e eu com isso? – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Mon, 27 Apr 2026 13:12:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png e eu com isso? – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Usiminas (USIM5) inicia 2026 com forte desempenho operacional e avanço na rentabilidade https://levanteideias.com.br/artigos/usiminas-usim5-inicia-2026-com-forte-desempenho-operacional-e-avanco-na-rentabilidade https://levanteideias.com.br/artigos/usiminas-usim5-inicia-2026-com-forte-desempenho-operacional-e-avanco-na-rentabilidade#respond Mon, 27 Apr 2026 13:12:20 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53154 A Usiminas (USIM5) apresentou resultados sólidos no 1T26, superando expectativas e evidenciando melhora relevante na execução operacional. O EBITDA ajustado consolidado atingiu 653 milhões de reais, impulsionado principalmente pela divisão de aço. O trimestre foi marcado por expansão de margens, sustentada por preços mais altos, melhor mix e ganhos de eficiência. Mesmo com volumes abaixo… Read More »Usiminas (USIM5) inicia 2026 com forte desempenho operacional e avanço na rentabilidade

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A Usiminas (USIM5) apresentou resultados sólidos no 1T26, superando expectativas e evidenciando melhora relevante na execução operacional. O EBITDA ajustado consolidado atingiu 653 milhões de reais, impulsionado principalmente pela divisão de aço. O trimestre foi marcado por expansão de margens, sustentada por preços mais altos, melhor mix e ganhos de eficiência. Mesmo com volumes abaixo do esperado, a companhia conseguiu preservar rentabilidade por meio de disciplina comercial e controle de custos. A geração de fluxo de caixa livre foi positiva, reforçando a qualidade dos resultados. Além disso, a empresa encerrou o período com posição de caixa líquido, indicando solidez financeira. Esse conjunto reforça uma leitura mais construtiva para a companhia. O foco passa agora a ser a sustentabilidade dessas margens ao longo do ano.

O principal destaque foi a divisão de Aço, com EBITDA de 544 milhões de reais e margem de 10,4 por cento, acima das expectativas. O desempenho foi sustentado por aumento de preços de 4,9 por cento t/t e um mix mais favorável, com maior exposição ao setor automotivo. Mesmo com embarques mais fracos, a companhia conseguiu sustentar margens. Os custos também ajudaram, com queda sequencial do COGS por tonelada, refletindo ganhos de eficiência. A menor intensidade de paradas de manutenção contribuiu para esse resultado. A combinação de preços mais altos e custos mais baixos foi determinante. 

Por outro lado, a divisão de Mineração teve desempenho mais fraco, com EBITDA de 111 milhões de reais. O resultado foi impactado por aumento de custos e menor diluição operacional. Apesar de preços ligeiramente melhores, houve pressão de combustíveis e compras de terceiros. Os volumes ficaram em 1,9 Mt, com leve queda, mas ainda estáveis. Esse cenário limitou a contribuição do segmento no consolidado. Para o 2T26, a expectativa é de maiores volumes, mas com custos mais elevados. O frete marítimo deve seguir como um ponto de pressão. Assim, a recuperação tende a ser mais gradual. No curto prazo, o Aço segue como principal vetor de resultado.

E Eu Com Isso?

No geral, o 1T26 reforça uma tese positiva baseada na recuperação de margens em Aço e disciplina de custos. A expectativa de EBITDA estável no 2T26 indica capacidade de repasse de preços. As medidas de defesa comercial podem melhorar a dinâmica do mercado doméstico ao longo do 2S26.

O balanço desalavancado e a geração de caixa sustentam a estratégia da companhia. Mesmo com a volatilidade do setor, o valuation ainda parece não refletir totalmente essa melhora operacional. A continuidade desse movimento dependerá do cenário macro e da execução. Ainda assim, a trajetória recente é encorajadora. O conjunto de fundamentos sustenta uma visão mais otimista para a empresa.



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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Atacadão mostra desaceleração em números divulgados pelo Carrefour Brasil no 1T26 https://levanteideias.com.br/artigos/atacadao-mostra-desaceleracao-em-numeros-divulgados-pelo-carrefour-brasil-no-1t26 https://levanteideias.com.br/artigos/atacadao-mostra-desaceleracao-em-numeros-divulgados-pelo-carrefour-brasil-no-1t26#respond Fri, 24 Apr 2026 12:52:33 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53152 O Carrefour Brasil reportou um início de 2026 marcado por leve retração operacional, com queda de 1,4 por cento no faturamento no 1T26, totalizando 4,67 bilhões de euros (aproximadamente 27,3 bilhões de reais), e recuo de 0,8 por cento nas vendas em mesmas lojas. O desempenho doméstico contrastou com a operação global do grupo, que… Read More »Atacadão mostra desaceleração em números divulgados pelo Carrefour Brasil no 1T26

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O Carrefour Brasil reportou um início de 2026 marcado por leve retração operacional, com queda de 1,4 por cento no faturamento no 1T26, totalizando 4,67 bilhões de euros (aproximadamente 27,3 bilhões de reais), e recuo de 0,8 por cento nas vendas em mesmas lojas. O desempenho doméstico contrastou com a operação global do grupo, que apresentou crescimento de 1,4 por cento na receita e 2,2 por cento nas vendas comparáveis. O resultado reflete um ambiente macroeconômico mais desafiador no Brasil, caracterizado por juros elevados e menor pressão inflacionária em alimentos, o que reduz o efeito preço e evidencia uma dinâmica de consumo mais cautelosa e sensível ao bolso do consumidor.

