Aneel leilão de energia – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Mon, 20 Dec 2021 13:40:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png Aneel leilão de energia – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 Resultados do leilão de transmissão https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/resultados-do-leilao-de-transmissao https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/resultados-do-leilao-de-transmissao#respond Mon, 20 Dec 2021 13:40:07 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=34853 Na sexta-feira (17), foi realizado o segundo e último leilão de transmissão de energia de 2021 pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), na sede da B3, em São Paulo. Ao todo, foram cinco projetos leiloados, contribuindo para a expansão de 902 quilômetros de linhas no SIN (Sistema Interligado Nacional), além de subestações com capacidade… Read More »Resultados do leilão de transmissão

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Na sexta-feira (17), foi realizado o segundo e último leilão de transmissão de energia de 2021 pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), na sede da B3, em São Paulo. Ao todo, foram cinco projetos leiloados, contribuindo para a expansão de 902 quilômetros de linhas no SIN (Sistema Interligado Nacional), além de subestações com capacidade de transformação de 750 Megavolt-ampere (MVA).

Em disputa direto com a Copel pelo lote 1 (trecho Paraná-São Paulo), a Taesa (TAEE11) sagrou-se vencedora do mesmo, ofertando uma RAP (Receita Anual Permitida) de R$ 129,9 milhões – equivalente a um deságio de 47,76% em relação ao valor máximo permitido. O investimento estimado para a construção do projeto é de 1,7 bilhão, com prazo de conclusão de instalação de 60 meses.

O lote 2 (BA) foi arrematado pela Sterlite Brazil, um dos principais desenvolvedores globais de infraestrutura de transmissão de energia, por uma RAP de R$ 7,093 milhões (deságio de 66,9%). Para o projeto, a expectativa é de um investimento de R$ 152,1 milhões com prazo de conclusão de instalação de até 36 meses.

O lote 3, também localizado na Bahia, com 166 quilômetros de linhas a serem construídas, tem um investimento previsto de R$ 170,6,2 milhões com prazo de conclusão de até 42 meses. O projeto foi arrematado pela Rialma, grupo privado que atua nos segmentos de energia, agropecuária e mineração, por uma RAP de R$ 17,1 milhões (deságio de 27,83%), sendo o lote menos disputado pelas participantes do certame.

Em disputa com a Cemig (CMIG4), a Neoenergia (NEOE3) sagrou-se vencedora do lote 4 (MG), com uma RAP de R$ 37,1 milhões (deságio de 58,63%). Para o empreendimento, é previsto um investimento de R$ 660,9 milhões com prazo de até 48 meses.

Por fim, a Energisa (ENGI11) arrematou o lote 1, no Amapá, sendo este o projeto de maior expectativa entre os demais, referente à construção da linha de transmissão Macapá – Macapá III, com 10 quilômetros de extensão, e à subestação Macapá III, com transformação de 2 x 150 MVA. A companhia sagrou-se vencedora com um RAP de R$ 11,3 milhões (deságio de 48,68%). O investimento esperado para o projeto é de R$ 161,6 milhões com prazo de 42 meses.

E Eu Com Isso?

As companhias Energisa (ENGI11), Neoenergia (NEOE3) e Taesa (TAEE11) sagraram-se as grandes vencedoras do certame realizado na sexta-feira, com as ações das mesmas devendo reagir de acordo.

Vale ressaltar que, apesar de positivo, o arremate de novas linhas também deverá ter impacto limitado, uma vez que os projetos, apesar de posicionados em locais estratégicos, são comparativamente pequenos em relação à malha atual das companhias, com a Taesa sendo responsável por 163 mil quilômetros de extensão de linhas em território nacional, adicionando mais 726 quilômetros em seu portfólio.

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Leia também: Eneva compra Focus Energia e ingressa em energia renovável.

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Equatorial e Light entram em leilões de geração https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/equatorial-e-light-entram-em-leiloes-de-geracao https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/equatorial-e-light-entram-em-leiloes-de-geracao#respond Wed, 07 Jul 2021 14:04:31 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27702 Na quinta-feira (08), está marcado o retorno dos leilões de novos projetos de geração de energia. Os leilões, denominados A-3 e A-4 e com maioria dos projetos no Nordeste, irão permitir que as distribuidoras contratem projetos com início do suprimento janeiro de 2024 e de 2025, respectivamente. O certame será realizado pela CCEE (Câmara de… Read More »Equatorial e Light entram em leilões de geração

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Na quinta-feira (08), está marcado o retorno dos leilões de novos projetos de geração de energia.

