguns falecidos poderiam chegar para um dedo de prosa. Para evitar sustos recomendava-se usar máscaras (para não ser reconhecido) e acender fogueiras.

Bom de marketing, o papa Bonifácio VI estabeleceu que na data se comemoraria o Dia de Todos os Santos de maneira a cristianizar a tradição pagã. E atualmente temos uma data do calendário que vem pegando tração por aqui. Nos últimos dias, é bem provável que você tenha cruzado com alguns fantasmas, vampiros e bruxas a caminho da escola ou do trabalho. E no mercado, as bruxas estão soltas ou comportadas? Vamos olhar com cuidado o que está fervendo no caldeirão.

Por um lado, há várias notícias negativas. A situação fiscal segue complicada. Para não ajudar, tanto governo quanto oposição resolveram colocar na rua, antes da hora, a campanha presidencial de 2026. E o cenário político internacional também segue complicado. Os conflitos na Ucrânia e na faixa de Gaza continuam, apesar das notícias e expectativas de acordos de paz.

Mesmo assim, o Ibovespa e os principais índices americanos seguem em alta e batendo recordes. As justificativas são a alta das empresas de tecnologia (especialmente as dedicadas à Inteligência Artificial) e a perspectiva de que China e Estados Unidos cheguem a um acordo que reduza a pressão das tarifas americanas sobre produtos chineses, normalizando as relações comerciais entre esses dois países e os demais – Brasil inclusive. Faz sentido ou os investidores estão enfeitiçados por perspectivas inexistentes de prosperidade?

Apesar do cenário adverso, há perspectivas de investimento na produção. O fato de a economia tornar-se menos globalizada significa que muitos países e empresas terão de voltar a fazer o que antes estava a cargo de companhias estrangeiras (leia-se chinesas), movimentando a economia.

O setor de tecnologia é onde isso é mais evidente. A demanda por processamento de dados faz o consumo de chips, processadores e equipamentos bater sucessivos recordes, assim como a necessidade de eletricidade para movimentar os data centers. Isso deve justificar um aumento dos investimentos em infraestrutura, o que garante a demanda agregada.

Por isso, apesar de haver muitas bruxas de fato soltas, a tendência é que os investidores conseguirão se desviar dos bruxedos, encantamentos e malefícios e poderão ganhar dinheiro no que resta de 2025.


E Eu Com Isso?

Os bons resultados das empresas de tecnologia americanas no terceiro trimestre justificam uma alta dos contratos futuros dos principais índices americanos no pré-mercado, assim como das cotas dos Exchange Traded Funds (ETF) EWZ iShares MSCI Brazil, que concentram as principais ações brasileiras negociadas em Nova York.

As notícias são positivas para a Bolsa


Mercados com Rafael Bevilacqua

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Ações sobem com possível acordo entre EUA e China https://levanteideias.com.br/artigos/acoes-sobem-com-possivel-acordo-entre-eua-e-china https://levanteideias.com.br/artigos/acoes-sobem-com-possivel-acordo-entre-eua-e-china#respond Mon, 27 Oct 2025 13:30:54 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52353 A última semana de outubro terá uma movimentação intensa. A segunda-feira (27) começou agitada. No domingo (26), autoridades americanas e chinesas afirmaram ter elaborado a estrutura de um acordo sobre um potencial acordo comercial que suspende tarifas americanas mais severas e controles de exportação de terras raras chinesas. Trump foi recebido com honras pelo imperador… Read More »Ações sobem com possível acordo entre EUA e China

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A última semana de outubro terá uma movimentação intensa. A segunda-feira (27) começou agitada. No domingo (26), autoridades americanas e chinesas afirmaram ter elaborado a estrutura de um acordo sobre um potencial acordo comercial que suspende tarifas americanas mais severas e controles de exportação de terras raras chinesas. Trump foi recebido com honras pelo imperador japonês Naruhito. Agora, os investidores aguardam um encontro com o presidente Xi Jinping. “Tenho muito respeito pelo presidente Xi e acredito que chegaremos a um acordo”, disse Trump a repórteres no Air Force One antes de pousar em Tóquio, capital do Japão.

A notícia elevou as ações. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu cerca de 1,1 por cento. O índice europeu STOXX 600 subiu cerca de 0,1 por cento e atingiu um recorde intradiário próximo a 576 pontos. Os contratos futuros de ações dos EUA subiram no pré-mercado, com os contratos futuros do Nasdaq avançando mais de 1 por cento.

No entanto, apesar do otimismo, há um ponto a considerar. Até agora há um rascunho, e não um acordo assinado. Os detalhes, o cronograma e a implementação determinariam as compensações para setores e cadeias de suprimentos específicos. A volatilidade pode retornar se as negociações estagnarem ou se qualquer um dos lados reafirmar as restrições comerciais.

Além disso, os investidores de animaram com a expectativa de mais um corte de juros pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano, que se reúne na terça-feira (28) e na quarta-feira (29). Há uma grande convicção entre os investidores de que o FED deverá reduzir os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75 por cento e 4,00 por cento ao ano, e que poderá sinalizar mais um corte da mesma magnitude na última reunião deste ano, agendada para dezembro.

A confluência entre corte de juros e uma retomada parcial da normalidade das relações comerciais entre China e Estados Unidos pode sustentar mais um movimento de valorização das ações americanas, que vêm sendo sustentadas pelos resultados positivos trimestrais das empresas.

No Brasil, a safra de balanços do terceiro trimestre chega com força, com Bradesco e Santander divulgando os números na quarta-feira (29). A grande questão é o comportamento da inadimplência, que pode piorar o humor dos investidores.

