Jovem Investidor – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br Recomendações, análises e carteiras de investimentos para maiores rentabilidades. Tue, 21 Dec 2021 19:02:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://levanteideias.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-avatar_lvnt-32x32.png Jovem Investidor – Levante Ideias de Investimentos https://levanteideias.com.br 32 32 4 Dicas Para Investidor Iniciante https://levanteideias.com.br/artigos/4-dicas-para-investidor-iniciante https://levanteideias.com.br/artigos/4-dicas-para-investidor-iniciante#respond Tue, 11 Jan 2022 19:38:00 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=34615 Entenda como começar a aplicar se você é investidor iniciante e como você pode ser assertivo ao montar sua carteira!

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Se você é um investidor iniciante que quer começar a dar um destino assertivo para as suas finanças, é preciso saber, antes de entrar nesse universo, que existem alguns cuidados que precisam ser tomados e que alguns tipos de aplicações podem não ser adequadas aos seus objetivos. 

Colocar dinheiro na poupança deixou de ser um investimento que satisfaz os brasileiros. E, se você quer saber como fazê-lo trabalhar para você de maneira inteligente e ainda ter uma boa rentabilidade, siga neste artigo para ver algumas dicas:

Por que é vantajoso investir o dinheiro?

Investir o seu dinheiro – é claro, uma parcela que você possa destinar aos investimentos – pode fazer com que ele trabalhe para você, gerando lucros e, até, uma renda extra, a depender da aplicação. Isso traz, a longo prazo, mais liberdade financeira e segurança para você e sua família.

A vantagem, além de garantir uma possibilidade de ver seu dinheiro “crescer”, é ter a certeza de que ele nunca está parado ou sofrendo com inflação e taxas desnecessárias. 

Dicas para investidores iniciantes

As dúvidas sobre começar a investir são diversas. Quais os tipos de aplicações, qual as características que o meu perfil possui e como dar o primeiro passo são apenas algumas delas. Para ajudar toda e qualquer pessoa que está querendo entrar no mercado financeiro com o pé direito, reunimos dicas fundamentais abaixo.

Confira!

Tenha os gastos em mãos

A primeira dica para os investidores iniciantes é ter em mãos os seus gastos financeiros bem detalhados. Faça um mapeamento de todas as despesas que você realiza mensalmente, seja em pagamento de boleto, contas, almoços ou lazer. 

Desta forma, você vai conseguir enxergar de forma mais objetiva e clara onde está ficando o seu dinheiro e onde será possível economizar aquela quantia para investimento.

Depois de organizar isso em uma planilha de controle ou gastos, você pode estabelecer qual será o valor mensal que você aplicará.

Entenda o seu tipo de perfil de investidor

Entender o seu perfil de investidor é um passo importante na carreira e na entrada no mercado financeiro. 

As características mais aparentes no seu perfil são aquelas que acabam ditando o seu futuro nas aplicações – e, também, o futuro do seu dinheiro.

De maneira geral, é a maneira que você lida com os riscos que define o seu perfil. Os três tipos de perfis são:

  • agressivo/arrojado – esse tipo de investidor tem pouco receio de se expor ao risco,  priorizando a possibilidade de rentabilidade maior, mesmo que isso signifique sofrer perdas financeiras;
  • moderado – como o próprio título sugere, o perfil moderado gosta de segurança, mas está mais aberto à possibilidade de investir em aplicações um pouco mais arriscadas;
  • conservador – o perfil conservador, por sua vez, prioriza a segurança dos investimentos e prefere investir em alternativas com baixo risco, como as aplicações de renda fixa.

Estabeleça metas de investimento

As metas de investimento são importantes para você ter um norte e entender como aplicar o seu dinheiro. É importante também separar as metas em curto, médio e longo prazo, pois isso vai ajudar a definir o melhor tipo de investimento mais adequado para o que você deseja realizar.

Não coloque um limite de metas ou qual terá mais importância. Neste momento, o relevante é entender que esses pontos serão fundamentais para você e a sua carteira.

Quais os investimentos mais comuns entre os investidores que começaram agora?

Para o investidor iniciante que ainda não se sente muito confortável em aplicar, é muito comum procurar os tipos de investimentos mais indicados para si. Os investimentos de renda fixa são os mais comuns entre os investidores iniciantes, por terem uma rentabilidade maior que a poupança e serem, inclusive, mais seguros. 

Porém, nem tudo é tão simples. Se você quiser dar o próximo passo na sua vida financeira, precisa conhecer mais sobre os investimentos de renda variável. 

Para isso, produzimos um e-book sobre Como Começar a Investir com mais propriedade e segurança. Baixe e confira as nossas dicas exclusivas!

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Selic, alíquota, CDI e outros termos importantes para você saber! https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/selic-aliquota-cdi-e-outros-termos-do-mercado-financeiro-para-conhecer https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/selic-aliquota-cdi-e-outros-termos-do-mercado-financeiro-para-conhecer#respond Wed, 25 Nov 2020 18:09:55 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17549 O mercado financeiro vem sendo explorado, cada vez mais, pelos jovens. Conhecer as palavras-chave dos investimentos é fundamental.

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Nos últimos três anos, o número de adolescentes que entrou no mercado financeiro aumentou consideravelmente. No ano de 2019, mais de 166 mil jovens, entre 16 a 25 anos, investiram na Bolsa de Valores, uma quantidade que cresce gradualmente e ultrapassa os investidores de outras faixas etárias.

Isso ocorre porque a geração dos Millennials tem um acesso às informações muito grande. Além disso, muitos influenciadores digitais incentivam as finanças.

Outro detalhe que levamos em consideração é a necessidade de poupanças a longo prazo, decorrente das crises econômicas que o país enfrenta, além de uma Reforma da Previdência que impacta diretamente em nosso futuro. Por isso, a nova geração vem buscando formas de investimento que sirvam de garantia.

Se você é da geração Millennial e quer investir, conheça os termos básicos do mercado financeiro no dicionário do investidor e fiquei por dentro da tendência do investing.

Dicionário do investidor

A-D

Ações: são títulos que podemos adquirir e que representam uma pequena fração do capital de uma empresa. É como se comprássemos uma pequena parte dela e nos tornássemos sócios da companhia. Por isso recebemos uma parte dos “lucros” dessa empresa no mercado. Porém, se a empresa que investimos cai no mercado financeiro, nosso investimento cai e, consequentemente, perdemos dinheiro.

