caminhões – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Fri, 07 Jan 2022 21:22:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png caminhões – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Recuperação do segmento de automóveis continuará discreto em 2022 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/recuperacao-do-segmento-de-automoveis-continuara-discreto-em-2022 https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/recuperacao-do-segmento-de-automoveis-continuara-discreto-em-2022#respond Fri, 07 Jan 2022 21:22:39 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=35190 A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos), estima que o ano de 2022 tende a ser melhor para o setor do que 2021, com dados divulgados estimando um crescimento do mercado que pode chegar a quase 5%, na comparação anual. Se considerarmos um crescimento de 3% para o ano de 2021, a queda nas… Read More »Recuperação do segmento de automóveis continuará discreto em 2022

O post Recuperação do segmento de automóveis continuará discreto em 2022 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

]]>
A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos), estima que o ano de 2022 tende a ser melhor para o setor do que 2021, com dados divulgados estimando um crescimento do mercado que pode chegar a quase 5%, na comparação anual. Se considerarmos um crescimento de 3% para o ano de 2021, a queda nas vendas em comparação com 2019 ainda fica na casa dos 20%.

O volume esperado para o ano de 2022 é de 2,2 milhões de veículos, ainda abaixo do que foi há 15 anos atrás, quando o número beirava os 2,5 milhões de veículos. Mesmo com uma alta demanda reprimida, o setor não conseguiu ter uma recuperação contundente, devido principalmente à falta de componentes no mercado, como os semicondutores.

Faltaram carros para atender os pedidos, e as montadoras ainda esperam filas por boa parte do ano de 2022. O resultado de dezembro também foi influenciado pela falta de peças, com uma queda de 15% no volume vendido em relação a 2020. 

E Eu Com Isso?

O segmento mais afetado continua sendo o de automóveis, o qual registrou queda de quase 20% em dezembro, e de 3,5% no ano de 2021. Isso ocorre porque os veículos leves costumam ter mais semicondutores do que os de carga, e a tendência é que esse número aumente cada vez mais. Para 2022, o crescimento projetado pela Fenabrave é de 4%, ainda tímido considerando a performance ruim nos últimos dois anos.

No entanto, quando olhamos para o segmento de caminhões vemos uma realidade muito diferente, ainda por conta da boa performance do agronegócio, que impulsiona a venda da linha de pesados e do e-commerce que aumenta as vendas da linha de leves.

Em 2021, o mercado de caminhões novos registrou um crescimento de mais de 40% na comparação anual, o melhor resultado desde 2014. Para 2022, a Fenabrave espera uma nova expansão de mais de 7%.

Por fim, o segmento de ônibus, o que mais sentiu os efeitos da Covid-19, continua com uma performance ruim, com as vendas caindo mais de 20% a/a em dezembro e 2% no ano de 2021. No entanto, a projeção para 2022 é de uma recuperação mais contundente, na casa dos 8% a/a.

Este conteúdo faz parte da nossa Newsletter ‘E Eu Com Isso’.

e-eu-com-isso

Leia também: Falta de semicondutores freia recuperação do setor automotivo.

O post Recuperação do segmento de automóveis continuará discreto em 2022 apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

]]>
https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/recuperacao-do-segmento-de-automoveis-continuara-discreto-em-2022/feed 0
Foco nos números https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/foco-nos-numeros https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/foco-nos-numeros#respond Mon, 12 Jul 2021 16:43:32 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27798 A semana que se inicia será marcada pelo realinhamento das expectativas para o crescimento e para a inflação nas maiores economias. Começando pela China. Na noite da quarta-feira, o governo chinês deverá divulgar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) da China no segundo trimestre. Os prognósticos pioraram na sexta-feira (9), dia em que o… Read More »Foco nos números

O post Foco nos números apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

]]>
A semana que se inicia será marcada pelo realinhamento das expectativas para o crescimento e para a inflação nas maiores economias.

Começando pela China. Na noite da quarta-feira, o governo chinês deverá divulgar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) da China no segundo trimestre.

Os prognósticos pioraram na sexta-feira (9), dia em que o pregão não funcionou no Brasil.

Durante o feriado por aqui, o Banco do Povo, o banco central chinês, reduziu os depósitos compulsórios dos bancos, liberando um trilhão de yuanes, ou US$ 155 bilhões de em liquidez para o sistema financeiro.

Esse aumento inesperado de liquidez, após meses mantendo a política monetária apertada em comparação com os Estados Unidos, foi interpretada como o que pode ser uma atuação preventiva das autoridades.

Às vésperas da divulgação de um resultado abaixo do esperado para o segundo trimestre, o governo poderia estar aumentando os estímulos monetários para aumentar a rotação da economia.