Apesar desse cenário mais pressionado nas lojas físicas, alguns vetores de crescimento se destacaram de forma relevante no trimestre. O Sam’s Club apresentou alta de 5,7 por cento nas vendas em mesmas lojas, impulsionado pela expansão da base de membros e maior recorrência de compras, enquanto o e-commerce avançou 21 por cento, contribuindo para ganho de participação de mercado. Esses canais têm funcionado como importantes pilares de diversificação do modelo de negócios, ajudando a compensar a desaceleração do varejo tradicional e indicando uma mudança estrutural no comportamento de consumo, com maior penetração digital e busca por formatos que entreguem valor percebido ao cliente.

No Atacadão, principal operação do grupo no Brasil, o trimestre também refletiu um ambiente mais desafiador, com queda de 1 por cento nas vendas comparáveis. O desempenho acompanha a dinâmica do setor de atacarejo, que tem enfrentado uma desaceleração após anos de forte crescimento, especialmente em um contexto de menor inflação alimentar, que reduz o ticket médio, e de consumo mais pressionado.

Ainda assim, a companhia segue ajustando sua estratégia, com foco em ganho de participação em Cash & Carry e iniciativas como o lançamento da marca própria de entrada “Bulnez”, voltada para maior competitividade de preços. A expansão física também continuou, com a rede encerrando o período com 386 lojas, reforçando sua presença nacional.

E Eu Com Isso?

Diante desse contexto, os dados do Carrefour Brasil reforçam uma leitura mais ampla para o setor de varejo alimentar, com implicações relevantes para players como Grupo Mateus (GMAT3) e Assaí (ASAI3). A desaceleração do atacarejo em termos de vendas comparáveis sugere um ambiente mais desafiador no curto prazo, especialmente com menor inflação de alimentos pressionando o crescimento nominal e um consumidor mais sensível a preços.

Por outro lado, a capacidade de ganhar participação de mercado, aliada a estratégias de eficiência operacional, expansão seletiva e fortalecimento de marcas próprias, tende a diferenciar os players mais bem posicionados. Nesse cenário, o setor segue apresentando resiliência estrutural, mas com maior dispersão de resultados entre as companhias, à medida que execução, posicionamento e alavancas de crescimento passam a ter um peso ainda mais relevante na performance ao longo de 2026.



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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Sequoia (SEQL3) vende ativos ao Mercado Livre (MELI34) e deixa e-commerce https://levanteideias.com.br/artigos/sequoia-seql3-vende-ativos-ao-mercado-livre-meli34-e-deixa-e-commerce https://levanteideias.com.br/artigos/sequoia-seql3-vende-ativos-ao-mercado-livre-meli34-e-deixa-e-commerce#respond Thu, 23 Apr 2026 13:13:31 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53150 A Sequoia Logística (SEQL3) anunciou a venda de ativos operacionais ao Mercado Livre (MELI34) por 7,5 milhões de dólares (cerca de 37 milhões de reais), marcando sua saída do segmento de e-commerce. A operação envolve a transferência de equipamentos instalados em um centro de distribuição em São Bernardo do Campo (SP), além da cessão do… Read More »Sequoia (SEQL3) vende ativos ao Mercado Livre (MELI34) e deixa e-commerce

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A Sequoia Logística (SEQL3) anunciou a venda de ativos operacionais ao Mercado Livre (MELI34) por 7,5 milhões de dólares (cerca de 37 milhões de reais), marcando sua saída do segmento de e-commerce. A operação envolve a transferência de equipamentos instalados em um centro de distribuição em São Bernardo do Campo (SP), além da cessão do contrato de locação do espaço.

Entre os ativos, destaca-se o sistema de triagem de alto volume “Mega Sorter Damon”, projetado para operações em larga escala. O pagamento será feito em três etapas, com 50 por cento desembolsados após o cumprimento das condições iniciais, seguido por duas parcelas de 25 por cento atreladas à formalização e conclusão da transferência operacional. A transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A decisão de encerrar essa frente está diretamente ligada a mudanças estruturais no setor de e-commerce. A verticalização logística por grandes plataformas, como o próprio MELI, reduziu o espaço competitivo para operadores terceirizados, que passam a disputar contratos em condições menos favoráveis.

Ao mesmo tempo, a desaceleração do crescimento do e-commerce após o pico dos últimos anos diminuiu a escala necessária para diluir custos fixos elevados, tornando operações intensivas em capital menos viáveis. No caso da Sequoia, o modelo passou a pressionar o caixa, com descasamento entre prazos de pagamento e recebimento, impactando diretamente o capital de giro.