Ajuste Diário: como o próprio nome diz, é um ajuste financeiro feito diariamente nas contas de compradores e vendedores do Mercado Futuro para assegurar que os valores mantenham-se atuais e reflitam os preços das negociações do dia anterior.

Alavancagem: é uma ferramenta semelhante a um limite de crédito, que permite que você invista um valor maior do que possui em conta, no mercado financeiro. Esse limite de crédito foi criado para incentivar o investimento em ações mais caras e que possibilitam um retorno financeiro maior.

Alíquota: é um termo exclusivo do mercado financeiro que se aplica aos detalhes do dia a dia, como no seu Imposto de Renda ou em impostos pagos. Isso tudo, porque é um percentual/valor fixo que se aplica às quantias de dinheiro e é utilizado para calcular diversos impostos. Seus investimentos também estão sujeitos à alíquota.

Ativo: é o nome de qualquer bem negociável, seja de uma organização ou pessoal. Sendo assim, tudo o que possuímos com algum valor atribuído a ele é um ativo. Vale lembrar que existem três tipos de ativos: permanente, que são bônus e ações; fixos, que são imóveis, terrenos; e diferidos, que são aplicações em pesquisas e projetos.

B3: nome dado à Bolsa de Valores brasileira, após a fusão da Bovespa e Cetip em 2017.

Banco de Investimentos: são instituições que permitem que pessoas físicas ou jurídicas apliquem dinheiro na modalidade desejada. Esse tipo de banco trabalha exclusivamente com serviços ao mercado financeiro.

Benchmark: é uma expressão em inglês utilizada para referir-se a um ponto de referência. Quando utilizamos essa mesma expressão no mercado financeiro, seu significado permanece o mesmo, pois benchmark é um indicador usado como referência de desempenho. Ou seja, seria o padrão a seguir dentro do mercado financeiro.

Carteira de ativos: é o conjunto de aplicações que você possui, uma espécie de portfólio das ações que você pode organizar da maneira que deseja, observando o mercado e aplicando no que for melhor. Uma boa carteira de ativos é diversificada para reduzir os riscos na hora dos investimentos e assegurar um retorno lucrativo.

CDB: a sigla para Certificado de Depósito Bancário, que é um título de renda fixa emitido por bancos. Esse tipo de investimento é muito procurado por investidores de renda fixa, pois a rentabilidade é maior do que a oferecida por outros serviços, por exemplo, as contas poupança. O CDB é um investimento simples e sem complicações pois, em teoria, você está emprestando dinheiro ao banco e ele irá retornar uma taxa referente ao valor emprestado.

CDI: sigla para Certificado de Depósito Interbancário. São títulos emitidos por bancos ou outros tipos de instituições financeiras para transferir recursos de uma instituição para outra. Esses títulos possuem uma taxa que determina o rendimento anual de alguns investimentos. Todo ano, o CDI sofre mudanças. Em 2018, a taxa foi de 6,40%. Uma pessoa física não pode investir no CDI, mas pode beneficiar-se, pois muitos dos investimentos que fazemos, por exemplo o CDB, baseiam-se na taxa CDI.

CETIP: Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos é uma instituição integradora do mercado financeiro que oferece serviços de registro, central depositária, negociação e liquidação de ativos e títulos. A organização possui capital aberto e trabalha para corretoras, distribuídos e consórcios, no registro de títulos e outro serviços.

Cotação: valor de ativos negociados no mercado financeiro e utilizado como referência na realização de investimentos. Por meio da cotação podemos criar perspectivas de valorização ou desvalorização da ação. Um exemplo de cotação é a do dólar, com ela sabemos a tendência dos valores de outras moedas e bolsas ao redor do mundo.

Custódia: a custódia é o direito que um investidor possui sobre os títulos e valores depositados em seu nome. Todos que se cadastram na Bolsa de Valores recebem um código de sua conta de custódia na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia.

Day Trade: é um dia de vendas no pregão, ou seja, o termo é usado para operações de vendas e compras de ativos de curto prazo, que começam e terminam no mesmo dia. O Day Trade ocorre em todas as Bolsas de Valores, sendo um termo muito comum e popular no mercado financeiro. 

Deflação: o termo indica uma inflação negativa no mercado. Isso quer dizer que os valores caíram drasticamente devido a uma oferta excessiva de produtos ou pela diminuição de demanda pelos consumidores.

E-H

Emolumentos: o emolumento é uma taxa cobrada pelas bolsas pelas operações de compra e venda de ativos, pois esse tipo de transação é cara para fazer. Essa taxa foi a maneira que o mercado encontrou de pagar parte dos gastos com as transações.

ETF: o ETF, ou Exchange-traded funds, são os fundos de índices de negociados como ações. Para que isso fique mais claro, esses fundos são papéis vendidos na bolsa de valores, que representam os papéis de uma empresa. Quando adquirimos um determinado número de papéis, estamos adquirindo todas as ações da carteira usada como referência para as compras.

FGC: também conhecido por Fundo Garantidor de Créditos, é a instituição responsável por alguns títulos como CDB, LCI e LCA. Ela assegura que o investidor irá receber o que é devido, sem o risco de perder o capital investido ou sofrer com outras consequências, como a falência de um banco. O FGC é uma associação civil, sem fins lucrativos, que promete proteger o crédito privado sem interferências públicas.

Fundo de Investimentos: muitas vezes não sabemos ao certo no que investir ou o quanto investir. Por isso foram criados os Fundos de Investimento. Uma modalidade coletiva de aplicações geridas por um especialista e aplicadas em diferentes investimentos, seguindo a proposta do Fundo.

Hedge: é um mecanismo criado para assegurar os investidores em operações financeiras que possuem grandes variações de preço, ou seja, que super valorizam ou desvalorizam abruptamente, colocando o investidor em uma posição delicada.

Home Broker: com o advento da Internet, compras e vendas tornaram-se on-line e com a Bolsa de Valores não poderia ser diferente. O Home Broker é uma plataforma digital que permite a compra e venda de ações da Bolsa de Valores on-line. Você pode acessar por meio de computadores, tablets ou smartphones.