RELATÓRIO FOCUS A edição mais recente do Relatório Focus, divulgada pelo Banco Central (BC), mostra novas reduções na expectativa para a inflação de 2025. A projeção recuou para 4,56 por cento, ante os 4,70 por cento da semana anterior. Agora, a estimativa de inflação encontra-se apenas 6 pontos-base (centésimos de ponto percentual) acima do teto da meta de 4,50 por cento.


E Eu Com Isso?

A expectativa de um acordo entre Estados Unidos e China e a possibilidade de que a reunião entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva leve a uma reversão ou a uma redução das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros animaram os investidores. As cotas do ETF EWZ iShares MSCI Brazil estão com alta de 1,5 por cento no pré-mercado.

As notícias são positivas para a Bolsa



Mercados com Rafael Bevilacqua


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Análise | Proventos e petróleo têm impactado ações da Petrobras https://levanteideias.com.br/imprensa/analise-proventos-e-petroleo-tem-impactado-acoes-da-petrobras https://levanteideias.com.br/imprensa/analise-proventos-e-petroleo-tem-impactado-acoes-da-petrobras#respond Wed, 22 Oct 2025 13:51:59 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=52337 Análise do nosso Especialista do setor de Commodities, João Abdouni, para o Money News na CNN Money:

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Análise do nosso Especialista do setor de Commodities, João Abdouni, para o Money News na CNN Money:

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Cenário de indefinições abre oportunidades para o Brasil | Denise Campos https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/cenario-de-indefinicoes-abre-oportunidades-para-o-brasil https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/cenario-de-indefinicoes-abre-oportunidades-para-o-brasil#respond Fri, 04 Mar 2022 11:00:00 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=36449 O cenário global está dominado por mais incertezas desde o começo da etapa de maior escalada dos conflitos entre Rússia e Ucrânia e as reações que têm provocado. Mesmo que o mercado, em certos momentos, conte com algum entendimento diplomático, com um cessar fogo, o fato é que o conflito ainda pode se agravar e… Read More »Cenário de indefinições abre oportunidades para o Brasil | Denise Campos

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O cenário global está dominado por mais incertezas desde o começo da etapa de maior escalada dos conflitos entre Rússia e Ucrânia e as reações que têm provocado. Mesmo que o mercado, em certos momentos, conte com algum entendimento diplomático, com um cessar fogo, o fato é que o conflito ainda pode se agravar e durar um bom tempo, assim como os desdobramentos econômicos. 

Um dos principais impactos é sobre a inflação, que já era um problema global, pelos desequilíbrios entre oferta e demanda produzidos pela pandemia, além de outros fatores. Mas agora, tanto pelo comprometimento da produção como pelas sanções impostas à Rússia, há fortes pressões de preços sobre o petróleo, gás, commodities metálicas e alimentos, sem esquecer dos fertilizantes e outros insumos.

Tudo isso reforça a pressão sobre os bancos centrais, que planejavam ou já vinham implementando alterações nas políticas monetárias. E os ajustes tendem a prosseguir mesmo que a guerra tenha potencial para afetar até o crescimento global. Pode haver alguma mudança na calibragem dos ajustes dos juros. Nos Estados Unidos, por exemplo, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, já sinalizou uma possível alta de 0,25 agora em março, inferior às expectativas que estavam mais para 50 pontos, embora ainda se conte com elevação de 175 no ano. Para o Brasil, onde a inflação já apontava para outro estouro do teto da meta, as previsões agora são de um ciclo mais longo com ajuste total maior da Selic. As projeções chegam a 13%. 

Surpreendentemente, esse cenário tem permitido uma confiança maior quanto às condições para o mercado local manter um comportamento mais favorável. De um lado, a alta das commodities pode assegurar um bom desempenho para a Bolsa, muito alavancada pelos papéis de empresas que atuam no segmento, embora muitos setores possam ter piora da performance. Mas as exportações podem dar maior retorno. De outro, a elevação dos juros pode ampliar o diferencial entre as taxas praticadas no exterior, mantendo boa atratividade para o capital externo, mesmo que haja algum aumento do risco. Ainda é preciso considerar que o Brasil pode “pegar” o investidor que está saindo da Rússia, onde as restrições financeiras, como as que congelaram reservas e vão desconectar os bancos da Swift, podem se estender às criptomoedas, produzindo maior isolamento financeiro do país, além do comercial e do político.

Só não se deve contar demais com esse ambiente “favorável” ao mercado local. Afinal, ainda é grande a incerteza quanto ao peso que a crise financeira, que os países ocidentais tentam provocar na Rússia, como estratégia de persuasão contra a guerra, terá sobre a economia e o mercado mundial. Não se deve desconsiderar também os reflexos da inflação e dos juros mais altos sobre a nossa economia, que já convive com o risco de alguma retração neste ano, fora as incertezas fiscais e as relacionadas às eleições. Os cortes de tributos sobre produtos industriais e agora até sobre jet ski, balão e dirigível, além das discussões sobre os combustíveis, estão aí para nos lembrar do imediatismo de resoluções em ano de eleições. 

O investidor deve aproveitar as oportunidades que estão surgindo, só que o atual cenário recomenda algum conservadorismo no portfólio, com títulos pós fixados e os atrelados à inflação. E vamos torcer para que algum bom senso prevaleça neste que é um dos momentos mais complicados que o mundo enfrenta em décadas, sem ter sequer se recuperado do trauma imposto pela pandemia nos vários aspectos.

Leia a última coluna da Denise Campos de Toledo: Conflito na Ucrânia amplia incertezas globais e para o Brasil.

 

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