Nesse contexto, a venda dos ativos representa mais do que um ajuste pontual, mas um reposicionamento estratégico relevante. A companhia passa a concentrar esforços em segmentos considerados mais resilientes e com melhor perfil de rentabilidade, como logística de objetos bancários e operações B2B.

Essas frentes tendem a apresentar maior previsibilidade de receita, menor dependência de volumes massificados e geração de caixa mais consistente. A transação também sinaliza a etapa final de um processo de reestruturação, com simplificação do portfólio e foco em operações com maior eficiência operacional.

E Eu Com Isso?

O movimento evidencia uma mudança relevante na dinâmica da logística voltada ao e-commerce no Brasil. A crescente internalização das operações por grandes plataformas redefine o papel dos prestadores de serviço e eleva a exigência por escala, tecnologia e capacidade de investimento.

Para operadores independentes, o caminho passa por especialização ou foco em nichos mais rentáveis. Ao mesmo tempo, a consolidação de ativos nas mãos de players como o MELI reforça a tendência de concentração do setor. O desfecho da operação, portanto, vai além de uma venda de ativos: ele sinaliza um redesenho estrutural do mercado logístico, com impactos que devem continuar se desdobrando nos próximos anos.


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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Maior leilão de energia do país entra no radar do TCU e enfrenta incertezas https://levanteideias.com.br/artigos/maior-leilao-de-energia-do-pais-entra-no-radar-do-tcu-e-enfrenta-incertezas https://levanteideias.com.br/artigos/maior-leilao-de-energia-do-pais-entra-no-radar-do-tcu-e-enfrenta-incertezas#respond Mon, 20 Apr 2026 13:14:36 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53143 O maior leilão de energia já realizado no Brasil, voltado à contratação de reserva de capacidade (LRCap), passou a enfrentar incertezas relevantes após sua conclusão em março, mesmo tendo contratado cerca de 19 GW de usinas e movimentado aproximadamente 65 bilhões de reais em investimentos. O certame, realizado em dois dias (18 e 20 de… Read More »Maior leilão de energia do país entra no radar do TCU e enfrenta incertezas

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O maior leilão de energia já realizado no Brasil, voltado à contratação de reserva de capacidade (LRCap), passou a enfrentar incertezas relevantes após sua conclusão em março, mesmo tendo contratado cerca de 19 GW de usinas e movimentado aproximadamente 65 bilhões de reais em investimentos. O certame, realizado em dois dias (18 e 20 de março), teve como objetivo garantir segurança energética por meio da contratação de usinas capazes de operar sob demanda, incluindo térmicas a gás, diesel, carvão, biometano e hidrelétricas ampliadas. No entanto, o resultado do leilão passou a ser questionado por diferentes frentes: o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu investigação sobre a metodologia adotada, enquanto a Âmbar Energia ingressou com recurso na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), alegando ter sido prejudicada na contratação de dois ativos.

As críticas institucionais ao leilão concentram-se principalmente na definição dos preços-teto e na condução das regras do certame. O TCU identificou indícios de irregularidades na decisão do Ministério de Minas e Energia (MME) de elevar os preços máximos em até 100 por cento em relação aos valores inicialmente propostos, o que gerou forte reação negativa do mercado ainda antes da realização do leilão. Embora o tribunal tenha autorizado a realização do certame, optou por manter o acompanhamento do processo, enquanto o Ministério Público junto ao TCU chegou a solicitar a suspensão do leilão. Esse ambiente evidencia um aumento da judicialização e da supervisão institucional sobre decisões de política energética, o que tende a elevar o grau de incerteza regulatória no setor.

Paralelamente, a contestação da Âmbar Energia adiciona uma camada adicional de complexidade ao caso, ao trazer questionamentos operacionais sobre o funcionamento do leilão. A empresa alega erros no sistema que teriam impactado a classificação de suas usinas, especialmente no caso da térmica Araucária II, que teria sido tratada como usina existente em vez de nova, reduzindo receita e prazo contratual. Além disso, a companhia argumenta que regras do edital impediram a adequada participação de ativos em diferentes produtos, apesar de autorização prévia da EPE para atuação segregada. A depender do desfecho, o pleito pode levar à revisão parcial dos resultados ou até à reabertura de etapas do leilão, o que reforça o risco de retrabalho e atrasos na implementação dos contratos.

E Eu Com Isso?

Em termos de impacto para o setor elétrico, por um lado, o leilão atende a uma necessidade estrutural relevante de reforço da segurança energética, criando incentivos para investimentos em capacidade despachável, um tema crítico diante da maior volatilidade do sistema e da crescente participação de fontes intermitentes. Por outro, a sequência de questionamentos regulatórios e operacionais pode comprometer a previsibilidade do ambiente de investimentos, elevando o custo de capital e reduzindo o apetite de novos entrantes em futuros certames. Nesse contexto, os próximos passos passam pelo avanço das investigações do TCU, pela análise dos recursos na Aneel e pela eventual revisão de critérios para os próximos leilões.