I-L (H3)

IGPM: Índice Geral de Preços do Mercado é um indicador criado para mediar a variação de preços no mercado, garantindo que o valor que aplicamos ao produto seja compatível com o do mercado atual. O IGPM é muito utilizado no reajuste de aluguéis, por exemplo.

IOF: Imposto Sobre Operações Financeiras, como o próprio nome já diz. IOF é um imposto federal pago em qualquer operação financeira. É cobrado desde câmbio até a operação de títulos e seu valor muda de acordo com a operação, ou seja, o valor desse imposto na venda ou compra de moedas não é o mesmo que na venda e compra de ações.

Juros: o juros estão presentes em diversas transações do nosso dia a dia, por exemplo, nas do cartão de crédito. No mercado financeiro ele é a remuneração cobrada em percentual a quem realiza um empréstimo ou paga a quem investe.

Lastro: o lastro é a garantia de que o dinheiro empregado no investimento não será perdido. Essa é uma exigência do sistema financeiro para garantir a integridade dos investidores. Sendo assim, a instituição financeira deve possuir o mesmo valor ou metade dele aplicado em seu caixa, para que, a qualquer risco, o dinheiro investido não se perca.

Letra de Câmbio: são os títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras.

Letras de Crédito: títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras para serem usados em atividades imobiliárias. Devido ao seu uso específico, esses títulos possuem isenção de Imposto de Renda e de IOF.

Liquidez: a liquidez é a facilidade na qual um ativo é convertido em dinheiro sem perdas significativas em seu valor, ou seja, na facilidade de vender um bem sem a necessidade de diminuir ou alterar seu valor. Essa mesma facilidade aplica-se no resgate desse ativo.

M-P

Manejo de Risco: é controlar os riscos de um investimento utilizando ferramentas de análise e estratégias. Manejar o risco de um investimento é essencial, pois assim asseguramos que o dinheiro será bem aplicado e não será perdido.

Marcação a mercado: é a atualização dos preços para os valores referentes ao mercado atual.

Mercado de ações: o chamado mercado de ações é onde negociamos as diversas frações de patrimônio das empresas. Elas são vendidas como ações, aqueles que as compram tornam-se “sócios”, obtendo lucro com o crescimento da empresa no mercado.

Mercado futuro: o nome por si é sugestivo. O mercado do futuro é um ambiente dentro das Bolsas de Valores próprio para negociação de compra e vendas de ativos futuros, ou seja, você garante aquele bem ou sua venda antecipadamente.

Mercado Primário/Secundário: o mercado da venda e compra de ativos é dividido em duas partes: primário e secundário. No mercado primário, os ativos são negociados pela primeira vez, assim que são emitidos. Assim que empresas abrem capital e passam a vender ações, os investidores podem adquirir no ambiente primário das vendas. O mercado secundário trabalha com ativos que já passaram do mercado primário, um exemplo são as negociações entre investidores. 

Opção: a opção é um investimento que permite que o seu titular compre ou venda seus ativos em uma data futura e por um preço pré-determinado.

Ordem: é o nome que se dá à decisão de um investidor por um determinado investimento. O investidor dá a ordem na plataforma para comprar ou vender um ativo.

Perfil de investidor: também conhecido por suitability, o perfil de investidor é uma análise que identifica suas preferências e expectativas em relação ao mercado financeiro. Essa análise é feita a partir de seus interesses no mercado e de investimentos já realizados.

Pregão: é o nome dado ao momento em que o mercado da Bolsa de Valores está aberto, ou seja, uma grande sale de ações. 

Passivo: para o mundo das finanças, é tudo aquilo que representa um gasto para você. Sendo assim, os ativos são os bens que geram lucro e o passivo é o que te faz perder dinheiro. Existem três tipos de passivos: circulante (contas e impostos a pagar); a longo prazo (hipotecas e letras de câmbio); resultados de exercícios futuros (dinheiro que pode ser recebido adiantado). 

Q-T

Rentabilidade: é um dos termos mais importantes para o investidor, pois é o retorno financeiro obtido após o investimento. A rentabilidade de um investimento pode ser pré-fixada ou pós-fixada, além de variar de acordo com o mercado. Esse retorno é percentual.

Renda Fixa: no mercado financeiro falamos muito a respeito da renda fixa e como ela influencia no seu investimento pois, de acordo com sua renda, seu investimento é definido. A renda fixa é uma modalidade de investimento mais segura e estável, recomendada para iniciantes. Com ela é possível realizar CDB, LCIs, LCAs, entre outros investimentos.

Renda Variável: é uma modalidade de investimento que, como o próprio nome já indica, é mais volátil e mais arriscada para o investidor. Nesse tipo de renda, o investimento é alto e, se der certo, o lucro obtido é alto. Porém, a perda é grande caso o investimento caia. Por isso, a renda variável é indicada para aqueles que investem há mais tempo e conhecem melhor o mercado: não é fácil prever a rentabilidade futura.

Risco: Risco para investidores nada mais é do que a chance de um investimento falhar, ou seja, do investimento não ser rentável. Antes de investir, é necessário avaliar com calma e perspicácia os riscos de uma ação.

Spread: o spread é a diferença entre o preço da compra e o preço da venda de ativos, títulos ou ações.

Selic: Sistema Especial de Liquidação e Custódia, é um programa virtual no qual os títulos do Tesouro Nacional são comprados e vendidos diariamente por instituições financeiras. Desta compra e venda de títulos surge a Taxa Selic, que influencia todas as outras taxas brasileiras.

Taxa de Administração: é um valor cobrado por fundos de investimento para cobrir os custos da gestão dos investimentos. Ela assemelha-se muito às taxas de manutenção de contas (tarifa cobrada pelos bancos para ajudar com os gastos de transações) ou taxas que pagamos aos clubes, por exemplo.

Tesouro Direto: programa criado pela Bolsa de Valores Brasileira e pelo Tesouro Nacional para a negociação de títulos públicos por pessoas físicas na Internet.

Títulos Públicos: títulos públicos ou títulos de dívida pública são títulos de renda fixa emitidos pelo Governo Federal e disponibilizado para pessoas físicas por meio do Tesouro Direto.

Trader: assim são chamados aqueles que se dedicam às transações na  Bolsa de Valores. 

U-Z (H3)

Volatidade: a volatidade é baseada nas médias de risco que indica a variação dos preços.