Os leilões, denominados A-3 e A-4 e com maioria dos projetos no Nordeste, irão permitir que as distribuidoras contratem projetos com início do suprimento janeiro de 2024 e de 2025, respectivamente.

O certame será realizado pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) com coordenação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Estão cadastrados 1.841 projetos para participar da disputa de 66.862 megawatts (MW) de potência total provenientes de fontes eólica, fotovoltaica, hidrelétrica e termelétrica.

As fontes renováveis são o destaque da edição, com maior número de usinas cadastradas.

No caso da energia solar, trata-se de 1.050 projetos na disputa (41.852 MW total) e, na eólica, 700 projetos (22.667 MW total).

Os leilões iniciam com preços para contratação de R$ 292 o megawatt-hora (MWh) para as fontes hidrelétrica e termelétrica a biomassa e de R$ 198 o MWh para eólica e solar, no caso de empreendimentos sem outorga.

Para os projetos com outorgas, os preços de referência serão de R$ 245,14 o MWh para pequenas e médias centrais hidrelétricas e de R$ 170,37 por MWh para usinas hidrelétricas de maior porte.

Os projetos vencedores da disputa serão aqueles que oferecerem o maior desconto sobre os preços de referência.

E Eu Com Isso?

Após um ano de 2020 morno em termos de novas licitações de energia, com apenas um leilão de transmissão ocorrendo em dezembro, o período de junho a julho de 2021 marca o retorno dos certames do setor de energia.

Para o de quarta-feira, esperamos deságio nos preços praticados pelas distribuidoras, a despeito do apetite das mesmas devido à demanda reprimida causada com o adiamento dos leilões de 2020 e rápida retomada do consumo.

Apesar da baixa participação de distribuidoras no último leilão para projetos existentes realizados no fim de junho, com participação de apenas três companhias na ponta compradora – Celpa e Cemar, ambas da Equatorial (EQTL3), e Light (LIGT3) – acreditamos que o certame para geração de novos projetos será mais competitivo, uma vez que histórico de baixos preços ofertados pelas fontes renováveis podem ter levado as distribuidoras a reservar uma parcela maior da demanda para contratação nos leilões desta semana.

Nesse sentido, há expectativa de participação de grandes players do segmento de geração, os quais estão capitalizados e possuem acesso a linhas de financiamento competitivas, reduzindo o preço de energia mínimo necessário para tornar os projetos economicamente viáveis.

Ademais, embora haja certa demanda reprimida por parte das distribuidoras, elas têm se mostrado conservadoras na contratação diante das incertezas advindas do crescimento econômico e da expansão da geração distribuída.

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Leia também: Primeiro leilão de transmissão do ano.

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Primeiro leilão de transmissão do ano https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/primeiro-leilao-de-transmissao-do-ano https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/primeiro-leilao-de-transmissao-do-ano#respond Thu, 01 Jul 2021 12:59:23 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=27310 Na quarta-feira (30), ocorreu o primeiro leilão de transmissão de energia de 2021, realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Entre os concorrentes, sagrou-se como principal vencedora a MEZ Energia, empresa dos membros da família Zarzur, fundadora da incorporadora EZTec. O grupo já havia sido destaque no leilão de dezembro de 2020, onde realizou… Read More »Primeiro leilão de transmissão do ano

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Na quarta-feira (30), ocorreu o primeiro leilão de transmissão de energia de 2021, realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Entre os concorrentes, sagrou-se como principal vencedora a MEZ Energia, empresa dos membros da família Zarzur, fundadora da incorporadora EZTec.

O grupo já havia sido destaque no leilão de dezembro de 2020, onde realizou sua estreia e no qual arrematou o maior número de lotes.

A disputa teve todos seus ativos arrematados, garantindo a contratação de R$ 1,3 bilhão em investimentos para a implantação e desenvolvimento de 515 km de linhas, além de subestações com capacidade de transformação de 2.600 mega-volt-ampères (MVA) distribuídos em seis Estados.