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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Plano&Plano (PLPL3) divulga prévia operacional do 1T26 https://levanteideias.com.br/artigos/planoplano-plpl3-divulga-previa-operacional-do-1t26 https://levanteideias.com.br/artigos/planoplano-plpl3-divulga-previa-operacional-do-1t26#respond Thu, 16 Apr 2026 14:24:20 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53128 A Plano&Plano (PLPL3) divulgou sua prévia operacional do 1T26 com indicadores que apontam para um início de ano mais desafiador na frente comercial. As vendas líquidas somaram 842 milhões de reais, com leve recuo de 2 por cento na comparação anual, refletindo um ritmo mais lento de conversão ao longo do período. A velocidade de… Read More »Plano&Plano (PLPL3) divulga prévia operacional do 1T26

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A Plano&Plano (PLPL3) divulgou sua prévia operacional do 1T26 com indicadores que apontam para um início de ano mais desafiador na frente comercial. As vendas líquidas somaram 842 milhões de reais, com leve recuo de 2 por cento na comparação anual, refletindo um ritmo mais lento de conversão ao longo do período. A velocidade de vendas (VSO) ficou em 17 por cento, abaixo dos 21 por cento registrados no mesmo período do ano anterior, sinalizando menor giro dos estoques. As vendas brutas atingiram 941 milhões de reais, praticamente estáveis, mas o avanço dos cancelamentos, que cresceram 35 por cento e totalizaram 100 milhões de reais, acabou pressionando o resultado líquido. O desempenho sugere um trimestre com demanda ainda presente, mas com menor fluidez na comercialização, em linha com uma sazonalidade historicamente mais fraca no início do ano.

Na frente de lançamentos, a companhia apresentou um volume de 989 milhões de reais em VGV, queda de 16 por cento em relação ao 1T25 e também abaixo das expectativas iniciais. A redução no ritmo de novos projetos contribui para a desaceleração observada nas vendas, mas também pode ser interpretada como um movimento de maior seletividade por parte da companhia. A Plano&Plano segue concentrando sua atuação no segmento de habitação popular, com forte exposição ao programa Minha Casa Minha Vida, o que garante um nível estrutural de demanda mais resiliente. Ainda assim, o trimestre indica um ambiente que exige maior cautela na execução, especialmente na calibragem entre oferta e absorção de unidades.

O fluxo de caixa foi outro ponto de atenção no período, com consumo de 80 milhões de reais, acima do esperado. Esse resultado, no entanto, está relacionado em grande parte a fatores de timing, e não necessariamente a uma deterioração estrutural do negócio. Parte relevante das vendas foi realizada por meio de corretores terceirizados, cujos recebíveis tendem a ser transferidos em períodos subsequentes, o que gera um descasamento temporário entre vendas e entrada de caixa. Além disso, a companhia indicou a existência de aproximadamente 50 milhões de reais a serem recebidos de projetos vinculados ao programa Pode Entrar ao longo do segundo trimestre, o que deve contribuir para uma melhora na dinâmica financeira no curto prazo.

E Eu Com Isso?

De forma geral, a prévia do primeiro trimestre indica um início de ano mais fraco para a Plano&Plano, com menor tração comercial e pressão momentânea sobre a geração de caixa, ainda que influenciada por fatores operacionais e de calendário. Ao mesmo tempo, a companhia mantém exposição a um segmento com fundamentos estruturalmente sólidos, apoiado por programas habitacionais e demanda reprimida. O desempenho do trimestre sugere um período de ajuste na dinâmica operacional, com expectativa de maior clareza ao longo dos próximos meses, à medida que os repasses avançam e o ritmo de lançamentos é reavaliado. O foco agora se volta para a capacidade de execução ao longo do ano e para a evolução dos indicadores operacionais na sequência de 2026.


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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Smart Fit (SMFT3) amplia fronteiras e reforça modelo vencedor no mercado fitness https://levanteideias.com.br/artigos/smart-fit-smft3-amplia-fronteiras-e-reforca-modelo-vencedor-no-mercado-fitness https://levanteideias.com.br/artigos/smart-fit-smft3-amplia-fronteiras-e-reforca-modelo-vencedor-no-mercado-fitness#respond Mon, 13 Apr 2026 13:10:06 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53111 A Smart Fit (SMFT3) consolidou-se como o maior grupo de academias da América Latina e um dos cinco maiores do mundo, com mais de 2 mil unidades em 16 países e outras mil em pipeline para os próximos anos. A empresa atende mais de 5 milhões de alunos por mês e atua por meio de… Read More »Smart Fit (SMFT3) amplia fronteiras e reforça modelo vencedor no mercado fitness

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A Smart Fit (SMFT3) consolidou-se como o maior grupo de academias da América Latina e um dos cinco maiores do mundo, com mais de 2 mil unidades em 16 países e outras mil em pipeline para os próximos anos. A empresa atende mais de 5 milhões de alunos por mês e atua por meio de marcas como Smart Fit, Bio Ritmo, Nation e uma frente crescente de estúdios especializados.

O mercado brasileiro ainda projeta espaço para expansão relevante. Há cerca de 62 mil academias no país, com expectativa de chegar a 70 mil até 2027. A Smart Fit mantém ritmo de crescimento estimado em torno de 17 por cento por ciclo.