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Reserva de emergência: o que é e como criar uma ainda em 2020 https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/reserva-de-emergencia-o-que-e-e-como-criar-uma-ainda-em-2020 https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/reserva-de-emergencia-o-que-e-e-como-criar-uma-ainda-em-2020#respond Wed, 25 Nov 2020 17:59:51 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17546 Você já tem sua reserva de emergência? Veja o que é e como funciona esse investimento e comece a aplicar dinheiro ainda neste ano!

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O mercado de investimento tem crescido nos últimos anos e, com a pandemia, ainda mais. Afinal, muitas pessoas perceberam a importância de pensar no futuro e ter uma reserva de emergência. Apesar disso, ainda existem muitas dúvidas sobre como começar a investir e onde investir dinheiro. O melhor de tudo é: qualquer um pode aumentar a rentabilidade dos seus ganhos!

Muitos jovens imaginam que, por não terem renda fixa ou um salário alto, não podem ter fundos de investimento. Contudo, isso não passa de um mito. Com apenas R$ 30 ao mês é possível começar e manter uma boa reserva de emergência. Separamos algumas dicas que ensinam o passo a passo de como e onde investir. Confira!

O que é e como funciona a reserva de emergência?

Como o próprio nome já diz, a reserva de emergência é literalmente aquele dinheiro investido e separado para ser utilizado em momentos de apuros ou urgência. Esse dinheiro é o que te garante um tempo para se manter após uma eventual demissão no trabalho, para compra de remédios inesperados, durante uma pandemia como a de 2020 ou qualquer outra situação de imprevisto. Antes de partir para fundos de investimento, é necessário atentar-se, primeiro, à reserva de emergência, pois é justamente ela que vai garantir sua segurança e bem-estar em qualquer situação adversa.

Quanto dinheiro é necessário para a reserva de emergência?

A reserva de emergência pode equivaler a, mais ou menos, 6 ou 12 meses de seus gastos. Entretanto, o resultado varia de acordo com a profissão de cada pessoa e perfil profissional. Veja o cálculo de cada investimento a seguir:

Profissionais com carteira assinada

No caso dos profissionais com carteira assinada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a conta corresponde ao seu custo mensal x 6 (meses). O custo mensal equivale aos gastos mensais. Ou seja, se o seu salário é de R$ 1,5 mil e seus gastos básicos mensais somam o valor de R$ 1000, então
R$ 1000 é o seu custo mensal. Sendo assim, multiplicando o valor de R$ 1000 por 6, o resultado obtido será R$ 6 mil. Portanto, sua reserva de emergência será R$ 6 mil.

Profissionais sem carteira assinada

No caso dos profissionais sem carteira assinada, o cálculo corresponde ao custo mensal x 12 (meses). Esse tipo de investimento vale para empreendedores, freelancers, autônomos, profissionais liberais ou qualquer outra categoria sem renda fixa mensal.

Suponhamos que esse empreendedor tem o mesmo custo mensal do profissional de CLT no valor de R$1000. Ao multiplicar o valor de R$ 1000 por 12, o resultado obtido será R$ 12 mil. Portanto, sua reserva de emergência será R$ 12 mil.

Onde investir a reserva de emergência?

Pelo fato da reserva de emergência servir para qualquer momento de apuros, o investimento precisa ser feito em liquidez de curto prazo. A liquidez corresponde basicamente ao tempo que o dinheiro permanecerá no fundo de investimentos. Em alguns casos, como o Tesouro Dário Selic, a liquidez é de 1 dia útil. Por exemplo: após solicitar a retirada do seu dinheiro hoje, em 1 dia útil ele estará disponível na sua conta.

No caso da reserva de emergência, opte por investimentos sem longos prazos. Além disso, priorize a segurança na rentabilidade e invista onde não há multa ou perda de rentabilidade (dinheiro) caso o valor seja retirado antes do tempo previsto.

Veja abaixo indicações de onde investir a reserva de emergência:

  • Tesouro Direto Selic: esse tipo de investimento é um dos mais seguros, porque possui liquidez e segurança;
  • CDB com liquidez diária: o Certificado de Depósito Bancário (CDB) é a modalidade em que o investidor empresta dinheiro para um determinado banco. O CDB com liquidez diária ainda garante a segurança de investimento pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Após uma primeira leitura, essas instruções podem parecer um pouco complicadas. Mas, com tempo e prática, é possível começar a investir seu dinheiro e garantir sua reserva de emergência. Além disso, não se assuste com o resultado final do seu cálculo. O importante é criar coragem e começar a investir com o valor que puder, até atingir o total da sua reserva de emergência. Dê os primeiros passos antes do ano acabar e garanta seu conforto e segurança independente das dificuldades que surgirem no meio do caminho.

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Quem faz investimento precisa declarar imposto de renda? Entenda! https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/quem-faz-investimento-precisa-declarar-imposto-de-renda-entenda https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/quem-faz-investimento-precisa-declarar-imposto-de-renda-entenda#respond Wed, 25 Nov 2020 17:57:55 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17543 Operar na Bolsa exige monitoramento de patrimônio, recolhimento de impostos e informe de lucros e prejuízos no sistema da Receita Federal. Saiba mais!

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Tradicionalmente, as declarações do Imposto de Renda devem ser feitas entre os meses de março e abril de cada ano, sobre os rendimentos do período anterior. Muitas dúvidas surgem nessa hora, uma delas é sobre a tributação e declaração dos diversos tipos de investimento.

Para ajudar, separamos aqui algumas dicas práticas exclusivas para quem faz investimento, ou quer investir, na Bolsa de Valores. Será possível entender as alíquotas e o processo de inclusão de lucros e prejuízo na sua declaração do Imposto de Renda de 2020 ou demais anos.

Isentos e dependentes

Quem é isento ou mesmo dependente de outra pessoa na declaração do Imposto de Renda, mas faz investimento em ações, necessita ficar atento, pois precisa sim declarar as operações de lucro e prejuízo na Bolsa de Valores. Esses rendimentos, quando dependentes, devem constar na declaração principal (a que o dependente está atrelado).

Já no caso dos isentos, eles precisam declarar detalhadamente cada operação mesmo que, ao final, estejam isentos do recolhimento. Isso ajudará a Receita Federal a compreender a evolução do seu patrimônio.