As notícias da China serão apenas parte da agenda da semana.

Na quarta-feira (14) e na quinta-feira (15), Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, terá seus dois dias de depoimento diante do Congresso americano.

Como ocorre duas vezes por ano, ele falará na Câmara dos Deputados na quarta-feira e no Senado na quinta-feira.

E, também como ocorre habitualmente, na sexta-feira (9), o Fed divulgou sua avaliação da economia dos Estados Unidos.

Pela avaliação do BC americano, apesar de tanto os números de inflação quanto os do emprego estarem dando sinais de reaquecimento da economia, ainda é cedo para dizer que a batalha contra o efeito econômico danoso da pandemia foi vencida.

Na terça-feira (13) deverá ser divulgado o índice de preços ao consumidor (Consumer Price Index, CPI) de junho.

Nos 12 meses até maio, a inflação ao consumidor nos Estados Unidos chegou a 5%, o maior nível em 13 anos.

Além da alta dos preços dos microchips, os preços de automóveis e de caminhões usados seguem subindo, e contribuíram com cerca de um terço da inflação registrada em maio.

Considerando-se o núcleo da inflação, a chamada “core inflation”, a alta em 12 meses até maio foi de 3,80%, a maior desde 1992, quase três décadas.

O núcleo da inflação não considera os preços dos alimentos e das bebidas, mais voláteis.

Só para comparar, em janeiro, a inflação em 12 meses estava em apenas 1,40%, tanto para o índice mais amplo quanto para o núcleo da inflação.

Há, aqui, uma “maldade estatística”.

Como diversos preços caíram muito nos primeiros meses da pandemia, a base de comparação é menor e, por isso, a variação percentual tende a ser mais elevada.

No entanto, mesmo se o resultado de junho mostrar uma leve desaceleração, a inflação permanecerá em um patamar desconfortável.

Em várias declarações, Powell tem reiterado que o Fed será “paciente” com a inflação.

Esse termo consta, inclusive, do relatório divulgado na última quarta-feira (07), que trata da reunião do Comitê de Mercado Aberto (Federal Open Market Committee, Fomc).

No entanto, vários membros do Fomc têm dito que pode estar na hora de começar a desmontar a máquina de estímulos econômicos posta em funcionamento no início da pandemia.

E para não ficar apenas nos indicadores internacionais, na quarta-feira (14) também está prevista a divulgação do índice de atividade econômica do Banco Central (BC), o IBC-Br, referente a maio.

Divulgado todos os meses, o índice serve como uma prévia do PIB que é informado trimestralmente pelo IBGE.

Ao longo dos últimos meses, o IBC-Br tem apresentado um comportamento imprevisível devido às flutuações no nível de atividade decorrentes das medidas de isolamento social.

Em abril, houve uma forte desaceleração em relação ao mês anterior.

A principal incógnita é o amplo e heterogêneo setor de Serviços, cuja atividade vem se recuperando de maneira assimétrica.

Os segmentos de hospedagem e lazer devem seguir mostrando números ruins, ao passo que os serviços financeiros permanecem menos afetados.

Tudo isso lança incertezas sobre o IBC-Br. Se o mesmo resultado se repetir em maio, pode ser uma indicação de que o ritmo da economia brasileira vai demorar um pouco mais para voltar ao normal.

Relatório Focus

A edição mais recente do Relatório Focus, divulgada na manhã desta segunda-feira (12) pelo BC, mostra uma elevação dos prognósticos para inflação, juros e crescimento da economia.

O crescimento esperado do PIB para este ano avançou para 5,26% ante os 5,18% anteriores.

Por outro lado, a alta prevista da inflação medida pelo IPCA subiu para 6,11% ante 6,07%.

E a taxa de juros referencial Selic prevista para dezembro está em 6,63%, ante 6,50% da semana passada.

Vale notar que o relatório indicou também uma alta nas expectativas da Selic para o fim de 2022.

A taxa esperada para o fim do ano que vem está em 7,00% ante 6,75% da edição anterior.

E Eu Com Isso?

A semana começa com um movimento positivo no mercado local.

Na sexta-feira (09), a B3 não teve pregão devido ao feriado paulista, enquanto o mercado americano registrava um recorde.

Por isso, o movimento deve ser de alta, com as cotações se ajustando à valorização internacional.

As notícias são positivas para a Bolsa.

Este conteúdo faz parte da nossa Newsletter ‘E Eu Com Isso’.

e-eu-com-isso

Leia também: Incertezas no crescimento.

O post Foco nos números apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

]]>
https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/foco-nos-numeros/feed 0