A estratégia que sustentou essa trajetória combina preço acessível, recorrência via cobrança automática e forte padronização operacional, criando um modelo replicável que elevou a densidade de alunos por metro quadrado e permitiu ganhos de escala superiores aos das academias tradicionais.

Desde a fundação, sob liderança de Edgard Corona, a Smart Fit adaptou o conceito de academias low cost a um padrão de execução disciplinado, focado na eficiência do espaço. A mensalidade inicial de 49,90 reais, muito abaixo da média do mercado à época, foi apenas o ponto de partida. O verdadeiro diferencial veio da padronização das unidades, do controle de ocupação e da experiência progressiva de treino, que favorece a retenção.

Esse modelo se mostrou especialmente eficiente durante a pandemia, quando redes menos capitalizadas encolheram ou desapareceram. Em paralelo, o grupo passou a utilizar aquisições pontuais como ferramenta estratégica, como a compra de participação na rede Evolve no fim de 2025, reforçando presença regional e garantindo ativos imobiliários relevantes.

A internacionalização é outro pilar central da estratégia. Desde 2011, a Smart Fit expandiu suas operações agressivamente na América Latina, com destaque para o México, que hoje é a maior base internacional da companhia, e para a Colômbia.

A operação internacional já corresponde a mais de 50 por cento da rede, um desenho pouco comum entre empresas brasileiras de serviços. O grupo também ampliou sua atuação para além do modelo tradicional, investindo em estúdios nichados e no segmento corporativo por meio do Total Pass, que já reúne cerca de 40 mil parceiros no Brasil e ganha escala também no México.

Essa diversificação cria novas fontes de receita, amplia o alcance da marca e reduz a dependência exclusiva da mensalidade individual, reforçando a resiliência do negócio em diferentes ciclos econômicos.


 
E Eu Com Isso?
 
Embora o setor enfrente maior competição e pressão pontual de margens, refletida na volatilidade recente das ações, a Smart Fit segue posicionada na dianteira de um mercado que se tornou estruturalmente mais relevante.

A atividade física deixou de ser apenas estética para ganhar dimensão de saúde, identidade e socialização, com crescimento expressivo entre públicos mais jovens e também entre pessoas acima dos 50 anos, que apresentam maior previsibilidade de permanência.

A combinação de escala internacional, disciplina operacional, diversificação de marcas e avanço tecnológico sustenta a capacidade da companhia de continuar crescendo acima da média do setor, com a empresa bem-posicionada para capturar a expansão do consumo fitness e manter trajetória positiva de geração de valor aos acionistas.





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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Iguatemi (IGTI11) conclui aquisição adicional de 3 por cento no Shopping Pátio Paulista https://levanteideias.com.br/artigos/iguatemi-igti11-conclui-aquisicao-adicional-de-3-por-cento-no-shopping-patio-paulista https://levanteideias.com.br/artigos/iguatemi-igti11-conclui-aquisicao-adicional-de-3-por-cento-no-shopping-patio-paulista#respond Fri, 10 Apr 2026 13:20:53 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53109 A Iguatemi (IGTI11) concluiu a aquisição de uma participação adicional de 3 por cento no Shopping Pátio Paulista por 75,6 milhões de reais, em operação realizada com o fundo imobiliário BB Premium Malls (BBIG11). A transação, inicialmente anunciada em fevereiro com previsão de compra de 4,5 por cento, acabou reduzida em função do exercício de… Read More »Iguatemi (IGTI11) conclui aquisição adicional de 3 por cento no Shopping Pátio Paulista

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A Iguatemi (IGTI11) concluiu a aquisição de uma participação adicional de 3 por cento no Shopping Pátio Paulista por 75,6 milhões de reais, em operação realizada com o fundo imobiliário BB Premium Malls (BBIG11). A transação, inicialmente anunciada em fevereiro com previsão de compra de 4,5 por cento, acabou reduzida em função do exercício de direito de preferência por um coproprietário do ativo.

O pagamento será feito em três parcelas: 70 por cento à vista, 15 por cento após um ano e os 15 por cento restantes no segundo aniversário da operação. A aquisição foi realizada a um cap rate de 7,5 por cento, e, com a conclusão do negócio, a Iguatemi passa a deter 14,4 por cento do empreendimento, cuja administração já era conduzida pela companhia.

O movimento se insere na estratégia declarada da Iguatemi de ampliar sua exposição a ativos dominantes e de alta qualidade, especialmente em regiões consolidadas e com forte fluxo de consumidores.

O Shopping Pátio Paulista, localizado em uma área estratégica de São Paulo, é considerado um ativo resiliente, com mix de lojas premium e elevada atratividade comercial. Ao elevar sua participação, a companhia aumenta a captura direta do resultado operacional do empreendimento, reforçando sua presença em um dos principais mercados do país e aprofundando a verticalização de sua estratégia de gestão e geração de valor.