Conforme observado no último certame, a disputa deste ano também foi marcada pela forte competição, com um deságio médio de 48,12% sobre a RAP (Receita Anual Permitida) máxima dos projetos.

Para esse leilão, a Mez optou pelo foco nos lotes 3 e 5 ofertados, com instalações em Mato Grosso e em São Paulo, zonas que fazem sentido para seu atual portfólio e que se beneficiam de sinergias de operação e manutenção de seus atuais projetos.

Além da Mez, foram também destaques as companhias Energisa, a qual arrematou o lote 4, situado em Tocantins, e a EDP, que arrematou o lote 1, que envolve instalações nos Estados do Acre e Rondônia, passando a ter mais de 1,9 mil km de linhas em seu portfólio.

Também marcou presença na disputa a chinesa Shanghai Shemar Power Engineering Co., em sua segunda participação em leilão e a primeira arrematando ativos, conquistando o lote 2 ofertado.

Está previsto ainda mais um leilão de transmissão para este ano, em dezembro.

Para 2022, a expectativa é que os certames sejam de maior porte, com investimentos da ordem de R$ 12 bilhões.

E Eu Com Isso?

Como principal destaque do certame, a MEZ Energia passa a ter onze projetos de transmissão em seu portfólio, somando cerca de R$ 3,4 bilhões em investimentos regulatórios, movimento que evidencia seu esforço em despontar no setor como um agente relevante.

Também sagrando-se vencedoras e expandindo seu portfólio de atuação, esperamos uma reação positiva nos preços das ações de Energisa (ENGI11) e EDP (ENBR3) para o curto prazo.

Seguindo a tendência observada no último leilão de transmissão, em dezembro de 2020, este foi marcado pela forte competição, que resultou no deságio médio de 48,12 %.

Esta, no entanto, não é uma notícia necessariamente positiva para o setor, uma vez que gera-se ressalva sobre a correta precificação dos ativos arrematados, sendo necessário aguardar para verificar se essas empresas ganhadoras conseguirão extrair valor de projetos com deságios tão pronunciados.

Outro ponto de ressalva é que empresas mais focadas em distribuição e com projetos de transmissão menos relevantes, caso da Energisa, apresentam maior risco de execução para projetos de transmissão, diferente de companhias puramente transmissoras, como a Taesa e Isa CTEEP, que já possuem ativos neste segmento e com maior track record.

Para os próximos leilões, estimamos que o cenário de fortes deságios deva se repetir, sugerindo oportunidades de crescimento limitadas para companhias já atuantes no segmento.

Por fim, entendemos também que o cenário valoriza os projetos rentáveis que essas companhias conquistaram em leilões de anos anteriores à medida que a concorrência reduz a TIR exigida para operação de linhas de transmissão.

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Leia também: Resultado dos leilões de energia.

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Leilão de transmissão de energia https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/leilao-de-transmissao-de-energia https://levanteideias.com.br/artigos/e-eu-com-isso/leilao-de-transmissao-de-energia#respond Fri, 18 Dec 2020 13:34:10 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=19277 No último leilão de transmissão de energia realizado ontem, 17 de dezembro, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram oferecidos 11 lotes de empreendimentos em nove Estados brasileiros. Todos foram arrematados. Entre as vencedoras estão as companhias Neoenergia (ganhadora do lote de maior receita e menor deságio, de 159,7 milhões de reais e 42,6… Read More »Leilão de transmissão de energia

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No último leilão de transmissão de energia realizado ontem, 17 de dezembro, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram oferecidos 11 lotes de empreendimentos em nove Estados brasileiros. Todos foram arrematados. Entre as vencedoras estão as companhias Neoenergia (ganhadora do lote de maior receita e menor deságio, de 159,7 milhões de reais e 42,6 por cento, respectivamente), CTEEP, Consórcio Saint Nicholas (Grupo Mez Energia, que levou o maior número de lotes), Energisa, entre outras.

O leilão, realizado na sede da B3, em São Paulo, foi marcado pela presença de gigantes do setor de energia, investidores financeiros e empresas de construção e engenharia. A disputa foi acirrada, contendo ofertas com mais de 70 por cento de deságio em relação ao valor máximo de remuneração fixado pelo regulador – a receita anual permitida para as companhias, também conhecida como RAP.