Tributação na Bolsa de Valores

As regras da Receita Federal para a Bolsa de Valores prevê duas alíquotas:

  • Day Trade (quem compra e vende ações no mesmo dia);
  • outra para as diversas operações que passam de um dia.

Em Day Trade, o contribuinte deverá recolher, ao final de cada mês, o Imposto de Renda de 20% de todo o saldo positivo líquido que teve no período. Se a operação for negativa, ele precisa declarar o prejuízo para que, ao final do ano, essa informação conste em um balanço para evolução ou redução do patrimônio e também para usá-la para compensar lucro e não pagar tributo além do devido dentro do ano.

Em Swing Trade e outras operações da Bolsa que não sejam Day Trade, a alíquota do Imposto de Renda é de 15% para vendas que sejam superiores a R$ 20 mil em um único mês. Quem vender abaixo desse valor no período entra em um sistema de isenção do Fisco, mas ainda assim deve incluir a operação em sua declaração anual.

Quem faz investimento precisa declarar no Imposto de Renda todas as ações que estiver posicionado em 31 de dezembro do último ano e o seu valor de mercado. As ações devem constar na aba de bens e direitos do Imposto de Renda, usando o código 31 e informando o CNPJ da empresa que você é investidor. Não se esqueça de colocar na discriminação a quantidade de ações e depois informar o valor no fechamento do último dia útil do ano. Quem investe em fundos imobiliários deve declarar utilizando o código 73, e acrescentar as demais informações no mesmo procedimento das ações.

Dica da Levante

Crie uma planilha e monitore mensalmente suas aplicações, lucros e prejuízos. Tente lançar isso já na sua declaração de renda do ano seguinte, o que vai facilitar o processo no futuro. Esse acompanhamento vai permitir, por exemplo, controlar a situação e, se for o caso, evitar superar a barreira dos R$ 20 mil em operações mensais, reduzindo a sua tributação.

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Qual corretora escolher? Saiba as mais procuradas! https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/qual-corretora-escolher-veja-quais-sao-as-corretoras-mais-procuradas https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/qual-corretora-escolher-veja-quais-sao-as-corretoras-mais-procuradas#respond Wed, 25 Nov 2020 17:45:58 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17540 Quer escolher uma corretora de valores para começar a investir? Conheça as principais no mercado brasileiro e seus diferenciais.

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Escolher uma corretora de valores para investir não é fácil. Atualmente, existem muitas opções de corretora de investimentos que precisam ser avaliadas, o que acaba dificultando as pesquisas para encontrar a que melhor combina com você. Uma instituição financeira responsável por fazer a intermediação de compra e venda do seu investimento, viabilizando sua rentabilidade, não é pouca coisa.

Saiba qual corretora de valores é a sua cara para começar seu investimento | Fonte: unsplash.com

Além das diferenças entre si, também é interessante procurar o histórico financeiro de cada corretora, checando o lucro ou prejuízo no Banco Central. Por isso, separamos algumas das mais conhecidas, seus benefícios ou taxas e o diferencial de cada uma, para auxiliar na escolha da melhor maneira de investir dinheiro: aquela que é a sua cara. Confira!

XP Investimentos

A principal corretora do Brasil possui todos os tipos de investimentos disponíveis em sua plataforma, sem taxas para fundo imobiliário e renda fixa inclusa. Porém, cobra taxas para ações de lote padrão e fracionado, por volta de R$ 18 cada uma. 

Rico Corretora

Muito conhecida na sua frente de investimento de Tesouro Direto, a Rico possui taxa zero para fundos imobiliários e renda fixa. Cobra taxa nas ações, sendo a de mercado fracionado apenas R$ 1,90, reduzida em junho deste ano do preço anterior de R$ 7,50 (atual preço de taxa em lote padrão).

Clear Corretora

A única dentre as opções que não possui renda fixa com CDB, LCI, LCE e Debêntures. A Clear ainda possui Tesouro Direto para seu investidor e não cobra nenhuma taxa para ações ou fundo imobiliário.

Banco Inter Corretora

Filiada ao Banco Inter, a corretora não tem taxas para fundos imobiliários ou ações padrão e fracionada, além de possuir renda fixa e Tesouro Direto para seu investimento.

Modalmais

A Modal é outra gigante que também veio do banco homônimo. Tem taxa zero para todos os tipos de investimentos oferecidos em sua plataforma, mas cobra um custo de R$ 2,40 em ações.

Easynvest

Comumente conhecida apenas como Easy, essa corretora oferece todos os tipos de investimento em sua plataforma, incluindo renda fixa e zero taxas para fundo imobiliário, mas com custo para lote padrão de R$ 4,99 e R$ 2,40 no lote fracionado.

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Investir em ações não é só para quem tem muito dinheiro https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/investir-em-acoes-nao-e-so-para-quem-tem-muito-dinheiro https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/investir-em-acoes-nao-e-so-para-quem-tem-muito-dinheiro#respond Wed, 25 Nov 2020 17:41:45 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17536 Não tem muito capital, mas quer investir em ações? Descubra como começar a investir no mercado de ações e obter rendimentos.

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No imaginário popular, uma assunto muito difundido é o de que pessoas pobres não conseguem ou não podem investir. Felizmente, isso não passa de um mito. Analisando a história de grandes investidores, muitos começaram com bem pouco, investindo em ações baratas. Sim! Qualquer um pode fazer um investimento no mercado de ações. Contudo, nem todos têm acesso às informações necessárias para iniciar um investimento na bolsa.

Por que investir em ações?

Em um primeiro momento, investir em renda variável (aquela na qual não se pode calcular o retorno no momento do investimento) pode parecer um tanto assustador. No entanto, com análise de onde investir dinheiro e paciência, o mercado de ações pode gerar rendimentos bastante atrativos (com certeza maiores que os investimentos em renda fixa). É aí que está o porque investir em ações: essa é uma das melhores opções para quem planeja obter rendimentos consideráveis.

Como começar a investir?

Antes de sair pesquisando fundos de investimento e ações em alta, é interessante saber onde está “pisando”, evitando assim decepções futuras. Todo investimento deve ser analisado com calma antes de ser efetuado. O investidor deve estar ciente que podem ocorrer perdas de dinheiro, já que a bolsa de valores é um lugar de incertezas.