Do ponto de vista financeiro, o cap rate de 7,5 por cento indica um retorno implícito alinhado aos padrões do segmento de shopping centers consolidados, sugerindo disciplina na alocação de capital. A estrutura de pagamento parcelada também suaviza o impacto imediato no caixa, preservando flexibilidade financeira.

Em um cenário de juros ainda elevados, a aposta em ativos premium e estabilizados tende a favorecer previsibilidade de receitas e resiliência operacional. Além disso, ao concentrar investimentos em ativos onde já possui expertise operacional, a Iguatemi potencializa sinergias e ganhos de eficiência na gestão.



E Eu Com Isso?

Em termos estratégicos, a conclusão do negócio sinaliza continuidade na execução disciplinada do plano da Iguatemi, mas o impacto financeiro tende a ser incremental. O aumento de participação eleva marginalmente a exposição ao fluxo de caixa do ativo, o que pode contribuir para uma leve expansão de NOI proporcional e maior influência econômica sobre decisões futuras.

No entanto, o racional principal está menos no crescimento imediato e mais na consolidação de posição em um shopping dominante, reduzindo a diluição de participação ao longo do tempo. Assim, o movimento reforça a tese de concentração em ativos core e maduros, priorizando estabilidade e captura gradual de valor em vez de expansão acelerada do portfólio, uma escolha estratégica coerente com o perfil conservador de alocação da companhia.


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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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MRV&Co (MRVE3) divulga prévia operacional do 1T26 https://levanteideias.com.br/artigos/mrvco-mrve3-divulga-previa-operacional-do-1t26 https://levanteideias.com.br/artigos/mrvco-mrve3-divulga-previa-operacional-do-1t26#respond Wed, 08 Apr 2026 13:27:43 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53107 A MRV&Co divulgou sua prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 trazendo um conjunto de indicadores que apontam para uma dinâmica mista entre avanço comercial e ajustes ainda em curso na operação. As vendas líquidas da MRV Incorporação somaram 2,47 bilhões de reais, com crescimento de 13,9 por cento em relação ao mesmo período do… Read More »MRV&Co (MRVE3) divulga prévia operacional do 1T26

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A MRV&Co divulgou sua prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 trazendo um conjunto de indicadores que apontam para uma dinâmica mista entre avanço comercial e ajustes ainda em curso na operação. As vendas líquidas da MRV Incorporação somaram 2,47 bilhões de reais, com crescimento de 13,9 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionadas tanto pelo aumento do volume vendido quanto pela elevação do ticket médio, que alcançou 270 mil reais.

Apesar do desempenho positivo na comparação anual, a leitura sequencial mostra um trimestre mais fraco frente ao final de 2025, com retração de 10,5 por cento nas vendas e queda de 12,8 por cento nas unidades comercializadas, refletindo uma base mais exigente e um ritmo menos intenso após um período anterior mais aquecido. Já os lançamentos totalizaram 2,9 bilhões de reais em VGV, praticamente estáveis no ano e com leve crescimento frente ao trimestre anterior, indicando continuidade da estratégia, ainda que sem aceleração relevante no período.

No campo operacional, um dos principais pontos de atenção foi o descasamento entre produção e repasses, com 9.747 unidades produzidas frente a 8.229 unidades transferidas aos clientes, gerando um gap de 1.518 unidades no trimestre. Essa diferença ajuda a explicar parte da pressão observada na geração de caixa, já que a conversão financeira depende diretamente do avanço das transferências.

Ainda assim, a companhia demonstrou disciplina na execução, com queda marginal de apenas 1 por cento no volume produzido na comparação trimestral, o que indica manutenção do ritmo construtivo mesmo em um ambiente mais desafiador. Ao mesmo tempo, a evolução do preço médio e a consistência nos lançamentos seguem como pontos positivos, contribuindo para sustentar margens ao longo do ciclo, ainda que o desalinhamento entre produção e repasse continue sendo um fator relevante para a dinâmica financeira de curto prazo.

Na geração de caixa, o trimestre foi marcado por uma forte contribuição de eventos não recorrentes, especialmente na operação internacional. No consolidado, a MRV&Co reportou geração de caixa de 387 milhões de reais, sendo a maior parte proveniente da Resia, que adicionou 348 milhões de reais por meio da venda de ativos nos Estados Unidos.

Quando se observa a operação brasileira de incorporação de forma isolada, o desempenho é mais moderado, com geração de 96 milhões de reais e, após ajustes relacionados à mudança na política de pagamentos da Caixa Econômica Federal, um consumo de caixa de 24,2 milhões de reais. A redução da conta transitória da Caixa ajudou a mitigar parcialmente esse efeito, mas outras unidades também contribuíram negativamente, como a Urba e a Luggo, reforçando a percepção de que a geração de caixa recorrente ainda não acompanha plenamente a evolução operacional da companhia.

 
E Eu Com Isso?
 
De forma geral, a prévia do 1T26 evidencia uma MRV&Co que segue apresentando avanços importantes na frente comercial e mantendo consistência em sua operação, mas ainda enfrenta desafios relevantes na conversão desses resultados em geração de caixa mais robusta. O trimestre combina crescimento anual de vendas e estabilidade nos lançamentos com uma desaceleração na base sequencial e dependência de fatores pontuais para sustentar o caixa consolidado.