A empresa vencedora, após celebração dos contratos, possui de 42 a 60 meses para a conclusão das suas obras e início da operação das linhas de transmissão, segundo edital da Aneel. A partir da data de celebração do contrato, a companhia possui 30 anos de concessão para sua operação.

No total, os 11 lotes englobam mais de 1.958 quilômetros de linhas de transmissão, com as malhas se estendendo pelas cidades do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso de Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. O arremate de todos os lotes garante investimentos nos próximos cinco anos na ordem de 7,3 bilhões de reais em todo o País.

O leilão de transmissão desta quinta-feira foi a única licitação de energia não suspensa em 2020, ano no qual todos os demais projetos foram suspensos em decorrência da pandemia do coronavírus. A última licitação ocorreu em dezembro de 2019, tendo como principais vencedoras CTEEP e Neoenergia. Este também apresentou forte concorrência e deságios de cerca de 60 por cento.

E Eu Com Isso?

A notícia ilustra o interesse da iniciativa privada em realizar investimentos no setor elétrico brasileiro, uma vez que foi marcado pela presença de grandes elétricas, investidores financeiros e empresas de construção e engenharia, evidenciando a atratividade do setor para receber investimentos privados.

Entretanto, esta não é uma notícia necessariamente positiva o setor, uma vez que, dados os resultados dos leilões, gera-se ressalva sobre a correta precificação desses ativos. É necessário aguardar para verificar se essas empresas ganhadoras conseguirão extrair valor de projetos com deságios tão pronunciados. Outro ponto de ressalva é que empresas mais focadas em distribuição e com projetos de transmissão menos relevantes, com a Neoenergia e Energisa, apresentam maior risco de execução para projetos de transmissão, diferente de companhias como a CTEEP, que já possui ativos neste segmento e com maior track record.

A forte concorrência observada no leilão é visível quando calculamos o deságio médio implícito nas ofertas vencedoras, de 55 por cento em relação à RAP agregada máxima. Essa pressão foi exacerbada pelo interesse de players financeiros e empresas de engenharia. De fato, dos 11 lotes, somente quatro foram conquistados por companhias naturais do setor elétrico.

Para os próximos leilões, estimamos que o cenário deva se repetir, sugerindo que as oportunidades de crescimento para empresas como CTEEP, TAESA e Alupar serão limitadas. Ao mesmo tempo, o cenário valoriza os projetos rentáveis que essas companhias conquistaram em leilões de anos anteriores à medida que a concorrência reduz a TIR exigida para operação de linhas de transmissão.

Quando comparamos as ofertas vencedoras entre si, observamos que a CTEEP foi relativamente mais agressiva do que Neoenergia e Energisa, postura essa negativa para os acionistas. Essa conclusão é obtida mediante avaliação da razão RAP / Capex dos projetos, que serve como indicador de rentabilidade. De fato, a CTEEP arrematou sua linha com razão RAP / Capex de 6,0 por cento, contra 8,0 por cento e 7,1 por cento da Neoenergia e da Energisa, respectivamente. Concomitantemente, observamos que a empresa adotou postura menos agressiva em outros lotes, razão pela qual se consagrou vencedora em apenas um deles.

De todo modo, a despeito de suposta agressividade maior da CTEEP, todos os projetos apresentaram razão RAP / Capex historicamente baixa. Nesse sentido, a média do leilão foi de 6,2 por cento. Em nossa visão, esse resultado poderia ser explicado por alguns fatores que podem aumentar a rentabilidade efetiva dos projetos, como a percepção dos participantes de que o Capex estimado pela Aneel é conservador, havendo espaço para otimização. Outro fator é a alavancagem, que, no atual cenário de juros baixos, pode ser implementada a custos competitivos. Embora razoáveis, há um risco de execução envolvido nessas estratégias, que deve ser acompanhado nos próximos trimestres.

Outro destaque da edição foi o retorno da Eletrobras ao leilão de transmissão, tendo sido proibida pela Aneel de participar nos últimos anos por ter atrasado a entrega de empreendimentos. A estatal participou da licitação por meio das subsidiárias Furnas, Eletrosul CGT e Amazonas GT, porém acabou não arrematando nenhum ativo. Esse é um sinal de que a empresa, distintamente da postura adotada em gestões anteriores, está mais racional e seletiva em sua decisão de participação em leilões.

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Leia também: Lançamento da plataforma Levante Advice, por Grupo Levante.

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