Uma dica para evitar frustrações é descobrir seu perfil como investidor, o que ajudará a saber se o mercado de ações é realmente o tipo de investimento mais indicado para seu perfil. Outra coisa importante é pesquisar bastante antes do seu primeiro passo na bolsa: se possível, procure especialistas. Eles podem ajudar mostrando a melhor forma de como investir em ações. Mas cuidado com “gurus” financeiros que prometem rendimentos extraordinários em poucos meses. Não invista todo o seu dinheiro em um único negócio, busque sempre diversificar seus investimentos.

Quanto custa investir na bolsa?

Essa é a pergunta de 1 milhão de reais. Ao contrário do imaginário popular, investir na bolsa não custa absurdamente caro. Existem ações, por exemplo, que podem ser compradas pelo preço de alguns centavos (porém nem sempre são as mais indicadas). A compra de ações não é algo caro. Contudo, é preciso de um investimento contínuo para obter rendimentos consideráveis. Não adianta comprar uma única ação e esperar amanhecer milionário. O ideal é reinvestir os rendimentos obtidos em outras ações, de preferência em outros setores.

 


Busque especialistas para saber ações para investir em 2020 | Foto: Unsplash

 

Dicas para uma rotina de investimentos

Sabemos como pode ser difícil começar uma rotina de investimento, principalmente quando não se tem muito capital disponível. Nem sempre é fácil separar uma parcela do salário mensal para investir na bolsa. Por isso, vamos oferecer três dicas de como iniciar uma rotina de investimentos.

Organize sua vida financeira

A primeira dica é, com certeza, a mais crucial: organize sua vida financeira. Primeiro, conheça os seus gastos e ganhos em um mês. Se possui dívidas, seria interessante quitá-las antes de iniciar sua rotina de investimentos. Pois, se você está endividado, é provável que fique desanimado em investir dinheiro. Afinal, a maior finalidade disso será pagar sua dívida.

A regra dos 10%

Muito se fala sobre o quanto uma pessoa deveria investir mensalmente. O fato é que não existe um valor certo: o melhor é que se invista o possível sem comprometer as outras finalidades do seu dinheiro. Alguns especialistas falam que, para um investidor iniciante, uma cota de 10% do rendimento mensal já é suficiente para manter uma rotina de investimentos eficiente.

Paciência e resiliência

A última dica não poderia ser mais perspicaz. É natural que quem invista queira ver os rendimentos chegarem aos montes. Mas, infelizmente, isso não irá acontecer imediatamente, é necessário tempo e persistência em uma rotina de investimentos para alcançar os objetivos desejados. Durante o processo podem acontecer perdas (pequenas ou grandes) de dinheiro e é preciso tirar essas situações como aprendizado. Investir na bolsa nada mais é do que um grande jogo de ganhos e perdas: é preciso conhecer as regras do jogo. Então, paciência e resiliência devem ser duas caraterísticas cultivadas pelo investidor.

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Investimento para iniciantes: ferramentas para todo investidor https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/investimento-para-iniciantes-ferramentas-que-todo-investidor-precisa-ter https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/investimento-para-iniciantes-ferramentas-que-todo-investidor-precisa-ter#respond Wed, 25 Nov 2020 17:02:47 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17531 Investidor iniciante, entenda o que é preciso para entrar, de vez, no mundo dos negócios e as ferramentas necessárias para investir!

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Para aqueles que desejam entrar no mundo dos negócios, é preciso informações sobre o mercado, controle de gastos e muito planejamento. Nessa visão, como começar a investir com o pé direito diante de tantas possibilidades?

É importante entender o quão benéfico é o planejamento financeiro, pois ele será a porta de entrada para que o seu investimento não fique apenas no mundo das ideias, e sim na realidade do seu bolso. O planejamento auxilia você a investir, além de controlar o que entra e sai da sua conta. Dessa forma, registrar esses gastos e lucros são de suma importância para entender o seu gerenciamento com as finanças, coordenar esse dinheiro para o pagamento de dívidas e direcioná-lo aos seus objetivos.

Mas onde investir dinheiro? Após você estabelecer um bom planejamento financeiro, que promova uma certa estabilidade ao seu dinheiro, o próximo passo é entender as suas motivações, que podem ser: viajar, comprar um imóvel ou lucrar com algum negócio. Assim, você estabelece que tipo de investimento deseja fazer. Um exemplo é o de renda fixa, que apresenta uma rentabilidade fixa, mesmo com as instabilidades do mercado. Também há o de renda variável, que se relaciona à bolsa de valores, onde não há garantia de uma rentabilidade no futuro.

As melhores ferramentas para investidores iniciantes

Para você que é iniciante no mundo de negócios, trago recomendações de ferramentas viáveis para investir de forma mais confiante, de acordo com os sites “Investe Ae” e “André Bona”:

Informações sobre o mercado financeiro

Bloomberg

Faz atualizações em tempo real sobre o mercado financeiro e análises personalizadas para você que deseja ter o acesso aos dados e informações para tomar decisões sobre seu investimento.

Reuters

Apesar de ser reconhecida como uma das maiores agências de notícias, destaca-se também por contar as novidades do mercado financeiro mundial, divididas por setores da economia e por país.

Mercado “de cada dia”

InfoMoney

Primeiro das recomendações, o site brasileiro permite entender as tendências do mercado, além de oferecer cursos de economia e posts sobre finanças pessoais.

Mercado em 5 minutos

Disponibiliza um conteúdo diário gratuito, mas fornece ainda mais para os seus assinantes. Na lista de e-mails, por exemplo, envia um panorama do mercado para apenas 5 minutos de leitura.

Controle de gastos

Saber controlar seus gatos melhora o planejamento de seus investimentos

PicPay

Essa ferramenta é uma carteira virtual. Sim, é isso mesmo. Esse aplicativo proporciona o acesso ao seu cartão de crédito, permitindo ao usuário pagar contas e receber pagamentos na conta corrente. Perfeito para o controle e o registro de seus gastos.

GuiaBolso Controle Financeiro

Disponível em todas as lojas de aplicativos, essa ferramenta gratuita facilita a sua integração com os bancos e cartões de crédito. Desse jeito, você consegue controlar a saída e a entrada do dinheiro no seu bolso virtualmente.

SplitWise

Tal aplicativo é indicado para ajudar no rateio das contas. A experiência fica melhor ainda para quem gosta de dividir as contas com amigos, pois é possível ganhar créditos em um grupo e utilizar tais créditos em outro com objetivo diferente.