Esse conjunto de indicadores sugere um momento de transição, em que a companhia continua ajustando o equilíbrio entre produção, vendas e repasses. Para os próximos trimestres, a evolução da geração de caixa recorrente e a redução do descasamento operacional devem ganhar maior relevância na leitura dos resultados, especialmente à medida que mudanças no ambiente regulatório e no programa habitacional começam a se refletir na demanda e na capacidade de financiamento dos clientes.


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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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GPA (PCAR3) busca alongar passivos e reforçar estrutura financeira https://levanteideias.com.br/artigos/gpa-pcar3-busca-alongar-passivos-e-reforcar-estrutura-financeira https://levanteideias.com.br/artigos/gpa-pcar3-busca-alongar-passivos-e-reforcar-estrutura-financeira#respond Tue, 07 Apr 2026 13:24:36 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53105 O Grupo Pão de Açúcar / GPA (PCAR3) informou ao mercado que segue em negociações com credores para o alongamento de seu passivo financeiro, em um movimento que faz parte do esforço contínuo de reestruturação da companhia. Apesar das tratativas em andamento, a varejista destacou que, até o momento, não há qualquer definição formal ou… Read More »GPA (PCAR3) busca alongar passivos e reforçar estrutura financeira

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O Grupo Pão de Açúcar / GPA (PCAR3) informou ao mercado que segue em negociações com credores para o alongamento de seu passivo financeiro, em um movimento que faz parte do esforço contínuo de reestruturação da companhia. Apesar das tratativas em andamento, a varejista destacou que, até o momento, não há qualquer definição formal ou documento vinculante assinado.

A companhia reforçou que mantém interlocuções constantes com os credores e que qualquer avanço relevante será devidamente comunicado, respeitando os ritos de governança. O objetivo central dessas negociações é estender prazos de vencimento e, potencialmente, melhorar as condições financeiras das dívidas atuais.

Esse processo se insere em uma estratégia mais ampla de desalavancagem, considerada uma das principais prioridades da gestão nos últimos trimestres. A busca por maior fôlego financeiro visa aliviar a pressão sobre o fluxo de caixa no curto prazo, ao mesmo tempo em que abre espaço para uma recuperação operacional mais consistente.

Além do alongamento dos prazos, há também uma tentativa de reduzir o custo da dívida, o que pode contribuir para uma melhora gradual da estrutura de capital. Nesse sentido, a iniciativa é coerente com o estágio atual da companhia, que ainda enfrenta desafios relevantes em sua geração de caixa e rentabilidade.

Vale destacar que o GPA já avançou em etapas importantes de sua reestruturação, como o aumento de capital recente e a segregação de ativos internacionais, com a saída do Grupo Éxito.

Essas medidas reforçam o reposicionamento estratégico da companhia, que passa a concentrar seus esforços em operações consideradas mais rentáveis, como o formato premium do Pão de Açúcar e o modelo de proximidade. Dentro dessa lógica, o reperfilamento da dívida surge como um próximo passo natural para consolidar essa nova fase, criando condições mais sustentáveis para a execução da estratégia operacional.

E Eu Com Isso?

Por outro lado, o contexto que levou a essa necessidade de renegociação ainda impõe cautela. A deterioração dos indicadores financeiros da companhia reflete tanto fatores macroeconômicos — como juros elevados e pressão inflacionária sobre alimentos — quanto questões internas, incluindo custos de reestruturação e passivos diversos.

Embora a adesão de credores representando 46 por cento dos créditos seja um sinal relevante de avanço, a ausência de um acordo definitivo mantém o cenário em aberto. Assim, o movimento é positivo do ponto de vista estratégico, mas sua efetividade dependerá da concretização das negociações e da capacidade da companhia de traduzir essas mudanças em melhora operacional, justificando uma leitura cautelosa no curto prazo.