Análise de dados

Fundamentus

É sem dúvida um dos mais recomendados. O site mostra dados das empresas e o sistema on-line possui uma lista para que você saiba quais delas estão na bolsa de valores. Além disso, contém informações financeiras e fundamentalistas, mostrando a maneira como cada empresa comporta-se no mercado, entre diversas outras funções.

Calculadora de renda fixa

Disponibilizada pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP), ajuda a simular a venda de um título, mas antes mesmo do prazo de vencimento.

App Renda Fixa

Em forma de página na web e aplicativo, o Renda Fixa acompanha as taxas como SELIC, IGPM, IPCA e CDI, sabendo dos valores mensais, atuais, anualizados e os acumulados. É destacado por ser um excelente aplicativo para visualizar retornos ao longo do tempo e ainda compara com poupança, mas essa não pode ser relevada nos investimentos.

Anbima

A página da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) mostra o valor das taxas de títulos públicos e privados.

Se você quer bitcoins… vai a dica!

Bitcoin é uma das moedas mais valorizadas atualmente

CoinBR

Funcionando também como uma “Casa de Câmbio” da criptomoeda, nesse site é possível a compra de uma máquina mineradora e começar a minerar os tão famosos bitcoins. Apesar da mineradora ser brasileira, o galpão de mineração é paraguaio.

CoinDesk

A grande referência chegou e ela tem o nome de ‘CoinDesk’. Esse site apresenta notícias atualizadas quando se trata de bitcoins e é possível acompanhar tendências e classificações das transações pelo mundo. Contudo, apesar de uma grande equipe, o site só está disponível em inglês.

Bitcointoyou

De volta ao Brasil, essa corretora nacional foi a primeira a tratar com a devida atenção os bitcoins. Além disso, comercializa com outras 3 moedas e está disponível para iOS e Android.

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Fundos imobiliários: como funcionam e quais rendem mais https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/fundos-imobiliarios-como-funcionam-e-quais-rendem-mais https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/fundos-imobiliarios-como-funcionam-e-quais-rendem-mais#respond Wed, 25 Nov 2020 14:58:44 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17512 Entenda o que são fundos imobiliários, como funcionam e quais rendem mais, principalmente no cenário deste ano com a pandemia do coronavírus.

O post Fundos imobiliários: como funcionam e quais rendem mais apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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A realidade dos fundos imobiliários está, cada vez mais, presente nas nossas vidas, principalmente nas de jovens que desejam investir em algo que traga rentabilidade. Dessa forma, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) caracteriza-se por diferentes tipos de investimento feitos no setor imobiliário que, muitas vezes, são aplicados por grupos de investidores.

Mas, se você é novo nesse mundo de negócios e deseja ingressar de cabeça, já deve ter se perguntado: “Por que investir em Fundo Imobiliário?”. A resposta é baseada nas vantagens que o investimento pode trazer, visto que o fundo imobiliário proporciona juros baixos, facilidade e diversificação. Para você que tem um valor limitado para investir, é uma opção bem válida.

Tipos de fundos imobiliários

Existem 3 tipos de fundos que você pode seguir no campo de imóveis: fundos de tijolos, que se caracterizam por imóveis físicos, como hotéis e edifícios empresariais; fundos de papel, que são compostos por aplicações financeiras nas corretoras de valores no setor de imóveis; fundos híbridos, os quais mesclam entre os dois tipos anteriormente citados.

Assim, é importante que você entenda que tipo de investimento deseja realizar e qual tipo de fundo imobiliário adapta-se ao seu caso. Se a escolha envolver corretoras de valores, atente-se aos custos cobrados, planeje seus investimentos e procure saber mais sobre a taxa de corretagem, ou seja, comissão cobrada pela execução da ordem do investidor pela instituição financeira no mercado. 

Suporte necessário

É importante entender que os fundos imobiliários funcionam com a ajuda de gestores especializados, os quais fazem o acompanhamento do patrimônio e de todo o mercado, além de decidir a melhor forma de aplicação do dinheiro dos investidores.

Contudo, uma das maiores dúvidas é em qual fundo imobiliário investir. Para decidir, é necessário compreender o mercado e atualizar-se em relação à área de imóveis. Além disso, conforme o site InfoMoney, muito indicado para investidores, ter uma boa localização de imóvel, bons inquilinos e um orçamento justo, já é sinal de uma boa aquisição, pois trará um rendimento maior.

Na questão da rentabilidade, você como investidor precisa entender que esses fundos têm uma renda variável, ou seja, não há garantia de grandes rendimentos. Contudo, se as circunstâncias valorizam o seu imóvel (atrativo e bem localizado) e o valor das cotas, ele será muito rentável.

Perspectiva dos fundos imobiliários em 2020

O cenário provocado pela crise do coronavírus trouxe uma instabilidade para o setor da economia, afetando diretamente a área de imóveis. Assim, com o passar do ano, as tentativas de abertura na economia foram destacadas. Porém, só agora nos últimos meses é perceptível a concretização em determinados locais.

Segundo a pesquisa feita por especialistas do site Rico, a recomendação é investir em fundos recebíveis (35%), ativos logísticos (20%), fundos híbridos (20%), shopping centers (15%) ou em lojas corporativas (10%). Nessa perspectiva, apesar da instabilidade, o setor ainda pode oferecer uma boa renda. Na lista, os “fundos recebíveis”, ou fundos de papel, estão no topo e são classificados com um bom rendimento e diversificação, principalmente neste período de volatilidade.

Se você conta com tempo para a administração direta da carteira de imóveis, sente insegurança ao analisar e selecionar imóveis para investir, ou deseja expandir seus ativos financeiros do setor imobiliário, provavelmente, o Fundo de Investimento de Imobiliário seja a opção ideal para você.

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Onde e como investir dinheiro durante a faculdade? https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/onde-e-como-investir-dinheiro-durante-a-faculdade https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/onde-e-como-investir-dinheiro-durante-a-faculdade#respond Wed, 25 Nov 2020 14:04:22 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17490 O mercado de finanças não é exclusivo para grandes entendedores do ramo: jovens também podem investir em ações. Confira aqui como!

O post Onde e como investir dinheiro durante a faculdade? apareceu primeiro em Levante Ideias de Investimentos.