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A INSIDE RESEARCH LTDA. (“INSIDE”), empresa do Grupo Levante Investimentos (“LEVANTE ”), declara que participou da elaboração do presente relatório de análise e é responsável por sua distribuição exclusivamente nos canais autorizados das empresas do Grupo Levante, tendo como objetivo somente informar os seus clientes com linguagem clara e objetiva, diferenciando dados factuais de interpretações, projeções, estimativas e opiniões, não constituindo oferta de compra ou de venda de nenhum título ou valor mobiliário. Além disso, os dados factuais foram acompanhados da indicação de suas fontes e as projeções e estimativas foram acompanhadas das premissas relevantes e metodologia adotadas. Todas as informações utilizadas neste documento foram redigidas com base em informações públicas, de fontes consideradas fidedignas. Embora tenham sido tomadas todas as medidas razoáveis para assegurar que as informações aqui contidas não são incertas ou equivocadas no momento de sua publicação, a INSIDE e os seus analistas não respondem pela veracidade das informações do conteúdo, mas sim as companhias de capital aberto que as divulgaram ao público em geral, especialmente perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”). As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas a mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. Para maiores informações consulte a Resolução CVM nº 20/2021, e, também, o Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários. Em cumprimento ao artigo 16, II, da referida Resolução CVM nº 20/2021. As decisões de investimentos e estratégias financeiras sempre devem ser realizadas pelo próprio cliente, de preferência, amparado por profissionais ou empresas habilitadas para essa finalidade, uma vez que a INSIDE não exerce esse tipo de atividade. Esse relatório é destinado exclusivamente ao cliente da INSIDE que o contratou. A sua reprodução ou distribuição não autorizada, sob qualquer forma, no todo ou em parte, implicará em sanções cíveis e criminais cabíveis, incluindo a obrigação de reparação de todas as perdas e danos causados, nos termos da Lei nº 9.610/98, além da cobrança de multa não compensatória de 20 (vinte) vezes o valor mensal do serviço pago pelo cliente. Em conformidade com os artigos 20 e 21 da Resolução CVM nº 20/2021, o analista Eduardo Jamil Rahal (inscrito no CNPI sob o nº 8204) declara que (i) é o responsável principal pelo conteúdo do presente relatório de análise; (ii) as recomendações nele contidas refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e que foram elaboradas de forma independente, inclusive com relação à INSIDE.

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Raízen (RAIZ4) enfrenta pressão de credores por mudanças no plano de reestruturação https://levanteideias.com.br/artigos/raizen-raiz4-enfrenta-pressao-de-credores-por-mudancas-no-plano-de-reestruturacao https://levanteideias.com.br/artigos/raizen-raiz4-enfrenta-pressao-de-credores-por-mudancas-no-plano-de-reestruturacao#respond Tue, 07 Apr 2026 13:23:02 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=53103 A Raízen (RAIZ4) entrou em recuperação extrajudicial no dia 12 de março e já enfrenta um ambiente desafiador nas negociações com seus credores. Um grupo relevante teria enviado carta aos acionistas controladores, Cosan e Shell, solicitando o reequilíbrio da proposta inicial apresentada pela companhia. A oferta previa a conversão de cerca de 45 por cento… Read More »Raízen (RAIZ4) enfrenta pressão de credores por mudanças no plano de reestruturação

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A Raízen (RAIZ4) entrou em recuperação extrajudicial no dia 12 de março e já enfrenta um ambiente desafiador nas negociações com seus credores. Um grupo relevante teria enviado carta aos acionistas controladores, Cosan e Shell, solicitando o reequilíbrio da proposta inicial apresentada pela companhia.

A oferta previa a conversão de cerca de 45 por cento da dívida em participação acionária, equivalente a aproximadamente 29 bilhões de reais, além do alongamento do restante do passivo por 13 anos e a injeção de 5 bilhões de reais em novos recursos. A proposta não foi bem recebida pelos credores. O descontentamento levou à convocação de uma reunião em Nova York para discutir ajustes na estrutura do plano, evidenciando que o processo ainda está longe de um consenso.

O principal ponto de atrito gira em torno da distribuição de ônus entre credores e acionistas. Parte dos credores avalia que a proposta atual concentra um peso excessivo sobre eles, especialmente diante de mecanismos que preservariam o controle da companhia nas mãos dos atuais acionistas.

A estrutura sugerida pela Shell, envolvendo a divisão do capital entre ações ordinárias e preferenciais, foi interpretada como uma tentativa de manter poder decisório mesmo após a reestruturação. Nesse contexto, os credores defendem um aporte mais robusto por parte dos acionistas, com estimativas que apontam para uma necessidade mínima de 10 bilhões de reais, muito mais que os 3,5 bilhões de reais inicialmente propostos pela Shell, somados aos 500 milhões de reais previstos pela Cosan.

Além do debate sobre capital novo, também há divergências relevantes quanto à extensão do alongamento da dívida e ao volume a ser convertido em equity. Credores indicam preferência por uma solução que envolva maior venda de ativos e menor diluição via conversão, reduzindo a dependência de mecanismos financeiros mais agressivos.

Esse posicionamento sugere uma tentativa de preservar valor e evitar uma reestruturação excessivamente dilutiva, ao mesmo tempo em que pressiona os acionistas a assumirem maior responsabilidade na recomposição do balanço.

A sinalização de que a Cosan participará da reunião é vista como um possível indicativo de abertura para revisão da proposta, o que pode destravar negociações, ainda que sem garantia de convergência no curto prazo.

E Eu Com Isso?

Diante desse cenário, o momento atual da Raízen é marcado por uma negociação complexa e sensível, em que diferentes interesses precisam ser alinhados para viabilizar um plano sustentável.

Os próximos passos passam, necessariamente, pela revisão dos termos apresentados, com possível aumento do aporte de capital, ajustes na estrutura de governança e redefinição das condições de alongamento da dívida.

A capacidade da companhia de construir um acordo que equilibre credores e acionistas será determinante para o avanço do processo de recuperação judicial e para a estabilização de sua estrutura financeira. Até lá, o desenrolar das conversas deve continuar sendo acompanhado de perto pelo mercado, em um ambiente ainda marcado por incertezas e negociações intensas.


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