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UnsplashGastos com estudos, aluguel, transporte, rolês universitários… O bolso do estudante de faculdade pode “pesar” por diversas razões. Pode até parecer que não é sua hora de pensar em um investimento, mesmo que a vontade de aplicar sua grana na bolsa de valores seja crescente. Mas calma! Mesmo que o mercado financeiro pareça exclusivo para grandes empresários, na realidade ele pode ser amplamente explorado por você, jovem universitário.

Se tem essa vontade mas precisa de ajuda para entender como começar a investir, confira abaixo algumas maneiras de onde investir dinheiro, que não demandam grandes economias, mas já colaboram na hora de construir um patrimônio.

Tesouro Direto

É um formato fortemente atrativo para os universitários e envolve a compra de títulos que, além de não demandarem grandes gastos para serem adquiridos, tendem a gerar um retorno satisfatório ao investidor. Por mais que funcione de maneira simples e facilmente compreensível, é sempre recomendado estudar as diferentes possibilidades de investimento em Tesouro Direto. Basicamente, ao comprar um título, você deve receber de volta a quantia investida acrescida de juros. Esse retorno é seguramente garantido pelo Tesouro Nacional, ou seja, ele não permite que você perca seu investimento sem nenhum lucro depois. É um bom começo para pensar em lucro a médio e longo prazo.

Ações

O clássico e tão comentado mercado de ações pode certamente ser realidade para um universitário. Não! Você não precisa ter montes de dinheiro para investir ações na Bolsa de Valores: a realidade de um estagiário também “cabe” nesse ramo. O segredo é conhecer bem a dinâmica do mercado, buscando um suporte que pode ser conquistado na própria Internet sobre o essencial para investir em ações. Existe muito conteúdo de qualidade que permite que um universitário domine as técnicas que, a princípio, podem parecer uma incógnita. Com uma boa navegação na web e um pouco de estudos, você diminui a insegurança de não obter um retorno como desejado.


Fundos de Investimento

Melhor do que entrar nesse universo sozinho, é entrar em coletivo. E é esse tipo de dinâmica que os fundos de investimento permitem: unir-se às outras pessoas que também querem investir para adquirir cotas, aplicando em ramos diversos do mercado. As estratégias para realizar esses investimentos não são aleatórias, então fique tranquilo que sempre haverá um administrador remunerado no fundo de investimento, responsável por conduzir da melhor maneira esse fluxo de capital que está sendo reservado para investir.


Reserva de Emergência

Reservas de emergência são fundos de poupança que guardam certo capital para ser usado no caso de alguma situação imprevista, ou seja, que requer um gasto não programado. Se algo deu errado e sua fonte de renda tiver qualquer mudança súbita, se um acidente de carro ocorreu ou se algum parente foi acometido por uma doença e você precisará ajudar nos custos do tratamento, por exemplo, recorrer à sua reserva de emergência pode ser a salvação. Mas, para isso, é preciso lembrar que investir nesse modelo de poupança requer disciplina.

Você não irá utilizar esses recursos tão cedo – assim esperamos -, pois ele será exclusivo para essas ocasiões em que uma grande quantia é requisitada e não há como extrair isso de sua renda mensal. Contudo, mesmo parecendo que esse formato de investimento não agrega muito, ele é um dos mais conectados com planejamento financeiro para o futuro. E o melhor de tudo é que a reserva varia de acordo com as suas individualidades! Para um jovem, é viável a manutenção de um fundo de emergência de valor não tão elevado, já que a probabilidade de algum abalo financeiro tende a ser menor.

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Bitcoin hoje: tudo o que você precisa saber sobre a criptomoeda https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/bitcoin-hoje-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-criptomoeda https://levanteideias.com.br/jovem-investidor/bitcoin-hoje-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-criptomoeda#respond Wed, 25 Nov 2020 13:58:46 +0000 https://levanteideias.com.br/?p=17487 Saiba mais sobre o mercado bitcoin: como funciona, como investir nesse tipo de criptomoeda e quais os riscos desse tipo de investimento.

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Nos últimos anos é comum ouvir falar em criptomoeda e bitcoin. Mas, por ser um mercado relativamente novo, muitos ainda não sabem o que é o bitcoin e porque é considerado por muitas pessoas um novo modo de investimento.

Bitcoin é um dinheiro similar ao real, a diferença é que ele é inteiramente digital, ou seja, existe apenas na Internet. É possível enviar e receber valores sem limitações de território ou quantidade, já que esse tipo de transação não precisa ser feita por meio de terceiros, como bancos ou operadoras de cartão de crédito. Além disso, por ser uma moeda digital, as transações pela Internet são mais rápidas e baratas.

O mercado bitcoin cresce e se valoriza cada dia mais. Por isso, tornou-se uma oportunidade de investimento com alto potencial de retorno. Mas antes de investir, também é preciso entender como esse mercado funciona, já que pode ser um pouco diferente do mercado financeiro tradicional.

Quanto vale essa criptomoeda?

Atualmente o bitcoin equivale a cerca de 93 mil reais. Esse valor está em constante oscilação, já que pode variar de acordo com algumas condições, como o aumento do número de carteiras digitais e o aumento pela procura da moeda. A política e o mercado financeiro também são fatores que podem influenciar.


Como investir em bitcoin?

Por ser uma moeda digital, toda operação de compra e venda também é feita pela Internet. Existem plataformas específicas para isso, que são chamadas de “exchanges”. É preciso fazer o cadastro em alguma corretora oficial, acessar sua conta e transferir o dinheiro. A plataforma da corretora deve ser utilizada para comprar seu bitcoin, que depois fica armazenado em algum sistema de carteira virtual.

A cotação pode ser acessada diariamente através do aplicativo fornecido pela carteira virtual.

Também é importante lembrar que, assim como toda forma de investimento, o mercado bitcoin também é arriscado. Atualmente, não há uma autoridade ou instituição que regulamente as regras de investimentos e outros pontos importantes em relação ao bitcoin. No Brasil ainda não existe nenhum tipo de regulamentação aos investimentos de bitcoin.

Além disso, quando falamos em tecnologia, tudo pode mudar de uma hora para outra. O bitcoin sofre esse reflexo em relação valorização da moeda. A volatilidade é muito alta, o que expõe ainda mais o risco de investir altos valores. É possível ter um grande retorno, mas sempre existe a possibilidade do prejuízo ser grande.

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